Existe, em muitas mulheres, uma natureza selvagem que foi ensinada a ficar quieta. Um instinto primitivo de desejar, “de uivar”, de se entregar e de voltar inteira. Esta história não tenta domesticar essa natureza. Ao contrário: faz espaço para ela. Para a mulher que, depois de tanto tempo sendo a dama, finalmente se permite reconhecer a loba que sempre esteve ali — e descobrir que pode ser as duas coisas sem se perder.
Aqui não se pede que você mude sua vida. Pede-se apenas que, por alguns minutos, você se permita.
Que abra um pequeno registro interno. Que, ao menos na imaginação ou na solidão do próprio corpo, experimente a possibilidade de se entregar sem ser julgada. Do mesmo modo como, quando está sozinha no banheiro e finalmente relaxa, existe um instante de intimidade absoluta consigo mesma — sem vergonha, sem performance, só presença. É desse lugar que esta história parte.
Uma história contada quase como um pensamento íntimo: tão verdadeira que parece irreal, tão próxima que às vezes constrange. Feita de presença masculina firme e silenciosa, de uma mulher que se permite ser puta sem deixar de ser ela, de corpos reais (com idade, com marcas, com história) e de um desejo que não precisa ser perfeito para ser gostoso.
Mais adiante poderão aparecer vibradores, fetiches, conversas sujas, entregas maiores. Tudo no tempo da confiança. Tudo sem pressa de provar nada a ninguém.
Se ao ler você sentir o corpo responder, se reconhecer alguma vontade guardada, se conseguir, ainda que só na mente, se permitir um pouco mais… então o texto já cumpriu o que veio fazer.
Agora, a história...
Meu nome é Ricardo. Tenho quarenta e cinco anos. Cheguei ao bairro há pouco mais de um mês. Aluguei um apartamento pequeno, bem iluminado, a três quarteirões da praça. Nada de extraordinário. Só precisava de silêncio e de um lugar onde pudesse trabalhar sem interrupção. Arquitetura de interiores exige concentração e, às vezes, distância.
Logo nos primeiros dias conheci alguns vizinhos. Gente tranquila. Dois deles, um casal que morava logo na esquina da chocolataria, me convidaram para um café na varanda. Foi ali que ouvi falar dela pela primeira vez. “A Lúcia”, disseram. “Faz o melhor chocolate quente da região. Mulher direita, trabalhadora. Já criou os filhos sozinha.” Falaram bem. Com respeito. Sem exagero.
Na semana seguinte passei pela frente da loja. A vitrine bem arrumada, bom gosto: caixas marrons, fitas creme, um vaso com flores, mesas pra sentar, tudo muito aconchegante. Entrei. Comprei um tablete de chocolate com avelã. Ela estava atrás do balcão, cabelo preso, blusa branca. Atendeu com educação, cobrou, embrulhou. Nossos olhares se cruzaram por dois segundos. Nada mais. Eu saí. Ela voltou ao trabalho.
Voltei na semana seguinte. Comprei outro tablete. Dessa vez fiquei um pouco mais. Troquei duas frases com ela. Ela sorriu de canto, como quem já esperava me ver de novo. Os olhares duraram mais. Nada demais. Só o suficiente para eu perceber que ela reparava em mim também.
Na terceira vez já era quase rotina. Entrava, ela levantava os olhos do balcão e o sorriso vinha mais fácil. Conversa curta sobre o tempo, sobre o chocolate do dia, sobre o outono. Uma vez ela comentou que o movimento diminuía depois das dezenove. Eu respondi que gostava de lugares quietos. Ela olhou para mim um segundo a mais do que o necessário.
Na quarta visita o clima já estava diferente. Ela estava sozinha, arrumando as prateleiras. Quando me viu, limpou as mãos no avental e veio até o balcão sem pressa. Falamos de coisas sem importância, mas o silêncio entre as frases era gostoso. Eu reparava nela e ela em mim. Ninguém se apressava... Aparecia uma confiança no olhar dos dois.. como se já nos conhecêssemos.
Na quinta vez eu já sabia o que queria.
Tomei um banho, fiz a barba, vesti uma camisa nova, casual, calça escura, relógio discreto no pulso. Passei o perfume — aquele amadeirado que costumo usar à noite. Parei o carro na frente e caminhei até a porta de vidro.
