no carvaval que minha vida mudou.

Meu nome é Rafael sempre me disseram que certas coisas estão no sangue, mas no meu caso, a genética decidiu caprichar em um detalhe bem específico: um bumbum redondinho e avantajado que nunca passou despercebido. Na época, eu tinha apenas 20 anos, a pele clara e o corpo no ponto — nada exagerado, mas na medida certa para atrair olhares.
Tudo começou no ápice da faculdade, em pleno Carnaval. A cidade inteira só falava do tradicional baile à fantasia no clube local. Entre uma cerveja e outra, meus colegas sugeriram uma aposta idiota. O perdedor teria que ir à festa de colegial: camisetinha justa, meias altas e uma saia xadrez ridiculamente curta, tão pequena que deixava a poupa da bunda totalmente exposta e teria que usar uma tanguinha socada no rabo.
Na hora, um frio na espinha me cortou por dentro. Me imaginar naquele figurino de colegial provocativo me deixou apreensivo, mas o ego e a zoeira falaram mais alto. Olhei para cada um deles, engoli em seco... e aceitei a aposta.
A aposta era simples, um campeonato truco rápido no bar perto da faculdade, valendo a nossa dignidade. Quem acumulasse mais derrotas no final perderia e ia ter que ir no carnaval vestido de colegial.Na minha cabeça, eu tinha certeza de que me livraria fácil. Afinal, sempre fui razoável no truco e a chance de perder parecia distante.
Conforme as rodadas avançavam e a cerveja descia, a mesa virou um caldeirão de risadas e provocações. Mas a sorte, definitivamente, não estava do meu lado naquela noite. Carta após carta, mão após mão, eu via meus pontos irem embora. A cada rodada perdida, meus amigos vibravam e olhavam para mim com aquele sorriso maldoso. O suor frio começou a descer pelo meu pescoço. O desespero bateu de verdade quando sobrou a última queda entre mim e o Fernando.
Ele pediu truco com uma cara de deboche inconfundível. Minhas mãos tremiam levemente ao olhar para as cartas medíocres que eu tinha na mão. Tentei blefar, mas ele me pagou sem piscar — e virou um zap na mesa.
"Perdeu, Rafa!", gritou a mesa inteira em coro, batendo os copos na mesa..
O barulho ao redor pareceu sumir por um segundo. Meu coração disparou. As gargalhadas deles me secarvam então tive que pagar a aposta e me falaram que iram comprar a fantasia e me entregariam no dia seguinte.
A noite de sono foi agitada, com o peso da derrota remoendo na minha cabeça. No final da tarde do dia seguinte, a campainha tocou. Quando abri a porta, lá estavam os três: Fernando, Lucas e Bruno. Eles vinham prontos para a folia e já traziam no corpo e nas mochilas as fantasias que usariam no baile.
Fernando, com aquele sorriso vitorioso de quem jogou o zap na mesa, ia de médico cirurgião, de jaleco branco meio aberto no peito e estetoscópio no pescoço. Lucas apostou no clássico policial, com camisa preta justa, cassetete e algemas penduradas no cinto. Já o Bruno foi de salva-vidas, com bermuda vermelha, regata bem cavada e apito no pescoço.
Enquanto os três exibiam seus visuais aos risos, Fernando deu um passo à frente segurando uma sacola preta e discreta, com uma logomarca que não deixava dúvidas de onde tinha vindo.
"Procuramos essa porra no centro inteiro, Rafa, mas fantasia comum de colegial nessa época tava tudo esgotada", debochou Fernando, estampando um sorriso maldoso. "Então a gente teve que apelhar... fomos direto num sex shop."
Ele despejou o conteúdo da sacola em cima da mesa e meu coração quase saiu pela boca. O tecido da saia xadrez era mínimo, um microvestuário que mal cobriria metade das minhas coxas, acompanhado pela camisetinha baby look colada, o par de meias altas e a tanguinha minúscula. Para completar o 'combo' do sex shop, eles ainda jogaram na mesa um estojo de maquiagem e uma peruca preta de fios lisos e franja.
