Nossa relação começou a praticamente 2 anos atrás, quando William conheceu minha mãe no trabalho, desde minha infância, sempre foi só eu e ela, sempre nos viramos, e conquistamos muito até chegar aqui, pois bem.
Eu desde cedo, vendo meus primos assistirem vídeos pornos nos celulares deles, sempre que tinha a oportunidade me masturbava, mesmo novinha ainda KKK passava bem a mão nela, resumindo sempre foi safadinha.
Quando minha mãe passou a trazer o William para dormir aqui em casa de vez em quando, eles sempre saiam juntos para o trabalho, eu saia junto com eles, já que estudava de manha, mas depois que aprendi a cabular aula kkkk eu esperava minha mãe sair e voltava pra casa passando quase a manhã toda me masturbando no meu quarto assistindo porno, imaginando sendo fudida pelos negões de pau duro, pois bem.
Certo dia, minha mãe me acordou no pulo, dizendo que tinha se atrasado para o trabalho, estava chovendo, ela me deixou ficar em casa, então eu fiquei de boa, já sabia que ia poder bater siririca a manhã inteira, já que não conseguia enfiar o pipino todo dentro de mim, pois sentia muita dor.
Me masturbando com o quarto fechado, acho que era umas 10hrs, não percebi que o William tinha chegado em minha casa, ele estava de férias e foi para arrumar as portas do armário, ao chegar, imagino que ele tenha me ouvido gemer, ou ouvido os gemidos da tv, mas sempre deixei baixinho, de repente a porta do meu quarto se abre, eu sem shorts, sem calcinha só de camisa com as pernas aberta, olho pra porta e lá está ele, me pegou no pulo, ele logo fechou a porta eu me vesti rápido e foi atrás dele, pedindo que ele não contasse nada a minha mãe, ele sorriu, disse que eu poderia ficar tranquila, mas não acreditei, insisti e pedi para ele não contar, eu chorando já, ele secou minhas lágrimas e disse que seria um segredo nosso.
Foi ao banheiro, lavei o rosto e fui passar um café pra ele, tomamos café juntos, sentados na mesa, eu envergonhada, foi aí que o safado puxou o assunto, primeiro me perguntou se eu era virgem.
Respondi que sim, então ele me perguntou se eu sempre me masturbava, eu queria mudar de assunto, mas ele insistia, e foi contando aos poucos, nisso ele me disse que eu precisava de um namorado, alguém que me fizesse mulher, minha mãe nunca aprovou nenhum dos moleques que eu queria namorar, então sempre fiquei na minha, eu levantei para pegar uma colher na pia, foi quando senti ele atrás de mim, perguntando se eu já tinha sido chupada, virei para ele e respondi que nunca, pois de fato, nunca tive relações, ele então me perguntou se eu deixaria ele me chupar, me subiu um frio dos pés a cabeça, ele disse que aquele também seria nosso segredo, foi então que fomos para o meu quarto, lá ele me deixou, tirou meu shorts, que eu estava usando me deixando só de calcinha, ele começou a me lamber, pelos pés, subindo pela minha coxa, chegando até minha virilha, eu sentindo aquela sensação, passei a soltar pequenos gemido, foi então que ele alcançou minha buceta e passou a me chupar, que delícia, sentir aquela língua quente, algo que não era eu que estava fazendo, eu estava recebendo, começou a me dar algumas sensações que não sei descrever, só sei que senti uma vontade enorme de fazer xixi, não consegui segurar e soltei um pouco, mas não era bem xixi, era algo branco, na hora que ele viu aquilo, disse que eu era idêntica a minha mãe, ele tirou o pau dele pra fora, gente que pika grande, limpinha sem pêlos, ele foi me orientando de como chupar, eu me imaginava nos filmes pornos que assitia, depois que chupei, ele me deixou e subiu por cima, quando ele começou a enfiar, eu foi sentindo algo me rasgando, uma sensação ruim, mas ao mesmo tempo eu com vontade e sentindo prazer naquilo, logo eu senti que algo mudou, ele disse que ia enfiar mais, eu sentindo aquele pinto dentro de mim, entrando, quente não sabia descrever, acho que nem hoje eu sei, só sei que depois de um tempo ele passou a socar, foi de vagar, mas foi metendo, quando ele anunciou que ia gozar senti seu líquido quente em minha barriga.
No próximo conto, eu conto o que houve...
Espero que gostem