Eu sabia que ela já tinha ouvido meu nome. Os mesmos vizinhos que falaram bem dela para mim também tinham falado de mim para ela. “O arquiteto novo no bairro. Gente boa. Confiável.” Algo assim.
Senti o cheiro de chocolate quente antes mesmo de eu empurrar a porta de vidro.
Lúcia estava atrás do balcão, de costas, mexendo alguma coisa numa tigela de inox. Cabelo preto com alguns fios prateados presos num rabo de cavalo alto e limpo. Blusa branca, abotoada até o meio do peito. Saia bege. Postura reta. Quando se virou e me viu, não se assustou. Só ergueu uma sobrancelha e sorriu de canto.
— Fecha em dez minutos, viu?
— Eu sei. Queria só um tablete de chocolate com morango. O último estava bom demais.
Ela riu baixinho…
— Você voltou só por causa do chocolate?
— Voltei por causa do chocolate e da mulher que faz o chocolate.
Ela parou de mexer a tigela. O sorriso ficou, mas os olhos pararam. Ficou interessada naquele comentário... Limpou as mãos no avental e veio até o balcão. O decote, nada oferecido, se abriu o suficiente para eu ver a curva dos seios, a pele clara. Só o que o movimento mostrava.
— Como é seu nome? E um sorriso de encanto....
Eu com um sorriso no rosto...
— Ricardo, prazer... (esticando a mão pra cumprimentar).
— Sim. Você é ousado, hein.
— Sou honesto. Tem diferença.
Ela tirou um tablete da prateleira, embrulhou em papel craft e me entregou. Nossos dedos se tocaram.. Eu segurei um segundo a mais. Ela não puxou a mão na hora.
— Vai querer mais alguma coisa?
— Quero saber se você fecha sozinha todo dia.
Lúcia inclinou a cabeça, avaliando..
— Quase todo dia. Meus filhos já não moram mais aqui. A casa fica quieta. Às vezes eu fico mexendo massa só para não ir embora cedo.
— Então fica. Eu espero você fechar
Ela riu de novo, desta vez com mais gosto.
— Você é insistente.
— Sou. E você está gostando. (Não era pergunta).
— Hum, casado, filhos?
— Não.
Ela passou a língua no lábio inferior. Foi até a porta, virou a placa, puxou a tranca e apagou a luz da vitrine. A chocolataria ficou só com a iluminação interna, quente, íntima. Quando voltou, parou do outro lado do balcão, as mãos apoiadas na madeira, o corpo ligeiramente inclinado.
— Café? Ou você prefere chocolate quente de verdade?
— Prefiro você falando.
Ela soltou uma risadinha baixa, quase safada.
— Nossa! Direto.
— Sem tempo a perder, Lúcia. (O nome saiu fácil).
Ela piscou, surpresa por um segundo, depois sorriu de verdade. Foi até o fundo, preparou duas xícaras de chocolate quente, com chantilly e um fio de caramelo — e voltou. Sentamos em dois bancos altos atrás do balcão. O cheiro dela agora estava mais perto: chocolate, perfume muito agradável e parecia mais a vontade....
— Você trabalha com o quê? — perguntou, soprando a xícara.
— Arquitetura de interiores. Reformo casas de gente que tem dinheiro e não sabe o que quer.
— E você sabe o que quer?
Olhei direto para ela. Para a boca. Para o decote. Para os olhos.
— Agora sei.
Lúcia sentiu o olhar. Não desviou. Bebeu um gole, deixou um pouco de chantilly no lábio superior e limpou com o dedo. Depois chupou o dedo sem pensar. Eu vi. Ela viu que eu vi. E não parou.
— Você fica me olhando assim e eu acabo esquecendo que sou uma senhora de quase cinquenta anos que vende chocolate.
— Você não é senhora de quase cinquenta. Você é uma mulher gostosa que vende chocolate e que está molhada só de eu estar aqui...
A frase saiu limpa, sem agressividade. Só fato. Lúcia abriu a boca, depois riu, corada, e bateu de leve na minha coxa com a mão aberta.
— Que ousadia, meu Deus!!. Você fala essas coisas assim, de boa?
— Falo. E você gostou.
Ela não negou. Cruzou as pernas no banco. A saia subiu um pouco. Eu vi a linha da meia-calça fina. O joelho. O começo da coxa. Meu pau já estava dando sinais dentro da calça. Eu não disfarcei.
Lúcia seguiu meu olhar até o volume e depois voltou para meus olhos. O sorriso dela ficou mais lento, mais sujo, safado....
