Tudo começou quando eu tinha cerca de 19 anos. Na época, eu havia acabado de iniciar a faculdade de Educação Física. Sempre gostei de frequentar a academia, nadar e jogar futebol, então sempre tive um corpo relativamente atlético. Nada extraordinário, mas com curvas bem definidas, peitoral marcado, 1,85 m de altura, pele morena e olhos castanhos,meu pau é normal na média do brasileiro nada exagerado por volta de 17 cm cabeça bem vermelha e com veias saltadas.
Sempre cuidei muito da minha aparência e continuo fazendo isso até hoje, inclusive em relação à alimentação. Enfim, vamos à história.
Tudo começou quando passei quase um ano desempregado. Naquele período, estava muito difícil conseguir um emprego. Eu namorava uma garota linda chamada Josy. Ela tinha um corpo muito bonito e definido, treinava comigo na academia e sempre se cuidava.
A mãe dela também era bastante jovem, pois a teve ainda na adolescência. Na época, ela tinha apenas 34 anos. Era uma morena muito bonita, de corpo bem cuidado, cabelos longos que chegavam até a cintura, pernas bem torneadas, olhos claros, sorriso envolvente e uma silhueta muito chamativa.
Voltando à história, meus pais viajavam com frequência e, por isso, eu costumava ficar sozinho em casa. Como sempre tivemos um bom relacionamento com meus sogros, meus pais sugeriram que eu passasse um tempo na casa da minha namorada, já que era muito comum eu dormir lá.
Tudo aconteceu de forma natural. Meus pais viajaram e eu passei a ficar no quarto da Josy durante esse período. Para não parecer acomodado, comecei a ajudar nas tarefas da casa. Lavava o quintal, organizava algumas coisas, fazia compras no mercado e procurava colaborar no que fosse necessário.
Os dias foram passando e meu sogro precisou aumentar a carga de trabalho para cobrir as férias de um colega. No mesmo período, minha namorada foi chamada para fazer um estágio no turno da tarde.
Nossa rotina ficou da seguinte forma: pela manhã, eu e Josy íamos à academia; à tarde, eu permanecia em casa com minha sogra; e, à noite, eu e Josy seguíamos para a faculdade.
Até então, tudo era absolutamente normal. Apesar de reconhecer que minha sogra era uma mulher muito bonita, eu jamais a enxerguei com outros olhos. Sempre fui completamente apaixonado pela minha namorada.
Até que, um dia, tudo mudou.
Eu estava deitado no quarto da Josy quando minha sogra me chamou à sala com certa urgência. Ela perguntou se eu poderia ajudá-la a encontrar um site que havia visitado anteriormente. Queria rever alguns anúncios de bolsas, pois costumava comprá-las para revenda e havia perdido o endereço da página.
Para contextualizar, o computador ficava na sala e era utilizado por todos da casa.
Fui ajudá-la. Ela tinha pouca familiaridade com computadores, então comecei a acessar o histórico do navegador na tentativa de localizar o site. Enquanto descia a barra de rolagem, percebi que havia diversos links do xvideos.
Quando ela viu o histórico, ficou espantada e perguntou:
— Era você quem assistia a esses vídeos neste computador?
Respondi:
— Não, aqui na sala, não.
Ela então perguntou:
— Será que isso não é vírus?
Eu sorri e respondi:
— Não. Esse é um site bem popular que muita gente acessa.
Naquele momento, talvez pela vergonha e pelo nervosismo, acabei me soltando um pouco mais e completei:
— Eu costumo assistir mais pelo celular, no quarto.
Ela deu uma risada e brincou:
— A Josy não está dando conta, é?
Fiquei completamente vermelho, mas respondi, tentando disfarçar:
— Nada disso. Isso é coisa de homem.
Por fim, continuei rolando a página, encontrei o site que ela procurava e mostrei para ela. Depois disso, voltei para o quarto.
Eu estava tão excitado quando cheguei no quarto que precisei me aliviar meu pau estava para estourar a calça, coloquei um video de anal com uma morena e comecei a bater uma punheta muito gostosa.
Comecei a ouvir passos no corredor em direção ao quarto. Um detalhe importante: a porta do quarto não trancava porque estava empenada e, por isso, sempre ficava uma pequena fresta. Era quase imperceptível, a menos que alguém parasse bem em frente à porta para olhar.
A cama ficava posicionada ao lado da entrada. Assim, quem estivesse no corredor e parasse exatamente diante da porta, aproximando o rosto da fresta, conseguiria ter uma visão de mim deitado na cama.
Só que, sempre que eu ouvia os passos, me cobria rapidamente, com medo de que ela abrisse a porta e me repreendesse. Porém, naquele dia, aconteceu algo diferente.
Toda vez que ela passava pelo corredor, era possível perceber que os passos diminuíam de ritmo. Nesse momento, eu me cobria, e logo em seguida os passos voltavam ao normal, como se ela tivesse retomado o caminho.
