Meus contos são verídicos, escritos sob a minha perspectiva e de como eu lidei com relações anteriores. Não gosto de escrever diálogos, a menos que sejam extremamente importantes ou que condizem com a realidade. Esses contos fazem parte de um processo de escrita expressiva, para lidar com sentimentos e situações em uma jornada de autoconhecimento. Obrigado por apreciarem meu conto.
Há alguns anos atrás após a pandemia, eu conheci um cara muito bonito e que, na minha opinião, servia pra ser um troféu pra ser exibido. Conheci ele no Grindr, e ele me chamou muito a atenção por conta da sua aparência física. Sim, ele também era inteligente e engraçado, mas quem nunca, não é mesmo?
Me chamo Jonas e tenho 32 anos, na época eu estava com 27. Tenho em torno de 1,75, 87 kg, um falso magro com pernas e bunda grandes. Na época eu estava muito empenhado na academia, mas sempre fui mais parrudinho de aparência, gostando dos meus pelos nos braços, pernas e peito e da minha barba. Tenho um dote de 18cm, grosso e levemente curvado.
Já o cara por quem eu me perdi todinho, Ricardo, 28 anos tinha em torno de 1,78, e 85kg, malhava em casa diariamente, tendo ombros e peitoral bem chamativos, e aquele biceps que aperta a manga da camiseta que pra mim, fazia toda a diferença. Dono um belo pau de 20cm bem grosso, e uma barba que me lembro até hoje, bem fechadinha e desenhada.
Ele morava num bairro próximo, cerca de 15 minutos de onde eu morava na época. E ele me chamou muita atenção por usar camisetas bem nerds, ter coleção de cartas de pokémon, e isso nos aproximou pois sempre fui muito ligado em séries, filmes e animes. Então o papo fluiu muito bem por esse lado.
Lembro até hoje como foi ir conhecê-lo, estacionei o carro em frente a casa dele e esperei ele vir, quando ele entrou parecia ser tudo o que eu via e muito mais, pessoalmente muito bonito, cabelo arrumado, um macho que eu sabia que não ia me arrepender de pegar. Partimos pra um motel não muito longe da casa dele, e no caminho pudemos nos conhecer melhor. Voltou a morar com os pais na pandemia, ele tinha uma loja no litoral de artigos nerds que acabou falindo por conta do lockdown, entregou o apartamento e voltou para o interior para morar com os pais pra reduzir os impactos financeiros.
No motel sem tempo a perder fomos pra ação, um beijo gostoso e pegado, com linguas disputando espaço e um encaixe de beijo que me deixou alucinado, afinal quando que a gente encontra uma boca que encaixa na nossa como uma chave na fechadura e não pensa “caralho, essa boca foi feita pra minha”. Roupas foram tiradas e aquele pau estava em riste, levemente curvado pra esquerda e duro como se fosse me atravessar inteiro, quase não coube na minha boca, e tive que acostumar com aquele instrumento enquanto chupava, beijava e lambia. Suas bolas grandes também tiveram minha atenção enquanto apertava seu mamilo com a ponta dos dedos. Entre gemidos e beijos nem esperei muita retribuição, lubrifiquei bem para sentar, eu tinha pressa para que ele estivesse dentro de mim, e com meu rabo se abrindo todo, agasalhei seu pau até o fim enquanto o beijava. Ele deixou que eu dominasse a situação até que me acostumasse, depois tomou as rédeas, me colocando de frango assado e metendo com mais força e vontade. Olho no olho, pedindo pra meter mais forte, querendo que ele me mostrasse o macho que ele era, e eu me deixando ser submisso daquele homem naquele momento. Quando ele anunciou que ia gozar, envolvi meu pau com a mão e numa punheta frenética, chegamos ao ápice, ouvindo seus gemidos graves enquanto me enchia com seu leite, e eu gozava na minha barriga entre nós. Exaustos, deitamos.
Havíamos pego um quarto com hidro, então para aproveitar o tempo, tomamos um banho pra nos limpar e tirar o suor, e fomos aproveitar a banheira. E depois de muito beijo e provocação, gozamos de novo em um 69 molhando a cama toda de tanta fome para chupar um ao outro. Após deixar ele em casa, marcamos de fazer isso mais vezes.
E durante 8 meses, tivemos nossas transas regulares, as vezes no motel, as vezes na minha casa, uma vez até no parque da cidade de madrugada, escondidos atrás de uma pista de skate, eu o chupei e ele me comeu enquanto o frio da noite arrepiava os pelos da minha bunda.
Mas nem tudo foi perfeito, ele conseguiu emprego, perdeu emprego, passou um tempo morando comigo e nesse tempo descobri que ele tinha um problema sério com álcool. Passava dia e noite bebendo, gastando toda sua reserva de dinheiro alimentando o vício. Muitas coisas aconteceram que me deixaram muito bravo, e pedi para ele ir embora.
Mesmo depois de tudo, a saudade de pica ficou. Por meses ainda olhava sua rede social, pra ver se algo novo era postado. Via seus nudes no celular que ainda tinha guardado e bati várias punhetas em sua homenagem. Não lembro quanto tempo se passou, mas em algum momento nos falamos no Grindr novamente e combinamos de repetir a dose do motel, ele sabia o quanto eu gostava de ver a pica dele entrando, então pegou um quarto com um espelho grande na parede, e me posicionou de uma forma que eu podia sentar olhando meu cuzinho se alargando pra recebê-lo. Fudemos de várias formas, em muitas posições diferentes, incluindo de quatro, a posição que ele mais curtia, me dominando de todas as formas e enterrando sua pica no meu rabo.
Mas depois daquele dia, percebi que a unica coisa que eu sentia falta, era do meio de suas pernas. O sentimento de admiração acabou, não o via mais como o homem que merecia que eu fosse submisso, mas como um homem frágil, que eu teria que cuidar. Então depois disso me afastei.
Anos depois, o Tinder pregou uma peça, e me sugeriu dar match com ele, ele havia me curtido, e bastava eu arrastar pro lado que o match seria certeiro. Não sei porque eu o fiz, aliás, eu já tinha recusado algumas semanas antes quando apareceu pela primeira vez. Nas fotos parecia que uns 10 anos haviam se passado, ele parecia bem mais velho, e com menos vigor. Marcamos de almoçar juntos, e percebi quando ele tocou meu braço o que ele estava querendo. Os sinais eram tão claros quanto uma lâmpada acesa.
Fomos pra minha casa e no sofá mesmo nos beijamos, e tantos sentimentos foram mexidos, tantas coisas vieram a cabeça. Exploramos o corpo um do outro, tirando camiseta, calça e cuecas, o calor do corpo dele era como um cobertor, seus pelos roçando na minha pele enquanto sua língua invadia a minha. Sua pica em riste roçava na minha enquanto soltava seu pré-gozo discretamente, lubrificando nossos paus que pulsavam juntos entre nós. Fomos pro quarto onde ficamos mais a vontade, e pude reencontrar aquele pau com a minha boca, engolindo até meu nariz mergulhar em seus pelos, sua boca também encontrou minha pica, e ficamos num 69 por um tempo. Ele me virou de costas pra cama e levantou minhas pernas, invadindo meu cu apertado com sua língua, minhas mãos afundaram em seus cabelos enquanto gemia baixo. Queríamos mais tempo, mas o despertador indicava que ele deveria voltar ao trabalho. Acabamos não gozando nessa ocasião, mas já estamos combinando um novo momento para que essa história possa continuar.
Assim que essa segunda parte acontecer, eu trago pra vocês. Terei outros contos para relatar no meio tempo.
jojojk9