— Você está assim só de conversar comigo?
— Esta dando sinais desde que você chupou o dedo com chantilly e eu vi o seu decote e imaginei o que tem debaixo.
Ela soltou o ar pela boca, deu uma engasgada, um riso baixo e descrente, e passou a mão no próprio pescoço, nervosa e excitada ao mesmo tempo.
— Eu não deveria estar gostando tanto disso.
— Mas está.
— Está — admitiu, baixo, quase para si. Depois ergueu o olhar de novo. — E agora, o que você vai fazer sabendo disso?
Eu terminei o chocolate, deixei a xícara de lado e me inclinei para a frente. Aproximei o rosto do dela. O cheiro da sua pele, um perfume gostoso lá no fundo. Não beijei ainda. Só falei perto da boca:
— Agora eu vou te beijar. E você vai deixar. E depois a gente vê até onde essa boca aguenta.
Lúcia não recuou. Seus olhos brilharam, sua respiração aumentou... Eu toquei o queixo dela com dois dedos, inclinei o rosto e beijei. Aí, o tempo parou... A boca dela abriu na hora. Língua quente, gosto de chocolate e desejo. Ela gemeu baixo dentro do beijo, a mão subindo até minha nuca, puxando. Eu aprofundei. A outra mão desceu até a coxa dela, por cima da saia, e apertei, era suave, macia e quente. Ela abriu um pouco as pernas no banco, o suficiente para eu sentir o calor subindo.
Quando parei o beijo, os lábios dela estavam vermelhos, brilhantes. O rabo de cavalo um pouco desalinhado.
— Porra — sussurrou ela, rindo ofegante. — Que beijo, hein!!
— Tem mais.
— Eu sei que tem. E eu quero. Mas se a gente continuar aqui eu vou te comer em cima desse balcão e amanhã não consigo olhar para a vitrine sem ficar molhada.
Eu ri baixo. Passei o polegar no lábio inferior dela.
— Então a gente marca. Amanhã. Depois que você fechar. Eu venho. E dessa vez não vai ser só beijo.
Lúcia olhou para mim, os olhos de admiração, o peito ainda agitado. Depois sorriu, safado e leve ao mesmo tempo.
— Você é perigoso, Ricardo...
— E você está gostando do perigo.
Ela não negou. Só se levantou, ajeitou a saia e a blusa, voltou a ser a mulher composta da chocolataria por dois segundos. Depois me olhou de novo e falou, baixo, com um brilho gostoso nos olhos:
— Amanhã. Nove da noite. Porta dos fundos. E vem com fome...
Eu beijei a boca dela mais uma vez, rápido, molhado e saí. Era outono, e na rua o ar estava fresco. Eu ainda sentia o gosto de chocolate e da Lúcia na língua. E sabia que ela, lá dentro, já estava contando as horas, molhada e latejando.
No outro dia, cheguei às vinte e uma em ponto. A porta dos fundos da chocolataria estava entreaberta. Empurrei. O cheiro de chocolate ainda pairava no ar, mais fraco, misturado ao perfume dela. Lúcia estava no fundo, sentada na beirada da mesa de inox, pernas cruzadas, blusa branca já com dois botões a mais abertos. O rabo de cavalo solto. Quando me viu, sorriu de lado, aquele sorriso safado que ela tinha experimentado ontem.
— Pontual. Gostei..!!
— Venho com fome...
Fechei a porta. Travei. Fui até ela e parei na frente. Lúcia não se mexeu. Só abriu um pouco mais as pernas no meio da mesa e me olhou de baixo para cima.....
— Então come.....
Eu sorri. segurei o queixo dela e beijei. Foi beijo de quem já sabia o gosto. Beijo de língua, mão na nuca puxando o cabelo, lábios macios e molhados, hálito quente... Ela gemeu dentro da minha boca e puxou minha camisa para fora da calça. As mãos dela subiram pelo meu peito, quentes, rápidas. Eu desci a mão pela coxa dela, por baixo da saia, e encontrei a calcinha. Já estava úmida. Pressionei o tecido. Lúcia parou o beijo e soltou o ar quente no meu pescoço.
— Porra… você nem chegou direito e eu já estou toda molhada.
— Ontem você já estava. Hoje está pior...
— Está. Desde ontem. Toda vez que eu mexia o chocolate eu lembrava da sua boca.
