No dia 25/06 fui preso por umas coisas que tinha feito; na audiência de custódia minha prisão foi mantida e fui parar em um CDP aqui de SP. Depois daquele choque de estar preso e outras coisas que passaram pela minha cabeça, jamais imaginei que poderia rolar alguma coisa com outro preso, mas eu estava totalmente enganado.
No dia seguinte, lá por volta das 22h, acredito eu, chegou um moleque tatuado, uma delícia. Fiquei totalmente boquiaberto quando o vi. Eu já estava deitado na "burra" e ele iria ficar na "praia" com os demais. No dia seguinte pude admirar mais ele e conversar. Soube sua idade, 21, e o motivo de estar lá também, no mesmo lugar. Fiquei morrendo de tesão por ele, não conseguia disfarçar, mas, como falei, jamais imaginei que fosse rolar algo lá.
Os dias foram passando e fui ficando mais próximo. Falávamos sobre assuntos aqui de fora, das minhas experiências em swing e outras, e ele também falava das dele (ele hétero). Só para deixar explicado, lá dentro, por eu ser envolvido com homens aqui fora, minhas coisas eram separadas dos outros presos lá no RO. Enfim, fomos ficando cada vez mais amigos, sempre estávamos conversando. Nisso fiz amizade com outros presos de outras celas; sempre no banho de sol a gente andava pelo pavilhão e depois retornava, aí vinha o banho de sol dos outros presos.
Nisso de ser mais próximo dele, ele sempre ficava falando que precisava transar e tal, e ficava falando que tinha acordado cheio de "ódio", pegando no pau bem na minha frente, me deixando maluco mesmo. Isso sempre se repetia. Nisso, ele, sabendo que eu olhava mesmo, ficava me provocando na cara dura. Eu passava mal de tanto tesão e vontade de pegar naquele pau.
Nisso, eu já sabendo o que ele queria e ele sabendo que eu queria também, já chamei ele para ficar onde eu deitava para conversar e pensar como poderíamos fazer algo ali, já que a cela onde estávamos de "castigo" tinha mais 15 pessoas, então era quase impossível pensar em fazer algo ali. No "boi" (banheiro) também era difícil, pois sempre alguém entrava. Numa dessas horas conversando, ele me mostrou o pau dele debaixo da manta que usávamos lá, e eu fiquei mais doido ainda; por mim mamaria ali na frente dos outros. Cheguei a pegar no pau dele e, em uma outra noite, ainda consegui dar uma chupada na cabeça quando todos tinham dormido.
Combinamos de madrugada, quando o pessoal estivesse dormindo mesmo, a gente ir fumar no boi e lá eu iria mamar ele. Deitamos e até peguei no sono. Quando eu acordei, dei uma cutucada nele para a gente ir fumar lá dentro. Ele já sacou para fora o pauzão dele e mamei gostoso. Aquele medo de ser pego pelos outros presos deu mais adrenalina para a nossa aventura. Mamei acho que uns 10 minutos, e ele segurou minha cabeça e gozou gostoso. Tomei aquele leite gostoso. Ainda fiquei mais um tempo para fumar mais outro cigarro antes de deitar novamente.
Posso confessar: fiquei apaixonado por aquele moleque, não conseguia parar de pensar no dia seguinte e admirar ele. Felizmente para mim, meu alvará cantou no dia 08/07 e, naquela alegria de sair daquele lugar, não consegui me despedir. Tentei procurar ele pelo Instagram, pelas contas que ele me passou, mas infelizmente não achei. Mas sempre tenho pensado na nossa aventura naquele CDP. Posso dizer que, apesar do sofrimento de ficar preso, aqueles 13 dias na companhia dele fizeram tudo ficar mais leve e divertido lá dentro. Espero um dia encontrar com ele aqui fora, já que moramos na mesma região.
Desculpa os erros e até uma próxima aventura!