O pai tentava acalmar a filha que estava nervosa com tudo que estava acontecendo meio que choramingando, parecia com medo e também vontade de ganhar macetada, loirinha magrinha com uns peitos bons e uma bunda boa, abraçada nela tentando ampará-la dizendo:
_ Vai ficar tudo bem filha, eles não vão fazer nada com você, o pai tá aqui. Disse recomendo ela nos seus braços, com o pau meia bomba na cueca, pois de certa forma ele sempre desejou comer ela, as vezes se masturbava ouvindo ela gemer dando pro namorado.
Os bandidos sádicos com armas em punho, um deles era magro e alto branco, tatuado meio barbudo, o outro um negro careca, aparentava ter uns 40 anos, os dois musculosos.
O negro careca disse:
_ Calma moça, seu pai falou, não vamos fazer nada com você, a menos que vocês não colaborem conosco.
O pai dela disse:
_ Por favor, eu faço qualquer coisa, só não machuquem ela.
O bandido:
_ A gente notou que você tem um belo volume, paizão, de respeito, sua calça fica aparecendo toda essa fartura . Apostamos que você deve comer muita ninfeta com essa rola, hoje vamos fazer você experimentar uma iguaria:
_ A buceta da sua própria filha!
_ Por favor, cara não, isso não pelo amor deus. Ele dizia isso e sentia o pau inflar lentamente na cueca.
_ Tudo bem, prefere que eu coma? Disse o bandido e baixou suas calças que eram folgas e não marcava seu pauzão, soltou seu 27cm grosso e torto pra fora da cueca.
_ Pai não deixa ele fazer nada comigo!
_ Então ele vai ter que macetar sua bucetinha na nossa frente, mas tem que deixar ela cremosa, queremos ver ela escorrendo leite paterno. Só então deixamos vocês e vamos embora. Caso contrário eu e meu amigo aqui comemos a buceta e o cuzinho dos dois!
_ Calma, vamos resolver isso.
_ calma é o caralho, quero os dois sem roupa agora! Disse isso apontando o revólver pro pai.
O pai ficou só de cueca e a filha de calcinha e sutiã, o paizão se ajoelha e desce, e encara a calcinha de renda branca transparente, mostrava levemente sua bucetinha delicada e rosa por detrás da renda, puxa a calcinha da sua filha pro lado, desnudando sua bucetinha depilada, pequena, cheirando a buceta jovem e antes de pensar em outra coisa outra ordem do bandido atravessou seus pensamentos:
_ Prova essa bucetinha paizão, passa a língua, prova ela, se tu não provares outro macho vai.
Ele meio trêmulo passou a língua de leve, sentiu a textura e o sabor da bucetinha dela, ele adorava "línguar" buceta e cuzinho, esqueceu por uns segundos que era a buceta da sua própria filha e fez algo com extrema intensidade e desejo, fazendo ela gemer e soltar melzinho em sua boca. Até cair novamente em si quando o bandido falou:
_ Isso ae paizão, seu calibre acordou.
O paizão estava de joelhos, línguando a pepeka profundamente e o seu pau tava duro como pedra e não tinha como disfarçar seus 24cm grosso de calibre, que agora quase saia da sua cueca.
O outro bandido branco tatuado e barbudo disse:
_ Isso ae paizão, agora enterra esse pau na buceta dela, enterra, fode ela, ela já tem namorado e certamente já dá essa bucetinha e se bobear, até o cuzinho ela deve liberar pra ele.
Pegou o celular dela e desbloqueou pra ver se achava algo da garota, foi direto pra galerias enquanto isso o pai ofegava de desejo e medo, o pau pulsava e ela olhava pro pai e acenou com a cabeça autorizando ele a meter, ele balançava negativamente a cabeça de leve, olhou nos olhos dela e sem dizer nada pincelou a glande do pauzão, duro e pulsante nos lábios vaginas umedecidos com sua saliva, ele sentia com a ponta do pau a entradinha morna da bucetinha dela.
