Eu tenho 45 anos, branco, solteiro e sem filhos, 1,75m, nem magro e nem gordo, um homem normal... Mas o diferente é minha trajetória que desenvolveu minha tendência e personalidade no sentido de ser um homem submisso adepto em servir a dominação Feminina e, conforme irei relatar ao final, procurando um relacionamento liderado pela Mulher (sigla em inglês é FLR), que é um estilo de relacionamento no qual a Mulher tem o poder e supremacia sobre o homem, adestrando e moldando ele para servir e satisfazer conforme aquilo que Ela deseja para o relacionamento. Portanto, não é algo que se resume ao fetiche do BDSM, mas que se realiza de forma integral em todos os aspectos da rotina de um casal.
Não é um conto tradicinal, pois não irei contar em detalhes as minhas experiências e relacionamentos, nesse sentido. Mas apenas resumir minha trajetória - se algumas delas atrair o interesse, podem me pedir para relatar nos comentários.Vamos lá....
A minha iniciação sexual pode parecer para muitos algo errado, que teria sido traumático para mim, porque eu era muito jovem e foi com uma mulher adulta, mas não foi esse o caso... antes de acontecer, eu já desejava algo na direção da submissão, mostrando que essa é uma característica que, de certo modo, eu nasci com ela. Lembro que quando comecei a descobrir o sexo e a masturbação, eu tinha uma atração muito forte por Mulheres com uma atitude de mandona, brava... como eu definia na época.... e quase de imediato tinha uma facinação pelos pés de Mulheres. E aí, justamente nessa fase da pré-puberdade, começou a trabalhar na minha casa uma empregada que tinha essa atitude e usava chinelos havaianas, que muitas vezes ela ficava balançando nos pés, quando estava sentada.... Aquilo me hipnotizava, excitava, além de ela ser uma Mulher grande, gorda, com seios muito grandes (e ela era negra). Fui criado por minha mãe solteira que trabalhava o dia inteiro, então à tarde, depois da escola, eu ficava sob os cuidados da empregada, que minha mãe solicitava que garantisse que fizesse minhas tarefas; então, eu também comecei a me sentir atraido pelo fato de garantir isso, sempre me controlando e dizendo que eu tiva que fazer de modo bem direta e autoritária. Até que um dia, após eu tinha feito minha tarefa escoiar para casa, fechado no meu quarto, eu comecei a me masturbar pensando nos pés dela e nos seios.... Estava tão concentrado, que não percebi que ela havia aberto a porta do meu quarto, e me flagrou e dizendo, algo como: o que está fazendo?! Seu tarado, pervertido.... Lembro que me assustei e não consegui falar nada... ela se aproxima de mim, me mandando tirar a mão do meu pau (que naquela idade, ainda era pequeno - e não sou um submisso por ter um pau pequeno, meu pau tem 18cm e grosso)... depois só me lembro dizendo que sabia que eu era um taradinho, pois percebeu que eu olhava para os peitos dela e os pés.... E que para ela não falar nada sobre isso para minha mãe, eu teria que obedecer ela. Então, se seguiu o que passou a ser rotina todos os dias que ela trabalhava lá. Me chamando por coisas como tarado, pervertido, safado, cachorrinho... ela passava meu pequeno pau sobre a sua buceta grande e quente, batia uma punheta em mim (eu não gozava nada ainda, somente aquele choquinho) enquanto me mandava mamar os peitões dela, depois me orientava a chupar ela até me mandar parar (ou seja, até ela gozar) e por fim, me ensinou a beijar, chupar e passar um creme nos pés dela, assim como algumas vezes me mandava lixar a sola dos pés dela. Fora que também passei a ajudar ela em algumas tarefas do trabalho dela. Isso permaneceu por algum tempo, que hoje não sei ao certo, até que minha mãe demitiu ela, por desconfiar que ela estava roubando coisas - isso ocorreui na época em que tinha muita inflação no Brasil, então era comum acontecer isso e desconfiar.
