Transei com minha nora.

A história real que vou contar aconteceu sem eu nunca ter desejado. Sou Flávio, hoje tenho 58 anos, sou divorciado a 6 anos. Sou moreno claro, 1,78 de altura, olhos verdes e corpo ainda legal. Meu dote é de 19cm e grosso. Tenho 2 filhos casados. Sempre respeitei minhas noras. Nunca passou pela minha cabeça o que aconteceu a 4 anos. Desde que me divorciei moro sozinho no meu apartamento. Sempre encontro com meus filhos, noras e netos com frequência. A quatro anos meu filho mais velho foi enviado pela empresa ao exterior para fazer um treinamento de 4 meses. Como ele tinha um filho nascido a 6 meses, ele me pediu para dar uma olhada na sua família. Me coloquei a disposição de minha nora, caso ela precisasse de algo eu estaria à disposição, já que sua família é de outro estado. Como ela trabalha aqui e minha ex-esposa se mudou para outra cidade ela ficou sozinha. Assim que meu filho viajou meu neto teve um probleminha respiratório. Eu fui imediatamente para a casa dele e fiquei lá por uns 4 dias ajudando minha nora. Eu e ela sempre nos demos muito bem, ela é muito carinhosa, mas muito na dela. Nestes dias conversamos muito, falamos de tudo. Meu filho ligava e ela chorava de saudade dele. Ele sempre falava comigo e pedia para eu não a deixar sozinho. Durante o dia ela tinha uma babá que cuidava do meu neto. A noite ela ficava só com meu neto. Meu filho pediu para eu ficar uns dias na casa dele com a esposa, pois ele estava achando-a muito triste. Não disse nada a ele, mas não me senti à vontade em ficar em sua casa. Minha nora me pediu para ir morar com ela neste período, ela queria que eu acompanhasse mais a funcionária que cuidava do bebê. Mesmo não querendo fui. Com o passar dos dias fomos nos tornando mais íntimos. Todas as noites jantávamos juntos e falávamos de tudo. Ela era muito inteligente e carinhosa. Num jantar ela me disse: "Sogro, sei que está fazendo sacrifícios ficando aqui comigo. Por isso te agradeço de coração. Até ficar sem namorar está ficando. Não se sacrifique, quando quiser vá namorar um pouco. Eu e seu neto ficaremos bem."
Eu: Não é sacrifício nenhum, apenas tenho manias que estando aqui preciso me controlar. Quanto a namorar fique tranquila, estou dando um tempo. Fazem uns meses que não namoro.
Ela: Gente, que novidade é essa, está tudo bem com o senhor? Sempre teve fama de mulherengo.
Eu: Fama? Não sei de onde vem esta fama. Deve ser conversa fiada de meu filho ou minha ex-esposa.
Ela: Bom, vamos deixar baixo. Não foi só deles que soube, mas hoje tem todo direito de namorar. É um homem solteiro, bonito, está em ótima forma. Muito melhor que os meninos de hoje. Dou o maior apoio para o senhor namorar muito. Aliás caso o senhor não saiba aquela morena maravilhosa que o senhor ficou na festa do meu casamento é uma prima de segundo grau.
Eu: Vixi! Tomara que ela tenha falado bem de mim. Dei um sorriso nervoso.
Minha nora: Falou viu, falou muuuiiitooo bem. Aliás fala sempre que ligo para ela. Ela larga o namorado na hora que o senhor quiser, fica a dica.
Eu mudando de assunto: "Meu filho ligou?"
Ela: Ligou e lhe mandou um beijo. Sogro senti algo na voz dele que não me agradou. Parecia nervoso. Depois o senhor podia ligar para ele.
Eu: Amanhã eu ligo.
