Uma orgia incestuosa numa ilha deserta

Meu marido, certa vez numa viagem a Andaluzia, comprou e me deu de presente um garanhão negro. O brilho do seu pêlo e, sobretudo, os olhos negros, me faziam crer nas lendas e histórias andaluzas. Eles contavam que a alma de antigos cavaleiros ainda permaneciam com seus animais, mesmo depois da morte, e mesmo depois de gerações.

Mas o que me marcou a lembrança das tardes nas Astúrias foi uma certa vez, ao voltar de um passeio pelos arredores da propriedade. Estava em companhia da Manu, que eu costumava levar comigo nesses passeios, quando podíamos desfrutar de alguns momentos a sós, durante a “ciesta” dos empregados.

Ao chegarmos perto da cerca, onde pastavam os animais, lá estava o meu andaluzo negro. Só que ele não estava muito interessado em duas admiradoras; ele estava no momento ocupado com uma das éguas da propriedade, montado sobre ela e copulando a céu aberto, como fazem as bestas.

Eu mal podia crer nos meus olhos, não apenas pela liberdade dos animais, como pela enorme envergadura que tinha o garanhão, com seu membro em total ereção. Era bestial e magnífico, feito para um prazer que eu jamais poderia imaginar possível a uma senhora da corte. Mas já tinha ouvido falar de histórias de mulheres que faziam tais coisas, tão abomináveis que me cora só de imaginar.

Assim que o garanhão terminou de gozar, com aquela coisa enorme ainda pendendo entre as patas, a Manu me contou que já ouvira falar de mulheres sendo possuídas da mesma forma, montadas bestialmente por homens, como se cadelas no cio.

— Às vezes por dois ao mesmo tempo... — ela me sussurrou.

— Dois?! — eu me escandalizava, num misto de horror e excitação.

— Um na frente e um outro por trás — ela me sorria com malícia.

— Me recuso a crer que já tenha praticado tais atos, Manu! — eu lhe disse firmemente.

Isso ela não me confirmou, mas o que me confidenciou era o que costumava fazer durante a “ciesta”, quando os outros estavam dormindo pela tarde. E não só isso, ela me levou com ela uma vez, ao que só pude crer vendo com meus próprios olhos.

Na cocheira dos animais, com o silêncio e sem uma alma à vista, ela me mostrou o que fazia. Primeiro, deixava bem atiçados os cavalos, abrindo o laço de seu vestido e deixando à mostra um pouco dos seios. Não muito diferente dos homens, os animais também se excitam diante do corpo de uma mulher.

Depois, com a evidência de seu poder, deixando o garanhão com seu membro ereto à mostra, ela me sorria e me mostrava ainda mais. Enquanto alisava o pelo negro do andaluza, com a outra mão ela acariciava o membro do animal, deixando-o louco e arfante. Então, quando já estava duro e apontando para cima aquela coisa entre as suas patas, ela se inclinou e, segurando na mão, o levou à boca, fazendo a coisa mais impensada que eu já vi.

Era uma felação em um animal, e aquilo ao mesmo tempo em que me abominava, me enchia de uma estranha excitação, como se me consumisse um desejo secreto de experimentar o mesmo. Adorava a sua pele morena, com o sangue mouro de seus ancestrais, e a total liberdade que ela se permitia o que mandava o seu desejo despudorado.

Eu olhava minha criada tentando engolir o que podia do membro do animal e não podia crer naquilo. Ela o chupava e ora deslizava a língua por toda a sua extensão, voltando em seguida a engolir o que podia da cabeça enorme. Até que o andaluza deu um passo para trás, arfou pelas narinas e no instante seguinte estava gozando em abundância, ao que ela se esforçava para dar conta de tudo. Ainda assim, aquilo lhe escorria pelos cantos da boca, enquanto ela lambia com a ponta da língua.

— Tome, prove um pouco! — ela me estendeu aquilo, limpando a boca com as costas da mão.

Eu estava sem reação, mas ela insistiu, pegando na minha mão e, me levando bem perto do garanhão, que ainda tinha o seu membro em bom tamanho para fora, eu o segurei. Era macio e quente, e ainda gotejava um pouco do seu gozo. Então, mais instintivamente do que movida por razão, eu levei aquilo à boca e provei dele. Claro que por mais que tentasse, o máximo que cabia na minha boca era a cabeça com um pequeno orifício, de onde continuava a sorver do seu gozo.   

