O Irmão do Meu Padrasto

E aí safados, como estão?
Decidi finalmente compartilhar aqui algumas de minhas aventuras aqui, espero que se deliciem assim como eu me deliciei em vive-las.
Vamos lá, todos os nomes aqui serão mudados para evitar qualquer tipo de problema futuro, minha intenção não é em expor ninguém contra sua vontade.
Podem me chamar de Romeu, e o que vou contar agora foi o insano e delicioso lance que tive com Javier, o irmão do meu padrasto.
Tudo aconteceu a uns anos atrás, eu tinha acabado de completar 19 anos e estava desempregado, ficava a maior parte do tempo em casa mandando currículos online. Bem nessa época, Javier e a esposa se mudaram de volta para o Brasil após anos morando fora. Como tinham muita coisa para resolverem com a mudança de país, Javier e meu padrasto entraram em um acordo dos dois ficarem um tempo morando na casa que ficava nos fundos da nossa. Javier e meu padrasto não eram necessariamente próximos um do outro, tudo o que eu sabia sobre o homem era que ele era meio irmão do meu padrasto e que a muito morava em outro país. Por isso foi uma tremenda surpresa quando o vi pela primeira vez.
Ele não se parecia em nada com meu padrasto, que tem uma aparência bem comum.
Javier é um homem alto, uns 1,90, de ombros largos, corpo forte e musculoso - ele trabalha como personal trainer a mais de 20 anos -, pele bronzeada. Careca mas com uma barba bem cuidada. Um olhar penetrante e naturalmente sensual. E uma voz grave que parece te envolver em qualquer assunto que ele esteja falando. Em resumo, um homão da porra. Fiquei imediatamente obcecado por aquele homem.
Eu não era inexperiente nessa época, longe disso, mas com apenas 19 anos, todas as minhas experiências sexuais haviam sido com outros caras com a minha idade, no máximo dois anos mais velho, e eu sempre tivera uma desejo, uma fantasia, em ter algo com um homem bem mais velho do que eu, e ali está Javier, um macho com olhar safado de 40 e poucos anos, morando no quintal da minha casa.
Javier e a esposa se mudaram para a casa dos fundos como planejado, e aos poucos fomos nos conhecendo. Javier se mostrou desde o início extremamente envolvente, brincalhão, mas sem ser daquele jeito invasivo ou desrespeitoso. Com o tempo, tive o prazer de vê-lo vestido para trabalhar, com roupa de academia colada naquele corpo esculpido. Meus olhos vagavam por ele, memorizando cada detalhe dos braços, das coxas grossas e claro, da mala marcada que ele claramente gostava de exibir por aí. Eu, safado como sempre foi, não perdi tempo e comecei a dedicar toda a punheta que eu batia para ele. Javier se tornou o centro de todas as minhas fantasias, eu me tocava, buscando ele em minha mente, imaginando sua boca na minha, suas mãos em meu corpo, sua voz grave gemendo meu nome enquanto rompiamos todos os limites.
Mesmo com tudo isso, não passava pela minha cabeça me atirar em cima de Javier, até porque nessa época eu ainda não havia me assumido para ninguém, sempre havia sido muito quieto e reservado sobre a minha vida pessoal, não correria o risco de me ferrar por um simples desejo por um macho gostoso. Mas o destino tem suas graças, e às vezes o que era para acontecer, acontece, não é mesmo?
Tudo começou após eu ter um sonho erótico com Javier, não era o primeiro, longe disso, mas foi um dos bons, onde eu e ele fazíamos de tudo e mais um pouco. Acordei todo gozado e com a memória remanescente do que eu tinha vivido no sonho, meu pau estava duro mesmo após o orgasmo involuntário e que me fez acordar já no tesão. Como de costume eu estava sozinho em casa, minha mãe e meu padrasto estavam no trabalho naquela hora, e Javier e sua esposa também. Sozinho, com 19 anos, um pau duro e uma mente cheia de putaria. Me larguei peladão no sofá e comecei a bater uma, todo largadão. Revivia o sonho com Javier na mente, desejando ter aquele homem ali comigo, pelado e duro que nem eu. Enquanto eu me masturbava algo passou pela minha cabeça. Uma vontade sussurrada no fundo da minha mente.