Nos despedimos e fomos dormir. Antes eu pensei na prima dela. Fiquei com ela por uma semana. Foram dias quentes. Trepamos todos os dias e quase o dia todo. Como ela tinha que voltar para a cidade dela e lá ela tinha um namorado eu deixei para lá. Ela era uma mulher muito gostosa, era morena como a minha nora, tinha seios duros e bicudos. Sua bunda era linda. Pensando bem elas eram muito parecidas. Elas pareciam mais irmãs do que primas de segundo grau. No outro dia liguei para meu filho e soube que ele estava nervoso porque ficou sabendo que o treinamento iria ser estendido por mais uns meses. Ele não sabia como falar com a esposa. Pediu para eu não contar nada a ela e pediu para eu ficar na casa dele até ele voltar. Dois dias depois quando cheguei à noite encontrei minha nora chorando muito. Fui até ela e quis saber o que havia acontecido. Ela disse que meu filho lhe havia dito que ficaria mais 3 ou 4 meses fora. Disse que não aguentava mais de saudades dele. Pela primeira vez eu a abracei e disse que logo ela estaria nos braços dele. Disse que eles teriam uma vida toda pela frente. Ela soluçava no meu ombro. Sentei ela no sofá e fui buscar água para ela. Deixei-a na sala e fui dar uma olhada no meu netinho que dormia no seu quarto. Escutei ela entrar na suíte do seu quarto e continuar a chorar lá dentro. Fui tomar um banho no banheiro social e coloquei um pijama curto. Achando que ela não voltaria mais para a sala fiquei de boa vendo um filme. Uma hora depois ela apareceu de pijaminha e sentou ao meu lado. Ela ainda estava com os olhos inchados.
Ela: Sogro, desculpa pela choradeira, mesmo o senhor sendo tão gentil ficando conosco eu sinto falta de seu filho.
Eu: Não tem do que se desculpar. Compreensível que sinta saudade do seu marido. Só digo que conte sempre comigo e que vai passar rápido. Ela do nada deitou sua cabeça no meu colo. Senti suas lágrimas escorrer pelas minhas coxas. Acariciei os cabelos pretos dela. Pela primeira vez reparei na beleza de minha nora. Não com o olhar de sogro, mas com o olhar de homem. Ela é linda, seu corpo é maravilhoso. Seus seios eram enormes, os bicos grandes, acho que ela ainda amamentava meu neto. O short do pijama mal cobria seu bumbum lindo e grande. Era muito parecida com sua prima. Acariciei os ombros dela e vi sua pele arrepiar. Tanto dos braços quanto de suas coxas. Sua polpinha aparecia e estava completamente arrepiada. Ela mexeu seus quadris. Os bicos de seus seios estufaram a malha da camiseta do pijama. Foi uma reação que eu não esperava. Tirei a mão dos ombros dela e voltei aos cabelos. Involuntariamente meu pau endureceu. Com certeza ela sentiu. Eu concentrei para ele amolecer. Foi pior ele cada vez ficava mais duro.
Ela: Sogro, vou deitar, amanhã falamos mais. Te adoro. Levantou e me deu um beijo ao lado de minha boca.
Durante a noite eu lutei com o tesão que senti por minha nora. Acabei indo ao banheiro e me masturbei. Voltei para o quarto com raiva de mim. Decidi que iria conversar com meu filho e iria voltar para minha casa. Na outra noite jantamos juntos. Ela pouco falou. Passou quase toda a noite com meu neto no quarto dela. Assim que ele dormiu, ela foi ler no seu quarto. Eu tomei um banho, coloquei o pijama e fui para a sala ver filme. Deixei todas as luzes apagadas e fiquei vendo filme. Alguns minutos e eu a vi vindo para a sala. Ela acendeu a luz do corredor e veio até mim. Ela usava um baby-doll quase que transparente. Nunca havia visto ela nestes trajes. Ela sentou ao meu lado e em silêncio ficou vendo o filme. Minutos se passaram até ela dizer: "Sinto muita falta de seu filho."
Eu: Eu sei meu bem.
