Acabei fudendo com dois coroas tarados que estavam trabalhando pra mim
Quando sai de casa ainda está me formando na faculdade, meus pais me ajudaram muito cedendo uma casa que eles haviam comprado a muito tempo mas que ninguém tinha morado lá desde então, cresci num lar evangélico onde meus pais eram líderes e conselheiros bem atuantes e consequentemente eu seguia os mesmos passos deles sendo líder de jovens, mas morando sozinha acabei tendo minha primeira relação com o meu namorado que me trocou pela minha melhor amiga na semana seguinte. Fui levando a vida normalmente tendo que conviver com a decepção de perdido a virgindade dessa forma e pra não sofrer as consequências da disciplina da igreja que certamente me faria perder a liderança sofri tudo em silêncio, ja que a casa que meus pais me deram estava precisando de muita reforma me concentrei em arrumar tudo, portão da garagem, portas e janelas estavam podres e com muitas brechas, tubulações e a elétrica da casa precisavam ser tocadas urgentemente, grande parde das paredes estavam no tijolo puro, o telhado tinha muitas goteiras então eu não preciso dizer que levaria muito tempo pra reformar toda a casa e também tinha o bairro com muitas casas do mesmo jeito que a minha e a rua com muito matagal e buracos, tudo era longe inclusive o comércio, eu andava muito pra evitar passar na frente de um bar porque tinham sempre os mesmos coroas negros tarados cachaceiros asquerosos que vinham com cantadas imorais achando que eram os melhores do mundo e quanto mais imoral fosse a cantada era mais divertido pra eles que ficam rindo enquanto eu ignorava seguindo o meu caminho. Minha mãe se chama Etiene, ela é uma mulher bem morena e linda de 45 anos além de ser muito alegre e comunicativa, eu com 24 anos era muito parecida com ela mas assim como o meu pai eu era bem mais clara, vou resumir bastante pra não ficar muito longo essa parte, no passado vi ela dando sermões e broncas em mulheres que não andavam de acordo com a regra da igreja mas depois de ter confessado pra ela que eu não mais virgem algo parecia ter mudado nela já que pouco tempo atrás ela mesma me tiraria da liderança de jovens sem pensar duas vezes, mas ela parecia ter gostado de saber e entre apenas nós duas começaram as piadas imorais de duplo sentido com ela sempre me perguntando o que eu achava de certos homens que mexiam com a gente na rua. Fiz planos de trocar as portas e fazer outros reparos em casa nas minhas férias da clínica mas eu não conseguia achar nenhum pedreiro pra isso mas minha mãe conversando com umas vizinhas acabou encontrando dois dos coroas que viviam mexendo comigo e eu já tinha até dado respostas ásperas pra eles pedindo respeito, deu pra ver a surpresa deles quando me viram e na inocência minha mãe me apresentou como contratante deles que se chamavam Antônio e Erculano que estavamcom seus 50 e poucos anos, eles eram bem morenos bem queimados do sol com uma barba rala esbranquiçada e uma calvície avançada e uma aparência de cachaceiros pinguços mas ambos me surpreenderam sendo profissionais fazendo um orçamento bem abaixo do que eu imaginei já que outros haviam cobrado uma fortuna, acertamos tudo e no dia seguinte comprei tudo o que eles pediram pra comprar e no outro dia chegaram bem cedo pra trabalhar, expliquei que eles tinham exatamente três semanas pra concluir o serviço porque minhas férias acabariam e eu voltaria a trabalhar, mas minha mãe chegou e puxou assunto com eles descobrindo que eram casados e com filhos espalhados por todo lado em decorrência de algumas aventuras o que deixou ela ainda mais curiosa, comentei com uma vizinha e ela confirmou tudo dizendo inclusive eles não podiam ver um rabo de saia e eram muito agressivos e violentos com suas esposas mesmo quando eram pegos numa traição mas aparentemente eles eram assim e eu fiquei com o pé atrás com eles pois vi minha mãe com