pau com uma puta cusparada também. Isso nos deixou malucos de tesão. Estávamos batendo punheta com cuspe trocado! Que delícia. Nossas rolas deslizavam em nossas mãos, meladas com cuspe do melhor amigo e companheiro de putaria de agora em diante. Não demorou muito ele falou que queria gozar. Eu acelerei minha punha e falei: - Vamos gozar juntos então! Num movimento lento impensado, a medida que o prazer aumentava e o orgasmo se aproximava, fomos nos inclinamos para frente e acabamos apoiando a cabeça um no ombro do outro. Continuamos a bater, cada um no seu pau, e gozamos. Foi muita porra! Pra todo lado! Eu melando a ele todinho e ele a mim. Porra no peito, na barriga e no pau um do outro. Ficamos por alguns segundos arfando no ombro um do outro até a pulsação e a respiração começar voltar ao normal e nos afastamos um pouco. Olhei pra cara dele e falei: - Porra, foi massa! Ele concordou, e enfatizou: - Demais. E rimos... Pois bem, mas tínhamos a segunda parte do plano: tínhamos que descobrir se a porra do mamilo tinha o mesmo gosto da porra do saco (ah, garotos inocentes que éramos). Falei: - Eu começo: tira um pouco da tetinha e dê pra eu provar. Assim fez: apertou a “mamica” e quando saiu o leitinho ele aparou com os dedos e levou à minha boca. Passei a língua e esperei o sabor se espalhar na minha boca. Na verdade, não tinha gosto de nada, senti apenas um leve gosto adocicado, talvez pela pouca quantidade. Passei pra ele essa impressão e falei: - Agora é você! Ele então “ordenhou” a outra mamica, levou à boca e sentiu o sabor, concordando comigo. - Agora vamos provar a porra do pau, falei. Passei meus dedos de baixo para cima, de sua barriga de tanquinho até seu peito, recolhendo toda a porra que eu tinha espirrado ali e levei em direção a sua boca. Meio com nojo, meio com receio, Marcos foi abrindo os lábios e passando a língua em meus dedos, sorvendo boa quantidade de porra. Pareceu ter gostado, pois limpou meu dedos. Repetiu o mesmo procedimento comigo, que tratei de lamber rapidamente, pois já estava acostumado a fazer isso com minha própria porra. Essa sim deu pra sentirmos o gosto. Concordamos que a princípio o sabor era diferente, mas deixamos por conta da pouca quantidade de “porra” que saiu do peitinho dele. Concordamos que teríamos que repetir todo o processo, mas combinamos que iria ser num dia que ele tivesse batido bastante punheta e a tetinha dele estivesse bem cheinha (ele acreditava que quanto mais punheta ele batia, mais aumentava a quantidade de porra no mamilo). A gente continuava de pau duro, e ficamos pegando todo e qualquer restinho de porra que encontrássemos em nossos corpos e levando a nossas bocas, sempre com os dedos. Riamos e nos divertíamos. Parecia que estávamos brincando. No final, nem precisamos nos limpar. Aquela situação era nova pra nos dois, mas como melhores amigos que éramos, só fez fortalecer ainda mais nossa amizade. Na sequência vou relatar o desenrolar dos eventos, à medida que aumentava nossa cumplicidade. Depois tem a participação do Pedrinho também, que vou relatar posteriormente. Quem gostou de seu voto. Comentem se vocês já passaram por algo parecido. Volto logo com a parte dois. Abraço a todos.
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