Conheci o Wally há 14 anos. Eu era recepcionista de uma clínica e ele veio fazer um raio-X do joelho que precisava operar. Achei ele um gato, ele foi simpático comigo. Tem 1,76 m, branco, cabelo preto enrolado bem ajeitado e um rosto de macho comedor. Ele era forte, com músculos, mas super bem definido, abdômen grego.
Não aconteceu nada na nossa interação, mas achei que tinha chance. Resolvi agir, peguei o telefone dele no cadastro e, após tomar coragem, uns 4 a 5 dias depois, enviei um SMS me apresentando. Ele adorou, mas disse que estava em um relacionamento e não sabia se era correto, apesar de querer muito me ver. (Depois soube que era só um charme para se fazer de difícil, porque o safado não tinha escrúpulos).
Ele marcou de me buscar na clínica numa sexta-feira no horário de almoço. Fomos para o carro dele e conversamos muito. Ele inventou estar preocupado em ser visto e perguntou se poderíamos ir para um lugar mais reservado, e de lá o safado me levou para o motel. Eu já estava com a xerequinha suando de vontade, mas mesmo assim fingi que nada ia rolar e que só íamos conversar. Ele também falava o mesmo. No motel, não demorou dois beijos e ele já estava tirando a minha roupa. Caiu de boca e me fez gozar, que chupada gostosa! O safado, além de chupar a xereca, lambia meu cu com maestria. Quando comecei a gemer e gozar, ele me puxou com força e encaixou aquela rola gostosa em mim. Um ótimo tamanho, encurvada para o corpo, bem grossinha e superdura. Deslizou que nem uma beleza e fizemos um sexo muito gostoso. Bombadas, putarias sendo ditas e, para terminar, ele tirou de dentro e gozou nos meus peitos. Me limpou, nos abraçamos, ainda com tesão, mas eu tinha que voltar para o trabalho. Nos arrumamos depois de uma ducha super-rápida e voltamos.
A partir daí, virou tradição: ao menos duas vezes por semana íamos para o motel no almoço. Eu, tarada, quando entrava no carro já tirava aquela rola cabeçuda para fora e ia mamando até o motel, para não perder um segundo de rola.
Em uma dessas, ele comeu meu cuzinho. Era a segunda vez que alguém comia. Foi doído, não aproveitei muito, mas ele não parava de falar que era o que mais gostava. Começamos a combinar de ter mais vezes.
Apesar de o sexo ser maravilhoso, os sentimentos cresceram e comecei a pressioná-lo para ficar comigo. Ele acabou se afastando por causa da mulher com quem namorava, e a partir daí começamos a nos ver esporadicamente, sempre quando os dois precisavam de uma foda inesquecível.
Em 2015, ele recebeu uma proposta e se mudou para o exterior, casou com a corna. Chegando lá, acho que ele percebeu o tanto que eu fazia falta na vida sexual dele e, no fundo, o quanto ele sempre gostou de mim. Continuamos nos falando e nossas conversas começaram a tomar rumos que eu já sabia que tomariam, pois ele sempre me passou o tipo "topo tudo, vamos curtir". Todas as nossas conversas eram quentes, trocávamos muitos e-mails e zaps com vídeos pornôs que davam tesão, e começamos a descobrir nossas vontades e fantasias. Eu mostrei o tanto que curtia e tinha vontade de paus grandes e grossos, dois ou três cacetes ao mesmo tempo — dois cacetes na buceta era um sonho —, dar o cu sem doer, etc. Além de querer ir em casas de swing e transar na frente dos outros, ou ir num gloryhole com ele e aproveitar a noite toda. Ele amava e instigava ainda mais as fantasias. Nossas conversas eram uma putaria de deixar qualquer roteirista de filme pornô sem graça.
Como havia sentimento e vontade ao mesmo tempo, eu dizia que não queria dar para outro homem, só para ele, mas que podíamos transar na frente dos outros, que as fantasias existiam, mas não sabia se conseguiria. Foi aí que ele disse que sempre teve vontade de comer uma trans feminina e achava que seria uma boa para realizar as nossas, já que era metade mulher / metade homem. Ele poderia aproveitar ela e nós dois poderíamos realizar tudo com ela: dupla penetração, dupla na buceta e ainda a vontade que o Wally tinha de me ver sentando em rolas diferentes. Ele dizia que eu era muito gostosa para sentar só na rola dele, mas não queria homem... trans ele toparia.
Eu achei a ideia estranha no começo, mas como ele era tão másculo e comedor, achei que era mais uma fantasia de putaria para curtir. Passei a ver uns vídeos de trans e ladyboys com casais que ele me enviava e aquilo cresceu em mim. Comecei a assistir a vários e ficava tarada pelas rolas delas. Queria dar para duas ao mesmo tempo com o Wally na minha boca, ou dar para uma enquanto ele come ela num tremzinho sensual. Isso me fazia gozar sozinha como nunca tinha gozado antes, e ele fazia o mesmo a 10.000 km de distância, 12 horas de voo. Esse era o nosso problema, além da corna que ainda morava com ele...
Continua...