"Não é só a roupa, não. A produção tem que ser completa!", avisou Lucas, pegando o batom e o lápis de olho. "Você vai virar uma verdadeira colegial de tanguinha socada. Pode sentar aí que a gente vai te arrumar."
Engoli a seco sentindo o sangue subir para o rosto enquanto o Bruno segurava a peruca preta, pronto para colocar na minha cabeça.
Eles não perderam tempo. Enquanto Fernando segurava o espelho, Lucas assumiu o controle da maquiagem. Sentir o toque do pincel no meu rosto, o lápis destacando meus olhos e o batom desenhando meus lábios me deixou completamente imóvel. Em seguida, colocaram a peruca preta de fios lisos, ajustando a franja sobre minha testa.
O momento de me vestir, porém, foi onde o jogo mudou. Puxei a tanguinha minúscula vinda do sex shop. O tecido era mínimo e, no mesmo instante em que a vesti, ela se alojou bem no meio da minha bunda, dividindo e destacando as minhas curvas. Por cima, a camisetinha baby look colou no peito, e a saia xadrez vermelha ficou tão curta que mal cobria a linha da bunda— a cada pequeno passo ou respirada, a poupa do meu bumbum ficava totalmente em evidência. As meias brancas completavam o figurino.
Quando me mandaram encarar o espelho de corpo inteiro, o choque foi imediato.
Olhei para a imagem refletida e custei a me reconhecer. A pele lisa, sem pelos, a maquiagem marcante e a saia minúscula revelando exatamente o detalhe que eu sempre soube que chamava atenção criavam uma figura provocante, quase hipnótica. Senti um calor violento subir pelo pescoço até queimar minhas bochechas. A vergonha era esmagadora — saber que meus amigos estavam logo atrás de mim, observando cada detalhe daquela humilhação.
Mas, junto com o constrangimento, veio um golpe súbito e incontrolável. O roçar constante da calcinha bem no meio do meu rabo, o ar frio batendo na pele exposta das pernas e do bumbum, e a visão daquele visual tão erótico no meu próprio corpo provocaram uma reação involuntária. Meu coração disparou e uma onda quente de tesão percorreu toda a minha espinha. Era uma confusão perturbadora: o pavor do ridículo batalhando contra o prazer secreto de me sentir absurdamente atraente e exposto.
"Ficou perfeito, colegial!", debochou Fernando, me tirando do transe com um tapa estalado na minha bunda exposta, fazendo meu corpo todo estremecer .
"A partir de agora, é Rafaela!", completou Lucas, caindo na gargalhada junto com o Bruno.
Por um segundo, fechei os olhos e respirei fundo. O impacto inicial e a timidez tentaram me travar, mas engoli o ego. Afinal, aposta era aposta. Eu tinha entrado no jogo sabendo dos riscos, e ficar de cara fechada só tornaria aquilo mais difícil. Resolvi me entregar à situação e entrar na brincadeira de vez. Dando uma empinada na bunda, olhei para eles por cima do ombro, ajeitei a franja da peruca preta e soltei um sorriso provocativo:
"Se é pra me chamar de Rafaela, então vão ter que me tratar com uma coleguinha safada.
Os três vibraram com a minha reação, surpresos ao me verem abraçando o papel. O clima no quarto mudou instantaneamente, virando uma festa antecipada.
"É assim que se fala!", gritou Fernando, correndo até a cozinha e voltando com uma garrafa de vodka e quatro copos de shot.
Ele serviu uma dose generosa para cada um. "Um brinde à Rafaela, a colegial mais gostosa e safada da faculdade.
Pegamos os copos e viramos de uma vez. O líquido queimou descendo pela garganta, espalhando um calor rápido que pareceu ir direto para o meu ventre. A combinação da bebida forte com a adrenalina de estar naquele figurino teve um efeito avassalador: a pouca inibição que ainda me restava evaporou.
