Ex Cunhada Su

        Na cidade pequena de interior onde morava, eu estava em frente ao barzinho que era o ponto de encontro do verão. Estava lá como de costume e a Su chegou e pediu para eu ajudar na festinha para os amigos que ela estava preparando para o findi. De pronto aceitei.
– É teu aniversário?
– Não, é só para matar a saudade de juntar a turma toda.
Na sexta feira da festinha no final da tarde fui na casa dela arrumar o som e mudar os moveis. Antes de sair perguntei se poderia levar uma amiga. Ela respondeu que sim. Mas de cabeça baixa.
À noite, cheguei com a Luci, uma menina que estava recém conhecendo depois do final de meu último namoro. A Luci era de uma família muito reservada e me deixou bem claro não era como as outras. Que o máximo que eu conseguiria dela seriam uns beijinhos. Pra mim isto era coisa de adolescente e não de uma moça de 19 anos. Nisto olho para a dona da festa que estava sozinha e muito triste. Comentei com o amigo Carlos:
– O que tem a Su? Parece que não esta na festa dela.
– Se tu não notou tu é cego. A Su não para de olhar pra ti.
Daí a ficha caiu. Falei para a Luci que ela era muito nova ainda. E que iria levar ela para casa. Antes de sair falei com a Su. E disse que só iria levar a Luci para casa e voltaria.
Na volta colei na Su.
– E aí Beto, a menina se sentiu mal?
– Que nada. Não tenho mais paciência com menininhas.
– Mas ela deve ter quase 20 anos.
– Mas a cabeça de 12. Puritana demais.
– E tu? Pensei que apresentaria um namorado novo hoje.
– Não apareceu ninguém que me agrade. – Falou com tristeza.
– Podemos ficar juntos? Eu também estou solteiro.
– Claro! – Mostrando um sorriso que tinha não visto ainda.
Coloquei uma música lenta e convidei ela para dançar. Ela me enlaçou o pescoço e dançamos bem agarradinhos com rosto colado. Dava para sentir o calor de nossos corpos. Falei no ouvido dela:
– Agora comecei a gostar da festinha.
– Eu também. Esperei a noite toda por isto.
– Sério? Eu nunca deixei de pensar em ti como minha cunhada. Sempre acreditei que tu e o mano iriam voltar o namoro.
– O Cláudio está em outra e eu agora também. Já faz mais de dois anos.
– Acho que esperou muito tempo. Tu é muito inteligente, bonita e charmosa pra ficar só.
– Nossa! Tua acha tudo isto de mim?
Ela se afastou e fitou meus olhos para ver se não estava brincando.
– Tem muito cara que conheço que não tem coragem pra chegar em ti pois te acha o máximo.
– Exagerado! – Disse com aquele sorriso novamente. Me abraçando novamente e me dando um bejinho na face.
Daí em diante o tempo parece que acelerou. Ajudei a Su oferecendo os comes e bebes aos convidados. Na despedida o Carlos me disse:
– Não te disse? Todos viram que pintou um clima.
– Valeu! – Disse piscando o olho.
Logo todos foram embora e fiquei para ajudar a Su a arrumar a casa. E na despedida...
– Beto, muito obrigada. Eu não conseguiria sem tua ajuda.
– Foi um prazer poder te ajudar.
Depois me abraçou e me deu um beijo no canto da boca. Fiquei olhando para os olhos dela que ficaram fixados na minha boca como que pedindo para ser beijada. E atendi. Dei primeiro um selinho e com a concordância da Su abracei sua cintura e nos beijamos trocando línguas. Com o quadril adiantado a Su procurava saber da minha condição e com certeza sentiu a dureza da minha excitação.
– Quer ir para algum lugar, agora?
– Gatinho, não saio contigo hoje porque estou exausta, mas amanhã é sábado.
– Vou dormir pensando no amanhã.
– Vou contigo onde quiser.
