Fodendo a madura da academia

História real, com nomes fictícios.

Meu nome é Leandro, tenho 27 anos, e trabalho como instrutor de salão em uma das academias mais famosas aqui de minha cidade. Sou alto, tenho um corpo bem treinado, cabelos castanhos e olhos claros. Modéstias à parte, sou até que bonito. No meu dia a dia trabalho em contato com muitas mulheres, mas busco sempre ser o mais profissional possível, apesar de, no fundo, ser bem tarado. Sempre gostei muito de mulheres mais maduras, elas me deixam com muito tesão e, além disso, também tenho um fetiche enorme por mãos e pés femininos.

A academia onde trabalho é cheia de mulheres maduras, ricas e bem bonitas. Uma delas sempre me chamou um pouco mais de atenção: Narcisa. 60 anos, professora, conservada e muito gostosa, do jeitinho que eu gosto. Um pouco gordinha mas com cintura fina, pele clara, cabelos loiros, peitos fartos e uma bunda imensa e deliciosa, além de ter mãos muito bonitas.

Sempre conversamos no meu horário de plantão sobre os mais diversos assuntos, mas nada nunca além dos limites. Sendo bem sincero, por mais que achasse ela muito linda e gostosa, nunca tinha tido nenhum desejo extremo ou pensamento impróprio sobre ela. Era apenas uma aluna legal da academia, e nada mais. Até que um dia, numa sexta-feira à noite, nas nossas conversas ela me diz que comprou um armário novo pro quarto, e tinha chegado naquele mesmo dia de manhã. Não dei muita bola, era quase o fim do meu plantão, salão estava cheio, e continuei a trabalhar normalmente. No fim do plantão, como estava sem carro naquela semana, fui pro ponto de ônibus. Depois de cinco minutos, um carro para na minha frente, os vidros se abaixam, e Narcisa me oferece uma carona. O ônibus ia demorar e, pelo que ela já havia me dito, sua casa não era muito longe da minha. Assim que entrei no carro, ela me foi logo me perguntando:

Leandro, você sabe montar móveis? Meu armário chegou, não conheço nenhum montador, e queria ele pronto logo. Eu tenho uma caixa de ferramentas lá em casa. Você pode ir lá montar pra mim, e depois te deixo em casa? É pequeno o armário, não deve demorar. Eu peço algo pra gente comer, pra você não ficar com fome

Eu disse que sabia, e que poderia ir sim. Na hora, não tive segundas intenções. Eu tinha muita experiência em montar móveis, e também não tinha nada de mais interessante pra fazer naquele dia. Chegando na casa dela, peguei a caixa de ferramentas e logo comecei a montar o armário. Narcisa pediu algo pra gente comer, foi tomar um banho e depois ficou fiscalizando a montagem do móvel. Assim que ela voltou do banho - usando um pijama rosa curto e chinelos - eu pude ver seus pezinhos pela primeira vez, e eram lindos, pintados de vermelho. A partir desse momento, eu não sei o que deu em mim, mas fiquei doido de tesão. Eu mal conseguia focar no serviço, eu queria muito foder aquela gostosa madura.

Depois de um pouco mais de uma hora, terminei o serviço. Ela então disse:

Muito obrigado, Leandro! Você me salvou! Pedi uma pizza, vamos comer. Tenho um vinhozinho também, você quer?

Aceitei o convite. Nos sentamos no sofá com a pizza e as taças de vinho, e disparamos a conversar. Não sabia se era o meu tesão falando alto, mas eu sentia que tinha uma química acontecendo entre a gente. Narcisa falava e, de forma suave, se aproximava cada vez mais no sofá. Ela falava sobre como era difícil conseguir se relacionar com alguém nos dias de hoje, ainda mais nessa idade, que queria ter um parceiro e, por fim, disse que sentia falta de transar. Eu fiquei um pouco constrangido na hora, sem saber o que dizer, mas meu pau já tava duro, e ela conseguia ver. Depois de uns segundos de silêncio, ela disse:

Eu acho que você também tá querendo, e eu não tô afim de passar vontade. Então vem cá!

