O camping do amor. Fui convidado várias vezes por dois amigos que participam de um grupo de pescaria, eles costumam se encontrar 1x por mês as vezes 2, mas geralmente é uma só mesmo, até pq todos ali são casados , tem família. O grupo é grande tem na data em que fui , 15 participantes, claro que raramente todos vão . Eu já desconfiava que esses encontros deles não se resumia só a pesca, até pq eu já sabia que pelo menos uns 3 deles são gays, e como nunca vi voltarem com grandes quantidades de peixe, eu sempre me perguntava, se eles se reuniam pra pegar putas, encher a cara longe das esposas, ou se "se pegavam" msm, ou ainda poderia ser todas opções ! Acabei aceitando o convite, avisei minha esposa, que no sábado iria com eles pra uma pescaria numa barragem a uns 20km de nossa cidade, ela de boas achou legal, já que trabalho muito e raramente tenho tempo pra algum lazer. Eu tenho atualmente 47anos, sou casado a 25 , tenho 2 filhas, ambas adultas e uma delas já casada. Sou o típico quarentão que não pratica exercícios, não sou gordo, mas já começa a aparecer alguma barriguinha de chopp, mas comparado aos demais da minha idade, estou bem, tenho pouquíssimos pelos no corpo e tenho cabelos pretos cortados curtos e não uso barba. Chegando o sábado a tarde me despedi da minha esposa, peguei minha mochila com apenas o necessário pra 1 noite e 1 dia e uma barraquinha tipo iglu. Meu amigo Norton chegou de carro, e no carro já tinha mais 2, ele alegou que não precisaria mais barracas, mas não se opôs que eu levasse a minha, no caminho a conversa que era bem descontraída e de risadas fáceis foi ficando seria apartir do momento que nos afastavamos da cidade, Norton e Rui (que estava no banco do carona) me falavam que pensaram muito antes de me convidar, e me alertaram várias vezes que TD que eu visse ou participasse no acampamento "morria lá" Que se eu não gostasse, ou não quisesse ficar, algum deles me traria de volta, mas o segredo era imprescindível. Concordei até pq aquilo já estava me deixando excitadamente curioso ! Chegando lá, já haviam alguns acampados, não chegava a 10 homens, e logo comecei a entender o que rolava, Norton estacionou o carro e foi recebido por um rapaz bem mais novo que ele, com um selinho na boca, o rapaz visivelmente afeminado, eu tentava lembrar de onde o conhecia, mas enqto minha memória tentava lembrar isso novas cenas foram se revelando, cada um ali já tinha um parceiro, o cara que eu conheço como Rui é "marido" de um outro que trabalha numa loja de carros da cidade, o enfermeiro Mateus é ali naquele acampamento "a esposinha" de um senhor que é bancário aposentado ..então estava eu no meio de um "clube de brincar de casinha secreto". Restava eu ali , curioso e excitado pelo que via, vira e mexe alguém me lembrava de ser discreto e manter o segredo, e se quisesse ir embora, era só falar. Mas eu estava curtindo ver eles se divertirem, os rapazes que serviam de "esposas" eram bem brincalhões, alguns bem travestidos, outros nem tanto, mas todos ali pareciam embarcar numa outra atmosfera A bebida rolava solta, haviam caixas de isopor, churrasqueira, e uma rede de pesca já estava lançada na água da barragem, aos poucos fui me sentindo bem com todos, e vendo junto com eles, fiquei sabendo um pouco da história de cada um, quase sempre se conheceram por meio de app de relacionamento, e formaram um grupinho, hj não usam mais o app, cada um tem seu par e vivem vidas acima de qualquer suspeita na cidade. Sobrava eu ali, e um senhor já na faixa dos 55 anos que havia montado uma barraca mais afastado um pouco do grupo, ele já participava a algum tempo mas estava só , pq seu parceiro havia ido embora morar noutra cidade, ele participava das "reuniões" do grupo pela amizade mesmo, começamos a conversar e beber juntos, e ao longo da tarde ele foi me contando da vida dele, seu nome é Antônio, era casado já a muitos anos, mas já estava cansado da rotina, ele é motorista de caminhão e já havia tido caso com um outro casado que trabalhava num mercado, me contou tudo, e fui relaxando e passamos a tarde caminhando no entorno do lago da barragem enquanto ele me colocava a par de tudo. Antônio me disse que acontecia TD muito naturalmente, mas era imprescindível manter TD em segredo, me disse também que havia uma aposta entre os demais correndo naquele momento, sobre se ele conseguiria ou não ficar comigo. Eu ri qdo soube disso, mas logo ele me interrompeu, perguntando se não havia nenhuma chance ? Respondi que precisava pensar, que não tinha vindo preparado pra isso, que embora eu já tivesse no passado tudo relacionamentos homo, eu tinha receios, ele me acalmou, dizendo que estava TD bem, que sabia um pouco do meu passado, que poderíamos voltar até o acampamento, a noite já estava caindo, poderíamos jantar e depois se eu quisesse experimentar ele deixaria a barraca dele com a porta aberta, caso eu não quisesse era só