Ela: Sinto falta do meu amor. Amo o seu filho. Sinto falta dele como meu amor e meu homem. Sogro, estou subindo pelas paredes. Nunca passou por minha cabeça trair o seu filho.
Eu: Eu sei minha filha. Mas como te disse passa rápido.
Ela: Seu filho é o único homem de minha vida. A gente fazia amor quase todos os dias. Até dois dias antes de eu ter o bebê eu transei com ele. Quebramos o resguardo. Ele sabe que estou sofrendo sem ele. Me masturbo todos os dias falando com ele. Sogro desculpe, mas não estou aguentando.
Eu: Imagino amor. Mas vão poder tirar este atraso. Tenha paciência e acalme seus desejos.
Ela levantou e me perguntou: "O senhor tem tesão em mim? Notei que ontem o senhor ficou excitado. Eu fiquei quando o senhor tocou nos meus ombros. Me masturbei 3 vezes ontem, mas não resolveu."
Eu sem saber o que responder disse: "Não é certo eu sentir tesão por você, é a mulher do meu filho."
Ela: Se eu não fosse, você teria tesão por mim?
Eu: Claro, é linda e gostosa. Desculpa! Melhor irmos dormir.
Ela: Deixa-me ver o seu pau?
Eu: Amor, não faça isso. Vamos nos arrepender.
Ela: Minha prima disse que tem um pau enorme e grosso. Senti ontem. Ela disse que meti muito. Disse que foi o melhor homem da vida dela. Deixa-me ver.
Ela disse isso, se agachou e puxou o short de meu pijama. Ela viu meu pau estufando a cueca. Ela o acariciou e puxou a cueca.
Ela: Porra, ele é igual ao do seu filho.
Eu: Ele me puxou. Mas pare com isso antes que não tenha volta.
Ela começou a me punhetar e a chupar meu pau. Ela chupava como uma bezerra. Ela segurava meu pau com uma mão e com a outra tocava uma siririca.
Ela: Goza na minha boca sogrinho, vou gozar te chupando.
Segurei a cabeça dela e comecei a meter em sua boca. Ela com a mão que segurava o meu pau começou a apertar os seios. Saia leite nos bicos deles. Ela aumentou a siririca e gozou. Eu acelerei e enchi a boca dela de porra. Ela engoliu tudo e lambeu o meu pau. Antes dele amolecer ela sentou nele de frente para mim e me deu seus peitos para eu mamar. Mamei seus peitos, tomei seu leite, mordi os bicos e ela gozou novamente com meu pau meia bomba. Ficou quietinha e me deu um beijo na boca.
Eu: Isso foi loucura, amanhã vou embora.
Ela: Não vai mesmo. Preciso de você ou vou dar para o primeiro que passar na minha frente. O que prefere, ser meu macho ou saber que seu filho é corno de um qualquer? Vai dormir comigo hoje. Amanhã trabalho e é sexta. Quando eu chegar, depois que o bebê dormir vai me comer a noite toda. Quero que me esfole como seu filho faz comigo. Hoje vamos só dormir.
Vi que não adiantava resistir. Se não fosse eu seria outro.
Dormimos abraçados durante a noite. Ao amanhecer ela cuidou do bebê e enquanto esperava a babá chegar me fez mamar nos seus peitos.
Ela: Descanse, teremos uma noite longa.
Tive um dia bem diferente, estava ansioso para fazer amor com minha nora, ao mesmo tempo queria ir embora e esquecer aquilo. A babá conversou comigo por uma hora mais ou menos e não escutei uma palavra do que ela disse. Arrumei minha mochila e me preparei para ir embora. Pensei nas palavras dela dizendo que daria para outro. Será que estava blefando ou falava a verdade. Como eu iria encarar meu filho. Não me importava nem um pouco com ela, pensava em meu filho e em meu neto. A tarde dormi um pouco, ainda tinha a mala arrumada. Meu filho ligou, meu coração veio até a boca.
Ele: Pai como estão as coisas aí?
