Chefe dominador



Tem uns seis meses que comecei na empresa nova. Fiz questão de deixar claro, nesse novo emprego, que sou gay, tenho namorado e sou muito bem resolvido com a minha sexualidade, porque no trabalho anterior eu era enrustido e isso tinha me feito muito mal. Todo mundo me recebeu muito bem.

Inclusive meu chefe, Douglas, que depois me chamou no reservado e fez questão de expressar seu apoio. Disse que admirou minha atitude, que, se eu não falasse, ninguém nem perceberia que eu era gay, mas que era legal ter essa abertura e que ele gostava de conhecer bem a equipe. Disse isso com a mão no meu ombro e olhando bem nos meus olhos.

Ele era um cara muito bonito. Moreno, alto, rosto quadradão, barba grande, uma fisionomia que, de alguma forma, tinha uma aparência meio árabe… E gostava de malhar, o que ficava evidente nas roupas sociais muito apertadas que usava. As camisas sociais justas deixavam bem visível o peitoral definido e os braços fortes. O mesmo acontecia com as calças: coxas grossas, bunda grande e uma mala pesada, sempre bem recheada.

Eu gosto de ser muito discreto. Não dou muita abertura para que ninguém use da minha sexualidade contra mim. Inclusive com o Douglas, mesmo achando ele absurdamente atraente, sempre fiz o máximo pra não transparecer nada. Sempre o tratei cordialmente, sem brincadeirinha, nem nada.

Já ele estava agindo muito estranho comigo. Tinha um excesso de simpatia, puxava assunto, sempre arrumava um pretexto pra ir até a minha mesa de trabalho, falava muito perto de mim, olhava no fundo dos meus olhos… E era um olhar predador. A voz dele era grave e ele tinha aquela articulação de líder, de quem sabe o que fala e gosta de comandar.

Nessas idas à minha mesa, ele sempre fazia questão de pedir pra eu mostrar alguma tabela no computador. Ficava em pé ao meu lado, colocava a mão no meu ombro… Eu, sentado na cadeira, ficava com uma visão privilegiada daquela mala muito marcada e volumosa na calça social apertada que ele usava e, vez ou outra, aquele volume roçava no meu braço. Isso fazia uma tensão percorrer todo o meu corpo. Eu me estremecia, me arrepiava, pensamentos profanos inundavam minha cabeça, mas, ainda assim, eu me mantinha bem profissional. Nada de dar abertura.

Nesses momentos ele parecia perceber meu nervosismo. Me olhava no fundo dos olhos e, de forma sacana, perguntava se eu tava tudo bem. Parecia perceber o furor que estava me causando e eu acho que ele gostava disso.

Essa cena já estava recorrente. Eu me perguntava se ele não tinha medo do pessoal da sala perceber e comentar, mas ele parecia indiferente a isso e fazia tudo parecer casual. Os outros também não pareciam notar e ele parecia adorar o desconcerto que me causava bem ali, na frente de todo mundo.

Com o tempo ficou claro que era proposital e isso evoluiu pra uma espécie de jogo entre nós… Sem palavras, mas com olhares e toques discretos o suficiente para os outros não notarem, porém contundentes o bastante pra eu ter certeza de que não era tudo coisa da minha cabeça.

Mas eu ficava me perguntando até onde essa brincadeira poderia chegar, porque ele era casado, tinha filhos, e eu tinha namorado.

Mesmo assim era muito excitante, e isso começou a me consumir um pouco. Acho que a ele também, ao ponto de, certo dia, ele me pedir pra fazer hora extra pra suprir umas demandas. Senti, no tom de voz, que tinha algo a mais ali e já fiquei imaginando o que poderia rolar.

Pensei que ele estava tramando ficar até mais tarde também e que alguma coisa ia acontecer. Mas deu o horário de ele ir embora e ele foi. Depois todo mundo foi saindo e fiquei sozinho no escritório, me achando um trouxa por pensar que ia rolar alguma safadeza, quando, na verdade, eu só ia trabalhar mesmo.

Quando todo mundo já tinha ido embora e eu já tinha aceitado a realidade, senti alguém me observando. Ao levantar a vista, vi o Douglas na porta do escritório, com um sorrisinho sacana de canto de boca, me dando boa-noite e dizendo que tinha esquecido de analisar os indicadores.

Me pediu pra colocar os indicadores na tela, como sempre fazia, e, agindo da forma mais rotineira possível, veio até a minha mesa e ficou em pé ao meu lado.