Isso me marcou e eu de certo modo na adolescência passei a ter maior atração por Meninas, de um lado, de personalidade forte e, de outro, gordinhas (isso nunca foi um gosto exclusivo, já me relacionei com Mulheres com o físico de diferentes tamanhos). E foi no colégio que tive minha primeira namorada e a volta de experiementar uma parte deste mundo da Dominação Feminina. Na minha turma havia um casal de irmãos gêmeos, ele era meio que meu amigo e ela apenas tinha contato superficial, mas desejava ela (obviamente não falava isso para o irmão dela). Ela era gordinha, tinha uma atitude até meio masculina, o que atrai um certo falatório debochado sobre ela, que eu nunca participei e até em algumas situações meio que discutia sobre isso. Mas eu já era meio diferente também e com algo em comum com ela: na época a moda de música e roupas entre os adolescentes não era aquela que gostava e me encaixava, eu gostava de metal e rock, usava roupas pretas de camisetas de banda e tinha cabelo cumprido... aquele estilo que existe até hoje em que gosta desse estilo (eu não tenho mais esse estilo), ela também curtia esse mesmo estilo de se vestir e música. Então, o irmão dela convidou algumas pessoas para uma festa na casa dele, pois os pais havia viajado num feriado e deixado a casa com eles, liberando fazer alguma coisa desde que não fosse muita gente e não tivesse bagunça, som muito alto, essas coisas... E ele respeitou, convidando apenas alguns colegas e algumas meninas, mas depois de comermos pizza, começaram a dançar músicas que eu não curtia, e eu fiquei deslocado. Esse colega era muito gente de boa, percebendo eu deslocado, disse que era para eu bater na porta do quarto da irmã dele, pois sabia que eu e ela curtíamos o mesmo estilo de música, e já tinha visto eu conversando as vezes com ela sobre isso. Fui lá meio inseguro, bati na porta, e ao responder que era eu, ela abriu a porta, eu comentei que não aguentava mais aquela música e se poderíamos ouvir alguma coisa "descente", ela disse que sim, que estava fazendo isso naquele momento... Ficamos ouvindo e trocando ideia, e mais uma vez, os meus olhos mirando em pezinhos me entregaram... Ela estava descalça, com uma roupa de ficar em casa, nada sexy ou curto, mas os pezinhos apareciam... e uma hora, ela notou e fiquei envergonhado, mas ela me surprendeu e colocou os pezinhos no meu colo e disse para eu fazer uma massagem, eu ainda sem coragem de olhar ela nos olhos, obedeci e comecei ofegante e logo meu pau ficou duro sentido os pezinhos dela no meu colo, ela encolheu os pés, nos olhamos, e eu tive coragem e me aproximei dela e nos beijamos. Nessa época, diferente de hoje, nessa idade, não se topava fazer sexo até as vias de fato normalmente, então ficamos mais nos beijamos e nos esfregando, eu de cueca e ela de calcinha, mas eu consegui deixar ela a vontade para eu chupar ela, o que despertou ainda mais o lado dominante dela, pois passou a me puxar pelos cabelos e esfregas forte a xana fofinha e peludinha no meu rosto.... Nem eu e nem ela sabíamos o que era BDSM e tudo mais, mas a partir daquele dia, assumindo nosso namoro, desenvolvemos uma intimidade que poderia ser uma dominação soft, ela chegou a se soltar para se sentar no meu rosto para dar oral (aquilo que se chama de facesitting), as vezes me colocava de joelhos para chupar ela, me dava as vezes tapinhas no rosto quando estava com tesão, assim como passou a gostar de eu fazer massagem, beijar, lamber, chupar seus pezinhos, assim como pisar em mim e até se divertir me mandando cheirar meias, tênis e o chulezinho dela, passando na intimidade de me chamar de capachinho e tapete dela. Também ela percebeu que no nosso namoro, eu aceitava ela me controlar e mandar em mim, passando ela ter última palavra sobre o que iríamos fazer juntos e até eu segurar mochila, bolsa e coisas dela, também as vezes ela gostava de me arranhar forte e me beliscar. E nosso namoro durou assim um pouco mais de dois anos, quando o pai dela,teve que se mudar para outro estado por causa do trabalho, e alí vimos que havia chegado ao fim.