Eu: Estão bem, estou até pensando em ir para meu apartamento.
Ele: Nada disso, só estão bem porque o senhor está aí. Se sair daí e algo de ruim acontecer eu não te perdoo. Pai faça tudo que a minha mulher pedir. Só confio no senhor. Promete para mim que vai cuidar deles até eu voltar.
Eu: Tá bom filho, prometo. Só não quero ser inconveniente.
Ele: Pai, ela adora o senhor, acabou de me pedir para ligar para o senhor pois ela achou que estava com vontade de ir embora. Não vá, cuide muito bem dela e do seu neto. Faça o que ela pedir. Te amo.
Algo naquela hora me disse que ele sabia o que iria acontecer. Depois da conversa eu relaxei. Se é isso que ela quer vai ter. Vou foder ela.
Às 17:30 eu dispensei a babá. Quando deu 18:30 ela chegou, foi até o meu quarto e me mandou um beijo da porta.
Às 20:30 ela apareceu na porta e disse: "Sogro vai tomar banho e vem jantar comigo. Vou tomar banho e te encontro na sala.
Quando cheguei na sala ela estava linda com uma camisola curta e transparente. Seu perfume era delicioso.
Ela: Sogro fiz uma comida levinha para nós, vêm. Me fale, conversou com seu filho hoje.
Eu: Conversei. Me fale, disse alguma coisa para ele sobre ontem ou hoje.
Ela sorriu e disse: "Nunca vai saber."
Assim que acabamos de jantar e tomar vinho ela me pegou pela mão e fomos para o quarto. Ela mais uma vez foi ver como o bebê estava. Voltou e trancou a porta do quarto.
Ela pela primeira vez se dirigiu a mim pelo meu nome: "Flávio esqueça que sou sua nora, faça comigo o que fez com minha prima. Preciso de sexo. Amo o seu filho, mas ele sabe o quanto sinto falta de sexo."
Eu: Tudo bem Luna, vou te foder como fodi a putinha da sua prima.
Deitei ela na cama, tirei sua calcinha e chupei sua buceta raspadinha e apertada. A xoxota dela é linda, não tinha um fio de cabelo. Seu grelo era de tamanho médio. Chupei e coloquei um dedo dentro de sua buceta. Ela gozou fartamente na minha boca. O gosto do gozo de minha nora era delicioso. Ela gozou apertando seus seios. Me chamava de amor e dizia que seria minha puta. Ela me puxou para a cama e começou a chupar meu pau. Ela o chupava e acariciava. Ela: O seu pau é lindo. Mais grosso do que o do Victor. Não vejo a hora se sentir ele dentro de mim. Deitei ela e meti meu pau na buceta apertada dela. Ela gemia e me puxava para dentro dela.
Ela: Isso sogro faz a sua nora de puta.
Eu socava com força na xoxota dela. Ela não demorou e gozou no meu pau. Eu comecei a mamar literalmente nela. Saia leite dos seus seios e eu mamava e socava nela. Ela gritava de prazer. Ela me mandava mamar e morder seus bicos. Eu mamei e mordi aqueles bicos enormes. Ela rebolava debaixo de mim feito uma batedeira. Ela cravou as unhas nas minhas costas e gozou novamente. Virei ela de bruços e comecei a chupar o seu cu. Enfiei a língua naquele rabo lindo. Ela: Seu filho comeu poucas vezes meu cuzinho. Não vou te aguentar.
Eu: Vai sim. Agora é minha puta e tem que me dar seu cu. Abre este cu para mim.
Molhei meu pau na buceta melada dela, cuspi no seu cu e fui enfiando. Ela gritava que não ia aguentar. Eu batia na sua bunda e fui enfiando. Ela queria sair e eu a segurava pela cintura e empurrava. Quando a cabeça passou, ela gritou muito alto. Eu dei um minuto para ela e empurrei. Meu pau entrou quase que todo. Ela gritava, mas pedia para eu empurrar.