Eu deslizei o dedo por baixo da calcinha. A boceta estava quente, inchada, lisa, encharcada. Dois dedos entraram fácil. Ela arqueou e mordeu meu ombro por cima da camisa.
Sussurrou..
— Assim… filho da puta… seus dedos são grossos e macios... que gostoso.. mexe... hummm
— E você mexe gostoso.
Comecei devagar, depois mais rápido. O dedo no clitóris. Lúcia rebolava na beirada da mesa, a saia amassada na cintura, a blusa aberta o suficiente para os seios “pedissem pra sair”. Eu abri mais um botão com a mão livre e puxei o sutiã para baixo. Os seios caíram pesados, naturais, lindos, mamilos duros, todos arrepiados. Chupei um. Ela segurou minha cabeça e empurrou o peito contra minha boca.
— Chupa… isso… aiiiii ....mais forte, vai... Que delicia! Mmmmm Ela se joga pra tras apoiando nos cotovelos...
Continuei. Os dedos encharcados fazendo movimentos vagarosos por toda a buceta dela, e mamando seus peitos fartos e gostosos de chupar... ela se sentia muito a vontade com minha boca ali, meu dedo fazendo movimentos circulares com certa pressão. Em pouco tempo, Lúcia gozou.., as coxas tremendo, a boceta se fechando em volta dos meus dedos, um gemido longo e baixo que ela tentou abafar na minha camisa. Líquido escorreu pela minha mão e pingou no chão de cerâmica.
Quando o tremor passou, ela estava rindo ofegante, a testa no meu peito. Seu semblante tinha mudado, estava corada, quente.. um pouco suada...
— Que merda… eu gozei muito rápido. Perdi o controle.. Que vergonha!
— Sem vergonha. Só o tesão de uma fêmea no cio... (parou por um instante, olhando nos meus olhos, como não acreditando que estava sendo “autorizada” a gozar)
Me olhando, puxou meu cinto, abriu a calça e tirou o pau. A mão dela era quente, suave, com pegada. Segurou a base, puxando tudo pra tras... deixando toda a glande exposta, melada...
— Nossa.. que gostoso! Do jeito que eu gostos.. que tesão esse pau grosso.. cabeçudo.
Ela riu, como quem ganha um presente...
Lúcia passou a língua no lábio, olhou para o pau e depois para mim. Sem pedir licença, deslizou da mesa para o chão.. e se ajoelhou, abocanhou, envolveu a cabeça e mamava com “devoção” perdendo assim a noção do tempo.... Língua rodando na glande e voltava a engolir... puxava meu saco de leve... deixando toda a cabeça de fora. Eu soltei o ar e segurei o rabo de cavalo dela. Ela engoliu mais, engasgou de leve, riu com a boca cheia e continuou.
Disse a ela..
— Que pau gostoso.... (suspirou e continuou)
O som molhado encheu a cozinha. Eu metia devagar na boca dela, sentindo a garganta apertar.
— Isso… chupa gostoso, minha putinha.
Ela gemeu no meu pau e acelerou. A mão massageando a base, a outra segurando minha coxa. Eu puxei o cabelo dela para trás e tirei o pau da boca. Um fio de saliva escorreu do lábio inferior até o queixo.
— Levanta.
Ela levantou. Eu a virei de costas contra a mesa de inox, levantei a saia, puxei a calcinha para o lado e deslizei o pau inteiro entre os lábios molhados. Só roçando. A cabeça grossa abrindo, entrando um centímetro, saindo, entrando de novo. Lúcia empurrava o quadril para trás, tentando me engolir.
— Mete, Ricardo… para de me torturar.
— Pede direito.
— Me fode. Me mete esse pau grosso até o fundo, eu quero! Agora...!!
Eu enfiei só a glande. Devagar. A boceta cedeu, quente, escorrendo. Ela soltou um gemido alto e bateu a mão na mesa.
— Mais… por favorrrr…
— Ainda não. Quero você mais molhada.
Continuei só com a cabeça, entrando e saindo, o pau inteiro brilhando do gozo dela. Lúcia estava destruída de tesão, rebolando, pedindo, xingando baixo entre gemidos.
— Filho da puta… você me deixa louca… eu nunca pedi tanto assim na vida…
Eu ri contra a nuca dela e mordi de leve.
— E você pede tãaaao bemmm....
Retirei de vez. O pau latejava. Lúcia virou o rosto, ofegante, olhos de desejo, a boca vermelha.
