O conto de hoje é sobre um pijama amarelo. Viajamos, eu, Brad e outros amigos, todos casados.
Nessa viagem levei um pijama romântico, com uns babadinhos, bem menininha, amarelo, como já mencionei. Acontece que o danado do pijama não promete nada, mas entrega tudo.
Era de manhã bem cedo, deixei um café fazendo na cafeteira, enquanto tomava banho, ao terminar pensei em trocar de roupa, mas decidi que ia ficar na varanda observando o sol, de pijama mesmo. Coloquei um edredon fininho no chão, entrei pra pegar minha xícara de café e fui pra fora contemplar o sol e aquela manhã linda.
Sabe quando você acha que está sozinha, mas não está? Não notei nada e continuei apreciando o sol e tomando meu cafezinho.
Foi quando Brad se aproximou e disse: “O que minha gata faz sozinha aqui fora? Caiu da cama?”
Ele sempre me chama de gata e amo! Eu com sorrisinho maroto disse que estava pensando na vida e curtindo o banho de sol. O ventinho era fresco e ele logo notou os bicos dos meus peitos ficando arrepiados e durinhos de frio.
Eu toda manhosinha pedi pra ele vir me esquentar. Ele pegou o café e veio.
Brad não brinca em serviço. Mais do que depressa entrelaçou seus braços em mim, começou a passar a mão nos meus cabelos e ficar mais pertinho, pra me proteger do ventinho.
Foi aí que notei um dos nossos amigos, que estava na casa do lado, observando nosso comportamento.
Quando percebi, dei um jeito do meu marido começar a roçar minha perna na dele. Nos deitamos inteiramente no chão e levantei minha blusa para ele contemplar meus seios. Ele acariciou. Nosso amigo ficou atônito, parado. Provavelmente se perguntando se era aquilo mesmo que ele via. Não conseguiu sair de lá.
Começamos a esquentar mais. Tirei a blusinha, os bicos duros, empinados. Brad acariciava meus peitos e logo desceu a mão por debaixo do shortinho do pijama. Eu gemia baixinho e entre um beijo e outro, dava um jeito de olhar para o amigo com um olhar sedutor.
Brad afastou o shortinho para o lado e desceu a cabeça para começar me chupar. Abriu minha bucetinha e viu escorrer o líquido branquinho que deixa tudo mais gostoso.
Nessas horas eu gosto de falar coisas que deixam ele com tesão, tipo “isso, chupa minha bucetinha gostoso”, “coloca só a cabecinha do seu pau e segura meu peito”, “tá gostoso né, então soca forte esse pau em mim”. Ele fica louco.
O amigo não ouvia, mas provavelmente imaginava o que estava falando porque os movimentos não mentiam.
Pedi para meu marido deitar e dessa vez eu cavalguei delícia no pau dele. Virada de frente pro amigo e de costas pra Brad, subia e descia estimulando meu clítoris. Ali comecei a sair do corpo.
Que delícia de tesão eu senti!
Cavalgava gostoso, enquanto Brad se inclinou para frente e segurou nos meus peitos pela parte de traz. Não resisti e gozei. O amigo devia estar batendo uma punheta enquanto via a gente gemer de tesão. Conseguia notar pela cara de prazer que ele fazia.
Brad perguntou se podia gozar em cima de mim. Tirou o pau da minha bucetinha apertada. Fiquei de quatro e ele gozou nas minhas costas, passou gozo no meu cuzinho e fez um carinho delícia. Subi e desci do céu umas três vezes.
O amigo deve ter gozado tb porque saiu da janela. Nunca tive coragem de perguntar, mas espero que ele tenha sentido prazer em olhar a gente.
As fotinhos são o bônus pra vocês lerem o conto e se imaginarem no papel do amigo.


