Meu primo, Iury, 19 anos, magro, aproximadamente 1,75, cabelos curtos, loiro, 8Okg, evita intimidades, é muito fechado. Mora com a mãe e a irmã, sua mãe é de pouca conversa e muito conservadora. Bem, vou relatar o que ocorreu entre ele e eu, estava na casa dele, pois não moro muito distante, gosto muito de conversar com minha prima. Neste dia, estava somente o Iury em casa, minha prima e a tia foram ao supermercado e depois iriam participar de uma reunião. Iury disse que estava assistindo um filme, chamou para assistir com ele, pois ainda estava no início, concordei, sentei-me ao seu lado no sofá, mas logo desligou, o filme estava muito chato. Perguntei se sabia com o Fabio estava, Fabio é nosso primo que mora em outra cidade, com quem já transei algumas vezes. E com certeza, os dois deveriam ter conversado sobre a questão, pois, sabia que não havia segredos entre os eles. - Iury, o Fabio falou o que rolou entre mim e ele. - Não, respondeu. - Vou te falar o rolou entre nós. - Não, não quero saber. - Mas, quero te contar! Puxei ele pela mão, para sentar-se ao meu lado no sofá, que havia levantado. Vestia uma camiseta branca, uma bermuda jeans, descalço. Sentou-se, coloquei a não em sua perna, percebi que ficou constrangido. - Calma, Iury. - Estou calmo, Beta. Bem não mencionei minhas características, sou a Roberta, chamada de Beta pelos familiares, 1,70m, 75kg, morena clara, 21 anos, seios pequenos e nádegas bem definidas. Eu portava uma minissaia, uma blusinha azul clara, abri minhas pernas mostrando a calcinha. Perguntei se não tinha vontade de me tocar. - Sim, mas você é minha prima. Peguei a mão dele e coloquei na minha barriga, ele fechou os olhos, foi descendo, passando sobre minha xoxotinha. Passei a mão sobre sua bermuda, seu pênis estava duro, tentei abrir o zíper, ele afasta minha mão. - Do que você tem medo, Iury. - Não é medo Beta, não sei o que é. - Calma, deixa eu tocar nele. Com muita insistência, tirou para fora, estava duríssimo, com ponta cheia de gotículas de líquido pré-ejaculatório, comecei a masturbá-lo, ele enfia uma das mãos através da minha camiseta apertando meus seios, não contive e beijei ele. O rimo da sua respiração aumenta, ele goza na minha mão. Levantei-me e fui até o banheiro, lavar as mãos, mas antes passei a língua para senti o gostinho de seu esperma, aproveitei e tirei a calcinha, sentei ao seu lado, ele ainda estava com seu pau de fora. Peguei sua mão, levando até minha xoxotinha, ele toca meu clitóris, dou um gemido, dou um beijo nele e me deito no sofá. - Vem, soca esse pau na minha xoxotinha. Ele retira sua roupa, eu a minha, ele se deita sobre meu corpo, direcionando seu pau e bombando com força, num ritmo acelerado, eu gemia e gritava, o que não demorou gozei, ele com mais algumas bombadas, jorrou seu esperma dentro da minha xoxotinha. Segurei ele um pouco mais em cima de mim, beijando-o. - O que achou da nossa aventura, Iury. Demorou um pouco para responder. - Gostei, claro que gostei, demais. - Bom. Agora vou embora, numa outra oportunidade repetimos a dose, é claro se você quiser. - Lógico, que quero. - No final da próxima semana, meus pais viajam, vá dormir comigo, Essa nova aventura será relatada em outro conto. (Ramso).
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