De maneira até bem casual, ou ao menos tentando assim parecer, perguntei para o Daniel: — Você já se imaginou sendo um corno, Daniel? Nós dois estávamos sentados em um grande sofá, com a sua esposa, a Carlinha, entre nós. Carlinha estava maravilhosa vestindo uma saia bem curta, enquanto a minha mão descansava sutilmente na sua coxa há alguns minutos. Daniel, meio assustado, perguntou com desconfiança: — O quê? Ignorei-o e perguntei para a Carlinha: — E você, minha querida? Já pensou em chifrar o Daniel? Ela ficou levemente corada e deixou transparecer um sorrisinho maroto, mas antes que pudesse responder, o marido tomou a palavra, bastante ansioso e demonstrando irritação: — Que perguntas são essas? Onde você quer chegar? Seus olhos estavam fixos na minha mão, que repousava na coxa direita da esposa dele. Julguei que já podia passar para o próximo nível. Se pretendo possuir esposas incautas e transformar maridos em cornos, não posso ser cauteloso demais, não devo ter pudores de espécie alguma e, acima de tudo, não posso ter medo das possíveis consequências. — Fique calmo, Daniel! Eu prometo que só vou foder a Carlinha se você deixar. Na verdade, só depois que você implorar! Agora ele explodiu! E não poderia ser de outra forma... Eu já esperava por isso, é claro. Daniel começou a gritar: — Quem você pensa que é? Como ousa fazer uma brincadeira assim? Aparentando toda a calma possível e mantendo um sorriso simpático, respondi: — Não precisa gritar, Daniel. Sou seu amigo e, como eu disse, só pretendo fazer o que você me autorizar. Quem manda é você, percebe? Mas o Daniel continuava a gritar: — Deixe de besteiras! Como você tem coragem de falar isso dentro da minha casa, na minha cara e na frente da minha esposa? Seu merda! A Carlinha mantinha uma cara neutra, apenas demonstrando um leve nervosismo, o que era normal. Mas o marido estava quase descontrolado. Contudo... não me expulsou, o que não deixava de ser significativo. Mantive a calma e falei: — Não precisa gritar e muito menos ser mal-educado... Daniel então deu a clássica resposta do macho ofendido: — Eu falo o que eu quiser, como eu quiser, na merda da minha casa! Caiu na minha armadilha. Virei-me para a esposa dele, que já havia caído sob meu domínio após nos encontrarmos algumas noites antes: — Carlinha, você concorda comigo que não há necessidade de gritos ou ofensas? Afinal, estamos só conversando. Somos adultos e acho que qualquer assunto pode ser discutido entre pessoas educadas e esclarecidas... Não acha? Ela não me decepcionou e se dirigiu ao marido: — Sim... É, eu acho que você não precisa gritar, querido... Senti o Daniel ser esmagado. Quase pude ouvir o som dos seus ossos estalando. Sua esposa tinha acabado de rifar o coitado. Ele ainda tentou trazê-la para o seu lado, olhando-a com um feição perdida e confusa, como quem diz "eu sou seu marido, fique do meu lado". Mas ela não esboçou reação alguma, e ele percebeu que tinha sido vergonhosamente derrotado. Aproveitei o momento em que ele estava no chão e continuei sem piedade: — Sabe, Daniel... Eu sou um comedor de esposas. Eu dou a elas o que os seus maridos não conseguem dar... Você está entendendo? Ele ainda encontrou um resquício de força para tentar reagir. Chegou a dar pena... Só que não! Falou com o tom dos derrotados e humilhados: — Comedor de esposas... Que bobagem... Ridículo! Ignorei a reação dele e lancei a pergunta fatal: — O que você faria se eu quisesse transar agora com a Carlinha? Supondo que ela queira, é claro! Ele respondeu apavorado, fraco e destruído: — Eu te enchia de porrada! Te dava um tiro na cara! Manipulei a Carlinha mais uma vez: — Veja, Carlinha, o Daniel não sabe conversar na base da suposição. Ele é sempre assim, tão agressivo? A esposinha não me deixou na mão: — Daniel! Por favor, seja mais educado, só estamos conversando... O assunto é delicado, mas somos adultos, não somos? Ela acabava de cravar um punhal no coração dele. Então veio o golpe de misericórdia: — Acho que você deveria pedir desculpas a ele, querido. Ele conseguiu apenas resmungar: — Des... Desculpe! A essa altura, cabe esclarecer alguns detalhes. A Carlinha seguia um roteiro que eu havia determinado para ela. Essa minha visita, a conversa e a situação inteira foram minuciosamente planejadas. A única vítima ali era o desavisado Daniel. Quando coloquei a mão na perna da esposa dele bem na sua