— Você vai me matar de tesão, assim...
— Amanhã. Amanhã eu te como de verdade. Até você não conseguir mais ficar em pé nessa cozinha.
Ela soltou uma risada rouca, quase descrente.
— Você é um sádico gostoso.
— E você é uma putinha educada que vende chocolate e goza muito gostoso...
Lúcia se virou de frente, ainda ofegante, a blusa aberta, os seios à mostra, a saia erguida. Passou a mão no meu pau, sujo do líquido dela, e chupou os dedos depois.
— Gosto do gosto, meu misturado ao seu...
Eu beijei a boca dela, molhada, suja. Depois ajeitei a blusa, puxei a saia para baixo e limpei o canto da boca dela.
— Tranca a porta quando eu sair. E não se toca mais hoje. Guarda tudo para amanhã.
Ela arqueou uma sobrancelha, safada.
— E se eu não aguentar?
— Aí você me manda mensagem me contando. E eu te faço esperar ainda mais.
Lúcia riu alto dessa vez, o som leve e quente ecoando na cozinha.
— Vai embora antes que eu te pule em cima de novo.
Eu beijei a testa dela, depois a boca, mais uma vez, e saí pela porta dos fundos.
Lúcia outra vez com a buceta latejando, rindo sozinha de tanto tesão — e já contando as horas para o dia seguinte.
No outro dia, cheguei e a porta dos fundos já estava aberta. Lá dentro a luz estava mais baixa, só o abajur do canto e a luz quente da vitrine desligada. Lúcia estava de pé no meio da cozinha, de costas para mim. Quando se virou, o sorriso veio imediato, safado e leve.
— Atrasado um minuto. Vou cobrar.
— Cobra do jeito que quiser.
Fechei a porta, travei, e parti pra o abraço... Eu a segurei firme pela cintura e colei seu abdome contra o meu corpo, dei um beijo cheio de tesão, entrelaçando os dedos no seu cabelo, segurando sua nuca. Levantei e sentei ela em cima da mesa. A saia subiu sozinha. Continuamos nos beijando. Ela respondeu na mesma intensidade, pernas abrindo, mãos puxando minha camisa.
— Hoje não tem “ainda não”, né? — perguntou ofegante entre beijos.
— Hoje não tem.
— Graças a Deus!
Eu abri a blusa dela de uma vez. Os seios saltaram, mamilos já duros, o corpo acesso de tanto esperar. Chupei um... depois o outro..... enquanto a mão descia e puxava a calcinha de algodão para o lado. A boceta estava encharcada. Apenas acariciei os lábios.. ela gemeu e se acomodou naturalmente, pedindo mais...
— Safado… já estou pronta desde ontem. Mete de uma vez. aiiiiii
Tirei a calça e a cueca o suficiente. O pau saltou, duro e melado. Puxei uma camisinha e Lúcia olhou, passou a língua no lábio e segurou a base e a colocou...
— Enfia. Quero sentir ele me abrindo. Vem amor... aiii que tesãoo...
Eu deslizei a cabeça entre os lábios molhados e enfiei devagar. Centímetro por centímetro. A buceta cedeu, quente, apertada, se esticando em volta do meu pau. Quando cheguei fundo ela soltou um gemido longo e enterrou as unhas nas minhas costas.
— Aiiii que pau gostoso… filho da puta… está me preenchendo inteira, mete...!!
E começou a acomodar ele dentro, enquanto eu parei com todo ele dentro. Comecei a mexer devagar no início, sentindo cada parede. Depois mais fundo, mais firme. O barulho molhado ecoava na cozinha. Lúcia rebolava no meu pau, os seios balançando, a boca aberta.
— Mais forte… isso… me fode gostoso, fode...
Acelerei. Segurei os quadris dela com as duas mãos e meti com vontade. A cada estocada o saco batia na bunda. Depois, se jogou um pouco pra tras e eu coloquei o peso do meu corpo por cima e o clitóris esfregando na minha virilha... colado, e só o pau entrando e saindo.... A exitação foi subindo, continua e aos poucos gozou.... segurei as pernas tremendo em volta da minha cintura, a buceta se contraindo forte, um grito abafado no meu ombro. Líquido escorreu farto pela minha virilha. Eu não parei.... Continuei metendo enquanto ela ainda tremia. Lúcia ria ofegante entre gemidos, rosto avermelhado, corpo quente... fazia força pra segurar mais meu pau...
