Para almoçar, na minha faculdade, tem um caminho pelo meio da mata que para chegar mais rápido sempre uso.
Um dia, estava passando pelo lugar e havia um menino, magro, de uns 1,80, cabelos negros e pele parda. Ele estava em sentido contrário e me perguntou como chegaria em uma unidade, expliquei para ele e continuei andando, mas percebi que ele ficou me olhando por algum tempo, antes de seguir seu caminho.
No outro dia quando estava passando pelo lugar, vi o mesmo menino, dessa vez parado, como estivesse esperando alguém. Quando me aproximei nos cumprimentamos com um boa tarde, mas quando ia passando ele falou.
- Espera! - Olhei para trás e vi que ele estava com uma arma na mão, não sabia se era de verdade, mas foi tudo tão rápido e devido ao medo não pensei em reagir.
- Tira a roupa e me dá! - Ele ordenou.
- Por favor, me deixa ir... Eu não te fiz nada e não tenho nada de valor.a
- Anda! tira! - Ordenou apontando a arma para mim.
Tirei a roupa começando pela camisa e depois a calça, ficando de cueca.
- Tudo! - Ele ordenou.
Virei de costas, com vergonha, e tirei a cueca, deixando minha roupa no chão.
- O bunda branca. - Ele falou, me deixando ainda com mais vergonha. - Vira para mim, pega sua roupa e me dá aqui.
Quando virei para ele, ele viu meu minúsculo pintinho.
- kkkkkkkk O que é isso? um clitóris? kkkkk. - Entreguei a roupa para ele.
- Por favor, me deixa a calça para poder ir embora.
Ele sorri sarcástico e pega uma coisa em sua bolsa.
- Coloque isso. - Falou me entregando uma calcinha fio dental rosa.
Olhei para calcinha por um tempo.
- Anda! - Ele ordenou.
Fiquei de costa novamente e coloquei a calcinha.
- Hummmm, sabia que ficaria bem em você. Reparei como você tinha uma bundinha gostosa ontem.
- Moço...
- Senhor! - Ele me cortou.
Encarei ele um pouco e continuei.
- Senhor, por favor me devolve minha calça e deixa eu ir.
- Pede de joelhos.
Me ajoelhei.
- Senhor, por favor me devolve minha calça e deixa eu ir.
Ele rindo se aproximou abrindo o ziper de sua calça.
- Pede direito.
- Não vou fazer isso! Não sou viado!
Ele me deu um tapa na cara e apontou a arma para minha cabeça.
- Com quem você pensa que está falando ou puta! Você é viado sim! E sempre use senhor.
- Por favor não faça isso comigo... - o encarei - senhor.
Ele bateu o pau na minha cara.
- Então faça tudo que eu mandar sua vagabunda! Agora chupa! - Segurou meu cabelo e fouçou minha boca em seu pau.
Nunca tinha feito isso, e como estava com muito medo comecei a chupar o pau dele. Parecia ter uns 16 cm e era grosso.
Estava eu lá, de calcinha rosa, no meio do mato, ajoelhado, chupando um desconhecido. Chupei meio desajeitado.
- Deixe bem lubrificado.
Não era dificil deixar lubrificado pois o pau grosso quase não cabia na minha boquinha me fazendo babar muito.
Quando olhei para cima vi que ele me filmava. Tentei falar mas ele não deixava eu tirar o pau da minha boca. Chupei até ele mandar eu parar.
- Encosta naquele poste. - Olhei para ele com medo. - Anda puta! - Ordenou me dando um tapa na bunda.
Nesse momento meu pau estava duro, forçando um pouco a calcinha.
- Viu que você é um viado e puta. Olha seu clitoris durinho.
Eu vermelho de vergonha parei em frente a uma arvoré.
- Porque você está filmando. Não faz isso comigo.
- Cala boca puta! Quer apanhar!? Segura na árvore. - Ele falou me dando outro tapa na bunda.
Olhei para trás e vi minha bunda vermelhinha.
Ele puxou minha bunda para trás, arredou a calcinha e colocou seu pau na portinha.
- Senhor. Por favor não faça isso comigo. Nunca dei. Seu pau é muito grosso... Eu não vou aguentar.
- Cala a boca vagabunda... Você tem uma bunda desse tamanho é pra levar pau mesmo... Você vai aguentar sim... você nasceu para isso. Só estou te mostrando o caminho.
Senti a cabeça encostar no meu anel. Ele foi forçando e senti a cabeça grossa me abrir.
- Ahhhh - Soltei um suspiro de dor e prazer. Ele se aproximou do meu ouvido.
- Viu puta. Falei que ia gostar.
- Mas ta doendo. - Ele forçou mais um pouco e entrou mais alguns centimetros.
- AHHHHH-
- Relaxa. Você agora é minha. Vou arrombar esse cuzinho seu.
- AIII senhor, você está me abrindo todo.
- Toda. - Ele me corrigiu. - Repete.
- Toda. - falei.
Ele começou um vai e vem devagar e eu gemendo, ali, no meio do mato, de calcinha onde a qualquer momento alguém podia nos ver, com o celular filmando.
Ele começou um vai e vem mais forte e eu já gemia alto de tanta dor e tesão. sua bolas batia na minha bundinha e eu gemia igual puta de verdade. Até que ele falou.
- Vou gozar!
Antes que pudesse falar para não gozar dentro de mim senti seu pau inchar e me imundar. Ele gozou, muito. Sentia sua porra descer pela minha bunda, porque ele gozava e continuava socando. Quando parou se encostou em mim e falou no meu ouvido.
- Amei te fuder... Puta gostosa.
Tirou o pau da minha bundinha e vestiu sua roupa. Eu morto de tanto dar me ajoelhei no chão, respirando fundo e tentando entender tudo aquilo. Ele pegou suas coisas e se virou para sair.
- Por favor... senhor... - Ele se virou e me viu de joelhos, de calcinha rosa. - Não me deixe assim. Preciso de uma roupa.
Ele me encarou sorrindo e tirou uma foto.
CONTINUA....