A vodka começou a bater, deixando meus sentidos à flor da pele. Sentir o ar da noite batendo nas minhas pernas lisas e nas polpas da bunda expostas já não me assustava mais — agora, aquilo atiçava um tesão sombrio e incontrolável. A ideia de sair de casa daquele jeito, aos olhos de todo mundo no clube, fazia meu coração martelar e o corpo inteiro esquentar
A provocação do Fernando foi o estopim para todo mundo desabar na gargalhada.
"É bom você andar bem junto da gente, Rafaela...", soltou ele, me olhando de cima a baixo com um sorriso malicioso. "Se você der bobeira com essa saia minúscula e esse bumbum empinado, é perigoso ser enrabada no meio da festa!"
A frase ecoou no quarto, e o Lucas e o Bruno acompanharam nas vaias e piadas. O comentário me fez sentir o rosto queimar de novo, mas o álcool já circulava solto pelo meu sangue. A vergonha deu lugar a uma onda súbita de calor, e a ideia de estar tão vulnerável e exposta só alimentava aquele tesão confuso. Em vez de me acanhar, dei uma rebolada provocativa, sentindo a calcinha bem cravada no meio do rabo, e mandei:
"Quero só ver quem vai ter coragem!"
O clima de zoeira tomou conta de vez. O Bruno falou toma cuidado que procura acha e pegou o celular e chamou o Uber. Em poucos minutos, a notificação avisou que o carro tinha chegado na porta do prédio.
Descemos o elevador entre risos abafados e saímos para a rua. O vento frio da noite bateu direto nas minhas pernas lisas e na parte inferior do meu bumbum exposto, me fazendo dar um leve arrepio. Entrei no banco de trás, ficando espremido entre o Fernando e o Lucas, enquanto o Bruno ia no banco da frente. O motorista do Uber deu uma olhada rápida pelo retrovisor, arregalou os olhos por um segundo e tentou disfarçar, pigarreando antes de dar a partida.
Durante todo o trajeto até o salão do clube, os três continuaram me provocando, tirando fotos, fazendo vídeos e comentando sobre o quão chamativo estava aquele figurino de colegial. A cada curva do carro, o roçar da saia e o aperto dos corpos ao meu redor faziam a expectativa crescer.
Quando o carro finalmente encostou na frente do clube, o cenário era de puro Carnaval: uma multidão barulhenta espalhada pela calçada, luzes coloridas piscando na entrada e o som grave do baile batendo no peito. O motorista parou o carro, e Fernando abriu a porta para mim:
"Chegou a sua hora, Rafaela. Mostra pra essa festa o que você veio fazer."
Assim que passamos pela portaria e pisamos no salão principal, fomos engolidos por um mar de gente, luzes piscando e o som alto que fazia o chão tremer. O calor do ambiente era sufocante, e a multidão se espremia a cada metro.
Não demorou quase nada para a sensação de estar completamente exposta se tornar real. Conforme avançávamos tentando chegar ao bar, o fluxo da multidão nos separou. Em um piscar de olhos, uma onda de gente se meteu entre nós e perdi o Fernando, o Lucas e o Bruno de vista. Fiquei sozinho, isolado bem no centro do salão lotado.
Em vez de entrar em pânico, o álcool e a atmosfera do Carnaval falaram mais alto. Fiquei ali, deixando o corpo balançar no ritmo da música. Mas, com a saia xadrez subindo a cada movimento e a tanguinha cravada no meio do rabo, o meu bumbum virou o alvo principal da pista.
Não eram apenas esbarrões casuais. Em meio ao empurra-empurra, começaram as mãos bobas, famintas. Braços tarados agarravam minha bunda por baixo da saia, apertando a carne macia com força. Sentia encoxadas explícitas de caras que aproveitavam a lotação para colar seus corpos quentes na minha bunda, acompanhando o ritmo da música.
Foi quando um cara mais ousado e safado se aproximou por trás. Sem pedir licença, ele passou a mão espalmada pela minha coxa, subiu rapidamente e deslizou a mão por baixo da saia. Ele não se limitou a apertar: com a ponta dos dedos, ele buscou o vinco da calcinha e socou o dedo direto no meu reguinho, contornando a tanguinha socada e pressionando fundo.