Nos beijamos e fui pra casa pensando onde a levaria. E lembrei que na cidade vizinha havia um restaurante ótimo e um motel muito bom e seria um passeio privado das fofocas de cidade pequena.
Após o meio dia levei o carro para lavar e abastecer. Na volta liguei para ela combinando o horário e disse para onde iríamos. Ao chegar na casa da Su no horário combinado…
– Oi, gatinho! Adorei o programa. Fazia um tempo que queria ir neste restaurante.
– Oi, Su! Uau! Que linda! Tudo isto é pra mim?
– Não exagera. Tu nem deu tempo pra eu me arrumar melhor.
– Nem precisava. Já tá difícil de segurar meu queixo.
– Quê bobinho! – Aquele sorriso apareceu novamente.
Ela usava um vestido parecia de seda, acinturado, com alças finas e curto que mostrava metade das coxas roliças. Deu um tesão só de olhar. Sem contar com o perfume discreto que evidenciava seu charme. Abri a porta do carro para ela.
– Uhmm, que cavalheiro! Obrigada!
– Apenas o que uma verdadeira dama merece.
Chegando no centro da cidade passeamos de mãos dadas pelo belo calçadão local. Depois nos dirigimos ao restaurante onde pedi para acompanhar um bom vinho chileno. Conversamos sobre nossos planos de vida ela fazendo odonto e eu engenharia em cidades distantes. Resolvemos esquecer este detalhe e aproveitar a noite.
        No motel pedi uma suíte especial e um espumante para os brides.
– Gatinho, esta já é a noite mais romântica que já tive e acho que ainda vai ser melhor.
– Te prometo que vai.
E Bridamos…
– A uma noite inesquecível.
        O beijo que seguiu iniciou o fim da volúpia reprimida desde a noite anterior. O desejo do contato de nossos corpos nus foi nos despindo rapidamente até ficarmos de cueca e calcinha. Nos abraçamos nos beijando quase que dançando uma música que não tocava. Peguei a Su no colo e a levei até a cama redonda cercada de espelhos. Não precisávamos dizer nada um para o outro como se adivinhássemos os pensamentos. Retirei a calcinha branca marcada pela umidade que exalava de seu sexo, desvelando a rala penugem que o circundava assim como as roliças e bronzeadas coxas. Fiquei ajoelhado quase que paralisado ao observar ela nua.
– Tu é linda!
– Bobinho, vem.
Beijei desde seus joelhos, coxas e virilhas até chegar aos lábios mais íntimos onde penetrei com a língua sorvendo o doce sabor da fêmea excitada. Entre suas pernas subi beijando até os seios. Repetimos um beijo apaixonado e fiz o caminho de volta até as virilhas. Percebendo que já pronta ataquei a buceta. Lambi cada parte e estacionei a língua no rígido clitóris em movimentos rápidos em todas as direções. Lambuzei dois dedos e inseri na úmida vagina movimentando e dobrando em gancho. A respiração acelerada dela, os gemidos e palavras que eu não conseguia entender culminaram em urro, num orgasmo violento que a deixou trêmula por alguns segundos. Aguardando a respiração da Su voltar ao normal deitei ao seu lado observando a pele macia, os seios que embora pequenos como duas laranjas eram rijos, braços delicados, a cintura marcada, as coxas roliças até os joelhos… Linda! Olhei seu rosto olhos grandes e castanhos como seus cabelos levemente ondulados, nariz pequeno e arrebitado encimando uma boca embora pequena com lábios carnudos.   
Pensei que ela tivesse emudecido não falou nada.
– Oi! – Disse olhando para seu rosto. Vendo seus olhos arregalados como que incrédula com o acontecido.
Sem responder ela subiu de cócoras sobre mim e me beijou profundamente.
– Oi, gatinho! Tu me deu alguma droga ou isto foi normal?