Eu fiquei sentindo falta dela durante um tempo, assim como de uma mulher com esse perfil... Porém, somente uns 3 anos depois, encontrei uma Mulher desse perfil, mas que desta vez, Ela tinha experiência e pleno conhecimento e prática de FEMDOM. Claro que antes disso, eu fiquei com outras meninas, mas tudo dentro do baunilha, que eu achava incompleto. Mas nesse meio tempo, eu soube, por acaso o que era o BDSM e FEMDOM, e imediatamente aquilo me atraiu... A TV por assinatura havia recèm começado no Brasil e, uma vez, vendo um programa à noite, que fazia reportagens sobre coisas diferentes, e uma vez mostrou o mundo do BDSM, especialmente apareceu homens submissos e suas Donas, não apareceu nada explícito, mas deixava claro o que envolvia o básico desse mundo. A partir daí, eu sempre batia punheta pensando e imaginando as coisas que apareceram naquele programa.... Até que vivi a primeira relação assumidamente de Dominação Feminina com práticas BDSM que eu nem sabia que existiam. Eu estava com 18 anos, na época não havia ENEM, cada universidade fazia o seu vestibular e eu estava fazendo, ao mesmo tempo, ir morar sozinho, pois já trabalhava, e estava fazendo vestibular para a Universidade Federal, foi quando eu conheci a minha primeira Dona/Rainha no sentido consciente da palavra. Ela era bem mais velha que eu, para ser mais preciso, 20 anos a mais.... Ela estava também o vestibular, pois já estava tranquila como funcionária pública e como gostava do mesmo curso que iríamos fazer, decidiu fazer um segunda graduação. Já no primeiro dia de provas, ela me chamou atenção, pois tinha um olhar que transmitia ser uma Mulher dominante (não sei explicar), eu ainda estava na minha fase de usar preto, cabelos cumpridos, estilo bem rockeiro, e ela também se vestia meio assim nesse estilo, o que me chamou mais atenção, mas por ela ser mais velha que eu e, também, ter um cara também fazendo vestibular, mais velho e bem boa pinta nesse estilo do rock, eu nem procurei tomar iniciativa, e ele tomou iniciativa, puxando papo com ela, mas via que ela não dava abertura. Até que no último dia de provas, eu chegava bem mais cedo, para não correr o risco de perder a prova, ela chega e me cumprimenta comentando a coincidência que ambos estávamos com uma camiseta do AC/DC, depois daquele papo normal, ela vê o cara chegando e me diz que ele não se mancava, que não tinha nenhum interesse nele. Ele cumprimentou ela e quando viu que ela somente deu um oi seco e continuou conversando comigo, ele se afastou. Ela comentou se poderíamos sair dali, depois da prova, juntos para o cara não vir encher o saco dela, e eu disse que sim. (Depois que estávamos nos relacionando, ela me disse que naquele dia, o modo como eu agia e conversava com ela fez perceber que eu tinha um jeito submisso e, por eu ser meio introvertido, deveria ser inexperiente, o que despertou o interesse dela sobre mim, além do meu papo ser imaturo, e realmente sempre fui meio "velho precóce" hehehe). Eu terminei a prova uns minutos antes dela e fiquei esperando, ela elogiou que esperei ela e dali em diante foi ela que assumiu o controle das coisas, ela fez um primeiro "teste" em mim: me pediu segurar a bolsa dela, enquanto ela ia no banheiro antes de irmos para tormarmos um café e continuar a nossa conversa. Quando viu que eu aceitei de boa e ao voltar do banheiro eu não fiz questão de entregar a bolsa e as coisas dela de volta, ela simplesmente me deixou a continuar segurando as coisas e fomos caminhando para o lugar que ela conhecia. Ficamos algumas horas conversando, quando houve aquela pausa e troca de olhares que abriu o caminho para nos beijarmos... beijamos, mas ela se afastou de repente e disse: aiiii guri, tu não sabe onde está se metendo... eu fico sem saber o que dizer e confuso, e ela pergunta se queria mesmo uma Mulher bem velha do que eu... eu disse que sim e falei que desde o primeiro dia que vi ela, eu achei ela linda... ela perguntou por que eu havia achado ela linda... e eu com um frio no estômogo respondi que não sabia se