O impacto do gesto me fez dar um solavanco para frente. Um gemido abafado escapou pela minha boca, coberto pelo barulho da festa.
Naquele segundo, o pavor e a vergonha simplesmente evaporaram, dando lugar a algo incontrolável. Me senti inteiramente como uma menina provocante, entregue àquele papel e ao desejo alheio. Uma onda avassaladora de calor se espalhou pelo meu ventre, queimando de dentro para fora. Era uma quentura inexplicável, um tesão tão violento que fazia minhas pernas tremerem e meu coração martelar no peito. A sensação do dedo pressionando, aliada às encoxadas ritmadas de quem vinha atrás, me deixou completamente tonto de prazer e entregue àquela loucura.
O ritmo da musica tomou conta do salão e, em questão de segundos, a galera organizou um enorme trenzinho cortando a pista. Sem que eu tivesse tempo de reagir, o mesmo cara de antes segurou firme na minha cintura por trás, me puxando para o meio da fila.
Sentindo o impulso da música, engoli a hesitação e me entreguei de vez ao momento. Comecei a rebolar e acompanhar o movimento da dança, sentindo a saia balançar e subir deixando minha bunda exposta a cada passo. Ele colou o corpo junto ao meu, acompanhando o vai e vem de forma ritmada e constante. A cada encoxada a proximidade ficava mais intensa, e logo senti um volume rígido e duro encaixou no meio da minha bunda
O calor da bebida combinado com a pressão daquele corpo contra o meu fez meu coração disparar. Virei o rosto de lado, olhando para ele por cima do ombro com a peruca preta caindo sobre os olhos, e soltei em um tom meio tímido.
"Nossa... o que é isso aqui no meio da minha bunda
Ele deu um sorriso safado, apertou ainda mais a minha cintura com uma das mãos e aproximou os lábios do meu ouvido, sussurrando é um pirulito você gosta de chupar?
A frase sussurrada no meio da barulheira do salão fez minhas pernas fraquejarem por um segundo. A confusão de sentimentos continuava ali, mas a atmosfera do Carnaval e a sensação de estar completamente entregue àquele papel falavam mais alto
Nessa hora não sabia mais quemeu era e continuei rebolando então ele pegou minha mão e colou sobre o pau dele ele estava com uma calça fina e sinti seu mastro grosso pulsando, ainda segurando falei que isso moço eu sou homem e só uma fantasia de carnaval acho que já estamos passando do ponto e ele falou então porque você não solta meu pau sua safada acho que você gostou e ele gostou de você então engoli a seco mais não consegui soltar o pau dele.. mais num estalo voltei em si e quando soltei seu pau as luzes derrepente se apagaram e ele novamente me agarrou pela cintura e pegou minha mão novamente e colou em seu pau e sussurro no meu ouvido
"Eu sei que você quer vamos lá fora no estacionamento vou dar esse pirulito pra você chupar"
E ainda sugurando o seu pau não consigui falar uma palavra então num movimento rápido ele deu um tapa na minha bunda pego minha mão e saiu puxando até estacionamento não estava acreditando que aquilo estava acontecendo comigo mais estava entregue como uma verdadeira menina..
Continua...

o conto e os personagens são ficticios.

Foto 1 do Conto erotico: no carvaval que minha vida mudou.


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205233 - Minha Madrasta Puta do Dono da Casa - Categoria: Traição/Corno - Votos: 19

Ficha do conto

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Nome do conto:
no carvaval que minha vida mudou.

Codigo do conto:
268621

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/07/2026

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