Eu fiquei mudo durante esse intervalo, confuso sobre como agir. Se, de fato, ele queria ver os indicadores ou se eu devia fazer outra coisa…

Como sempre, ele depositou a mão pesada sobre meu ombro e, dessa vez, não apenas roçou o pau no meu braço, mas encostou com firmeza. O arrepio percorreu meu corpo instantaneamente. Eu continuei mudo até que ele disse:

— Vamos, rapaz. Me apresenta os indicadores…

Com a voz embargada, fui tentando explicar, quando ele, num tom extremamente safado, disse:

— Que houve? Você tá parecendo tão nervoso…

Eu engoli seco. Não conseguia falar.

Ele passou para trás da minha cadeira, depositou as duas mãos sobre meus ombros e começou a me massagear. Em tom casual, disse:

— Deixa eu fazer uma massagenzinha aqui pra te relaxar. Você tá muito tenso.

Eu não sei por quê, mas fiquei muito confuso com a situação, e minha primeira reação foi querer sair daquele embaraço.

— Não, Douglas, não precisa. Acho que eu só preciso tomar uma água… É que eu tô com a garganta um pouco seca.

Então fiz menção de levantar, na intenção de ir ao bebedouro, mas fui impedido pela pressão das mãos dele sobre meus ombros, que me obrigaram a permanecer sentado.

— Para com isso, não precisa de água, não. Você só precisa aliviar essa tensão.

Então ele se aproximou do meu ouvido e, com uma voz rouca e sussurrada, disse:

— Dizem que eu pego um pouco pesado, mas, se você relaxar e obedecer, vai sentir muito prazer… na massagem.

Eu estava sem reação. Mas tudo começou a se encaixar na minha cabeça. Aquilo realmente estava acontecendo, e tudo indicava que ainda aconteceria mais alguma coisa, ali mesmo.

Todos os pensamentos foram desaparecendo conforme aquelas mãos grandes e pesadas faziam movimentos circulares pelo meu trapézio. Depois, foram subindo lentamente pelo meu pescoço, pela minha nuca, até uma leve puxadinha no meu cabelo, que fez minha cabeça tombar para trás e encontrar o rosto dele me olhando de cima.

Ficamos trocando olhares por um segundo, quase como uma conversa silenciosa, na qual nós dois entendemos o que ia acontecer ali e consentimos.

Então, lentamente, ele foi aproximando o rosto do meu, passou a língua pelos meus lábios, mordeu meu lábio inferior e, prendendo-o entre os dentes, deu uma leve puxada. Aquilo foi tão bom.

Fiquei na mesma posição, sentado na cadeira de escritório, olhando para cima e vendo o rosto dele me devolver um olhar extremamente dominador, cheio de malícia e desejo. Permaneci estático, com a boca entreaberta, do jeito que ele a havia deixado depois do beijo.

Percebi quando ele juntou saliva e cuspiu na minha boca, deixando um pouco escorrer pelo meu rosto. O nojo já não era uma opção naquele momento. Tudo parecia excitante demais, e eu não conseguia rejeitar nem mesmo aquela cusparada invadindo minha boca e escorrendo pelo meu rosto.

Suavemente, ele girou a cadeira, de modo que ficássemos de frente um para o outro. Notei que o volume sob a calça denunciava o quanto ele estava excitado. Ele passou a mão sobre a saliva que havia caído no meu rosto e a espalhou pela minha pele, terminando com o polegar pressionado contra meus lábios, forçando minha boca a ficar bem aberta.

— Faz tempo que eu queria te olhar assim, com a boca bem abertinha, prontinha pra chupar uma rola grossa. Fica sentadinho aí, tá? Paradinho, tá bom?

Eu estava extasiado. Nunca ninguém tinha me tratado daquela forma, com tamanho domínio. E era um domínio preciso, sem excessos. Uma voz de comando bem colocada, que não me deixou outra escolha além de obedecer. Nesse ponto, eu já não pensava em nada. Estava completamente entregue, curioso e ansioso com o que ele faria comigo ali naquela sala.