Tinha um gosto intenso, como que de leite coalhado, e eu me sentia formigar entre as pernas. Foi a minha primeira felação num animal, e eu estava tão excitada aquela tarde, que fui para a cama mais cedo. Pouco depois, a Manu veio se juntar ao meu leito, e nos amamos a noite toda, relembrado aquelas imagens.

Querendo me mostrar como fazem os animais, ela prendeu o meu “diletto” numa fita, e me fez ficar de quatro na cama. Então, com aquilo dentro de mim, ela começou a me penetrar, segurando o meu cabelo e me puxando por trás, como se me dominasse numa rédea de montaria. E com a outra mão, ela estalava palmadas na minha anca, me tirando um suspiro de puro prazer.

Aquela noite, eu desejei muito que minha criada desse lugar ao meu andaluza na minha cama. Não sei como aquilo tudo caberia dentro de mim, mas estava disposta a tentar. Fico imaginando até hoje tudo aquilo me penetrando, como que me preenchendo toda. Sei que jamais receberia absolvição se me confessasse de tal pecado, e acabaria ardendo no inferno por isso, mas aquela noite eu quis muito ser sodomizada por uma besta, assim como o vi fazer no pasto.

O que eu não sabia era que os mares do destino me levariam para uma ilha deserta. E agora, com meu filho mais velho, eu tinha um amante secreto com quem podia romper todos os limites do meu desejo, e ter todo prazer que eu nunca conheci com o pai dele.

Depois de algumas preliminares e de um pouco de felação para deixá-lo excitado, tanto quanto eu, me abaixei na grama, de quatro, e disse a ele o que fazer.

Pra um garoto que até outro dia jamais tinha tocado numa mulher, meu filho se mostrava cada vez mais um ótimo aluno. Me surpreendia a sua avidez em me penetrar, e a energia com que podia copular sem se cansar. Ele se admirava de que eu quisesse mesmo fazer tal coisa, digo, daquela forma, como fazem os animais no campo.

Àquela altura já o tinha ensinado a se controlar e fazer durar a sua ereção, sem gozar logo. Foi como uma aula para nós dois, eu o masturbava e deixava que ele fizesse o mesmo comigo. Então, quando ele já estava perto, eu parava, tentando dar-lhe tempo. Mas claro que toda vez que ele não conseguia se conter, e uma erupção do seu gozo começava a jorrar, eu não perdia a chance e me inclinava para sorver tudo, até a última gota. Acho que já me acostumara ao ponto de tomar um pouco do seu gozo toda noite, na caverna, mesmo correndo o risco de sermos descobertos.

Naquela tarde, quando meu filho começou a me penetrar por trás, montado sobre mim, eu me sentia como se no estábulo, sendo montada pelo meu andaluza. Primeiro de joelhos, bem ereto, ele dava fortes estocadas, querendo mostrar que sabia fazer.

A sua carne, de encontro às minhas ancas, era o som que me lembrava de todos os pecados e da condenação a que estava destinada. Mas era divino ouvi-lo me penetrar por trás, quase de forma bestial.   

Até que num instante ele se debruçou sobre o meu corpo, com seu hálito quente no meu pescoço. E com uma das mãos ele apertava o meu seio, me fazendo gemer enquanto copulávamos. Não bastava apenas o incesto, a perversão do ato em si, mas o fato de fazer aquilo na selva, como os animais, era algo ainda mais excitante. E eu estava tão excitada que dessa vez não pude contê-lo quando ele finalmente gozou dentro de mim, tornando tudo o que fizemos ainda mais obsceno. Quantas Ave-Marias e quantos Pai-Nosso seriam necessários para absolver a minha alma?

Depois do ato, nos deitamos na relva, com nossos corpos nus e meio suados, ao lado um do outro. Àquela altura, o Ângelo estava se mostrando um belo e aplicado aluno, não só na arte do “cuniligus”, como se mostrara um beijador incansável. Já não era mais tabu nenhum nos beijarmos, e ele adorava enfiar na minha boca a sua língua, o que eu lhe retribuía, deixando que ele me chupasse. Isso, aliás, ele costumava fazer por todo o meu corpo, desde que descobriu o quanto podia me dar de prazer entre as pernas.

