Deveria ser umas quatro e meia da manhã... O sábado quase amanhecendo. Ainda sonolento na cama, sinto o volume da bunda dela – sob a seda do babydoll – roçar cuidadosamente logo abaixo do meu umbigo. Deitada de ladinho, minha esposa se inclinava em minha direção, arqueando o corpo e pressionando as carnes dos glúteos dela no meu pênis flácido.
Fui despertando aos poucos, sentindo aqueles movimentos maliciosos e, quando menos percebi, estava excitado antes mesmo de abrir os olhos.
É sempre desse jeito... Quando ela acorda querendo, ela consegue tudo o que quer.
Com certeza sentiu meu pau endurecendo, pulsando, contra os tecidos finos de nossas roupas íntimas, entre as nádegas dela, pois ela passou a esfregar cada vez com mais pressão contra mim.
Agarrei-a pela cintura, puxando-a ainda mais contra mim, fui deslizando minha mão pelo corpo dela sob a seda que a cobria.
O corpo dela serpenteava contra o meu, enquanto ainda estávamos de "conchinha", a vontade dela só aumentava e o fogo queimava mais forte.
A pele dela esquentou de vez quando comecei a beijar seu pescoço, nuca e orelha, variando com leves mordidas e chupões bem molhados. Os seios médios e pontudinhos dela estavam livres de sutiã, então passei a acaraciá-los também, primeiro os apanhando inteiros com as palmas das mãos e, depois, massageando os mamilos até senti-los durinhos.
Mantive essas carícias quentes e os molhadas por alguns minutos, até que deslizei minha mão dos seios dela até o meio de suas pernas. Fui explorando a testa da sua púbis, tocando-a sobre a renda branca da calcinha, até usar as pontas dos meus dedos do meio em movimentos de sobe e desce pela boceta dela. Quando alterei para movimentos circulares, não demorou para umedecer o tecido rendado que escondia sua intimidade.
Ela não suportou mais aquilo... Ela mesma decidiu acabar com aquelas provocações e partir direto para o que desejava desde o primeiro momento que esfregou aquela raba em mim enquanto eu ainda dormia.
Virando-se rapidamente, com um movimento preciso, ele me pressionou para trás e montou sobre mim. Inclinou-se, agarrando meus cabelos, beijando-me como um animal feroz enquanto, ainda de calcinha, rebolava e esfregava a boceta em mim.
Quando ela se ergueu, cessando os beijos animalescos, enfiou a mão por baixo da minha bermuda e puxou meu pênis para fora, completamente rígido. Envolveu-me com as duas mãos e começou a masturbar o meu pau em ritmos e movimentos alternados.
Começou do jeito "tradicional", pra cima e pra baixo, bem devagar, com uma mão só enquanto a outra deslizava pela minha barriga. Depois acelerou um pouco, alternando para movimentos circulares momentâneos na minha glande rosada e inchada.
Quando meu pau começou a babar pré-gozo, ela passou a usar as duas mãos com toda a destreza que possui. Uma subindo e descendo com pressão na base, a outra rosqueando com rapidez e delicadeza na cabeça que tava toda melada com os aqueles fluídos.
Nossa, isso tava muito gostoso. Sem notar, eu me contorcia de tesão e deixava escapar gemidos graves. Mas ela soltou meu pau de repente, só que nem me deu temo de protestar, pois ela o apanhou com a boca.
Ela sugou minha glande, fazendo uma pressão deliciosa. Subia e descia com a boca quentinha e úmida no meu pau, executando uma felação fora do comum. Ela tinha fome e parecia querer engolir meu membro centrímeto por centrímetro. Eu ajudava nos movimentos com uma de minhas mãos na nuca dela e bombando com cuidado contra a boquinha dela.
Nesse momento, foi a minha vez de interromper aquela ação, mas para iniciar outra prontamente...
— Vem cá... Esfrega essa boceta na minha cara! – falei enquanto a puxava pela cintura e tirava sua calcinha.
Com os joelhos sobre o travesseiro e em volta da minha cabeça, ela pousou os lábios da boceta bem nos lábios da minha boca e começamos aquele beijo profano cheio de lascívia. Ela segurava na janela, com os dedos entre as frestas, ajudando a aumentar a pressão de seus movimentos contra a minha face.
