A manhã tinha começado sem grandes pretensões. Um "bom dia" despretensioso pelo celular, daquele jeito que a gente manda quase no automático enquanto toma o primeiro café. Mas a conversa tomou um rumo inesperado e, em questão de minutos, um convite simples para se verem virou realidade. O local escolhido? O estacionamento coberto de um supermercado movimentado. Discreto, porém arriscado. Tudo combinado: horário, setor do estacionamento, tudo certo. Quando cheguei, o coração já dava uns compassos desregulados. Pouco tempo depois, vi o carro dela se aproximando e manobrando até alinhar lado a lado com o meu. Mudei de veículo rapidamente, me ajeitando no banco do passageiro dela. A princípio, tentamos manter a classe. Trocamos algumas palavras banais, um sorriso de canto de boca, mas a tensão acumulada no ar era palpável. Não durou dois minutos. Nossos olhares se cruzaram e, num impulso incontrolável, encurtamos a distância. O beijo começou urgente, desesperado, com gosto de vontade acumulada. Aquele fogo que queima de dentro pra fora e faz a gente esquecer o mundo ao redor. Minhas mãos, já sem paciência, buscaram o corpo dela, puxando-a para mais perto. Deslizei a mão por baixo da blusa, puxei o sutiã e liberei aquele peito fartamente exposto. Não pensei duas vezes: abocanhei o bico e dei aquela mamada gostosa, sentindo ela arquear a coluna e soltar um gemido abafado contra o meu pescoço. A resposta dela veio na mesma intensidade. A mão dela desceu direto pra minha calça, abrindo o zíper sem cerimônia. Sentir os dedos dela envolvendo meu pau e, logo em seguida, a boca quente envolvendo tudo numa mamada deliciosa e gulosa me fez perder o chão. O contraste da janela do carro com película insulfilm, as pessoas passando a alguns metros dali e o medo constante de ver a ronda do segurança do supermercado apontar no retrovisor deixavam tudo incrivelmente mais pesado, safado e proibido. Cada barulho de motor próximo fazia o tesão triplicar. Ela parou de repente, ainda arfando, com os lábios molhados e os olhos brilhando de desejo. Olhou bem no fundo dos meus olhos e lançou o desafio, com a voz falhada: — Você tem coragem de ir lá pra minha casa agora? O juízo deu um estalo. Relutei por alguns segundos, calculando o risco, os compromissos do dia, a loucura da situação... Mas com a respiração dela ainda quente na minha pele e o corpo ardendo, o tesão falou mais alto. Apenas concordei com a cabeça, saí do carro dela, entrei no meu e liguei o motor, pronto para seguir aquela loucura até o fim. O trajeto até a casa dela foi pura provocação, com os carros rodando lado a lado no trânsito. Assim que os motores desligaram na garagem, a porta mal acabou de fechar e a urgência tomou conta. Não deu nem tempo de pensar: descemos do carro já nos agarrando, trombando pelas paredes do corredor até desabar no sofá da sala. Lá, o clima terminou de incendiar. A troca de beijos era quente, faminta, com mãos bobas explorando cada centímetro de pele disponível. Ela não perdeu tempo e desceu a cabeça, me chupando gostoso mais uma vez, arrancando suspiros que ecoavam pela sala vazia. Com o tesão no limite, inverti as posições: deitei o corpo dela no sofá e voltei a me banquetear naqueles peitos, saboreando cada arrepio. Fui descendo a boca suavemente pela barriga macia, traçando um caminho de beijos até alcançar aquela bucetinha lisinha, desenhada com perfeição por um caminhozinho fino de pelos que deixava tudo ainda mais instigante e visualmente hipnotizante. Cravei a língua ali e comecei a chupar sem pressa, sentindo o gosto dela, ouvindo a respiração ficar descompassada e o quadril se empinar contra a minha boca. Não demorou muito para ela começar a se contorcer, sem aguentar a intensidade da sensação. Com a voz falhada, pediu para ser penetrada por trás. Ajeitei-a de costas no sofá. Ajeitei o ângulo e meti bem gostoso naquela buceta quente e bem molhada. Peguei firme no topo da cabeça dela, segurando aquele cabelo ruivo marcante, enquanto ajustava o ritmo e metia com vontade, intercalando com tapas estalados naquela bunda branca e redonda que já ficava marcada do meu toque. Cada estada do choque dos corpos incendiava o ambiente. Quando ela deu o aviso de que estava no limite e ia gozar, fechei os olhos e acelerei a estocada, metendo mais forte e fundo, sentindo a buceta dela pulsar ao redor do meu pau até ela explodir num gozo intenso e descontrolado. O aperto da orgasmia dela me levou junto para o ápice. Tirei o pau da xoxota dela a tempo. Sem hesitar, ela se virou e ficou de joelhos ali mesmo no sofá. Começou a me punhetar com ritmo firme, o olhar fixo no meu, esperando o momento exato até ver meu leite espirrar e encher aquele rostinho lindo. Depois da tempestade, veio o alívio. Ficamos ali, largados no sofá, o suor esfriando na pele e as respirações voltando ao normal. Ela se encostou em mim, fazendo carinho no meu peito, enquanto descansávamos o corpo... apenas recuperando o fôlego para o segundo round dessa safadeza toda.
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