frente, determinei minha posse sobre ela. E quando ela dominou o próprio marido diante de mim, estando sob meu controle, ficou estabelecido que o marido também me pertencia. Utilizando minha experiência, estabeleci a hierarquia necessária: a esposa e o marido seriam submissos a mim. Eu a foderia na frente do corno, e ele aceitaria isso, por bem ou por mal. De agora em diante, o tom para cima do Daniel seria ainda mais duro: — Sabe, Daniel, muitas vezes as esposas não recebem o que precisam da parte dos maridos... Tenho certeza de que a Carlinha sabe do que estou falando. Eu sou um homem superior no sentido sexual, um macho alfa... Você sabe o que é isso, Daniel? Ele se acomodou ao lado da esposa, visivelmente desconfortável, sem tirar os olhos da minha mão, que agora acariciava de maneira provocar a perna da Carlinha. Falou baixo: — Não tenho certeza... Acho que é um machão! Dei um leve sorriso: — Sim... "Machão" pode ser uma definição, mas prefiro dizer que um macho alfa é um cara capaz de dominar sexualmente uma mulher. Você me acha um macho alfa, Daniel? O coitado não sabia mais o que falar, encurralado e consciente de que não podia contar com o apoio da esposa. Percebia que algo estava acontecendo, mas não entendia o quê; estava inseguro e desorientado. Seu subconsciente já havia assimilado o desfecho, mas ele se recusava a aceitar, agarrando-se a fiapos na esperança de que a situação voltasse ao normal. Por fim, conseguiu dizer: — Não sei se você é um macho alfa e não me importa! — Me responda direito, Daniel! Sou ou não sou um macho alfa? Ele capitulou: — Sim... Você é um macho alfa... Continuei sem piedade: — Existem dois tipos de homens, Daniel: os machos alfa fortes e os machos beta fracos. Você é um alfa ou um beta? — Eu sou... um alfa. UM ALFA! Sorri com deboche proposital: — É mesmo? Você realmente acha que é um macho alfa forte e confiante? Ele ainda tentou resistir: — SIM! Isso mesmo... EU SOU UM ALFA! Gritou, e logo em seguida buscou os olhos da esposa — a mesma que acabou de proibi-lo de gritar. Exerci meu poder sem qualquer piedade: — Nesse caso, por que você me deixou passar a mão na coxa da sua esposa na última meia hora? O pobre Daniel era apenas um rascunho de homem, mas ainda não estava pronto para desistir totalmente: — Isso não importa, não significa nada... Apertei mais: — Você gosta que eu toque assim na sua esposa? He resmungou algo como "não vem ao caso". Dei a cartada final: — Bom, se você acha que não vem ao caso, se não se importou e não foi capaz de corrigir a situação até agora, quero que saiba que é um prazer para mim sentir a pele macia da sua esposa... Isso me deixa extremamente excitado. Porque, convenhamos, a sua esposa é gostosa demais. Dito isso, sem qualquer sutileza, enfiei a mão por baixo da saia dela, enquanto com a outra alcancei seus seios. Carlinha fechou os olhos, jogou a cabeça para trás e soltou um suspiro profundo, quase um longo gemido. Olhei diretamente para o coitado e disparei: — Sua esposa está claramente gostando, não acha? Se você é realmente um macho alfa, por que não me para agora mesmo? Se é tão forte e confiante, por que não faz nada? Daniel não tinha o que falar ou fazer. Restava-lhe apenas se afundar na própria vergonha. Houve cerca de um minuto de silêncio, durante o qual continuei a massagear a Carlinha, abusando dela descaradamente enquanto encarava Daniel. Era a afirmação clara do meu domínio. Rompi o silêncio: — Eu lhe dei a minha palavra de que não iria foder sua esposa até que você me implorasse. Daniel apenas gemeu. Levantei-me do sofá e tirei toda a minha roupa, revelando meu corpo atlético e uma ereção excepcional. Sem mais jogos, era a verdade nua e crua: — Olhe para o meu pau, Daniel! Você concorda que sou um homem alfa forte e você é um macho beta fraco? Transtornado pelo choque e pelo ciúme, ele lutava para manter os olhos abertos, com o coração disparado no peito. Gemeu e assentiu com a cabeça. Exerci minha soberania de forma brutal: — Fale, Daniel! Você é uma criança? Fale! Você concorda que eu sou um macho alfa forte e você é um macho beta fraco? Sem mais aparências para manter, ele cedeu: — Sim, eu sei... Macho alfa... Eu não! Estava acabado, mas aquilo ainda não era o suficiente. Para dominar o casal totalmente e para sempre, é preciso tirar tudo do corno: — O que você daria ao meu pau em uma escala de um a dez? Respondeu