– De droga só o álcool dos vinhos.
– Eu quero mais. Nunca tive um orgasmo assim!
Ela foi até meus pés e puxou minhas cuecas que para ajudar levantei o quadril. Se ajoelhou entre minhas pernas e começou a carinhar meu saco, virilhas e pênis. Quando ereto lambeu a base da glande e em seguida abocanhou toda ela e o que sobrava me masturbava com uma mão e a outra acariciava meu saco. Me segurei para não gozar e ela depois se atolou montando e batendo forte me pediu para não gozar dentro. Avisei que iria gozar ela tirou e abocanhou novamente recebendo todos os jatos do meu orgasmo em sua boca que devido a quantidade babava quase tudo. Depois deitou sobre mim me beijando e me devolvendo parte do meu gozo que ela não havia conseguido engolir.
– Eu estava certa em te encontrar. Não sei do amanhã, mas hoje estou muito feliz.
– E eu quase estraguei nosso encontro ontem.
– Agora me deu uma ideia. Quero te dar um presente. Eu sei que os meninos adoram nos pegar por trás. Tu também gosta?
– Sim, e tu gosta?
– Não muito, já dei e doeu, mas dou se tu quiser.
– Sério? – Meu membro já pulou com a ideia.
– Ahã! Tu é carinhoso. Eu sei que vai cuidar pra não me machucar. E não quero que tu esqueça o dia de hoje. Porque eu não vou esquecer. Hoje vou ser TODINHA tua.
E ficou de bruços rebolando para me atiçar. Fiquei de pau duro na hora. A Su viu e riu:
– Eu sabia que tu iria gostar.
Procurei um lubrificante que deveria de ter na suíte e encontrei. Me ajoelhei ao redor das coxas da Su, e parei só para olhar a bundinha mais cobiçada da turma toda. Parecia desenhada pelos sonhos e marcada pelo sol com as formas do bikini. Dei um beijo em cada nádega e um no rego que a deixou arrepiada.
– Querida, abre a bundinha para eu passar o lubrificante.
Com as duas mãos me mostrou a portinha do paraíso. Salivei ao ver. Coloquei uma boa quantidade e acariciei as pregas e depois enfiando apenas a ponta de um dedo.
– Ah! Coisa boa!
– Ajuda a relaxar. Quanto mais relaxado menos vai doer.
Com mais lubrificante coloquei um dedo inteiro e girando, depois dois.
– Tá doendo?
– Não. Tá é gostoso assim.
Dava pra notar a pele toda arrepiada. Usei o aplicador e enchi o reto de lubrificante. Lambuzei bem o guri e comecei a esfregar no rego dando leve pressionada quando passava pelas pregas quado senti que relaxou empurrei a cabeça que entrou fácil.
– Já entrou um pouquinho.
– Pode colocar mais.
De vagar a metade entrou em seguida. Deitei o corpo sobre as costas da Su aguardando o relaxamento do esfíncter. E cochichei ao seu ouvido:
– Lindinha tu é muito gostosa. – E comecei o vai e vem.
– Ai, que bom! Não tá doendo nada. – Disse empurrando a bunda para cima e se atolando.
Giramos juntos sem tirar de dentro deixando ela por cima. Abriu as pernas e comecei a masturbar a Su que começou a gemer de prazer.
– Ai, que bom! Ai, que bom!
Até o momento que pediu:
– Mais rápido, amor!
Acelerei a masturbação e em seguida ela e eu gozamos com gemidos altos. Ficamos parados assim até a respiração voltar ao normal e o pau, já mole, sair. A Su girou e deitou a cabeça no meu ombro e uma coxa sobre minhas pernas. E cochichou no meu ouvido:
– Estou amando ficar contigo. E quero mais.
– Isto é pedido de namoro ou mais sexo?
– Os dois.
– A noite é uma criança.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico kross

Nome do conto:
Ex Cunhada Su

Codigo do conto:
267345

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
16/07/2026

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