Senti o clitores dela inchado e comecei a aplicar algumas sucções, alternando com lambidas de ponta de línguas. O corpo dela começou a ter breves espasmos, vibrava repentinamente e logo parava. A cada espasmo ela pressionava ainda mais a boceta contra a minha boca e soltava gritinhos baixos e agudos, que pareciam uma mistura de gemido e choro.
— Continua assim. Eu tô gozando! – a voz dela, trêmula, saiu com esforço.
Quando ela se comprimiu contra mim, puxando meus cabelos e o corpo parecendo receber uma carga elétrica, sabia que estava no seu ápice. O melzinho viscoso e agridoce que escorreu na minha boca, apenas confirmou que ela havia gozado.
Mas não era o fim... Ela só se daria por satisfeita depois que eu também atingisse o meu ápice. Obviamente, eu também ansiava por aquilo. Estava pulsando de tesão.
Ela se deitou de bruços ao meu lado, deixando a perna esquerda reta e o joelho direito próximo do peito, empinando aquela bunda deliciosa e expondo completamente a entrada da boceta, que brilhava de tão molhada.
— Eu sei que você ama assim... Mete gostoso! – ela sussurrou, quase implorando.
Realmente, essa é uma das minhas osições favoritas. Se não a mais. E se ela estava pedindo aquele jeitinho safado e manhoso, era exatamente aquilo que eu iria fazer.
Me posicionei de joelhos atrás dela e fui guiando meu pênis pra dentro dela bem devagar. Quando já estava com metade dentro, inclinei-me um pouco pra frente, apoiando a mão esquerda na cama e a direita segurando na cintura dela.
Dessa forma, consegui empurrar o pau inteiro pra dentro dela e comecei a socar em sua boceta. A cada metida, ela gemia e pedia por mais.
— Assim, cachorro. Que delícia!
Minha virilha se chocava com as carnes da bunda dela, que balançavam formando um movimento que eu acho lindo e me dá ainda mais tesão.
Eu socava sem parar, cada vez mais forte e mais rápido. Ela gemia e provocava falando safadezas e me xingando.
Assim que meu corpo começou a se mover, praticamente sozinho, ainda mais rápido e desesperado, com certeza ela notou que eu estava perto do ápice.
Eu ainda não havia colocado a camisinha e não iria conseguir parar aquilo há tempo de gozar fora, na boca dela ou em qualquer outro canto. Foi aí que ela usou sua cartada final:
— Não tira, não... Goza tudo dentro de mim, safado!
Caralho, eu só precisava ouvir aquilo. Meu pau obedeceu na mesma hora. Perdi-me no júbilo daquele gozo intenso. Meu corpo ia esmorecendo a cada jato de porra que meu pau jorrava dentro da boceta dela. Alguns minutos se passaram com a gente ainda ali, agarrados, suados, exaustos e ainda conectados por nossos sexos melados e escorrendo os fluidos do nosso prazer.
Quando, finalmente, rolei para o lado, ela esticou o braço e puxou do guarda roupa o nosso cinzeiro vermelho que estava com um baseado pela metade, que havíamos fumado na noite anterior.
Ela tocou no meu ombro e foi me entregar para eu acender. Eu falei pra ela fazer as honras...
— Regras do doende... A gostosa que acende – falei dando tapinhas na bunda dela.
Ela sorriu, acendeu o beck e foi assim que começamos nosso sábado... Com muita safadeza, erva boa e uma história deliciosa para contar neste relato com BASEADO & FATOS REAIS.
Até a próxima!
![Foto 1 do Conto erotico: [Baseado & Fatos Reais] ~ Quando ela acorda querendo...](/imgcto/d267/ph1cto267568.jpg)
![Foto 2 do Conto erotico: [Baseado & Fatos Reais] ~ Quando ela acorda querendo...](/imgcto/d267/ph2cto267568.jpg)
![Foto 3 do Conto erotico: [Baseado & Fatos Reais] ~ Quando ela acorda querendo...](/imgcto/d267/ph3cto267568.jpg)
Impossível não acordar querendo né?! Rsts