_Calma filha,
beijou a testa dela, enquanto seu pau durão soltava lub natural de tão excitado e deslizou toda a cabeça e um pouquinho mais pra dentro dela arrancando um gemido de dor com nuances de prazer,
_Aiiiiii, pai! ela deixou escapar em um gemido abafado com tesão, medo e culpa. Já tinha dado a buceta pro namorado várias vezes imaginando ser o pai, mas agora era real, e o pauzão do pai é bem maior e mais grosso que do seu namorado.
O pau dele pulsava galudo na pepequinha morna, úmida e apertadinha dela, ele parou olhou nos olhos dela e disse:
_ Confia no pai filha. Beijou sua testa e ela relaxou, ele empurrou lentamente o caralho pra dentro dela, quanto mais entrava mas ele se sentia culpado. Ela gemia baixinho, e ele massageava seu clitóries com uma das mãos, enquanto deslizava seu caralho grosso pra dentro dela, até chegar no tronco do seu membro que por sinal era a parte mais grossa da sua rola, parou, estava quase tudo dentro. Ela gemia sentindo sua pepeka deliciosamente invadida por aquele falo grosso, quente, duro, pulsando lá dentro e ele sentia a buceta dela sugar e massagear e apertar e soltar sua rola.
Assim que ele sentiu que ela tava confortável no seu pau, iniciou uma socada cadenciada na bucetinha apertada dela. Com agressividade e ternura, desejo, repulsa e tesão, ela gemia abraçada ao pai, quase que chorando, com culpa por sentir algo tão delicioso, adorava sentir a rola deslizando pra fora quase que saindo totalmente pra fora, mas ele não deixa sair por inteiro e já enterra tudo novamente, até suas bolas baterem nos lábios vaginais. Estava de sutiam, o pai soltou os peitos dela pra verem eles balançando com o tranco da sua socada.
Ela soltou um gritinho,
_shhii! Calma amor! hhhhuuum… ele falou enquanto socava.
Tentando controlar o gozo que vinha como corrente elétrica em euforia percorrendo seu corpo, ele pensou em tirar seu pau pra evitar o gozo ainda, e rapidamente deslizou o pau pra fora da buceta dela.
O pau pendeu no ar e soltou um jato de porra grossa gelatinosa que atingiu o queixo e a boca dela, a porra tava bem grossa acumulada a dias. Seu membro pendia durão todo melado e um rastro de porra seguida do umbigo dela até seu seio, queixo e boca.
Era quase um pré gozo, porque ele segurou o orgasmo, mas acabou soltando porra também. Porém tinha bastante leite ainda armazenado nas suas bolas pesadas e muito tesão acesso, a buceta tava lubrificada e toda melada de porra e pior ainda, o pau do pai pendia duraço pulsando de tesão como um animal que foi despertado seu prazer mais pervertido.
Ele esfregou o pau na buceta dela e enterrou macetando forte os colhoes carregados de leite batiam forte na buceta enquanto o pau entrava tudo.
Ela sentiu o pau inchar e pulsar mais forte na buceta, o pai estocar com mais força, mais fundo, a buceta apertava ainda mais a rola do pai já querendo leite, o primeiro jato veio forte ela sentiu uma esplosão quente que fez ela ovular e gozar junto com a gozada do pai, ele continuou no ritimo da estocada fazendo espuma batendo leite e soltou uma forte leitada que a buceta engoliu tudo deixando o pau entrar todo com vontade.
Abraçou ela com a rola atolada na buceta dela, quardou os peitos dela dentro do sutiãn e deslizou o pau pra fora da pepeka dela cobrindo a vulva leitada com a calcinha.
Ela se sentiu cuidada e amada, desejada.
o pai disse:
_Caralho, olha o que vocês me fizeram fazer! Dizia ele fechando os olhos e cobrindo o rosto com vergonha de ter feito aquilo.
continua