“E se eu entrasse na casa de Javier e pegasse uma cueca dele, com o cheiro dele?” Um arrepio correu pelo meu corpo. Meu pau ficou ainda mais duro.
Poderei, e por fim me levantei e fui para meu quarto, botei uma bermuda e sai para o quintal dos fundos. Andei até a casa de Javier, apenas poucos passos e parei diante da porta. Bati só para garantir se não tinha ninguém mesmo e então virei o trinco. Estava aberta, era um costume de Javier e da esposa morando em outro país, minha mãe e meu padrasto viviam alertando os dois sobre isso. Que bom que eles não ouviam.
Entrei, meu corpo estava quente, de adrenalina e tesão pelo que eu estava fazendo. Fui até o quarto do casal e então até o banheiro, fui direto para o cesto de roupas e para a minha sorte, bem acima de tudo estava uma boxe preto. Arrepiei e a peguei, então a levei até o nariz.
Gemi.
O cheiro de homem me envolveu e meu pau pulsou na bermuda. Louco de tesão me deitei na cama dos dois, saquei o pau pra fora e comecei a punheta mais tesuda da minha vida. A cueca de Javier no meu rosto, o cheiro de sua pica me deixado louco. Bati imaginando aquele homão em cima de mim, naquela cama em que ele dormia e fazia mais sabe lá o que. Gozei sobre minha barriga jatos fartos de porra, eu via estrelas de tanto tesão foi aquela gozada. Fiquei esgotado por um tempo, então me limpei com a cueca dele, que devolvi para o cesto de roupa. Sai da casa, verificando se não tinha deixado nada fora do lugar e então voltei para a minha casa.
No dia seguinte, novamente sozinho em casa, não resisti e voltei para lá. E para meu deleite havia outro cueca, o cheiro do pau de Javier se tornando um vício para mim. Gozei gostoso novamente, me limpei e voltei para minha casa.
Fiz isso aquela semana toda.
Eu contava as horas para dormir e então acordar na manhã seguinte já me preparando para ir até a casa dos fundos.
Após o sábado e o domingo em que ninguém trabalhava, enfim chegou uma nova segunda, eu estava em abstinência de me masturbar sentindo o cheiro de Javier. Na verdade eu estava um pouco mais obcecado por ele do que o normal, ficar no mesmo espaço que ele depois do que tinha feito estava sendo um pouco mais difícil, de não me perder naquele corpo sem dar muito na telha.
Na segunda de manhã eu pulei da cama assim que ouvi o carro de Javier, o último a sair da casa para o trabalho, e já fui para a casa dos fundos, de pau duro e a mente cheia de safadezas. Quando abri o cesto de roupa, uma surpresa. A boxer preta estava alí novamente, mas dessa vez ela estava gozada. Não o meu gozo de uma semana atrás, era um gozo recente, de poucos minutos atrás. Senti meu corpo esquentar, meu pau pulsar. Peguei a cueca e levei ao nariz, o cheiro do gozo de invadiu. Eu estava cheirando a porra de Javier. Eu não acreditava naquilo. Eu já tinha sentido o cheiro de um leve gozo antes nas cuecas dele, mas aquela a primeira vez de fato gozada, o leite branco de macho bem diante dos meus olhos. Eu estava pelado, meu pau duro feito rocha pulsando de tesão. O envolvi com a cueca de Javier, sentindo sua porra na cabeça do meu pau e comecei a me masturbar, de pé mesmo, ali na porta entre o banheiro e o quatro. O prazer daquilo me dominou por inteiro e logo gozei, senti meus joelhos fraquejarem e me apoiei na parede enquanto eu jorrava na cueca, meu gozo se misturando com o de Javier. Depois de uns minutos devolvi a cueca para o cesto e voltei para minha casa, sem acreditar no que tinha acontecido.
E não foi a única cueca gozada de Javier, depois vieram várias. Praticamente todo dia eu me deleitava com aquele leite de macho, socando uma punheta gostosa com aquela cueca melada no meu pau. Eu nem suspeitei daquilo, de do nada aquelas cuecas aparecerem gozadas para mim, como se eu fosse assim tão sortudo para ter sempre aquelas coincidências. Eu não me importava.
