A Raquel chegou à empresa naquela sexta-feira de manhã vestida de forma aparentemente profissional, mas deliberadamente provocante. Usava uma camisa branca de seda fina, ligeiramente transparente quando a luz batia de certo ângulo, abotoada apenas até um ponto que deixava entrever o início do sutiã de renda preta. A saia curta preta subia bem acima do joelho, apertando as ancas perfeitas e deixando à vista as coxas macias e bem torneadas. Sempre que se mexia, o tecido subia um pouco mais, quase revelando o início da tanga. Por baixo, um conjunto de lingerie preta de renda que mal cobria a cona depilada e os seios pesados e redondos. O cu redondo e empinado marcava claramente o tecido da saia. Os saltos altos pretos faziam o seu andar ainda mais sensual, fazendo a bunda balançar de forma provocante. O Dr. Paulo não disfarçou o olhar. Durante toda a manhã os olhos dele desciam até às coxas dela e ao cu empinado que se desenhava sob a saia curta. À hora do almoço, chamou-a ao gabinete. — Raquel, fecha a porta. Ela obedeceu. Ele levantou-se da cadeira, rodeou a secretária e parou atrás dela, os olhos fixos no cu redondo e empinado. — Essa saia… — murmurou ele, a voz baixa e rouca. — Está demasiado curta. Cada vez que te baixas, quase se vê tudo. E este cu… tão redondo, tão empinado… está a pedir para ser agarrado. Raquel sentiu a cona ficar imediatamente molhada. — Foi de propósito, doutor… — respondeu ela, a voz trémula de excitação. — Queria que reparasse. Ele passou a mão por cima da saia curta, apertando firmemente uma nádega redonda e firme. — Vamos sair daqui. Já reservei um quarto no hotel. Quero-te nua, de quatro, com este cu empinado para mim. No carro, a mão dele não parou. Subia pela coxa nua dela, por baixo da saia curta, até roçar a renda da tanga. — Estás molhada, não estás? — perguntou ele, roçando o dedo na cona por cima do tecido. — Diz-me. Diz-me o que queres que te faça quando chegarmos ao hotel. — Quero que me foda… — sussurrou Raquel, abrindo um pouco mais as pernas. — Quero que me agarre pelo cu e me use. Quero sentir o seu pau grosso a abrir-me. Assim que entraram no quarto do hotel e a porta se fechou, o Dr. Paulo não perdeu tempo. Puxou-a contra si e beijou-a com força, as mãos descendo imediatamente para a saia curta. Levantou-a até à cintura, expondo as coxas e a tanga de renda preta que mal cobria a cona. Depois virou-a de costas para ele e puxou a saia ainda mais para cima, ficando a olhar para o cu redondo e empinado. — Olha para isto… — murmurou ele, apertando as duas nádegas com força e separando-as ligeiramente. — Que cu perfeito. Redondo, firme, empinado… feito para ser fodido. Tira a roupa. Tudo. Quero-te nua. Raquel tirou a camisa devagar, depois o sutiã, deixando os seios pesados e redondos livres. Os mamilos escuros estavam duros. Depois deslizou a saia curta e a tanga pelas pernas, ficando apenas de saltos altos. Virou-se de costas novamente e empinou o cu propositalmente. — Assim, doutor? — perguntou ela, olhando por cima do ombro, a voz carregada de desejo. — Quer o meu cu assim, bem empinado? — Mais. Empina mais. — Ele deu-lhe uma palmada seca na nádega direita, fazendo-a tremer. — Quero ver este cu a tremer quando te foder. Raquel obedeceu, empinando ainda mais, as mãos apoiadas na beira da cama. O Dr. Paulo ajoelhou-se atrás dela e passou a língua devagar entre as nádegas, lambendo do cu até à cona molhada. — Tão doce… — murmurou ele. — E tão molhada. Já estavas assim no escritório, a andar com esta saia curta, a mostrar o cu a toda a gente? — Só a si… — gemeu ela. — Queria que me olhasse. Queria que me levasse e me fodesse. Lambe-me mais… mete a língua no meu cu. Ele obedeceu, enfiando a língua no ânus apertado enquanto dois dedos entravam na cona. Raquel gemia alto, empurrando o cu redondo e empinado contra a boca dele. — Sim… assim… não