muito assanhamento, só que ainda naquela semana eu já estava me dando muito bem com eles, eu levava merenda e água quase toda hora e de vez em quando eles perguntam algo sobre minha mãe mesmo sabendo que ela era casada, mas de repente a conversa deles se voltou em me conhecer melhor e tudo era bem agradável e respeitoso com conselhos deles pra eu escolher um bom homem pra casar, expliquei que no sábado eles iriam trabalhar apenas pela manhã porque eu iria ensaiar as músicas na igreja e ja iria ficar por lá porque era lider de jovens e tinha reunião com as meninas do meu grupo, como o meu pai estava numa viagem de trabalho minha mãe disse que ia cedo lá pra casa pra gente ir juntas pra igreja mas por algum motivo ela cancelou a ida lá pra casa, foquei na porta do meu quarto porque parecia ser mais proveitoso e rápido pra fazer apenas pela parte da manhã, ele tiraram tudo e terminaram tudo em poucos instantes deixando tudo numa posição pra não mexer pra não estragar onde estava com cimento, por causa das travessas em xis eu tinha que entrar com cuidado pra não estragar o trabalho deles, eu estava pegando o pagamento deles pra liberar e depois fazer o meu almoço antes de ir pra igreja mas entrei numa conversa tão empolgante que fui aceitando indiretas deles fazendo flertes comigo, até hoje eu não sei o que me deu na cabeça pra ter uma atitude tão atirada praa cima deles que não deixaram a oportunidade passar e já foram me rodeando mostrando segundas intenções comigo que provocava ainda mais dizendo que eles não davam conta de uma jovem como eu e isso deixou eles bem confiantes pra me desafiar pra tirar a prova se eles iam ou não dar conta de mim, eu só tinha tido relação sexual uma vez mas eu estava me jogando pra eles como se fosse acostumada a fazer essas coisas e um tesão avassalador parecia controlar minhas ações me guiando a dizer e fazer aquela insanidade, então eles foram bem diretos dizendo que os dois iam ficar comigo juntos e eu de forma séria apontando o dedo na cara deles pedi sigilo de tudo o que acontecesse porque era apenas uma diversão sem compromisso, eles concordam e Antônio imediatamente me desferiu um tremendo beijo que retribui com a mesma intensidade enquanto Erculano me envolve fungando no meu pescoço apalpando a minha bunda, na hora pedi pra ir com calma mas eles estavam incontroláveis me apalpando por todo lado me chamando de gostosa, com firmeza e com gritinho dando xilique pedi pra eles parar e os chamei pra dentro do quarto já que eles tinham tomado banho pra ir embora nao tinha motivo pra e nem tempo pra gente enrolar, eu estava quase infartando mas comecei a tirar a roupa fingindo naturalidade e eles fizeram o mesmo revelando duas rolas negras monstruosas e grossas que estava crescendo ainda mais a cada pulsada, meu coração quase pulou da minha boca quando eles colaram em mim e minhas mãos automáticamente agarrou as duas ao mesmo tempo e um calor com um tesão absurdo me deixou ofegante só de sentir a pulsação e punhetar suavemente, Erculano encheu a mão na minha buceta e eu quase chorei de tesão enquanto Antônio parecia mais interessado em pegar nos meus seios e na minha bunda os dois apertavam com vontade, eu nunca pensei que ia me entregar tão fácil desse jeito justamente pros dois coroas que eu evitava a poucos dias atrás mas agora eu queria mais e mais eles me explorando enquanto eu pegava em tudo até no ovos deles eu sentia tesão em pegar, minhas mãos estavam agindo sozinhas deixando eles loucos com a rola tão dura que parecia um antebraço negro de criança com punho fechado cheio de veias pulsando, eles eram grandes perto de mim que eu parecia uma garotinha entre eles. Sem precisar falar nada eu me ajoelhei e comecei a chupar revezando os dois feito uma cadela esfomeada, eles riam se olhando claramente debochando de como foi tão rápido e fácil me ganhar e tenho quase certeza de nem