deveria dizer.... ela diz: fala, eu quero saber... eu morrendo de vergonha digo: seu olhar parece gostar de mandar... Ela abre um sorriso e diz: acertou, guri.... Disse para mim, se eu queria que realmente queria ser mandado por ela, afirmei que sim.... Então, ela falou que deveríamos ir para o apartamento dela ali perto, pois precisava falar melhor sobre isso comigo, mas que só se eu não me incomodasse que poderia estar a irmã mais velha dela, que dividiam o apartamento; eu disse que não me importava. Chegamos lá, no caminho meio em silêncio, e a irmã não estava, então me chama para conversar no quarto dela para não ser interrompidos. Foi ali que ela me explicou em que sentido ela gostava de "mandar" e me perguntou se eu sabia o que era BDSM, e eu expliquei o que tinha visto sobre isso e nunca tinha uma experiência de fato nisso e confessei que sempre gostei de pezinhos femininos, ela sentindo minha abertura me mandou ficar de joelhos, tirar os tênis dela, e massagear os pés dela, enquanto ela me explicava melhor sobre isso e o que ela queria de mim... Eu obedeci e basicamente ela explicou e eu prometi estar disposto a ser adestrado para ser o submisso dela, mas que não era somente para fetiches, mas por aceitar que controlasse nosso relacionamento, que eu deveria aceitar que ela era muito possessiva e eu aceitar que ela gostava de mostrar que sou submisso dela, então a irmã e alguns amigos dela saberiam disso, e alguns momentos pessoas que não conhecíamos irão perceber, mas nada explícito nesse caso, mas que eu teria que aceitar passar a imagem de um namorado frouxo. Eu aceitei e confirmei ao ela insistir que não abriria que as coisas fossem do jeito dela, que somente iria respeitar o meu ritmo em ser moldado por ela. E foi assim que começamos e com ela aprendi e experimentei de fato muitas coisas: ela tinha um estilo muito voltado à dominação psicológica e de humilhações (ou como ela gostava de falar, ver eu abrir mão dos meus orgulhos bestas). A irmã dela não era praticante de BDSM, também era lésbica, mas achava engraçado o modo como a minha Rainha mandava em mim, também aproveitava porque minha Rainha me fazia fazer muitos das tarefas domésticas na casa delas. A mesma coisa 4 amigas mais íntimas dela, que não eram praticantes, mas achavam engraçado eu ser submisso e capacho. Ela me introduziu em muitos fetiches que eram a preferência dela: bondage, privação de sentidos, surras, tortura nos mamilos, trampling, facessiting, velas, inversão mas sem feminização porque ela não gostava - no máximo me colocar uma calicinha mas para debochar e me humilhar, sair com ela comigo usando plug, chuva dourada e prateada, limpar os pezinhos sujos dela, cuidar e idolatrar os pezinhos dela, dar sexo oral nela mesmo suada, controle e frustração de orgasmo (na época não existiam no Brasil os cintos de castidade). Na frente de estranhos, as vezes ela me dava uns esporros e eu tinha que pedir desculpas, umas vezes me mandou colocar sapatos no pé dela em lojas, assim como quando estavamos na grama curtindo um parque me mandar faser massagem nos pés dela discretamente, fora sempre me entregar as coisas para carregar quando saímos. Obviamente ela sempre me castigava para me corrigir, assim como testava minha resistência a dor para eu aprender a agradar o lado sádico dela. E ela não permitia ter vida social ou fazer amiizade com colegas na nossa turma de graduação, somente vida social ao lado dela, assim eu também aceitei a regra que ela podia sair com as amigas dela sem mim, mas eu somente saia com ela. E de resto fazíamos as coisas comuns de um casal.... Porém depois de dois anos após terminarmos a graduação e eu concluir meu mestrado, eu tive a oportunidade de fazer meu doutorado fora e ela também me falava, já um pouco antes disso, que nossa diferença de idade não daria para irmos adiante, pois eu estava começando minha vida e por mais que fosse minha Dona, ela não me impediria de seguir adiante e viver aquilo que ela não estaria disposta a me acompanhar.... E foi assim que terminámos.
