Esse é o primeiro de vários contos que vou escrever, 100% real. Sou Bombeiro militar de profissão essa situação aconteceu há alguns anos. Sou castanho claro, 1,77 80kg e olhos azuis, em forma. No Estado que trabalho, no verão descemos trabalhar de guarda vidas. Essa situação aconteceu no último dia de serviço da temporada, no dia seguinte iríamos embora, voltar para cidade de origem. Estava eu sozinho trabalhando em um Balneário, sempre trabalhamos em 2 salva vidas mas como já estava no fim, haviam dispensados alguns, inclusive meu parceiro. Era de tarde, as aulas escolares já tinham voltado, e a praia praticamente deserta, só eu e Deus naquela praia, a hora não passava e eu só queria que acabasse logo pra poder voltar pra casa. Foi então que chegou uma banhista, com uma canga na cintura, e um livro, estava nublado, mas tinha mormaço. A moça estendeu sua canga há uns 10 metros de mim, fiquei na minha, passou um tempo ela comentou sobre o tempo, o movimento fraco na praia, então iniciamos uma conversa, ela tinha seus 40 anos uma bela morena, cabelo comprido e pele branquinha. Ela trabalhava em um Banco, estava de férias, e acabou comentando estar recém separada, apenas 6 meses, perguntei se não tinha volta, ela disse sem chances. Então percebi que ela queria que eu soubesse de sua condição, então eu falei que era meu último plantão na areia naquela temporada, estávamos indo embora pra suas respectivas cidades, ela disse que pena, e conversamos mais um pouco, então passado um tempo ela disse que iria pra casa, e me desejou boa viagem, então olhei para os dois lados, ninguém a direita nem a esquerda, praia vazia, e onde eu trabalhava havia uma casa de pescador abandonada, onde inclusive guardavamos nosso material de trabalho com consentimento do proprietário daquela casinha. Havia um puxadinho onde guardava nossas cadeiras e guarda sol de trabalho. Foi então que pedi a moça se gostaria de se despedir melhor de mim, que se desejasse, seria só entrar naquela portinha, achei que ela iria me ignorar, mas para minha surpresa ela foi em direção da casa e entrou. Fui logo atrás, chegando lá já fomos nós abraçando e beijando, eu beijei sua nuca, seu pescocinho todo, ela gemia baixinho, enquanto eu puxava o corpo dela contra o meu segurando firme sua cintura. Enquanto beijava ela, minha mão puxou a canga e foi deslizando pela virilha, afastei de ladinho seu biquíni e estava toda molhadinha, não resisti e me ajoelhei e comecei a deslizar a língua naquela xaninha delícia e molhadinha, ela forçava minha cabeça, chupei muito, então fiquei de pé e fiz ela ajoelhar e chupar meu pau, nem tirei meu uniforme de salva vidas, só baixei a sunga e fiz chupar, ela chupava gostoso como quem estava há 6 meses sem trancar. Então sentei em uma cadeira de plástico de bar que tinha ali guardado, e fiz ela sentar em meu colinho, ela rebolava com vontade, subia e descia gemendo alto. Então coloquei ela de 4 no chão e comecei a meter forte por trás, uma mão na cintura e outro no cabelo, puxando com força, a putinha gemia alto até que gozou, eu ia gozar então fui a frente dela e fiz chupar engolindo todo meu leitinho, terminamos e ela foi embora, e nunca mais nos vimos.
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