Eu tinha 19 anos e não perdia uma festa. Apesar da pouca idade, era bem experiente, pois já namorava desde os 14. Trio elétrico numa cidade do interior perto da capítal que eu morava.
Marcamos, uma turma, amigos e amigas adolescentes, de nos encontrarmos na festa e curtir, ficar, cada um com as garotas novinhas da época que saíamos.
Tínhamos entre 15 e 19 anos. Eu era um dos mais velhos da turma.
Chegando lá, começamos a beber, curtir, até eu descobrir que a garota que eu ficava não pôde ir, a mãe não deixou, ela tinha 17 anos. Aline era uma moreninha linda, deliciosa, bumbum empinado, um tesão de novinha. Pena que iria me deixar na mão naquela noite.
Mas, p minha felicidade, as amigas eram mto tranquilas e fizeram questão de me apresentar outra amiguinha que estava com elas e já estava bem altinha, pois tinha ido mais cedo e já tinha bebido bastante. Sara era o oposto de Aline: Magrinha, corpinho perfeito, rostinho de menininha travessa, sem o rabão suculento da Aline, mas era toda perfeitinha, linda de rosto e parecia ter bem menos idade que as aigas.
Toda risonha, aceitou me conhecer e logo estávamos no maior papo. Descobri que ela tinha 16 aninhos e era evangélica, mas que os pais permitiam que ela saísse com as amigas da escola.
O clima ficou gostoso, rolando alguns bjinhos de leve e sem cerimônia decidimos sair da festa p um lugar mais à vontade. Ela não aceitou entrar no carro, alegando ainda ser virgem e perguntando pq não ficaríamos ali mesmo, na praça. Então ficamos nos pegando do lado de fora, encostados no automóvel numa pracinha ali próximo.
Entre bjos e amasssos bem safadinhos, sentindo as curvas do corpo magrinho e delicioso da Sara, notei que aquilo ainda iria nos levar a aventuras mais ousadas. Um bjo delicioso, safadinho, chupadinhas de língua e mordidas nos lábios trouxeram uma conexão absurda entre nós. Apesar de notar que ainda tinha corpo e jeito de menininha, aquela respiração ofegante a cada investida e a cada amasso gostoso que eu dava ja dizia o quanto aquela novinha era fogosa e cheia de tesão. Os biquinhos dos peitinhos minúsculos quase me furando naquela blusinha de bloco, sem sutiã e a poupinha da bunda aparecendo no shortinho jeans a cada encoxada, me fizeram querer ver minha nova amiguinha linda mais vezes depois daquele dia.
Voltamos p festa sem q nada de mais tivesse acontecido.
Continuarmos nos vendo bem de vez em qdo, pois eu trabalhava fora e ia ao interior algumas vezes nos finais de semana.
Namorei outra pessoa e 2 anos depois reencontrei a Sara em outra festa, 18 aninhos, mais linda, com mais curvas e o mesmo olhar e sorriso de sempre.
Não teve jeito: ficamos de novo, mesmo eu namorando.
Depois desse dia, terminei o namoro e comecei a frequentar a casa da Sara, que apesar de evangélica, era bem tranquila pra certas proibições.
Logo que começamos a namorar descobri onde iríamos parar: motivo desse primeiro conto com namoradinhas evangélicas.
Sempre tivemos amassos bem safados, mas neste dia, um dos primeiros namorando na casa dela, recebi uma surpresa deliciosa da minha namorada novinha:
sua mãe, como sempre, tinha ido à igreja, culto de domingo. Seu pai la dentro, na sala, assistindo o fantástico e masis ninguem em casa. Estávamos do lado de fora, numa espécie de pracinha, na casa dela que mais parecia uma chácara, cheia de plantas e bem escurinho. Entre beijos e mãos bobas, Sara estava num vestido meio longo, mas cheio de botões, facinho de invadir e fazer carícias molhadas, coisa que ela já estava viciada em pouco tempo, eu começava a brincar e ensinar minha namoradinha evangélica a viciar em gozar gostoso comigo esfregando seu grelinho por dentro da calcinha. Beijos calientes, chupadinhas nos peitinhos de mamilos marronzinhos, bem duros, pois ela era uma moreninhoa linda, de cabelos encaracolados, e logo Sarinha estava gemendo e se contorcendo toda, apertando meus dedos com as coxas, tremendo inteirinha e gozando com meus dedos safados na sua bucetinha ainda virgem.
Mas, neste dia, o melhor ainda estava por vir: ao invés de retribuir batendo uma punheta gostosa nos beijando, como ja tinha feito algumas vezes desde o início do nosso namoro, Sara me surpreendeu, fazendo algo que ainda eu não tinha testado, por ser apenas a terceira vez que ia na sua casa "namorar certinho" kkk: ela começou a me beijar como sempre, tirando p fora da bermuda o meu pau que ja estava latejando de tesão, por baixo da camisa e fazendo os movimentos de vai e vem, batendo uma punheta deliciosa, do jeito que já tinha mostrado ha poucos dias, com sua maozinha macia, deslizando toda encharcada entre seus dedos, já com aquele melzinho gostoso escorrendo, quando de repente ela se abaixa em meu colo e começa a me sugar, colocando a cabeça da minha pica na boca de um jeito tão guloso que eu tive que me segurar pra nao gozar imeditamente. Aquilo foi surreal: o perigo, a surpresa, a primeira vez daquela novinha evangélica me chupando tão gostoso,deixou tudo ainda mais safado e gostoso. Não demorou muito e avisei q iria gozar, segurando a cabeça dela e jorrando vários jatos quentes na garganta da minha Sarinha, que engoliu cada gota do meu leiteinho gostoso, sem perder um pingo sequer.
Nos ajeitamos e voltamos para sala, como um casal de namorados novinhos pra esperar a sogrinha chegar do culto e nos despedirmos.
Essa foi a primeira de várias noites deliciosas que tive com minha namoradinha evangélica, novinha, virgem e bastante safadinha!!
Outras aventuras virão por ai. Agora, com mais ousadia e mais detalhes do dia em que ela decidiu perder a virgindade e me dar de uma vez por todas a sua bucetinha lisinha, moreninha, bem apertada e com lábios suculentos!!
Relato de quando eu ainda não era PM e ainda morava no interior.