Confissão de uma puta: casado me comeu sem camisinha e gozou dentro
Meu corpo é meu ofício, e a noite, meu escritório. Mas não me chamem de trabalhadora do sexo, soa tão frio, tão impessoal. Eu sou uma artesã do prazer, e minha matéria-prima é o desejo escondido, o segredo que late debaixo da pele. Eu adoro o que faço, adoro o poder de desnudar um homem não só da roupa, mas das máscaras. E nada me deixa mais molhada do que quando a máscara que se desmancha é a de marido fiel. Ah, os casados... eles chegam com aquele cheiro de dono, de outro mundo, e eu sou a pequena anarquia que vai invadir aquele reino por uma hora. Foi assim com ele. Homem de quarenta e poucos, corpo forte que a academia mantém, mas com o peso da vida nos olhos. Ele entrou no meu apartamento e o ar mudou. Trazia um odor rústico, de homem que anda pelo mundo, que resolve as coisas. E a aliança dourada no dedo dele era como um farol, meu ponto de atração. Eu o recebi de vestido curto, sem calcinha, sentindo o tecido roçar minha pele já excitada com a presença dele. Ele não disse nada, apenas me olhou com uma fome contida. Então, a mão dele subiu pela minha coxa e o suspiro que ele deu ao sentir meu calor, minha umidade, foi a trilha sonora perfeita. O beijo nos levou, um passo de cada vez, quase flutuando, até o quarto. Nossos corpos colados, a dança de nossos lábios e línguas era a única orientação.Ele me deitou, seu corpo me acompanhando e me prensando contra o colchão. Senti todo o peso dele, um calor delicioso e masculino que me envolveu por inteiro, o vestido curto repuxado, revelava que eu não usava calcinha, um convite aberto que ele não demorou a aceitar. Com uma fome que não dava espaço para delicadezas, ele se afastou o suficiente para arrancar a própria camisa e descer a calça. Os botões da calça se abriram com uma pressa quase desesperada, e em segundos ele estava nu sobre mim. A pele dele queimava contra a minha, e eu podia sentir o corpo dele tremer de antecipação. Nosso beijo se recomeçou, mais profundo, mais molhado, enquanto ele se ajustava entre minhas pernas. Senti então, roçando com insistência na minha entrada, o pau dele, incrivelmente duro, quente e pulsante. Ele não entrou. Ficou ali, suspenso no limiar do meu prazer, um torturador que sabia exatamente o que fazia. A cabeça do pau dele, tão lisa e quente, deslizava para cima e para baixo no meu lábio, espalhando minha própria umidade, misturando nossos cheiros. Ele fechava os olhos, imerso na sensação, na textura, no calor escaldante que eu exalava. Era um ritual silencioso, uma declaração de poder. Ele estava me conhecendo com a pele, antes de me conhecer de verdade. Cada roçada era uma centelha elétrica que percorria minha espinha, minhas mãos agarrando suas costas, pedindo mais. A cabeça do pau dele rompeu minha entrada, deslizando para dentro, sem camisinha, sem nada além da minha pele molhada para recebê-lo. O calor dele dentro de mim foi um choque, uma invasão bem-vinda. Ele ficou parado, enterrado no fundo, só pra sentir. Senti o pau dele pulsando lá dentro, batendo no meu colo do útero. O mundo dele tinha se resumido ao calor da minha pele. Sem camisinha, era tudo mais cru, mais verdadeiro. Ele escorregava pra dentro e pra fora com uma facilidade que só o meu tesão molhado podia dar. Cada vez que ele puxava, eu sentia me puxando junto, e cada vez que ele entrava de novo, era um molho quente e escorregadio que recebia ele de braços abertos. A pele da rola dele, toda veia e calor, deslizando pela minha pele... era a sensação mais viciante que eu já senti. Ele não estava só fodendo, ele estava se lambuzando no meu azeite. A ligação da esposa. O celular gritando no silêncio suado do quarto, mas ele nem piscou. A mão dele apertou meu quadril, os dedos cravando na minha carne, e o pau dele, que já era duro, ficou uma pedra. Ele não se importou. Ele continuou me comendo. Ele estava no ápice, no ponto em que o homem vira bicho, guiado só pelo instinto de foder. Eu o senti tremer, o corpo dele endurecendo todo, o ritmo das pancadas ficando descompassado, desesperado. Aí eu gritei, ordenando: "Goza dentro de mim. Enche a puta de você!". Ele obedeceu. Com um urro abafado, ele explodiu dentro de mim, uma onda escaldante de leite grosso me batendo lá no fundo, me enchendo, me marcando. Ele gozou e gozou, despejando tudo na prostituta que conheceu há uma hora, me inseminando com a força de quem quer apagar o mundo. Ele ficou ali dentro de mim, o pau ainda endurecido, se deliciando com a sensação do próprio leite, quente e denso, envolvendo ele. Fazia movimentos pequenos, lentos, quase inconscientes, só pra sentir o molho escorregar, pra misturar o porra dele com o meu. Era como se ele quisesse marcar cada cantinho do meu útero, se certificar de que nada do que tinha feito fosse embora tão cedo. A aliança dourada, agora fria e molhada de suor, pressionava meu seio. Era a única prova real do que a gente tinha acabado de fazer. Ele tinha acabado de me inseminar. Ele, o pai de família, o marido fiel, tinha acabado de encher o útero de uma prostituta com o leite dele. E eu tinha amado cada segundo. O celular dele tocou de novo. "É o trabalho", ele rosnou, já se levantando. Enquanto ele vestia a calça, eu fiquei na cama de pernas bem abertas, sem me limpar, só pra ele ver. A porra dele escorria quente da minha buceta, descendo devagar pela coxa. Depois dele ter ido, meu celular tocou. Era uma mensagem dele: "Não consigo te tirar da cabeça. Estou apaixonado por você. Quero me separar dela pra ficar com você". Eu li e ri. Ele não entendeu nada. Meu tesão não é ele. Meu tesão é a aliança dele, é o pecado dele, é o risco de ele me inseminar e a esposa dele descobrir que ele comeu uma puta sem camisinha. Se ele se separar, o que resta? Um homem solteiro fodendo uma puta. Qual a graça? Nenhuma. O meu tesão é ele voltando todo mês, com um medo no olho, me comendo de novo sem proteção, torcendo pra ver se dessa vez a porra dele pega. É isso que me deixa molhada.
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