Olá, o que vou narrar nessa série são relatos verdadeiros doque me aconteceu ao longo dos anos casado, coisas que eu só lia na internet e achava que não podiam acontecer comigo ou pessoas próximas, não são contos, afinal eles são apenas histórias fictícias, o que narrarei são fatos detalhados do que aconteceu, pois eu particularmente gosto das narrativas bem ricas e detalhadas, tipo gestos, roupas, olhares, conversas, locais, detalhes dos ambientes, então já fiquem cientes de que são relatos para quem realmente gosta de ler, dadas as considerações inicias, comecemos.
Sou casado com Vanessa (nome fictício) a 12 anos, eu 43 anos ela 45 anos, mas uma bela mulher, onde passa atrai olhares, morena clara cabelos médios pretos, 1,65m de altura, uma bela esposa elogiada sempre pelas pessoas mais próximas, nas redes sociais então, sua caixa de mensagem sempre lotada, ela nunca me escondeu, sempre mostrava e bloqueava os assanhados.
Avançando no tempo, após 6 anos de casados a empolgação de ambos já não era mais a mesma, caímos num limbo de mesmice, não estou dizendo que perdi o tesão pela minha esposa, ao contrário, adorava ver ela sair do banho, sempre dava um jeito de estar no quarto quando ia se vestir, muito raramente ela ficava de calcinha em casa, eu observava como se estivesse vendo a própria Vênus, sempre tive pensamentos de incluir outra pessoa para tentar algo diferente, tipo um casal, mas, ela abominava esse tipo de coisa, assim como toda mulher odeia ne, então sempre guardei meus desejos comigo, afinal sugerir qualquer coisa para ela daria divorcio.
Mas um dia (e sempre tem um dia pra tudo) fomos visitar a mãe dela que mora e uma cidadezinha próxima, a intenção era voltar no mesmo dia, era final de julho, a haveria uma festa julina por ali com o pessoal do bairro, a irmã dela insistiu pra gente ficar, mas Vanessa não havia trazido roupas.
-Eu empresto - disse a irmã.
Vanessa concordou.
Eu fiquei do jeito que estava, afinal homem não liga muito pra roupa.
A noite eu e meu cunhado fomos na frente e deixamos as irmãs que iam tomar banho e depois iriam.
Cerca de uma hora depois já estávamos lá interagindo conversando, recebo uma mensagem: ‘’estou chegando’’.
Fiquei aguardando Vanessa, ela sempre comportada, calça camiseta, mas quando olho a vejo com uma blusinha vermelha super colada, seus seios pareciam muito maiores, e uma saia preta rodada na altura dos joelhos (tenho fotos dela com essa roupa) que quando caminhava mostrava o gracioso balanço da sua bela bunda, seus cabelos soltos, a irmã era mais magra então as roupas ficaram super ‘deliciosas’ nela.
Os homens todos olhando pra ela, aquilo me deu um tesão danado, fiquei meio escondido, disse pra ela me esperar que eu tinha saído rápido e já voltava, só pra observar com ela se comportava.
Nunca havia visto ela vestida assim em público, como relatei, raramente a via semi nua passeando pela casa, meu pau pulsava de tesão pela minha esposa e o fato de ver os homens observando.
Rapidamente uns três homens já as rodearam conversando e cumprimentando ela e a irmã, vi que ela estava desconfortável pois ela faz o gesto de segurar o próprio braço, então me aproximei e cumprimentei a todos, ela me apresentou como marido e todos logo se afastaram.
- Está linda meu amor! – Elogiei.
- Obrigada! – respondeu – fiquei com medo de você achar ruim, mas foi a única coisa da minha irmã que serviu, as outras roupas eram mais extravagantes ainda, estou meio sem jeito.
- Está tudo bem viu? – tranquilizei – você está a mulher mais sexy da festa, só fique junto a mim e ninguém vai te incomodar.
Confesso que estava muito feliz, pela primeira vez eu senti meu fetiche parcialmente se realizando.
Como a maioria das mulheres ela gosta muito de vinho, e todos vão concordar que o vinho tem um efeito que esquenta a mulher, depois de segundo copo de quentão ela estava mais à vontade, mais sorridente e um pouco risonha, aquele charme que a mulher fica quando bebe um pouco, o olhar fica mais sedutor, e por algum motivo o beijo fica mais gostoso.
Eu sentado em toco de arvore que havia por ali, ela em pé a minha frente, mexia os quadris dançando timidamente, porem bem comportada, mas aquela saia curta rodada dava um efeito tão sexy, ela dava uma rodadinha e eu via um pouco da sua bunda, e de frente via um pouquinho da calcinha branca que usava, minha vontade era de cair de boca nela ali mesmo tamanho era a excitação
De repente ela para de dançar e fica quieta.
- O que houve? – perguntei.
- Nada – respondeu.