Narcisa me beijou, e eu retribuí. Foi um beijo longo e intenso, com gosto doce de vinho. A partir desse momento, eu perdi toda minha timidez, e comecei a acariciá-la. Não conseguia parar de pensar que aquilo era completamente aleatório, quase uma loucura, mas que também era uma oportunidade única. Tiramos rapidamente as nossas roupas, e Narcisa caiu de boca na minha pica. Eu nunca vi alguém mamar com tanta vontade, num boquete bem babado. Eu urrava de tesão, enquanto segurava seus cabelos. Ela me mamou por uns dez minutos, até que eu pedi pra que ela parasse, senão eu gozaria. Coloquei ela deitada no sofá, abri suas pernas e lhe dei logo um outro beijo, bem molhado. Sussurrei em seu ouvido que eu queria sentir ela inteira, então comecei a beijar seu corpo bem devagar, começando pelo pescoço, passando pelos peitos gigantes e rosados, descendo pela barriga e, quando ia chegar na buceta, que já tava pingando, eu pulei e continuei beijando suas pernas. Ela deu um grito:

Não! Me chupa logo, por favor. Eu tô há tanto tempo querendo isso!

Eu respondi que já iria, mas que, como eu disse, antes eu queria sentir ela inteira. Beijei sua perna toda, até chegar naqueles pezinhos lindos. Narcisa tremia de tesão, e meu pau latejava e pingava. Assim que terminei de beijar seus pezinhos, voltei para aquela bucetinha molhada e chupei com muita vontade. Ela se contorcia, apertava os seios, puxava meu cabelo, e eu lambia como se fosse a última vez. Não demorou muito pra que ela dissesse que ia gozar, e eu continuei com mais vontade ainda. Pra minha surpressa ela começou a jorrar vários jatos na minha cara. Uma coroa gostosa, bonita, carente e que jorrava litros: era o meu dia de sorte. O sofá já tava todo molhado, Narcisa gritava enquanto gozava, e eu já tava doido pra meter meu pau naquela buceta. Eu disse que ia até minha mochila, pegar uma camisinha, no que ela respondeu:

Pode meter sem, eu confio em você.

Coloquei ela ajoelhada de costas pra mim no sofá, meti meu pau nela, e comecei a meter fundo, enquanto beijava sua boca e puxava seus cabelos. Ela disse, enquanto gemia:

Se continuar assim, eu vou gozar de novo

Tudo o que eu queria era aquela boceta gozando no meu pau, então meti com mais força ainda, enquanto a beijava e abraçava pela cintura. Narcisa começou a gozar, e expulsou meu pau pra fora de sua boceta. Eu fiquei louco! Colocava o pau de novo, até que ela expulsasse ele novamente com seu orgasmo. Fiz isso umas 5 ou 6 vezes, até que ela começou a se contorcer, e disse que não aguentava gozar mais. Ali eu achei que já estava acabando, que agora eu teria que gozar também, mas então ela disse:

Coloca no meu cuzinho? Mas com carinho, porque já faz muito tempo que ninguém fode meu cu.

Eu não sei como não gozei na hora. Aquilo já tava perfeito demais, e ela ainda queria pica no cu. Era realmente o meu dia de sorte. Narcisa me chamou pro quarto, pegou um lubrificante, e meu pediu pra comer seu cu de ladinho, que assim era mais fácil. Nos deitamos numa espécie de conchinha, e eu comecei a dedar seu cuzinho bem devagar, pra passar o lubrificante. Assim que senti que o cuzinho tava relaxado, coloquei meu pau e fui socando devagar. Eu não ia aguentar muito, já tava doido pra gozar. Fiquei ali um tempo metendo devagar, beijando seu pescoço, sentindo o cheiro de seus cabelos e apertando aqueles peitos deliciosos. Quando percebi que ela já tava relaxando, e curtindo levar a rola no cu, comecei a socar mais forte e mais rápido, enquanto ela gemia loucamente. Dava pra vizinhança inteira escutar! Avisei que ia gozar, e enchi o cu daquela safada de leite. Acho que nunca gozei tanto na minha vida. Narcisa me deu logo um beijo quente, e disse:

Ta tarde pra você ir embora, não acha não? Dorme aqui comigo, amanhã de manhã te deixo em casa.

Dormimos satisfeitos. Os dois pelados e abraçados. Ela dormiu primeiro, é claro. Eu fiquei um bom tempo acordado, sentindo aquela bunda gostosa colada em mim, pensando se aquilo tudo não era um sonho. Eu não conseguia acreditar: aquela coroa gostosa da academia tava deitada comigo, com o cu cheio de leite. Foi a coisa mais inesperada que me aconteceu. No outro dia de manhã, já acordamos fodendo de novo. Passei o final de semana fodendo aquela safada, até domingo, quando ela me deixou em casa. Foi a coisa mais louca que me aconteceu, e só de lembrar meu pau já endurece.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico fodeforte

Nome do conto:
Fodendo a madura da academia

Codigo do conto:
268989

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
02/08/2026

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