Mas, como todo garoto, nada superava o que mais lhe dava prazer: grudar a boca no meu seio e me chupar sem querer parar. Isso me lembrava de tantas vezes em que lhe dei o peito, para mamar, quando ele ainda era um bebê rosado. E agora mais parecia um garoto faminto, sugando do meu mamilo eriçado, tentando tirar dele o que já não mais havia lá para saciá-lo.

Mas, se não havia mais leite, havia no seio de sua mãe o prazer da descoberta, de apenas ficar brincando com a língua, provocando o meu mamilo e o deixando ainda mais eriçado.

Na caverna, no meio da noite, era cada vez mais difícil contê-lo. E, para apaziguar o seu desejo, eu o fazia saciar-se a si mesmo. Até que não demorou e eu já estava fazendo isso por ele, enquanto os outros dormiam.

Não sei por que fiz o que fiz. Talvez estivesse começando a ficar excitada com a possibilidade de sermos descobertos. Talvez quisesse fazer algo para acordar os dois ao lado, depois, o que acontecesse, seria como que inevitável.

Levantei-me da minha cama de folhas de palmeira, tentando não fazer barulho, e fui até onde o Ângelo dormia.
        
— Ei — sussurrei, ajoelhando-me ao lado dele.

Ele estava imóvel, com as mãos cobrindo a virilha enquanto fingia dormir. Seus olhos se abriram de repente quando as pontas dos meus dedos tocaram levemente as dele, sob a sua ereção.

— Shhh — murmurei suavemente, beijando seus lábios antes que ele pudesse dizer qualquer coisa.

Logo que segurei seu membro, com a mão por dentro da sua calça, a respiração dele ficou pesada. Seus olhos devoravam os meus seios e os quadris se moviam em resposta, tentando investir contra a minha mão. Então, sem deixar de masturbá-lo, consegui abrir a sua calça, fazendo aquilo saltar para fora. E ao mesmo tempo ele apertava o meu seio, suspirando ofegante a centímetros da minha boca.

Ele estava quase lá, e antes que gozasse, virei o seu membro na outra direção, enquanto ele suspirava baixinho. Jatos e mais jatos de esperma respingavam nas rochas. Não parava de sair. Jatos grossos e abundantes. Até que finalmente o seu gozo cessou e ele ficou ali deitado, meio ofegante. Sem dizer uma palavra, inclinei-me e beijei a sua testa, antes de me virar para o meu lado da cama de folhas de palha.

Todo jovem precisa de um alívio para suas necessidades... quero dizer, estas mais urgentes no meio da noite. E ali na ilha, ele só tinha a mim. Eu era a única mulher por perto. Tudo o que ele desejava nas mulheres, eu tinha. Meus seios. Minhas coxas, minhas ancas. Cada curva do meu corpo atiçava o seu desejo. Eu começava a me perguntar se ele ainda me via como mãe ou apenas como uma mulher. A única mulher que ele via. Devia ser confuso para ele. O conflito constante entre seus desejos e a consciência de que eu era sua mãe.

Para ser sincera, essa linha estava começando a ficar tênue para mim também. Já se passavam quase dois meses naquela ilha. E ultimamente, tudo o que eu conseguia pensar era no seu membro me penetrando. A sensação do seu sexo na minha mão me excitava, ao mesmo tempo em que ele brincava com meus seios. E depois, o cheiro do esperma quente dele enquanto explodia para fora. Um cheiro que atiçava os meus sentidos.

Aquilo havia se tornado algo habitual. Simplesmente sabíamos que era o que queríamos fazer. Em nossas mentes, ainda éramos mãe e filho, mas nossos corpos tinham suas próprias necessidades. Eu precisava do corpo de um homem tanto quanto ele precisava do de uma mulher. E, já que ambos tínhamos o que o outro desejava, por que negar?

Todas as noites, antes de dormir, eu me juntava a ele na cama e o acariciava até fazê-lo gozar. Enquanto isso, ele apalpava e brincava com meus seios, eu o masturbava, dando ao seu corpo o alívio para o que ele não pôde saciar durante o dia.

Acontece que olhos atentos nos vigiavam, e, à pouca luz da fogueira na caverna, o som daquela voz de repente quebrou o silêncio. Era uma voz insone, mas desperta o bastante para ter percebido tudo o que acontecia.

— Faz na gente também! — era o meu filho caçula, que junto com seu amigo olhavam o meu seio quase exposto.

Não havia o que dizer, ou alguma desculpa que pudesse lançar mão. Sabia que mais cedo ou mais tarde isso poderia acontecer, e agora que não tinha como negar, parecia um alívio finalmente poder esclarecer tudo.