Continuei insistindo argumentando que ela era minha esposa e podia falar tudo sem problemas, que se fosse algo para resolver daríamos um jeito.
- ta bom - disse ela – é que eu percebi que tem rapaz que estava me encarando, mas por favor não arruma confusão.
-Fica tranquila- eu disse – se tiver te constrangendo a gente vai embora.
Mau sabia ela que minha excitação foi ao êxtase quando ela disse que outro homem olhava para ela (as vezes me acho anormal por sentir isso), estava aproveitando o momento porque em 6 anos de casamento aquilo foi o máximo que aconteceu.
- Está tudo bem-disse ela – só te avisei, é só você não me deixar sozinha que ele não vai se aproximar, vamos aproveitar, eu não saio assim faz tempo.
Logo ela esqueceu do rapaz ali (o álcool é uma benção kkk).
Comecei a observar, ele realmente olhava ela dos pés a cabeça, ele percebeu e desviou o olhar, mas como homem que sou, sabia que ele logo olharia de novo, logo o fez, e novamente me viu, e quando tentou disfarçar cumprimentei com a cabeça sorrindo e levantei meu copo em sinal de brinde, os homens sabem que isso é um sinal de paz independente da situação, ele cumprimentou de volta erguendo seu copo.
Mais tarde um pouco, já quase todos tinham indo embora, nós ali bebendo, minha esposa já no oitavo quentão, super alegrinha, a irmã chegou onde estávamos, uma loira de 1,65m de altura também, magra, aquelas magrinhas da cintura fina pouco seio porem bunda redondinha, usava uma mini saia jeans com uma blusinha branca de zíper na frente (também tenho foto dela com essa roupa), ela queria dançar, mas é claro que meu cunhado nunca deixaria ela dançar com outro homem, eu não danço e nem ele, então veio dançar com a irmã, se afastaram um pouco, não tenho palavras pra expressar, mas aquela saia rodada com tecido bem mole, ao movimento de seus quadris, dava um balaço tão sedutor que era impossível desgrudar os olhos, já havia poucas pessoas ali, mas o nosso observador estava ali ainda, sentado no capo se seu carro vendo espetáculo, não preciso nem dizer o quanto eu estava curtindo aquilo.
Pararam de dançar, minha esposa veio a meu encontro, eu sentado abracei praticamente sua bunda, meu rosto colado na sua pélvis, dava pra sentir o calor da sua bct, ela alegre mexendo os quadris, esfregando aquele cheiro de sexo no meu rosto, eu no auge do tesão, percebendo que o rapaz observava, passava a mão nas coxas dela e em sua bunda por baixo na saia, ela não ligava, somos muito do toque físico, independente do prazer sexual, sempre que estamos junto gostamos de contato físico.
Mas logo ela percebeu oque eu estava fazendo e mandou eu parar.
Ficou um pouco zangada, claro que neguei que estava fazendo aquilo, argumentei que estava curtindo e sentindo desejo pela minha esposa, ela sorriu e me beijou apaixonadamente, me transportei para o passado na época de início de casamento, quando tudo era apaixonado.
Logo fomos embora, ela no banco do carona, com a perna direita erguida, eu olhava e via a sua ‘’testa’’ sob aquela minúscula calcinha branca, ela com a mão esquerda sobre minha perna enquanto dirigia
Então ela me surpreende com uma pergunta sem rodeios e bem direta:
- Se nos fossemos dois desconhecidos agora, você pararia o carro aqui na estrada e transaria comigo?
Tipo, nós desde o namoro e casamento nunca fomos para motéis ou transamos no famoso ‘’mato’’, sempre tive minha casa e nunca precisamos disso
Não respondi nada, só olhei para a plantação de cana de açúcar na beira da estrada procurando um lugar para parar, rapidamente achei uma entrada de caminhões e parei, ela desceu rapidamente nem fechou a porta e sentou-se sobre o capo quente e disse:
- Não sei se é o álcool, mas não estou aguentando de vontade, mas não sou sua esposa agora, não diga nada, só me foda como um estranho.
Não precisa nem dizer que foi a umas das melhores transas que já tive.
Terminamos e eu todo eufórico e contente fui conversar, e ela me reprimiu:
- Por favor, não vamos falar sobre o que aconteceu ta?
Foi meio que um balde de água fria, afinal foi uma fantasia oque aconteceu ali, mas respeitei a vontade dela, e não falamos mesmo sobre o assunto, mas uma coisa ficou martelando na minha cabeça, a frase que ela disse: - SÓ ME FODA COMO UM ESTRANHO.
Caros leitores, esse dia foi o gatilho para que a monotonia desse lugar ao fogo da paixão novamente, foi de imediato? Claro que não! Mas foi o start de tudo.
Em breve mais relatos.
Trocamos somente fotos sensuais, somente e-mail, nada de whats ou redes sociais, respeitem por gentileza, agradecemos, somos generosos com pessoas de boa educação e bom papo.