Então ele devagar começou a desabotoar a camisa, revelando um peitoral grande, musculoso e com pelos aparados que preenchiam todo o peitoral descendo pelo meio da barriga bem definida até chegar naquela rola que pulsava marcada na calça. Tirou a camisa jogou pro lado e começou a tirar a calça, ele tava sem cueca e ao abrir o zíper aquele pau majestoso saltou pra fora, grosso, com veias salientes, escuro, com a cabeça arroxoada e grande. Baixou as calças revelando também os testiculos grandes que formavam uma imagem linda entre as coxas grossas e peludas, a pele bronzeada parecia me chamar e tudo que eu desejava era lamber cada pedaço do corpo daquele deus em forma de homem que estava em pé na minha frente, completamente nu, a não ser pela gravata que ainda estava em seu pescoço.
Eu levantei da cadeira e me aproximei pronto para agarra-lo quando de repente ele me segurou pelo queixo e me conduziu até que ficasse contra a parede ao lado e disse firme mas com carinho:

_Eu não mandei levantar, só faz o que mandar ta bom?_ eu concordei balançando a cabeça afirmativamente.

Ele então deslizou as mãos até as minhas e suspendeu meus braços acima da minha cabeça, prendendo contra a parede e me beijou calorosamente, preenchendo minha boca com a língua dele, sugando minha boca inteira.
Depois se afastou e me deixou ali parado contra a parede, mãos ainda acima da cabeça. Pegou a cadeira e sentou todo poderoso na minha frente e em tom de ordem disse:
_Agora, tira a roupa devagar! Começa pela blusa.

Eu obedeci. Abaixei os braços devagar e comecei a tirar a blusa, revelando meu físico magro, mas atlético e minha pele extremamente branca, sem pelos. Depois tirei os sapatos, meia e as calças, ficando apenas com a cueca branca slip que mal podia conter dentro dela meu pau que pulsava excitado.

Ele passou a mão por cima da minha cueca, sobre minha rola dura que se estendia até quase a cintura, me massageando como se fosse uma massa e pressionando minha pelvis contra parede. Logo em seguida puxou minha cueca só o suficiente para revelar a cabeça do meu pau, a cabeça rosada saindo por cima a qual ele deu uma gostosa lambida. Depois terminou pedindo que eu tirasse também a cueca, o que fiz sem objeção.

Meu pau longo, mas não tão grosso, branquinho e da cabeça rosada que apontava reto pra frente extremamente duro ficou ali a mostra. Eu em pé completamente nu fiquei observando seus olhos transitando por todo meu corpo. Joguei a roupa pro lado no mesmo canto em que ele jogou as dele.

_Que corpo lindo você tem, bem como eu imaginei_ disse ele enquanto escorregava a cadeira para mais perto de mim e segurou meu pau dizendo:

_ E um grelinho bem grande para um branquelo.
Já enfiando o meu pau inteiro na boca, o que me deu um estalo de prazer. Me chupou gostosamente e babou muito minha pica, depois foi retirando da boca com os dentes semicerrados passando suavemente da base até a ponta do meu pau e por fim segurou o couro da cabecinha numa mordida suave, a sensação estranha me fez sentir um desconforto que se transmutava em puro prazer.

Ele levantou e ficamos frente a frente, nossas rolas se encostando e a dele mostrando sua superioridade em relação a minha, era maior, mais grossa, mais veiuda. Nos beijamos novamente, dessa vez me permiti passar minha mão por todo o corpo dele, o peitoral grande, os braços musculosos, as costas… em tudo, ao passo que ele apenas segurava meu rosto e me beijava brutalmente.

Parou o beijo, deu um passo para trás recuperando o fôlego, levou as mãos até o pescoço e retirou a gravata que ainda vestia, se aproximou novamente de mim e passou a gravata em volta do meu pescoço e ajustou delicadamente. Depois segurando na ponta da gravata como se fosse uma coleira puxou para baixo, me conduzindo até que eu ficasse de joelhos. Novamente ficou me olhando de cima, encheu a boca de saliva e cuspiu bem no meio da minha cara, depois espalhou com a mão, me deixando completamente lambuzado. Em seguida com a mão esquerda segurou meu cabelo e enfiou o dedão direito na minha boca e abriu ao máximo.

_Você fica lindo assim. Fica com a boquinha aberta ta? Não fecha.

Então sentou na cadeira e segurou o pau com a mão direita bem na base da rola, apertando e a deixando ainda mais grossa e longa. Com a mão esquerda na gravata, feito uma coleira, me puxou em direção ao pau dele, eu fui me aproximando até ficar de quatro com a boca bem aberta. Ele posicionou aquela cabeçona na entrada da minha boca e disse:
_Não chupa, só mantém a boca aberta!