Ela: Me regaça, vou cagar no seu pau puto caralhudo.
Meti muito no rabo dela até encher aquele cu de porra. Fiquei com o pau dentro dela por muito tempo. Ela saiu debaixo de mim e correu para o vaso. Eu fui para o chuveiro me lavar. Ela evacuou no vaso.
Ela: Nossa, tem muita porra e sangue saindo de dentro de mim. Você me deflorou. Bem que minha prima disse que você mete muito. Ela disse que na primeira vez ela quase não andou.
Ela se limpou e veio tomar banho comigo. Lavou o rabo e colocou minha mão para ver como seu cuzinho estava largo. Ela me chupou e eu mamei nela. Era muito gostoso mamar na minha nora. Ela fez uma chuca e se preparou para mais uma trepada. Coloquei ela de quatro e comi sua buceta até ela gozar. Deitei ela e meti mamando nos peitos dela. Ela gozou mais uma vez e eu enchi sua buceta de porra. Ficamos abraçados por muito tempo.
Eu: Ainda bem que sou vasectomizado.
Ela: Sim, se não seria pai de mais um neto. Eu ia adorar.
Eu: Você é bem putinha né nora.
Ela: Sou puta sua. Dei até hoje para seu filho e você. Para você quero ser puta.
Deitei ela de lado e coloquei meu pau na entrada de seu cu. Ela quis protestar porque ainda estava doendo.
Eu: Puta não tem querer, vai tomar no cu sua puta.
Meti no cu dela e desta vez ela rebolou.
Ela: Tá ardendo muito, mas não para. Minhas pregas estão sangrando de novo. Meti puto.
Meti muito no rabo dela. Quando fui gozar tirei o pau e gozei na boca dela. Dormimos gozados e abraçados. Acordei com ela me mamando. Sentei e mamei nos peitos enormes dela. Meti na buceta dela até ela gozar. Gozei na cara dela. Fomos tomar banho e ela foi cuidar do meu neto. Eu fiquei no quarto. No sábado a babá não iria. Ela deu banho no bebê, deu ele de mamar. Brincou até umas 10hs com ele e depois veio para o quarto.
Ela: Quero dar para você todos os dias até seu filho voltar. Depois vou ser só dele. A não ser que ele queira me dividir com você.
Eu: Então ele sabe?
Ela: Você nunca vai saber.
Transamos por mais 90 dias. Nos últimos dias antes de meu filho voltar ela ligou para a prima que eu havia transado e a convidou para vir na casa dela.
Minha nora: Prima vem aqui passar uma semana comigo. Tenho uma surpresa para você aqui. Você vai gostar e ele também.
A prima chegou 7 dias antes do meu filho chegar. Assim que ela entrou ela me viu e me deu um beijo.
A prima: Uai, me chamou para encontrar seu sogro.
Ela: Sim. É um presente por tudo que ele fez por mim.
A prima: Você quer Flávio?
Eu: Quem não ia querer. Saudades de você.
Tomamos um banho e eu e a prima fomos trepar. Passamos uma noite fazendo amor. Transamos por três dias sem parar. Faltando 3 dias para meu filho chegar a minha nora apareceu no quarto e transou conosco. Fez eu e a sua prima mamar nos seus peitos, transaram as duas. Uma sentava no meu pau enquanto a outra me dava a buceta para chupar e se beijavam. Só parávamos para cuidar do bebê. Comi o cu das duas enquanto elas faziam um 69. Foram dias de putaria. Passamos sábado e domingo transando os três.
Meu filho chegou e eu não mais transei com minha nora. Em compensação a prima largou o namorado e hoje mora comigo.
Não sei até hoje se meu filho sabia.
Abraços!
Foto 1 do Conto erotico: Transei com minha nora.


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Ficha do conto

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wilbil

Nome do conto:
Transei com minha nora.

Codigo do conto:
267490

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/07/2026

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