eles esperavam naquele dia aquilo ia acontecer, Erculano brincava de fuder com a minha boca segurando a minha cabeça e Antônio já gostava de me fazer engasgar e eu estava rindo adorando tudo aquilo sem recusar ou reclamar de nada indo por conta própria sorrindo sufocar na rola deles tentando engolir tudo, mas naquela hora um cheiro de perfume quase tirou a minha atenção mas estava tudo tão gostoso e divertido que eu não queria mais parar de abocanhar a rola deles, Antônio me jogou na cama e caiu de boca na minha buceta arrancando um gemido forte de mim que me abri toda pra ele, fiquei muito ofegante e acabei chorando de tesão e prazer com ele metendo o dedo na minha buceta enquanto chupa o meu clitóris mas foi muito constrangedor quando ele ergueu minhas pernas pra chupar o meu cú e eu sempre me convenci de que nunca deixaria ninguém encostar no meu buraco mas foi tão bom que eu ignorei meus conceitos religiosos deixando ele fazer tudo o que ele quisesse mas eu não deixaria nenhum dos dois fazer penetração anal mesmo porque era impensável aquelas rolas monstruosas entrarem no meu buraquinho que até um dedo era impossível entrar sem causar uma dor insuportável, Erculano já começou a atacar Meus peitos e me vi numa situação de prazer onde eu não tinha nenhuma defesa, fiquei ali curtindo cada sensação lutando pra me manter acordada já que eu estava tão ofegante que era difícil respirar fundo, Antônio mostrou que realmente sabia usar não só a língua mas também seus dedos então aconteceu justamente o que eu pretendia negar, Antônio forçou o dedo no meu cú que foi entrando como brasa mas mesmo causando uma ardor muito forte eu achei interessante a sensação de uma cócega prazerosa no meu cú com dois dedos entrando simultaneamente em mim, era uma na buceta e outro no cú enquanto ele chupa meu clitóris com maestria, em poucos segundos senti um prazer tão grande e intenso que comecei a gritar descontrolada me contorcendo toda e tive um orgasmo explosivo tão forte que esguichou bem longe fazendo el3s rirem e festejar o meu gozo, fiquei tão fraca e trêmula que me encoli de lado me masturbando sem parar, me recobrem mas pedi um tempo pra respirar um pouco, ficamos num chamego tão gostoso e respeitoso que eu mesma acabei dizendo que eles já podiam me fuder e Erculano já veio pra cima metendo o pau dele que eu mesma não acreditava que minha buceta praticamente sugou tudo pra dentro, suspirei profundamente incrédula com a sensação de prazer com zero dor de aguentar uma rola daquele porte como se eu já fosse acostumada com ele me comendo, lembro que com o meu ex-namorado eu foi sofrido e olha que a rola dele era praticamente do mesmo tamanho e espessura do dedo dele mas rola dos dois era literalmente uma berinjela que tinha deslizado suavemente pra dentro de mim, comecei a curtir aquela sensação gostosa sem nenhuma vergonha de gemer choramingando bem alto pedindo pra ele me comer gostoso, os beijos e provocações dele fazia tudo ser perfeito até que Antônio disse que também queria fuder e me toquei de era apenas um brinquedo pra eles naquele momento mas no meu pensamento eu aceitava feliz essa condição, Erculano avisou que ia sair de cima de mim pro amigo dele me comer também e eu senti um desespero incontrolável quando o pau dele foi saindo e quis agarrá-lo com as pernas pra não deixar ele escapar mas os dois riam e Antônio disse que ia me dar o que eu queria também e da mesma forma a rola dele entrou incrivelmente suave na minha buceta me dando uma grande sensação de alívio por tê-lo me fudendo como se eu precisasse dele pra sobreviver, ele me fazia dizer sacanagem que nunca pensei proferir com a minha boca como " sou tua tua puta, que pauzão gostoso, me chama de safada vai me chama" ele aproveitou pra me lembrar das retrucadas que dava pra eles quando mexiam comigo e agora estava chorando na rola deles e eu ria da situação pedindo pra