Aquilo começou a mexer com a minha imaginação. Eu não sabia se ela realmente estava me observando pela fresta da porta, mas a simples possibilidade de isso estar acontecendo não saía da minha cabeça. Fiquei tão distraído com aqueles pensamentos que já nem conseguia prestar atenção ao vídeo que estava assistindo. Aquele misto de medo com tesão me deixou tão maluco que acabei gozando muito as jorrava muito gozo as veias do meu penis pulsar forte a cabeça estava pra estourar uau aquilo realmente foi incrível.
Limpei tudo com a minha camisa e saí do quarto para ir ao banheiro me lavar. Quando passei pela sala e pela cozinha, ela não estava em nenhum dos dois lugares.
E foi assim que tudo aconteceu pela primeira vez.
Alguns dias se passaram, e a rotina voltou ao normal. Eu estava sentado na sala, usando o computador para terminar um trabalho da faculdade, quando ela saiu da cozinha e me chamou.
Ao olhar em sua direção, percebi que ela vestia apenas um blusão. Aparentemente, estava sem sutiã e, talvez, usando apenas uma calcinha fina, embora fosse difícil ter certeza, já que a roupa não marcava o corpo. Ainda assim, era possível notar que seus seios estavam bem delineados sob o tecido e que os mamilos pareciam enrijecidos.
Quando vi aquilo, na hora meu pau endureceu. O pior é que eu estava de bermuda de tactel, daquelas de academia, e de regata. Se eu levantasse, ela ia perceber o volume. Então tentei ficar ali sentado mesmo. Apenas girei na direção dela e falei:
— Oi, tia. (Era como eu chamava minha sogra.) O que houve?
Ela respondeu:
— Júnior, você pega aquela panela de pressão que está lá em cima do armário? Vou precisar dela para fazer a janta.
— Eu subi na cadeira Acabei dando uma joelhada no armário. Olha como ficou.
Apontando para o joelho e, em seguida, para a coxa, ela mostrou onde havia batido. Quando vi aquilo, fiquei sem reação. aqueles seios bem durinhos bem próximo de mim e, agora, aquelas pernas que eu estava evitando olhar. Acabei olhando sem desviar o olhar.
Falei:
— Nossa, ficou feio, hein?
Ela respondeu:
— Bateu aqui na coxa também. Olha só como ficou.
E levantou um pouco o blusão.
Naquele momento, eu estava louco para ver aquela buceta.
Então falei:
— Vou já, tia. Deixa só eu salvar meu trabalho e já vou.
Ela respondeu:
— Não demora.
Fiquei ali tentando me recompor. Respirei fundo, ajeitei a roupa e fui até lá. Ainda estava um pouco nervoso, mas já não chamava tanta atenção.
Quando cheguei, ela estava sentada na cadeira e disse:
— Júnior, pega essa cadeira aqui, mas toma cuidado.
Subi e peguei a panela. Quando desci da cadeira, a roupa acabou saindo do lugar e voltou a marcar a bermuda.
Minha sogra simplesmente soltou um:
— Nossa...
Então perguntei:
— O que foi, tia?
Ela respondeu:
— Nada. Ainda bem que você veio me ajudar. Senão, eu ia acabar me machucando.
Nós dois rimos.
Quando ela levantou para pegar a panela da minha mão, por um instante foi possível ver um pouco mais suas pernas abriram a ponto de quase conseguir ver. sua buceta quase. Fiquei olhando por alguns segundos, sem perceber que havia demorado demais.
Quando levantei a vista, dei de cara com ela olhando para mim. Fiquei nervoso, achando que ela iria brigar comigo, e fui direto para o quarto.
Chegando ao quarto, comecei a me masturbar Naquele momento, nem precisei assistir a nenhum vídeo gozei muito fiquei com o peito todo melado os jato foram tao fortes que quase veio no meu rosto.
No dia seguinte, saí para ir ao mercado. Quando voltei, percebi que, aparentemente, não havia ninguém em casa. Então gritei:
— Tia, a senhora está em casa?
Demorou um pouco, mas ela respondeu de longe:
— Sim, estou aqui em cima.
Ela estava na laje tomando sol. meu pau endureceu na mesma hora so de imaginar, comecei a ajeitar a roupa e inventei uma desculpa para subir até lá.
Falei:
— Tia, ainda tem aqueles halteres aí em cima?
Eu sabia que eles ficavam lá, mas foi a primeira desculpa que consegui pensar.
Ela respondeu:
— Sim, estão. Sobe aqui para pegar, porque eu não vou descer agora.
Aquilo caiu como um presente para mim.
Quando subi, ela estava deitada no chão, de fio dental preto e com a buceta bem volumosa. Fiquei alguns instantes olhando, até que ela perguntou:
— Achou o que você estava procurando?
Respondi:
— Ainda não, mas vou procurar.
Ela riu e voltou a se deitar, agora virada para o outro lado.
com aquele bundão para cima moreninha bem redondinha perfeita . Aproveitei que ela não estava olhando e comecei a me masturbar ali mesmo.
Tomei um susto quando ela falou:
— Não achou ainda? Hum... Sei não, hein. Acho que isso é desculpa.