Teve então um dia que tive algumas entrevistas de emprego, uma logo cedo, o que quebrou minha rotina de punheteiro. Passei aquele dia todo fora e só de tarde voltei para casa. Estava cansado, mas vocês sabem que para um safado, cansado não significa que morto para umazinha. Falta pouco mais de uma hora para o pessoal voltar do trabalho então fui bater minha punheta na casa de Javier. A cueca estava dura com a porra seca, o cheio me deixando louco de tesão. Beti com ela na minha cara, gozei nela e a devolvi para o cesto.
Era uma sexta-feira, então me preparei para curtir o fim de semana com uns amigos. Tomei um banho e quando sai minha mãe e meu padrasto já estavam em casa, incluindo Javier. O vi sentado na mesa da cozinha conversando, seus olhos vieram até mim assim que cheguei. Eu estava vestindo só uma bermuda, e de cabelo molhado. Senti seu olhar passando por mim, e não consegui em não pensar no cheiro dela, da porra dele, que eu estava sentindo pouco antes. Como disse antes, Javier tem um olhar naturalmente sensual, mas eu vi algo a mais nele daquela vez, uma espécie de brilho nos olhos.
— Como foi as entrevistas, Romeu? — perguntou ele, senti um arrepio ao ouvir meu nome em sua boca.
Falei que tinham sido boas, e que agora era só esperar para saber os resultados.
Ele assentiu, seus olhos ainda colados em mim. Senti minha garganta ficar seca.
— Chegou agora pouco?
Assenti e perguntei o porquê.
Ele apenas deu de ombros.
— Achei ter visto você no caminho.
Nisso ele voltou a conversar com meu padrasto e eu fui para o meu quarto.
O fim de semana passou e esqueci a estranha interação que tivemos.
Em uma uma manhã me levantei pronto para o meu ritual diário que havia se tornado bater uma no quarto Javier. Eu nem me preocupava mais em botar uma bermuda, ia pelado mesmo para a casa dos fundos, meu pau meio bomba livre curtindo o ar fresco da manhã. Já fazia quase um mês que eu fazia aquilo, Javier e a esposa estavam morando lá a uns seis.
Entrei na casa e fui direto para o quarto, e estaquei na porta.
Em cima da cama estava duas cuecas, uma preta claramente recém gozada aberta como quem bota em cima da cama para vestir assim que saí do banho, e outra cinza do lado. Senti meu corpo se arrepiar, uma energia diferente correndo pelo meu corpo. As duas cuecas estavam posicionadas em direção a porta, para que quem quer que entrasse logo as vissem, como se tivessem me esperando…
Então algo passou pela minha cabeça, uma coisa louca, insana e que eu não podia acreditar na possibilidade de ser verdade.
Javier sabia o que eu fazia.
Era isso, e por fim, as peças se encaixaram na minha cabeça. As cuecas gozadas todas as manhãs durante todos aquelas dias, aquela estranha conversa que tínhamos tido na sexta-feira, os olhares dele. E agora aquelas duas cuecas.
Era um aviso. Era um “eu sei o que você faz, e agora você sabe que eu sei”.
Eu tinha uma escolha para fazer, e a mais sensata era dar meia volta e fingir que nada havia acontecido, mas meu pau estava duro, e apontava para aquelas duas cuecas, e sem pensar direito andei até elas. Peguei a cinza e cheirei. Era usada, devia ser do dia anterior, o cheiro que eu já identificava como de Javier invadindo minhas narinas. Gemi e me deitei na cama, peguei a cueca gozada e comecei a me masturbar com ele no meu pau, sentindo o gozo de Javier na minha pele.
Ele sabia, eu pensava enquanto movia meu quadril para cima, sentindo a textura úmida da cueca na cabeça do meu pau.
Ele sabia, eu pensei sentindo seu cheiro, o cheiro de sua pica me dominando.
Ele sabia, eu pensei enquanto eu arfava de tesão, imaginando aquele homem gozando naquela cueca logo de manhã e a deixando para mim.
Ele sabia…
Senti o gozo vindo, tirei a cueca preta e troquei pela cinza e por fim gemi enquanto gozava gostoso até meu corpo tremeu de prazer.