Tive outras experiências com o FEMDOM, mas nunca saiu de envolvimento exclusivamente para sessões por preferência delas. E duas namoradas que não toparam os BDSM. Até que, eu com 30 anos de idade, com a internet, em um site de relacionamento conheci minha última Dona, que tivemos um relacionamento mais amplo de FLR e FEMDOM. Ela era também mais velha que eu, só que dessa vez a diferença era de 10 anos.... A diferença também é que ela era mais reservada com relação a outros saberem do nosso estilos de relacionamento, pela mesma razão que eu também sou desde então: por uma questão profissional. Apesar de ter sido um relacionamento longo, não moramos juntos, mas revesávamos entre a minha casa e a dela, mas isso era uma preferêcia dela. Já nos encontramos sabendo de nossas preferências, então não tevem uma circunstância especial, mas ambos, ao nos conhecermos pessoalmente pela primeira vez, sentimos que éramos compatíveis, então as coisas evoluíram muito naturalmente. Além do que vivi no relacionamento anterior em termos de fetiches, com ela - uma mulher alta (1,75m, então de salto ficava maior que eu), cabelos castanhos claros, gordinha com seios muito grande - fui iniciado por ela em outras coisas: cinto de castidade com uso prolongado (de início ela me disse que raramente iria deixar eu penetrar ela, e quase nunca iria fazer sexo oral em mim, que na verdade eela iria me comer muito mais, e sempre faria ela gozar dando sexo oral para ela), ela gostava muito de inversão com feminização, tanto que ela me levava para uma das únicas pessoas que sabiam do nosso estilo de relacionamento, a depiladora dela, que com ela riam de mim sofrendo na depilação e trancado com no cinto de castidade e ainda usando calcinha.... e, por fim, eu aceitei que ela tinha um PA, que ela saia e fazia sexo de vez em quando, mas ela nunca quis que eu visse e estivesse presente, somente as vezes ouvir ela no telefone gemendo, me xingando e debochando que ele comia ela muito mais que eu, assim como ela chupava ele e outras coisas nesse sentido... e depois quando chegava depois do encontro com o PA, me colocava para lamber a calcinha e buceta melada de porra por ele. Foi ali que aprendi sobre o cuckold, ser corno manso. Mas infelizmente as coisas acabaram abruptamente entre nós: através de uma amiga dela, ela começou a se converter de forma muito intensa e rápida ao budismo, e aí ela foi se afastando de mim, até que me disse que não dava mais, e me explicou o que aconteceu, lembro que me senti sem chão, mas não tinha como fazer nada, ela já estava decidida e me pediu que respeitava a escolha dela, que inclusive envolvia que ela se mudaria para uma outra cidade, uma cidade pequena no interior.... E aí tive que aceitar....
Durante alguns anos fiquei me sentindo mal por isso, mas já alguns anos também, eu virei a página e hoje apenas me lembro como uma experiência que me formou e ter certeza de querer a voltar a viver uma relação liderada pela Mulher, que envolva o FEMDOM e, ela querendo, castidade e cuckold.
Enfim, desculpe o relato longo e os possíveis erros de escrita.... Quem quiser comente ou mande mensagem para contato....
Abaixo, imagens que apenas ilustram o estilo físico de cama uma das Mulheres que mencionei aqui, em ordem que apareceram nesse relato.