ele me comer gostoso, naquela situação acabei gozando fartamente outra vez e ele pra judiar de mim começou a me fuder com força, fiquei me debatendo forte de tanto prazer mas de repente apaguei por uns instantes e fui retornando ouvindo seus insultos imorais rindo da minha cara, eu levantei pra tomar água e enquanto passava com cuidado pelas travessas da porta eles piraram olhando pro meu cú dizendo "uiii papai " eu ri olhando pra eles aproveitando pra dizer " aqui vcs não vão mexer não tá " eles me afrontaram dizendo " tú que pensa, vai logo que o que é teu tá guardado só esperando tú pra quando tú voltar", lembro que eu não senti nada além vontade de rir e quando voltei Antônio estava deitado mostrando a rola dura dele dizendo que era pra eu sentar no pau dele como um puta obediente e eu entrei no jogo dele indo toda manhosa e carinhosa chupando enquanto ele me esculacha e eu sento devagar no pau dele enquanto novamente ele relembra das minhas respostas ásperas e agora estava sentada no pau dele, eu ria sem parar fazendo os movimentos sozinha com ele dizendo que era pra eu fazer do jeito que eu quisesse que ele iria ficar parado, aos poucos fui enlouquecendo até ficar descontrolada e ele fala com Erculano assim " e tú com medo da gente tá machucando a buceta dela,olha só nem ela tem pena da própria buceta, não é eu que vou ter pena" ele me segurou e começou a socar forte e rápido me dando uma grande sensação de satisfação, eu gemia, gritando e urrando mas era como se eu estivesse procurando a vida inteira por aquela sensação, em outros tempos eu deveria me sentir um lixo por estar nua na frente de dois coroas casados adorando ser puta deles mas eu me sentia bem realizada sendo fudida tão forte daquele jeito e de repente Erculano começou a forçar o dedo no meu cú mostrando que eu realmente na me reconhecia mais porque na tinha passado nem cinco minutos que eu tinha dito que eles não iriam mexer no meu buraco e agora eu estava ignorando e adorando o dedo dele me fudendo por trás mas claro que o dedo era bem diferente do pau deles e esse realmente não tinha como deixar me comer, Erculano me mostrou que era boa a sensação de receber algo no rabo enquanto eles batem na minha bunda me chamando de puta safada, e eu inconscientemente me esforçava pra rebolar pra eles se sentirem satisfeitos como se a alegria e satisfação deles fosse a coisa mais importante pra mim, Antônio me encarava com muito deboche e aquilo parecia aumentar meu tesão, Erculano metia com raiva o dedo enquanto Antônio me sacudia pra cima e pra baixo fazendo o pau dele bater no meu útero com força mas nada era de forma violenta a ponto de me machucar. Tudo foi ficando calmo e eu estava rindo toda descontrolada adorando aquilo mas Antônio me mandou sentar na rola Erculano porque ele ia descansar um pouco, como se fosse algo tão normal fomos nos organizando na cama e Erculano me pede pra sentar no pau de de costas pra ele e eu adorei a ideia de ficar com bunda bem empinada e aberta pra ele que queria justamente isso pra continuar metendo o dedo no meu cú sem parar, eu estava tão empolgada rebolando gostoso que não lembro quando ele já estava era com três dedos até o talo girando dentro do meu rabo sem parar, aquela sensação gostosa me fez me masturbar intensamente enquanto rebolo no pau dele e tenho um gozo bem gostoso que me fez debruçar nas pernas dele, fiquei ali imóvel com ele e Antônio brincando de me dar dedadano cú mas era engraçado que mesmo sendo humilhante e vergonhoso está gostando daquilo eu permaneço ali parada pra não atrapalhar eles de brincar comigo, Antônio perguntou se eu tinha lubrificante mas eu não tinha e sugeri um óleo de bebê que eu iria levar pra uma amiga da igreja e quando eles melaram a minha bunda foi que as dedadas ficaram incrivelmente gostosa me fazendo ficar ainda mais relaxada curtindo aquela sensação maravilhosa, Antônio