pare… — pedia ela. — Quero gozar assim, com a sua língua no meu cu. Quando ela gozou, o corpo a tremer, o Dr. Paulo levantou-se, tirou a roupa e posicionou-se atrás dela. Esfregou a cabeça grossa da pila na entrada da cona e entrou de uma só vez, fundo. — Porra… que apertada… — rosnou ele, segurando-lhe as ancas e começando a meter com estocadas fortes. — Este cu empinado a tremer a cada estocada… olha como balança. Diz-me que és minha puta. — Sou… — gemeu Raquel alto, o corpo a abanar com a força das estocadas. — Sou a sua puta. Fode-me mais forte. Agarre no meu cu. Quero sentir as suas mãos a marcar-me. Ele agarrou as nádegas redondas com força, separando-as, e fodeu-a com intensidade crescente. O som de pele a bater em pele enchia o quarto. Depois puxou-lhe o cabelo e forçou-a a olhar para trás. — Queres que te foda o cu também? — perguntou ele, a voz rouca. — Queres sentir o meu pau a abrir este cu redondo e apertado? — Quero… — respondeu ela, ofegante. — Fode-me o cu, doutor. Quero sentir tudo. Usa-me como quiser. Ele retirou-se da cona, esfregou a pila molhada de esporra e de humidade dela no ânus e começou a entrar devagar. Raquel gemeu fundo, empurrando o cu empinado para trás, facilitando a entrada. — Isso… engole o meu pau com o cu… — murmurou ele, entrando centímetro a centímetro até estar completamente dentro. — Que cu apertado… feito para ser fodido. Começou a meter com estocadas profundas e controladas, uma mão a apertar a nádega e a outra a esfregar o clitóris dela. Raquel gemia sem parar, o corpo a tremer. — Mais forte… por favor… fode-me o cu como se eu fosse só sua… — pedia ela. — Enche-me. Quero a sua esporra dentro do meu cu. O Dr. Paulo acelerou, fodendo o cu redondo e empinado com força até gozar com um gemido rouco, jatos quentes a encherem-na profundamente. Raquel gozou de novo com a sensação, o corpo a convulsionar. Eles caíram na cama, ofegantes. Mas o Dr. Paulo ainda não tinha terminado. Puxou-a para cima de si, os seios pesados dela a pairarem sobre o peito dele. — Ainda não acabámos… — disse ele, a voz baixa e intensa. — Quero-te outra vez. Desta vez quero ver este cu a subir e a descer em cima do meu pau. Cavalga-me. Empina esse cu enquanto me fodes. Raquel obedeceu, posicionando-se e descendo devagar sobre a pila ainda dura dele. Começou a cavalgar, o cu redondo e empinado a subir e descer de forma provocante, os seios pesados a balançarem. — Assim, doutor? — perguntou ela, olhando-o nos olhos, a voz carregada de luxúria. — Gosta de ver o meu cu a engolir o seu pau? — Adoro… — respondeu ele, apertando as nádegas dela com as duas mãos. — Continua. Fode-te a ti mesma com o meu pau. Quero ver este cu a tremer quando gozares outra vez. E ela continuou, cada vez mais rápido, cada vez mais suada, cada vez mais perdida no prazer, enquanto o Dr. Paulo a guiava pelas ancas e a enchia de palavras sujas e ordens quentes. Depois de a foder com força no quarto, o Dr. Paulo puxou Raquel contra o peito, os corpos suados e ainda trémulos. Ele passou a mão devagar pela curva das ancas perfeitas dela, descendo até ao cu redondo e empinado, apertando-o com firmeza. — Que tarde incrível… — murmurou ele, beijando-lhe o pescoço. — Nunca imaginei que fosses tão gulosa. Este cu… tão redondo, tão empinado… e esta cona que não para de me apertar. Raquel, ainda ofegante, sorriu e passou os dedos pelo peito dele. — E eu nunca imaginei que me fosse foder assim, doutor. Quero mais. Quero que me use sempre que quiser. Eles continuaram mais um pouco, ele fodendo-a devagar de lado, admirando os seios pesados a balançarem a cada estocada, até gozarem juntos pela última vez naquela tarde. Quando saíram do hotel, Raquel vestiu novamente a saia curta preta e a camisa de seda, mas a cona ainda latejava de luxuria
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