Fiquei nervoso e desci novamente para o quarto.
aquelas aventuras com a minha sogra estavam me dando um tesão danado já estava fodendo minha namorada pensando na mãe dela. Na minha cabeça, porém, havia uma dúvida: será que tudo aquilo era apenas coincidência ou ela realmente estava me provocando?
No dia seguinte, resolvi tirar a prova dos nove.
Depois do almoço, dessa vez foi minha sogra quem saiu, e eu fiquei sozinho em casa. Quando ela saiu, pensei: "Poxa, meus planos foram por água abaixo."
Então me deitei e fui assistir a um vídeo. Encontrei um em que uma mulher ficava insinuando para o chefe. Resolvi que faria o mesmo.
Quando ela finalmente chegou, ouvi o portão da garagem abrindo. Corri para o quarto, deixei a fresta da porta um pouco mais aberta do que o normal, mantive a luz do corredor acesa e deixei apenas a luz da televisão ligada no quarto, de forma que eu conseguia enxergar o corredor pela fresta da porta.
a luz que entrava também iluminava bem meu pau. Coloquei um porno na televisão e deixei o volume bem baixo, apenas o suficiente para que pudesse ser ouvido por alguém que parasse em frente à porta do quarto.
Quando ouvi os passos se aproximando pelo corredor, comecei a bater uma punheta a cabeça do meu pau chega brilhava de tanto tesao as veias estavam saltadas
Quando ela passou, virou o rosto rapidamente em direção à fresta da porta e diminuiu o passo, mas não parou.
Aquilo me deixou apreensivo. Fiquei com medo de que ela brigasse comigo, pois eu tinha muito a perder. Mesmo assim, continuei a me masturbar cada vez mais forte aquilo estava tomando conta de mim era um misto de medo e tesão.
Pouco depois, ouvi os passos voltarem, desta vez mais lentamente, até que pararam.
Fiquei com receio de olhar para a porta e acabar espantando quem estivesse do outro lado. Mesmo sem olhar, tive a impressão de que ela estava lá olhando nao aguentei mais de tanta excitação e gozei novamente melando minha barriga.
Foi quando ouvi os passos se afastando novamente. Então criei coragem para olhar em direção à porta. Consegui ver apenas ela indo embora, já de costas.
Eu não sabia o que fazer. Queria sair do quarto, olhar para o rosto dela e descobrir se ela realmente havia visto o que estava acontecendo.
Então me recompus, e saí do quarto como se nada tivesse acontecido.
Comecei a procurá-la pela casa e, quando a encontrei, ela estava deitada no sofá da sala, usando um blusão e com os joelhos dobrados as pernas meio que em cima do encosto do sofá.
Ela vestia um short de pijama por baixo do blusão, mas o tecido era tão leve e solto que que mostrava a polpa da bunda e uma pequena parte dos lábio da sua buceta quando eu vi aquilo tesao subiu de novo e percebi que ela estava fazendo de propósito .
Falei:
— Oi, tia. Nem percebi que a senhora chegou.
Ela respondeu:
— É... Troquei de roupa e vim me deitar aqui. Estou morta de cansada.
Então eu disse:
— Eu estava fazendo umas coisas na laje e também fiquei cansado. Acabei me deitando um pouco.
Ela olhou para mim e comentou:
— Eu percebi. Cheguei e você nem me ouviu. Só esqueceu de desligar o teu filme dava pra ouvir do corredor imagina se Alvaro (meu sogro) chega e ouvi aquilo kkkkk.
Quando ela falou aquilo, entendi que estava querendo me dizer que havia visto tudo, mas sem falar isso de forma explícita.
Em seguida, ela disse:
— Senta aqui. Deixa eu te mostrar as bolsas que comprei para vender.
Eu ia puxar uma cadeira, mas ela logo interrompeu:
— Não. Senta aqui no sofá. Está com medo de mim, é? Sou tua sogra, não precisa ter medo.
E começou a rir.
Quando me aproximei, ela levantou as pernas para me dar espaço para sentar.
Aquilo exibiu mais ainda sua bunda e ficou apenas um pequeno fio da bermuda tampando sua buceta. Dava para ver os grandes lábios raspadinhos; meu pau endureceu na mesma hora. Aí eu sentei no sofá, ela colocou as pernas bem em cima do meu pau, que estava muito duro.
Ela ainda deu uma leve esfregada e começou a conversar comigo como se não estivesse acontecendo nada ali, e mostrava as bolsas no celular e esfregava a perna. Eu já não estava aguentando de tanto tesão, acabei gozando na minha cueca, e ela sentiu meu pau pulsando.
Foi a única vez que ela falou diretamente:
— Menino, o que está acontecendo aí?
E começou a rir.
Em seguida, levantou-se e foi para a cozinha, enquanto eu fui direto para o quarto.
Naquele momento, entendi aquela situação como um sinal de que ela estava gostando daquelas brincadeiras safadas.. Para mim, ali foi o início de outra brincadeirinhas gostosas que rolaram cada vez mais safadas até o dia que finalmente rolou .
Como essa história é longa, vou deixar o restante para outro dia.
Se vocês gostaram, comentem se querem a segunda parte.