Meu professor

Meu professor

Oi, vou me chamar Daniela neste conto. Hoje com 45 anos posso contar um pouco das minhas travessuras. Bem, nasci no interior do Rio Grande do Sul, pais com descendência alemã. Então, sou loira e posso dizer q ainda chamo atenção dos homens na academia. Meu pai conseguiu emprego melhor na cidade de Recife. Nos mudamos pra lá eu tinha 14 anos. Logo no início senti a diferença tanto na temperatura, pois é bem mais quente, quanto no tratamento que eu recebia. Me chamavam de “galega”. Na verdade eu era a única loira da sala. Com 14 anos eu já tinha meu corpo definido. Seios só um pouquinho maiores e bumbum q é bonito até hoje rs. Já com 1,64 de altura e na época 56 quilos eu percebi q chamava atenção dos meninos. Na escola havia um professor de matemática, que julgo que na época tinha seus 40 anos. Moreno com um corpo bem definido chamava atenção das meninas e a minha também. Escola particular ele nunca se atreveu ou insinuou nada com ninguém. Eu, péssima em matemática, recebia um pouco mais de atenção dele. Quase sempre me chamava ao quadro pra resolver as questões. Como aquilo era um mico, as meninas nem se importavam, pois, ninguém queria passar vergonha. Mas eu precisava de nota. Meu pai me cobrava muito. Aos poucos fui notando que ele me olhava mais intensamente e confesso que eu gostava. E, ao final, eu conseguia passar rss. Um dia, eu e meus pais fomos andar e conhecer outra parte da praia na orla. Fui de tênis, a parte de baixo do biquini e uma camiseta sem a parte de cima do biquini. Minha mãe também andava vestida assim . Sutiã pra nós era meio incômodo. Estávamos andando, notei que o professor estava jogando futvolei com amigos. Só de sunga e óculos escuro. Confirmei o que imaginava. Ele tinha mesmo o corpo bem definido e chamava mesmo atenção. Não pensei duas vezes, falei pra meus pais que ficaria tomando água de coco na barraca proxima esperando a volta deles. Em pé , escondida, fiquei olhando o jogo. Me frustrei, pois notei q ele estava com a esposa, uma mulher bem bonita. Se beijaram quando ela foi embora e ele continuou jogando. Pouco tempo depois uma coisa inusitada aconteceu. Uma chuva torrencial começou a cair. Mesmo me abrigando na barraca fiquei toda molhada. Minha camiseta ficou completamente transparente e pra tentar esconder eu a dobrei pra cima. Cobriu meus mamilos mas deixava minha barriga e parte dos seios à mostra. Com frio, fiquei esperando o tempo melhorar, até levar um susto. Ele estava ao meu lado sorrindo. Me olhava como se eu estivesse no quadro e me deixava um pouco envergonhada. Tentei me manter calma conversei. Algumas vezes cruzava o braço tentando esconder. Ele sorria. A chuva não passava. Falamos da nossa vida, ele me contou do casamento e que ela já tinha ido embora pois era médica e tinha um plantão. Meus pais me ligaram dizendo que pegariam um táxi de lá. Disseram pra eu pegar outro. Ele ouviu a conversa. Disse que o carro estava a 4 quadras dali. Que poderia me dar carona. A chuva diminuiu e aceitei. Fomos andando mas logo no segundo quarteirão ela voltou mais forte. Estávamos sem onde nos esconder até que, num prédio em construção, havia uma daquelas guaritas. Ele me mostrou e corremos prá lá. Não era pequena mas havia material de construção dentro dela, o que limitava o espaço. Entramos e ficamos um de frente pro outro. A camiseta abaixou e meus seios quase totalmente à mostra. Disfarcei me virei de costas , subi nuns tijolos do chão pra alcançar a fresta da guarita e ver se a chuva diminuía. Tremendo de frio mexendo as pernas nervosa senti um abraço por trás. Envolveu meus braços que estavam cruzados sem tocar meus seios. Senti o calor de seu corpo. Ele só disse: eu te aqueço Dani. Realmente me senti aquecida porém logo notei que ele começou a encostar no meu bumbum. Sem dizer nada, ficamos parados, nossa respiração mais acelerada e senti que o volume na sunga aumentava. Se eu me mexesse um pouco parecia que encaixava mais. Parecia que o tempo havia parado. Até que meu celular tocou. Minha mãe , sabendo minha localização, estava vindo. Ele ouviu, só disse que era melhor ele não estar ali e foi embora. No carro eu fiquei tão quieta que minha mãe estranhou. Aquilo mexeu muito comigo. Despertou um desejo que eu ainda não tinha conhecido. A partir daí nossos olhares foram mais intensos. Em toda oportunidade nossas mãos se tocavam. Passei a dobrar a parte de cima da saia do uniforme pra ficar mais curta nas aulas dele. Vou contar tudo no próximo.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico confissoes-

Nome do conto:
Meu professor

Codigo do conto:
268668

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
30/07/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0