— Não para… não para…me come mais... deixa eu te sentir.. Que tesao! Continuei um pouco mais...
Olhei nos olhos... beijo na boca, pausa pequena... pra eu não gozar... estava muito bommm!
A tirei da mesa, virei-a de costas e a empurrei de leve até ela se apoiar as mãos na mesa. Levantei a saia até a cintura. Ela empinou e a bunda apareceu redonda, a boceta brilhando, aberta, enxarcada. Enfiei de uma vez só. Fundo. Ela gritou baixo e empurrou o quadril para trás.
— Isso… assim… flexionando suas pernas, pra encaixar melhor, me pegou pela coxa e forcou me puxou contra seu corpo...
Meti com força. O som era de sexo intenso, molhado, real, visceral!. Eu via o pau grosso desaparecendo e reaparecendo, coberto de branco. Uma das minhas mãos desceu e encontrou o clitóris. Esfreguei ele enquanto metia. Lúcia gozou de novo... mais forte. O corpo inteiro se contorceu. Ouvi pingos no chão, escorreu pela minha mão e pela coxa dela.
Eu ri baixo contra a nuca dela e mordi de leve.
— Que delicia! Você molha a cozinha inteira, safada.
— Culpa sua… continua, vai.....
Continuei. Quando senti o limite chegando, retirei, virei-a de frente de novo e a sentei outra vez na mesa. Enfiei de novo, agora olhando nos olhos dela. Lúcia segurou meu rosto com as duas mãos, ofegante, os olhos baixo de tesao algo molhados...
— Goza dentro… quero sentir teu pau latejando.
Acelerei. O pau batia fundo. Ela gemia no meu ouvido, pedindo, xingando, rindo de tesão. Quando o gozo subiu, enfiei até o fundo e juntei dentro e gozei.... Estremeceu todo meu corpo,. Lúcia se contraiu em volta de mim e gozou mais uma vez, curta e intensa, as unhas cravadas nas minhas costas. Meu corpo começou amolecer... e senti só alegria e êxtase, pra além do cansaço... rsrs Uma delicia...
Ficamos assim alguns segundos, respirando juntos, o pau ainda latejando dentro dela. Depois eu retirei devagar.
Beijei sua a boca... nos olhamos nos olhos, arrumei seu cabelo, agradecendo em silencio aquele momento. Depois a ajudei a descer da mesa. As pernas dela ainda tremiam um pouco. Ela riu da própria instabilidade.
— Olha o estado. Não consigo nem ficar em pé direito.
— Que gostoso... eu também estou assim.
Lúcia passou os braços no meu pescoço e me beijou de novo, mais lento, mais gostoso. Depois se afastou, ajeitou a blusa o suficiente para cobrir os seios e puxou a saia para baixo. Ainda cheirando a sexo, mas já recuperando um pouco da compostura.
Foi até a pia, lavou as mãos, pegou duas garrafas de água na geladeira e me entregou uma. O gesto era simples, quase doméstico. Bebemos em silêncio por alguns segundos. Depois ela se encostou na mesa de novo, o corpo próximo do meu, o rabo de cavalo meio desalinhado, o rosto e lábios, e pescoço, avermelhados...
Eu..
— Não esperava gozar tanto assim.
— Fazia tempo que eu nao me permitia...
Passei a mão na cintura dela, puxei para perto e beijei a testa.
— A chocolataria abre amanhã cedo?
— Abre. E eu vou ter que limpar essa mesa antes. Está uma bagunça gostosa.
Eu ri, ela também. O som era leve, real, ainda de tesão. Ficamos mais alguns minutos assim, sem pressa. Depois eu me vesti direito. Ela acompanhou até a porta dos fundos, ainda de blusa aberta por baixo, a saia amassada.
Na porta eu a beijei mais uma vez, longo, molhado. Ela mordeu meu lábio inferior de leve e sorriu contra a minha boca.
— Volta quando quiser chocolate. Ou quando quiser me comer de novo (sorrindo com um olhar safado)
— Vou querer as duas coisas...
Lúcia abriu a porta. Eu saí. Ela ficou na soleira, o corpo ainda quente, os olhos brilhando.
— Boa noite, Ricardo.
— Boa noite, Lúcia.
A porta se fechou devagar. Eu caminhei até o carro ainda sentindo o aperto dela, o gosto dela, o jeito que ela tinha rido enquanto pedia para ser comida.
Continua....