conversando Erculano entrara em acordo de me comer ao mesmo tempo e fui colocada de frente pra Erculano e eu que havia dito que ninguém iria mexer no meu buraco estava calada e quieta com Antônio se ajeitando atrás de mim pra meter a rola negra monstruosa dele no meu cú mas eu estava tão extasiada gostando deles terem brincado tanto com meu cú que eu arrisquei encarar o pau dele já que o cú parecia estar pedindo por mais assim como minha buceta que latejava querendo levar mais rola, primeiro sentei gostoso no pau de Erculano rebolando bem devagar quando Antônio me fez empinar pra ele começar a forçar o pau dele no meu cú, não teve rodeio, ele já foi empurrando sem dó sem se preocupar comigo mas mesmo doendo muito fiquei surpresa porque não era uma dor ruim que me fizesse querer fugir, muito pelo contrário, eu quase chorei mas estava adorando cada milímetro entrando sem parar dentro da minha bunda, fiquei louca e alucinada com eles me fudendo juntos me xingando de várias coisas mas eu estava incrivelmente satifeita me insinuando ainda mais pra eles, eu realmente queria vê-los satisfeitos comigo e não estava medindo esforço pra isso e de repente Antônio começou a socar com mais força no meu cú me fazendo gritar e senti seu jato quente invadir minhas tripas e eu tinha certeza de que não era pouco o leite quente dele jorrando dentro, foram três jatos fortes que me fez sentir uma mulher extremamente realizada por propor um gozo tão gostoso pra ele. Quando Antônio saiu Erculano imediatamente disse que ia comer o meu cú também e veio se deitando nas minhas costas metendo fácil no meu buraco onde começou a fuder fundo e sem pressa nos dando a oportunidade de falar um pouco e rir da situação comigo admitindo que estava gostando de dar o cú pra eles que não acreditaram de jeito nenhum que eu nunca havia dado pra ninguém e que eles eram os primeiros a comer o meu buraco, Antônio fala que era mentira porque até as mais rodadas do bairro choravam ou fugiam quando eles tentavam meter atrás e eu engoli tudo fácil, ficou um silêncio porque Erculano estava chegando no auge dele e assim como seu amigo ele despeja tudo bem fundo e fica parado em cima da minha costa com a rola dele pulsando gostoso dentro do me cú mas um barulho me mensagem me lembra de que estava ficando atrasada pra ir pra igreja e peço pra ele sair de cima de mim, aproveitando da minha submissão os dois pedem um extra pra beber no bar e eu dei sem reclamar pedindo novamente pra eles não contar nada pra ninguém, ele me insultam pra dizer que gostei de fuder com eles e dizem que vai ter muito mais de agora em diante e eu dei uma risada adorando ouvir aquilo mas pedi pra eles irem embora sem dizer nada pra ninguém desconfiar na rua, fui até o portão onde senti novamente aquele perfume mas dessa estava mais forte quando de repente quase morri do coração com minha mãe aparecendo saindo do corredor dizendo " hum o negócio estava bom lá dentro hein bonitinha" não havia hostilidade no semblante dela apenas um sorriso enorme e cínico mas eu entrei em desespero dizendo que podia explicar ja que minha mãe era muito rigorosa com líderes se fizesse algo errado e com a certeza de que ela tinha visto tudo desde o começo comecei e pedir perdão sem parar achando que ia apanhar feio dela mas ela me me pedia pra fazer silêncio dizendo que estava tudo bem e que não ia acontecer nada, perguntei se ela viu alguma coisa e ela ironicamente disse que só na hora que eu levei os dois pro quarto, eu sabia que ela conseguiu ver tudo pela brecha da janela e quis morrer de tanta vergonha mas em todo momento ela pede calma, eu nunca imaginei que minha mãe fosse me apoiar com algo tão terrível na visão da igreja dizendo que eu já era independente e responsável pelos meus atos mas ela tinha seus próprios interesses que mais tarde deixou bem claro.
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