como um garotinho submisso: — Dez! — Você concorda que sua esposa deveria preferir um pau como o meu para foder? Não acha que ela merece isso? — Sim... Mudei o tom, fingindo manter uma conversa de homem para homem: — Você ama sua esposa, Daniel? Por um instante, ele se animou: — Sim... É claro... Eu te amo, Carlinha! Disparei sem dó: — Então posso presumir que você quer que sua linda e amada esposa receba o meu pau. Eu vou fodê-la! É o melhor para ela, é o que ela quer e, pelo que vejo, é o que você deseja para ela também... Estou certo? Incapaz de falar, ele apenas concordou com a cabeça. Não deixei barato: — Me responda! Se você ama sua esposa como diz, quer que ela receba o meu pau? Quer que eu a foda? RESPONDA! Totalmente derrotado, ele cedeu: — Sim... SIM! Pode fodê-la... Meta esse pau nela! Era o momento de quebrá-lo por completo. Depois disso, ele nunca mais seria um problema; seria manso e colaborativo para sempre. — Eu quero que você implore, Daniel. Preciso sentir que você realmente quer me ver fodendo a Carlinha. Lembre-se: aqui é você quem manda. É sua casa... Sua esposa... Agora, implore! Ele novamente apenas balançou a cabeça. Mostrei a ele o que é um alfa de verdade: — Levante do sofá e caia de joelhos! Ele me olhou chocado. Avancei, parando exatamente à sua frente: — Beije meus pés! Ele obedeceu. — Agora implore para que eu foda a sua esposa! Ele apenas gemeu, me olhando de forma suplicante. Forcei: — Me implore para foder a sua esposa! Tão excitado quanto humilhado, ele mal conseguia falar: — Por favor... Eu quero que você... Por favor... Já impaciente, pensei em dar-lhe uma bofetada — o que às vezes é necessário, embora eu prefira evitar. Felizmente, ele reuniu forças e disse: — Por favor, foda a minha esposa... Apenas reforcei a hierarquia: — Você é um homem fraco e patético, e a sua esposa merece muito melhor. Agora eu vou foder essa vadia e você vai ficar calado. Comecei a beijar a Carlinha de forma intensa e apaixonada, com uma pegada ostensiva. A todo momento ela suspirava e gemia contra a minha boca. Lentamente, fui guiando a cabeça dela pelo meu abdômen até chegar ao meu pau. A expressão de espanto dela ao perceber que não conseguia dar a volta no meu membro com uma só mão, de tão grosso, foi maravilhosa. — Chupa esse pau gostoso, vai. Aproveita que hoje você vai saber como é ser mulher de um homem de verdade, não de um porcaria como esse daí. Ao ouvir isso, Daniel suspirou e soltou um leve gemido. — O que foi, Daniel? Vai gozar só de ver a esposinha que você tanto ama me chupando? Logo em seguida, perguntei à Carlinha: — Sério que você já teve coragem de dar para um cara como esse? Ela continuou chupando e, numa breve pausa, respondeu: — Infelizmente, sim. Fomos para a cama. Carla subiu por cima e rebolava como nunca, possuída, gemendo alto para quem quisesse ouvir. Depois, a coloquei de quatro e comecei a meter por trás, fundo e com força. Enquanto eu a fodia gostoso, Daniel se posicionou à frente dela, tirou o próprio pau para fora e pediu para que ela o chupasse. Carlinha o empurrou e mandou que saísse da frente. Aquilo me provou que, de fato, ela agora era minha, e que Daniel seria nosso submisso para tudo. — Daniel! Guarda essa porcaria. Se você colocar isso para fora de novo, eu te arrebento, nem ouse! Quero cerveja. Saia para comprar e traga urgente! Daniel se vestiu, assentiu com a cabeça, pegou a carteira, as chaves e saiu. Foi nesse momento que ela gozou pela primeira vez. Estava totalmente entregue e não parava um segundo. Quando Daniel voltou, serviu-me a cerveja. Com o ego nas alturas, cada vez que eu olhava para ele, minha vontade de humilhá-lo ao extremo só aumentava. Foi então que tive a ideia. Na hora em que estava prestes a gozar, ordenei: — Putinha! Ajoelhe-se aqui, vou gozar! Quando a Carla começou a se ajoelhar, interrompi: — Você não! Vem aqui, seu corno viadinho. Daniel rapidamente se ajoelhou e abriu a boca. Em seguida, despejei toda a porra acumulada por semanas sobre ele. Daniel não aguentou a humilhação e gozou na mesma hora, sem nem mesmo tocar no próprio pau. A partir daquele dia, impus a regra: Daniel cuidaria e daria tudo para a Carlinha, mas, sempre que ela quisesse sexo, deveria trazê-la imediatamente até mim. E o pau dele, a partir de então, serviria apenas para mijar — e mais nada.
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