Eu estava sozinha em casa quando a porta da frente rangeu. Meu coração deu um salto. Eu sabia que era ele, o vizinho do lado. Meu marido tinha saído há menos de dez minutos, e eu ainda estava de short jeans e blusinha fina, sem sutiã. Não tive tempo de fechar a porta.
Ele entrou sem pedir licença. Seus olhos me devoraram por cima a baixo. "Hoje vai ser diferente", ele disse, e antes que eu pudesse responder, ele me empurrou contra a parede da sala. Suas mãos rasgaram minha blusa, expondo meus seios. Eu tentei gritar, mas ele cobriu minha boca com a mão grande e áspera.
"Fica quieta, vadia", ele rosnou. Ele me virou de frente para o sofá e puxou meu short para baixo, junto com a calcinha. Eu ouvi o barulho do zíper dele descendo. Segundos depois, senti a cabeça grossa do pau dele pressionando contra minha boceta seca. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça do pau e enfiou tudo de uma vez.
Eu gemi de dor. Ele não parou. Começou a me foder com força, segurando meus quadris com tanta força que eu sabia que ia ficar marcada. Cada estocada era profunda e brutal. Eu sentia o pau dele me abrindo, me rasgando por dentro. Ele puxou meu cabelo, me forçando a arquear as costas enquanto me fodia sem piedade.
Quando ele gozou, ele me segurou contra ele, enchendo minha boceta com porra quente. Eu estava tremendo. Ele saiu de mim, mas não saiu de casa. Ficou ali, olhando para mim enquanto eu caía no chão, com as pernas abertas, a porra escorrendo pela minha coxa.
Eu pensei que tinha acabado. Mas ele voltou no dia seguinte.
Meu marido estava no trabalho de novo. Eu estava na cozinha quando ouvi a porta dos fundos se abrindo. Dessa vez ele não disse nada. Apenas me agarrou pelos cabelos e me arrastou até a mesa da cozinha. Me dobrou sobre ela, puxou meu vestido para cima e enfiou dois dedos grossos na minha boceta sem aviso. Eu estava molhada. Eu odiava isso.
Ele riu. "Olha só, a putinha já está molhada pro meu pau." Ele tirou os dedos e enfiou o pau de uma vez, me fodendo contra a mesa. A madeira rangia a cada estocada. Ele segurava meus pulsos atrás das costas enquanto me fodia, me chamando de vadia, de puta, de buraco de porra.
Eu gozei. Eu não quis, mas meu corpo traiu. Eu gozei gritando enquanto ele me fodia sem parar. Quando ele gozou dentro de mim de novo, ele cuspiu na minha bunda e esfregou o cuspe no meu cu, ameaçando me foder ali também.
Ele saiu me deixando ali, debruçada na mesa, com as pernas tremendo e a porra dele escorrendo de mim. Eu não contei pro meu marido. Eu não podia.
Mas ele voltou. E eu sabia que ia voltar de novo.
Semanas depois eu estava na cozinha, a luz fraca do abajur iluminando apenas a mesa onde eu me apoiava. Meu filho chorava no quarto ao lado, mas eu mal ouvia. Seu foco estava todo no homem atrás dela.
O vizinho, 47 anos, pele negra brilhando, segurava os quadris com força. Ele me penetrava sem pressa, cada estocada profunda e rítmica, fazendo o corpo da tremer contra a bancada.
Eu gemei baixo, mordendo o lábio. Um mês atrás, ele forçou a sua primeira relação quando foi entregar uma encomenda. Eu resisti, empurrei, implorei para parar. Mas ele não parou. E agora... agora eu mesma abria as pernas sozinha, empurrava o quadril para trás, pedindo mais.
— Mais fundo... — sussurrava , voz rouca.
Ele obedeceu, metendo com mais força, o som molhado ecoando na cozinha silenciosa. As mãos dele sobre meus seios, beliscando os mamilos inchados. Eu senti o prazer subir rápido, o corpo se contraindo ao redor do pau grosso dele.
Foi quando a luz do corredor acendeu.era meu marido, 60 anos, parado na porta, olhos arregalados. Eu congelei por um segundo, mas o vizinho não parou. Continuo metendo, segurando-me no lugar.
— Luane...? — a voz do marido saiu fraca, trêmula.
Eu olhei para ele, respiração acelerada, corpo ainda sendo fodido. O filho continuou chorando no quarto. O vizinho sorriu, sem parar com as estocadas.
— Não para... — Eu mesma pedi, voz baixa, olhando para os olhos do marido. — Por favor, não para.aquele homem mais velho ficou lá, assistindo, enquanto o vizinho gozava dentro dela, enchendo-a, o sêmen escorrendo pelas coxas de. O choro do bebê ecoava pela casa.
Nada mais gostoso do que se entregar quando o desejo, a vontade, o tesão torna-se insuportável, e a necessidade atinge ao mais alto nível, não tem como esperar o jeito é se entregar e gozar bem gostoso, sem medo de ser feliz. votado e aprovado
Foder vicia ! Minha esposa pede, implora pra eu buscar o amigo novo pra comer ela.
A vizinha dos meus sonhos