Era uma noite comum quando minha esposa me pediu para ir ao mercado buscar algumas coisas de última hora. Mas, para mim, aquela era a desculpa perfeita. Eu já saí de casa com segundas intenções, louco para dar aquela famosa "volta de carro" e observar o movimento das trans na rua. O tesão já estava acumulado, pulsando antes mesmo de eu dar a partida. Depois de passar no mercado, o destino já estava traçado. Peguei o caminho da avenida onde as meninas ficam. O clima da noite estava frio e a minha imaginação estava quente . Logo de cara, avistei uma morena gordinha, deliciosa, com aquela carinha de brava que me deixa louco, exalando pura sensualidade. Senti meu pau endurecer na hora dentro da calça. Continuei descendo devagar, a mão já apertando o meu pau por cima do tecido, sentindo a cabeça latejar de desejo. Foi aí que cheguei na esquina e o meu coração disparou Lá estava ela. Uma loira espetacular, de calça jeans coladinha marcando as curvas e uma blusinha curta que deixava a barriga totalmente à mostra. Ela segurava um espelhinho, passando um batom vermelho nos lábios de forma extremamente provocante. O contraste da delicadeza dela com a rua me deu um tesão inexplicável, daqueles de fazer a boca salivar. Fiquei ali parado, hipnotizado, devorando aquela cena com os olhos enquanto passava devagar com o carro. Naquele segundo, minha mente disparou em fantasias selvagens. A vontade que me deu era de dar ré, mandar ela entrar no carro e realizar todos os meus desejos mais sujos ali mesmo: Queria sentir o pau dela duro na minha boca, sentir o gosto dela, bater com pau dela no meu rosto olhar nos fundos dos olhos dela e chupar e depois mandar ela ajoelhar no assoalho do carro para me mamar até o limite, e depois colocá-la de quatro no banco de trás, segurando firme na sua cintura, metendo com força, sem pressa, até gozar tudo e deixar o rabo dela transbordando de leite. O tesão era tanto que quase perdi o rumo de casa. Voltei dirigindo no limite, com a cabeça fervendo e o pau latejando de tanto desejo acumulado. Cheguei em casa, disfarcei o fôlego rápido, jantei com a minha esposa e fomos para o quarto. Naquela noite, o sexo em casa foi de outro mundo. Comi minha mulher com uma vontade selvagem, mas a verdade é que, a cada estocada, a cada gemido, era pensando na loira da esquina de calça jeans e batom vermelho que estava na minha mente.
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