Então forçou aquele mastro enorme para dentro da minha boca, agarrou minha cabeça por trás com as duas mãos, dedos entrelaçados na minha nuca e começou a foder minha boca tirando e colocando o pau. Eu obedeci, só fiquei com a boca aberta enquanto ele tentava enfiar cada vez mais daquele mastro para dentro. Eu ensopei o pau dele de saliva, engasgava e ele pausava pra eu me recuperar, fiquei todo melado minha saliva chegava a pingar no chão, ele parecia satisfeito com a cena. Parou de socar, se recostou na cadeira e pediu pra eu mamar ele.
Segurei a pica dele com as duas mãos e me deliciei chupando e lambendo a rola, as coxas, a barriga… roçando meu rosto nos pelos do pau, sentindo o cheiro de macho que invadia meu nariz.

Comecei a bater uma enquanto o mamava, ele me parou de repente, me disse mais uma vez para fazer so o que ele mandasse e tirou minha mão do meu pau. Se afastou um pouco, ficou me olhando um segundo o olhar dele me devorava e isso me incendiava por dentro.

Segurou novamente na gravata envolta do meu pescoço, se levantou da cadeira e me puxou pela “coleira” me levando engatinhando mais pra frente, depois foi ajustando minha posição de forma que eu fiquei com os cotovelos e joelhos no chão, ainda de quatro do que agora com a coluna curvada e minha bunda bem empinada pra cima.
Dai ele se ajoelhou atras de mim, segurou minha cintura e me deixou ainda mais empinado, meu rosto quase tocando o chão, agarrou minha bunda… cada lado em uma mão, então me abriu deixando meu cu bem exposto, me advertiu pra permanecer nessa posição, e enfiou a cara entre minha bunda, passando a lingua no meu cu, mordiscando minha bunda e me dando uns tapas suaves mais ardentes.

_como eu amo esse cheiro _ disse ele enquanto me pedia para arreganhar bem as pernas…

Eu só conseguia obedecer, nunca tinha sentido tantas sensações como nesse dia.

Na sequência ele segurou minha pica com a mão direita e passou a me punhetar enquanto lambia meu cu. Ele enfiava a lingua tão fundo em mim, eu me contraia e meu cuzinho piscava constantemente, ele parecia gostar e me lambia com mais intensidade a cada piscadela, a mão firme friccionava e apertava meu pau com força, chegava quase a doer, anunciei que estava prestes a gozar e ele parou. Pediu pra eu esperar mais um pouco.
Foi devagar vindo por cima de mim, que ainda estava naquela posição e ele se projetou por cima de mim até chegar com a boca no meu ouvido. Deixando eu sentir um pouco o peso dele sobre mim, a rola dele bem encaixada no meio da minha bunda permitindo eu sentir a pulsação latente. A voz levemente esbaforida indagou no meu ouvido.

_Tu quer essa pica dentro de ti?
Eu balancei a cabeça afirmativamente indicando que sim. Mas ele exigiu:
_ Então pede. Pede pra eu enfiar minha rola em você, pede!

Assim eu fiz. Pedi que ele me comesse, que ele enfiasse aquela pica grossa em mim. Ele pedia pra eu dizer mais alto e eu obedecia pedindo que ele me fodesse, implorando pra ele me foder, me fode, por favor, me fode.

Ele saiu de cima de mim. Cuidadosamente me colocou em frango assado. Estendeu minha perna bem pra cima depositando elas sobre os seus ombros. Encaixou a cabeçona da pica dele na entrada do meu cu e me pediu pra piscar.

Deixou escorrer saliva bem vagarosamente da boca e cair no pau em contato com meu cuzinho, e começou a penetrar aquela pica dura e grossa pra dentro de mim.
Enquanto sussurrava:
_Sente meu pau entrando, sente!

Eu queria muito ele dentro de mim, e ele foi entrando gostoso, a cada piscada que eu dava ele metia mais um pouco até me preencher por inteiro.

Por um momento ele apenas deixou a rola dentro de mim, pulsando.
Depois começou a tirar e introduzir bem lentamente. Eu sentia cada centímetro daquela rola grossa entrando e saindo de mim. Em um ritmo progressivo, passou a tirar bem lentamente e socar ela com força pra dentro, e repetia, tirava devagarzinho e logo em seguida estocava até o talo dentro de mim com veemência, essa sequência foi ficando cada vez mais rápida e mais rápida até chegar ao ponto em que ele socava em mim forte e num ritmo frenético, suas bolas se chocavam contra mim fazendo um som de estalo que me deixava louco, eu gemia forte enquanto ele também urrava abraçando minhas pernas contra seu peito e maltratando deliciosamente meu cuzinho com aquele vai e vem.

