Moro em cidade pequena, aqui é difícil conseguir ''esquemas'' no sigilo. Todo mundo conhece todo mundo e por aí vai. Acabo passando meses sem nem um tipo de vamos dizer ''putaria'' desse tipo.
Pois bem, a alguns dias atrás tinha muitas coisas pra resolver no trabalho e resolvi ir bem mais cedo que o de costume, 6 da manhã já estava saindo de casa.
Cheguei na loja com fone no ouvido, disparei o alarme, esperarei a porta abrir e entrei normalmente. Metálica no fone e o dia começando. Já acendi as luzes, liguei o computador e fui passar o café. Quando escuto alguém batendo na porta. Achei estranho, porém porta fechada, apesar de ser vazada, olhei e vi pela tela da câmera a porta de um caminhão aberta e um homem parado na porta da loja, achei estranho, mas fui ver o que era. Pela porta mesmo me disse bom dia e disse que havia me chamado do caminhão quando eu cheguei, mas viu que eu estava com o fone e nem tinha percebido. Me explicou que estava lá desde as 5 da manhã aguardando a empresa da frente abrir para poder descarregar e ir embora. E que precisava ir ao banheiro, se eu não o deixava usar o dali. Confesso que estava com sono, nem pensei bem, disse que sim, abri a porta enquanto ele fechava o caminhão e deixei-o entrar.
Fechei a porta novamente e o conduzi ao banheiro enquanto terminava de passar o café. Confesso que nem prestei atenção nele direito. Ouvi da cozinha o barulho pesado no xixi caindo no vazo. Até então normal. Ele veio do banheiro, me agradecer por ter confiado em usar ali, porque estava apertado e tal, falei pra ele esperar tomar o café que já ia sair. Ele topou, puxou uma cadeira e se sentou. Começamos a conversar assuntos normais, de trabalho, ele disse de onde era e assim seguimos. O café ficou pronto, o servi uma bela xicara. E ali ficamos trocando ideias até ele dizer que o café estava quente e tinha dado calor nele. Tirou a blusa de moletom e aí algo me chamou atenção. Braços fortes, torneados, um deles tatuado. Vestia uma camiseta regata amarela, já surrada, mais o que deixava o corpo mais detalhado ainda. Confesso que ali senti um pequeno frio na barriga. A pergunta: será?
A olhada foi severa e percebi que ele notou e deu um sorriso de canto de boca. Mas continuei o papo de trabalho, e assuntos triviais, até que ele me pergunta se ali no fundo tinha câmeras. Disse que ali naquele ponto não. Senti um sorriso mais maroto. Pronto, já tinha me acendido o alerta de safadeza no ar. Ele se levantou com a desculpa de deixar a xicara na pia e deu uma segurada na rola que fiquei sem reação. E que volume era aquele. Voltou a se sentou, porém as mãos ficaram de baixo da mesa, e começou a me olhar com uma cara de safadeza que não tinha como disfarçar. Quando olhei vi que a cabeça do pau dele passava pela altura da mesa, ela estava com o pau duro para fora. Fiquei sem reação. Até que ele se levantou e vi tudo aquilo, depois descobri que eram 23 cm, de uma jeba branca, com a cabeça rosa. Meu instinto foi um só: abocanhei. Quase não cabia pela grossura na minha boca, pensa numa rola cheirosa, babona. E os gemidos dele era uma delícia de se ouvir. Logo ele tirou a calça, a camiseta e que corpo, peito, barriga, todo lisinho, os mamilos enormes e duros de tesão. E dali dali foi só tesão. No beijamos enquanto ele tirava minha blusa, chupava meu pescoço, desceu para os meus peitos que achei que ia enlouquecer de tanto tesão. Mordia os mamilos, chupava, beijava. Logo os dois pelados dentro daquela cozinha. Que cena. Que cara. Que boca. Voltei a mamá-lo, e aquilo era incrível, um a rola quente, cheirosa e gostosa, babava muito na minha boca. Quando a boca dele chegou ao meu pau fui ao delírio. Que boca quente. Voltei a beijá-lo, chupei da orelha a tudo, lambias axilas, o peito, o umbigo, as bolas, a bunda dele. Aquilo era incrível. Ele me virou contra a pia e começou e beijar a minha bunda. O que era quilo meus amigos, quando a língua entrou em ação foi o êxtase. Quando me dei conta, ele estava colocando aquela jeba em mim, o tesão era tanto quem eu nem sentia a dor daquilo tudo dentro de mim, e ele metia com tanta vontade que eu ia ao delírio. Trocamos de posição, frango assado em cima da pia, aí foi para matar. Logo ele tirou de mim, senti um vazio. Virou de costas e empinou a bundas para mim, comecei a chupá-la, enfiei a linga o cuzinho, que chegava se contorcer, quando vi meu já estava lá dentro, inteiro, e o vai e vem era frenético. Começamos a nos beijar de novo, ele disse que queria gozar, e fomos nos deitar no chão em um histórico 69. Logo sinto e a minha boca inundada por uma porra doce e muito quente, e o mesmo acontecendo lá. Gozo na boca dele. Ficamos nos chupando ali, mais um tempo, e nos beijamos ainda com a boca da porra de cada um. Exaustos. Suados, quando me lembro de olhar o horário, já eram 7:50 da manhã. Corremos nos trocar, e se limpar daquilo tudo.
Ele me agradeceu o ''banheiro e o café'' e disse que depois de descarrega-se o caminhão voltaria me dar tchau. Juro que fiquei meio desnorteado com aquilo tudo. Mais vida que segue, logo o pessoal começou a chegar e o dia fui fluindo. Por volta das 10 da manhã olho e ele estava lá na porta, sai o cumprimentei ele me disse que queria de despedir. Disse que ali não teria como, surgiu a ideia de ele parar o caminhão na rua de traz. Era uma rua sem muitas casas. E fui a pé enquanto ele seguiu de caminhão. Com frio na barriga de medo de alguém ver entrei no caminhão. Partimos para a parte de traz e já foi me beijando, o pau dele já lentejava dentro da calça. Abri o zíper e já cai de boca, como se fosse a última vez que iria chupar alguém. Nem 5 minutos e pronto, ele já gozou na minha boca, nos beijamos ali daquele jeito e trocamos contato para quando ele passasse por aqui de novo pudéssemos repetir a cena.
Espero que gostem e votem. Perdão por estar longo.