Depois me levantei, deixei a cueca preta onde estava, e a cinza ao seu lado, toda melada do meu gozo. Senti um prazer naquilo, na minha assinatura, na minha mensagem.
Eu estava nervoso, mas a racionalidade estava longe de mim naquele momento. Deixei a casa de Javier e fui tomar um banho. Várias vezes pensei em voltar lá e pegar a cueca cinza, lavar ele, esconder o sei lá o que, mas eu não fiz, e quando o carro de Javier estacionou na garagem, na hora do almoço, algo que ele nunca antes tinha feito em todas aqueles meses, eu soube que não tinha volta para trás.
Ouvi ele entrar na casa dele, meu coração batendo no peito, uma sensação de arrependimento e medo me domina do. Eu não era assumido, e aquilo era um risco em tanto o que eu tinha feito, eu não sabia mais no que pensar quando ouvi uma batida na porta da lavanderia.
Fui até lá, e vi a silhueta grande de Javier pelo vidro rajada da porta.
Girei a chave e abri, meus olhos se encontraram com os de Javier, em seu mão estava a cueca cinza.
Ficamos nos encarando por um momento, então seu braço se moveu levando a cueca gozada até o nariz, então ele sorveu o aroma, sua outra mão dando no apertada no seu volume evidente na bermuda da academia. Senti meu corpo inteiro se arrepiar e o tempo desacelerar.
E um instante estávamos nos encarando, no outro eu me ajoelhei diante dele, puxando sua bermuda junto da cueca e expondo ao mundo seu pau. Meus sonhos nunca tiveram sido jus ao belo pau de Javier. Admirei aquele membro grosso e comprido, robusto como combinava com ele. As veias saltadas, a cabeça rosada e brilhante de pré-gozo, os pentelhos na base…
Minha boca se encheu de água ao segurar aquele pau, sentir seu peso e sua pulsação.
Olhei para cima e encontrei Javier me encarando, com o mesmo brilho no olhar que eu tinha visto na sexta-feira. Ele queria aquilo tanto quanto eu.
Abocanhei a cabeça do pau, gemendo de prazer ao sentir seu gosto com minha língua. Ouvi Javier suspirar, sua mãe livre tocando minha cabeça de leve, me dando sinal para prosseguir. Fui engolindo aquele pau, centímetro a centímetro, até meu nariz estar rodeado pelos pentelhos dele, minha garganta se abrindo para ele.
— Cacete. — gemeu Javier, em um tom grave e baixo.
Então eu comecei a mamar pra valer, me deliciando naquele pau que tanto havia desejado. Eu não tinha pudor algum, me entrava a total devoção ao que estava fazendo. Lambia da base a cabeça, engolindo tudo de uma vez em seguida, me engasgando naquela pica gostosa, minha baba escorrendo pelo meu queixo. Sons molhados e obscenos tomavam conta da lavanderia. Os meus gemidos se misturavam com os de Javier, que parecia se controlar para não urrar de tesão. Senti seus dedos se afundarem nos meus cabelos e segurarem firme, então seu quadril se moveu para frente, seu pau deslizando minha boca adentro. Ele começou a foder minha boca, meus olhos estavam molhados dos engasgos, meu corpo quente como se eu estivesse com febre. O tesão a mil. Eu sentia minha cueca úmida de tanto pré-gozo que devia estar produzindo sem me tocar.
Javier fodeu meu boca por um tempo, ele me segurava num ângulo para que eu ficasse de olhos para cima, e eu podia ver suas expressões de prazer, assim como quando ele levava a cueca cinza com meu gozo até o nariz e cheira com vontade.
Eu me sentia como em um dos meus sonhos eróticos, mas era muito melhor, era real. O gosto da rola de Javier era real, seu calor era real. Nosso tesão um pelo outro era real.
— Caralho… vou gozar…
Ele me soltou e eu continuei a mamá-lo, sentindo seu desespero aumentar até ele soltar um grunhido grave, e seu pau inchar, e jatos quente de leite encher minha boca. Revirei os olhos de prazer, me deliciando com o gosto de Javier, quente e grosso enchendo minha boca. Engoli tudo, sugando até a última gota.
Javier se jogou contra a parede, as pernas abertas e seu pau meia bomba diante de mim. Eu ainda estava ajoelhado, olhando para ele, sem acreditar no que tinha feito.