não ir, ao terminar de dizer isso ele pegou na minha mão me puxou pro lado dele e tentou me beijar, eu titubiei e sai fora do beijo aceitando apenas seu abraço. Caminhamos mais um pouco, a noite já se fazia presente, tivemos que apelar pra lanterna do celular em alguns pontos, até que paramos pra passar por uma trilha, ele me deu a mão denovo, meu coração disparava, eu lembrava de coisas do meu passado, pensava sobre ele, o que será que ele sabia, será que só blefou ? Enfim, com o passar dos minutos a trilha densa a mão dele segurando a minha a noite cada vez mais escura, TD era muito excitante, em determinado ponto da trilha pulamos um valor, e ao chegar perto dele após o pulo, ele me segurou e tentou denovo, dessa vez nossos lábios se tocaram, rapidamente e se afastaram, ele me olhou firme nos olhos, me segurou pela cintura e me beijou , um beijo longo, gostoso, ele tentava se mostrar dominante, e eu sentindo sensações que a tempos nao sentia me entreguei aquele beijo. Logo voltamos pro acampamento, ele confiante que eu iria procura-lo, e eu estava assutado, era noite de sábado, eu longe de minha esposa amada, e acabava de me excitar por ter sido beijado por um homem. Aquilo não saia da minha cabeça, conversando com outros, todos diziam pra deixar rolar minhas mais íntimas vontades, jantavamos cedo, até pq ali nao há rede elétrica, e os casais já formados queriam aproveitar msm, por volta das 21:30 Antônio veio até mim, disse que me esperaria na barraca dele, que era pra mim ir nem que fosse só pra conversar, eu demorei um pouco mais, estava excitado, mas muito pensativo, a vodka já tinha me atingido também , resolvi ir, entrando na sua barraca, vi que ele estava lendo um livro, usando a luz do celular, ele estava apenas de cueca tipo Boxer, naquele momento reparei como ele é peludo, Antônio é o típico caminhoneiro, já acima do peso, homem forte, cada braço dele deveria dar dois meus, fiquei excitado os ve-lo assim, e ele percebeu isso, começou falando amenidades, me propôs ficar mais a vontade, a noite quente de dezembro pedia roupas leves, e eu estava de camiseta e bermuda, aceitei e fiquei só de cueca, então entre conversas , ele reparou que eu estava já meio mole pela bebida, ele foi sempre se aproximando, começou a passar a mão na minha perna, e eu não o revidei, nos beijamos novamente, então ele começa a puxar minha cueca pra tira-la, eu me deixei levar, era mais forte que eu, a sensação era deliciosa nossos corpos já se rustiam, levei a mão até o membro dele, e por cima da cueca percebi sua ereção, apartir desse momento não se falou quase nada, nossos corpos é que conversavam, nos beijávamos e acariciavamos, ele foi me virando, tirou sua cueca, e começou a esfregar o pau em mim ,o pau dele era maior que o meu e tinha uma cabeça bem definida e bem rosada, seu saco muito peludo logo roçava nas minhas coxas, ele encheu a mão de um creme lubrificante e passou no pau e no meu reguinho, enquanto seus braços seguravam os meus, sentia a barba dele no meu pescoço, sentia seu peso todo sobre mim, ele ele sussurrava no meu ouvido que só faria se eu pedisse, e eu acabei pedindo, me lembro de ver no relógio dele, era quase 11 da noite qdo Antônio me penetrou, começou devagar , colocava um pouco e tirava, e voltava a colocar um pouco mais fundo, ela sabía conduzir, o creme ajudou muito, o vai e vem dele sobre mim, aquela sensação de estar sendo arrombado, fazia tempos que eu não sentia, foi maravilhoso, gozei sem nem me tocar, Antônio totalmente dominante já me dava estocadas fortes, seu saco batia com vigor na minha bunda, e ele elogiava ela, meteu por um bom tempo, me fez ficar de 4 também, e me comeu de ladinho depois, acabei gozando uma 2a vez dando na posição papai&mamãe, enfim virei sua mulherzinha. Antônio só gozou qdo fiquei de 4 novamente, acabamos dormindo juntos e de conchinha, ao amanhecer ele me comeu denovo, só que com mais calma e mais carinhoso ainda, depois que gozou em mim, me beijou e saiu da barraca, eu ouvia alguma conversa vinda dos demais o cumprimentando, logo entendi, eu havia virado uma das moças daquele grupo, não seria mais visto por eles como um homem, e sim como a mulherzinha do Antônio, ao msm tempo que isso me preocupava, me deixava bem, me deixava excitado, eu estava ali deitado, fui dominado e arrombado por um macho de verdade, e agora deveria encarar os demais. Logo que fui sair da barraca, Márcio ( o rapaz que era a 'esposa' de Norton) e mais uma outra 'biba', vieram me trazer um hobie rosa(aquela peça de roupa tinha um significado) e me abraçaram, apartir dali, nós viramos 'amigas' e os machos repararam em nós. Fui muito bem recebida e aceita no grupo, naquele domingo ainda dei mais uma vez pra Antônio, e ganhei dele uma calcinha de presente, ele pediu que no próximo encontro de pesca eu a usasse. Na próxima vez conto como foi.
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