Sem interromper os movimentos me pediu para que eu me punhetasse até gozar. Coisa aue eu prontamente comecei a fazer.
O prazer era intenso, meu pau tava muito duro, nunca tinha visto minha pica tão vermelha, parecia até maior. Eu me punhetava e rebolava na pica dele, ele tinha suspendido ainda mais minha perna, minha bunda estava fora do meu chão com meu cuzinho praticamente voltado pra cima facilitando as estocadas cada vez mais rápidas… eu estava em êxtase, esfolava minha pica tão rápido quanto ele metia em em mim, sentia minha gala se acumulando na cabeça do meu pau, sentia minha rola ainda mais dura, sentia o prazer ainda mais intenso, aquela posição deixava meu pau praticamente voltado pro meu rosto e o gozo estava cada vez mais perto, nesse frenesi o ápice veio, o primeiro jato da minha própria porra veio direto no meu rosto, os outros três vieram em sequência melando meu peito e barriga, não lembrava a última vez que tinha gozado tanto, me tremi de tanto prazer.
Assim que eu gozei ele tirou a pica de dentro de mim, deixou minhas pernas cairem devagar no chão, fiquei deitado enquanto ele veio apressadamente por cima de mim, colocando um joelho de cada lado da minha cabeça, quase sentado sobre meu peito, com aquela pica jogada bem na minha cara, parecendo ainda maior devido ao tesão e o gozo iminente, mais uma vez deixou minha boca bem aberta e começou a se punhetar com força. Segurava aquela tora de pica e estalava ela batendo por todo meu rosto depois continuava se punhetando, ele colocou a mão esquerda no chão enquanto se masturbava com a direita seu corpo grande e suado fazia sombra sobre mim.
Eu acompanhava o seu rosto de êxtase enquanto seus gemidos preenchiam a sala, ele rebolava com a pica na mão e resvalava ela vez ou outra no meu rosto, o gozo estava próximo, ele parou de estocar a própria mão, pressionou a cabeça da rola como quem segurava a gala posicionou o pau na direção da minha boca e logo em seguida jorrou jatos de porra na minha boca, alguns pelo meu rosto, era tão farto que escorreu pela minha boca e aquele gosto de gala invadiu meu paladar, ele gemia parecendo um urso, com a voz forte e grave. Depois de finalizar os jatos me fez lamber os restinhos de gala que ainda se espalhavam na cabeçona da sua pica, tremendo enquanto eu dava as últimas linguadas no seu mastro que aos poucos foi perdendo a rigidez na minha boca.
Depois despencou deitando sobre mim, fazendo minha gala se espalhar no contato da nossa pele.

Ficamos naquela posição por uns bons minutos. Mortos com o cansaço e a realidade do acontecimento caindo sobre nós.
Depois sem nenhuma palavra nos levantamos, arrumamos a bagunça, ele passou um pano no chão. Ele me ofereceu carona para casa, eu aceitei. Vestimos a mesma roupa por cima de nossa lambança e até isso me pareceu sexy. Fomos o caminho todo com o silêncio sendo interrompido apenas pela musica Yellow do coldplay que tocava no rádio. No espelho retrovisor interno tinha uma corrente pendente com uma foto pequena dele com a mulher e os dois filhos. Ele me deixou na esquina da minha rua. Antes de sair demos um beijo demorado e intenso, ouso dizer que teríamos transado de novo, ali mesmo, se tivéssemos mais tempo. Ele disse um “foi muito bom hoje, mas espero que fique só entre a gente”. Eu respondi dizendo que também gostei e que ele não tinha com o que se preocupar.

No outro no trabalho tudo fluiu como se nada tivesse acontecido, embora ele tenha me evitado um pouco, achei que era natural, também tentei evitá-lo dentro do possível. Dali uma semana fui transferido para outra unidade da empresa, tenho certeza que a pedido dele, mas isso também foi o melhor pra mim e desde então só nos encontramos nas reuniões e confraternizações da empresa, nos entreolhamos e até trocamos palavras e cumprimentos… sinto algo inacabado e que poderia florecer não fosse as circunstâncias em que nos encontramos na vida.

Foto 1 do Conto erotico: Chefe dominador

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Comentários


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aegonn Comentou em 27/07/2026

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Chefe dominador

Codigo do conto:
268415

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/07/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5