Nossos olhares se encontraram, o brilho continuava nos de Javier enquanto ele me olhava ali, de joelhos diante dele, minha boca úmida pelo seu gozo.
Então ele se moveu, subiu a bermuda e eu me levantei.
Ficamos em silêncio por um momento, apenas olhares novamente. Vi seus olhos descerem por mim, e pararam na minha pélvis. Eu ainda estava duro, e quando olhei, minha bermuda branca estava marcada por uma mancha grande e úmida.
Javier se aproximou e pegou no meu pau ainda por cima do tecido. Gemi com seu toque, firme, sua presença se assomando sobre mim.
Ele então virou meu corpo e me puxou para si, minhas costas contra seu tronco. Senti a firmeza de seus muscolo em minas costas.
Sua mãe adentrou minha bermuda, pegando no meu pau.
— Grandão… — disse ele no meu ouvido, com aquela voz grossa que me faz arrepiar. —, puto safado da pica grande…
Ele me masturbava, lambendo meu pescoço e minha orelha.
Minha respiração estava acelerada, meus pensamentos derretidos. Tudo que existia era Javier colado em mim, sua mão no meu pau.
— Eu… eu vou gozar…
Ele continuou a me masturbar, e quando viu que eu ia gozar colocou a cueca cinza para receber meu leite. Ainda bem que ele me segurava, por senti minhas pernas fracas a cada jato farto que eu jorrava.
— Isso safado, goza gostoso goza, goza como você faz todo dia no meu quarto…
Então ele se afastou, a cueca gozada na mão, era muita porra.
Eu não sabia o que fazer, tudo parecia lento demais, irreal demais.
— Eu…
— A gente conversa depois. — disse Javier. — Mas acho que concordamos em não falar disso com ninguém, certo?
Assenti e com isso ele foi para a casa dele, e eu fiquei ali por um tempo, incrédulo com tudo o que tinha rolado. Fui ao banheiro e tomei um banho gelado. Quando sai vi que o carro dele já não estava mais na garagem.
Passei o resto da tarde meio desnorteado, perdido com meus pensamentos. Uma parte minha estava realizada, e a outra, apavorada.
Quando a noite chegou esperei o momento em que Javier me chamaria para conversar, mas isso não ocorreu e eu também não fui atrás.
Era a primeira vez em dias que eu não estava tão animado assim para a manhã chegar, mas ele chegou, ouvi meu padrasto e minha mãe saírem para seus trabalhos, depois foi a esposa de Javier, e por fim ele, que esperava que talvez ele não fosse e logo aparecesse para conversarmos, mas não, na mesma hora de sempre ele saiu.
Me levantei como de costume, mas não estava com tesão, mas decidi ver como estamos com nosso lance, que só agora eu sabia que era um lance. Fui até a lavanderia e abri a porta, pronto para ir a casa dos fundos quando vi algo deixado no chão. Era uma sacola. Peguei e lá dentro estava uma cueca branca, pela úmida e pelo cheiro, recém gozada, junto a ela estava um bilhete que dizia.
“Esteja usando ela na hora do almoço, eu estou usando aquela cinza de ontem. Nos vemos mais tarde, puto safado”

Continua…

Vou parar por aqui para não ficar muito grande, e caralho,fiquei duro e todo babado só de relembrar tudo isso escrevendo aqui. Espero que gostem e aproveitem bastante. As fotos são ilustrativas, mas acho esse ator porno bem parecido com Javier, principalmente na pica gostosa dele.
Até a próxima, onde as coisas ficam mais gostosas ainda…


Foto 1 do Conto erotico: O Irmão do Meu Padrasto

Foto 2 do Conto erotico: O Irmão do Meu Padrasto

Foto 3 do Conto erotico: O Irmão do Meu Padrasto


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Comentários


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sevenrj Comentou em 18/07/2026

Bom demais!




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Ficha do conto

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nastyguy

Nome do conto:
O Irmão do Meu Padrasto

Codigo do conto:
267608

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/07/2026

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