Putinha, libera a bucetinha e ama ser gravada



Ele estava sentado na beira da cama, só observando. O celular em mãos, pronto pra registrar cada segundo.
Eu fiquei de pé na frente dele, puxei o short devagar, deixando a calcinha deslizar pela coxa até cair no chão. Aproximei os dedos da minha boceta brilhando de tesão e disse com a voz baixa, rouca:
— Olha como minha ppk tá molhada… só esperando tua língua.
Ele mordeu o lábio, inclinando-se pra frente, mas eu recuei, provocando. Afastei as pernas ainda mais, passei os dedos no meio e levei à boca, gemendo.
— É isso que você quer, né? Ver de pertinho… sentir o gosto que já tá me escorrendo?
A respiração dele ficou pesada, os olhos presos em cada movimento. A câmera registrava, mas eu não queria só a gravação. Me aproximei até encostar minha boceta no rosto dele, sentindo a barba arranhar de leve, e segurei sua nuca.
— Agora mete a língua… e não para até eu gozar na tua boca.
Ele não pensou duas vezes. A língua deslizou quente entre meus lábios molhados, sugando, lambendo cada gota. Eu gemi alto, segurei firme na cabeça dele e rebolava contra a boca como se estivesse fodendo a língua.
— Isso… chupa minha boceta toda… — minha voz saiu entrecortada, arfando.
Ele gemia junto, o som abafado contra minha pele. Cada vez que ele enfiava a língua mais fundo, eu tremia, sentindo o tesão subir como um choque. Minhas pernas vacilaram, mas eu continuei empurrando a boceta na cara dele, esfregando até sujar o rosto inteiro de gozo.
Não aguentei. Empurrei ele pra trás na cama, subi por cima, esfregando minha boceta molhada no pau duro dele por cima da cueca. A marca da cabeça latejava contra mim, e eu molhava ainda mais o tecido.
— Tá sentindo? — sussurrei no ouvido dele, rebolando lento. — Minha boceta implorando pela tua pica grossa.
Ele gemeu e puxou minha calcinha de vez, rasgando no impulso. A cueca caiu em segundos, e o pau saltou, duro, quente, latejando. Eu passei a ponta no meu clitóris, só pra provocar, escorrendo na glande.
— Vou sentar gostoso, até você perder o ar…
E sentei devagar, deixando cada centímetro entrar. O gemido saiu arrastado, fundo, minha boceta sugando, apertada, engolindo tudo.
Ele agarrou minha cintura, começou a me socar de baixo pra cima, sem dó. O barulho das estocadas se misturava com meus gemidos, com o som molhado da minha boceta batendo contra o pau.
— Mete mais forte… quero tua pica me arrombando… — eu gritava, cavalgando cada vez mais rápido.
Eu sentia a porra dele subindo, o corpo tenso, e antes que ele pudesse segurar, cravei até o fundo e gemi:
— Goza dentro de mim, porra… quero sentir quente, escorrendo todinho…
E ele gozou forte, socando até a última gota jorrar, quente, escorrendo pra fora junto com meu gozo que escorria pelas minhas pernas.
Eu desabei sobre o peito dele, ainda tremendo, enquanto a câmera no canto registrava cada detalhe.
Ainda ofegante, eu deslizei por cima dele, sentindo o pau relaxado ainda pulsando, mas só de encostar já começou a endurecer de novo. Minha mão agarrou firme, passando a ponta no clitóris enquanto olhava nos olhos dele com aquela malícia:
— Achou que tinha acabado? — sussurrei. — Minha boceta ainda tá pedindo por mais.
Ele mordeu o lábio, incapaz de responder, só com os olhos brilhando de tesão. Eu me levantei de quatro na cama, arqueando a bunda e mostrando cada curva molhada, brilhando do gozo recente.
— Vem, só de trás… — disse, rebolando devagar, provocando. — Quero sentir teu pau entrando fundo na minha bunda agora.
Ele não hesitou. Posicionei-me, sentindo a ponta tocar, e então ele começou a me penetrar lentamente, cada estocada firme fazendo meu corpo estremecer. Gemidos escapavam sem controle enquanto minha mão subia e descia pelo pau dele, lubrificando com meu próprio gozo.
— Mais forte… — eu gritava, sentindo o pau dele bater contra meu ponto mais sensível. — Até eu não aguentar mais, quero sentir tua pica dominando tudo.
A câmera continuava gravando, cada movimento registrado. Eu virei a cabeça pra olhar a lente, mordendo o lábio, como se estivesse convidando quem assistia a se perder no meu tesão. Cada socada era mais fundo, mais rápido, e eu sentia meu segundo orgasmo se formando, apertando ao redor dele enquanto ele gemia contra meu ombro.
— Goza em mim de novo… — sussurrei. — Quero sentir teu calor escorrendo pela minha bunda enquanto minha boceta ainda te chama…
E assim, entre gemidos, socadas e respiração pesada, a cama virou um redemoinho de tesão, prazer e luxúria sem freio, com a câmera capturando cada detalhe.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Putinha, libera a bucetinha e ama ser gravada

Codigo do conto:
268386

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
27/07/2026

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