Então, primeiro, antes de mais nada, eram apenas dois garotos que tinham me visto masturbar um dos três, e agora queriam o mesmo. Sentados em suas camas de palha, os dois olhavam o contorno dos meus seios, que a luz da fogueira realçava no escuro. E eu simplesmente me inclinei ao lado deles e toquei com carinho a ereção dos dois, bem pronunciada em suas calças.

Claro que um deles era meu filho caçula, e eu o tocara tantas vezes, desde pequeno. Mas aquela vez era diferente; meu filho não me pedia por atenção ou cuidado, mas por prazer. E o que uma mãe faz numa hora dessas? Eu simplesmente não pude recusar-lhe, mesmo algo tão atrevido, de um garoto pouco mais que um menino ainda. Seu amigo então não devia nem ter pêlos ainda pra dizer-se homem o bastante para ser tocado por uma mulher. Mas foi o que eu fiz.

Então, de um primeiro contato, eu tomei coragem de passar para o limite seguinte, colocando a mão por dentro da calça de um, depois do outro. Até que alcancei o sexo duro deles e comecei a masturbá-los. Eu os olhava direto nos olhos, sentindo sua ereção pulsar em minhas mãos. E não sei se levado pelo momento, como numa atitude de menino ainda, meu caçula não resistiu à proximidade com meu seio bem diante dele, e o tocou por sobre o tecido rasgado do meu vestido.

Nada mais justo, afinal eu o estava tocando, naquele lugar onde mãe nenhuma deveria tocar um filho. E ele quis fazer o mesmo, movido pela curiosidade inocente de sua pouca idade. Então, para saciar-lhe, eu puxei o laço que prendia o meu busto, e deixei que o resto acontecesse por si só.

Como estava meio inclinada sobre eles, na mesma hora meus seios saltaram para fora, diante dos dois garotos. O Gino foi o primeiro a tocá-los, explorando excitado meus mamilos eriçados. E seu amigo, vendo que eu não o repreendi, sentiu-se corajoso o bastante para fazer o mesmo.

Os dois continuaram a me tocar, enquanto eu os masturbava, o que os deixava ainda mais excitados, prestes a explodir dentro de suas calças. Mas antes que isso acontecesse, meu filho caçula decidiu romper o segundo limite, aquele que diz “veja com os olhos”. De tão perto, ele só teve de estender a língua e tocar o contorno do meu seio. Até que, na sua petulância de menino, ele simplesmente abriu a boca em torno do meu mamilo e começou a chupá-lo, tão-somente para saber que gosto tinha.

Por sua vez, o pequeno grumete não perdeu sua chance, e como seu amigo, também segurou firme meu outro seio e me chupava meio ofegante. Eu me sentia como se uma verdadeira madona, com seus dois anjinhos em cada peito. Só que aquilo não era justo, já que eu quase me desnudara para eles.

— Por que não fazemos todos igual e vocês me mostram o que têm aí escondido? — eu sorri pros dois, que se olhavam indecisos.

Depois de uns instantes de hesitação, meu filho abriu seu cinto e, desabotoando sua calça, deixou à mostra seu lindo membro de tamanho pouco pronunciado, apesar de uma deliciosa ereção. Seu pequeno sexo era rodeado por uma penugem de poucos pêlos, como se tivessem começado a crescer ainda outro dia. E seu amigo nem bem isso tinha a mostrar. Com um sexo ainda de menino, ele era delicado de cor pálida, ainda que tenha vivido no mar pelos últimos anos.

Então, colocadas as coisas de forma justa entre nós, eu continuei o meu tratamento em cada um, ainda que não fosse muito fácil masturbar dois ao mesmo tempo. Mas, pensando bem, se eles podiam se divertir com os meus seios, por que eu não podia ter a minha diversão também?

— Por que não ficam de pé, pra eu ver mais de perto? — eu lhes sugeri.

Então, os dois se levantaram, com o sexo em riste, apontando pra mim. Imagino que não ousassem se quer sonhar com o que pretendia uma mulher de seios à mostra. Mas foi exatamente o que eu fiz: eu me diverti, provando primeiro o do meu filho, em seguida o do seu amiguinho, que formava uma linda curvinha para cima, me fazendo cócegas no céu da boca no instante em que o abocanhei.

Enquanto me revezava, numa inesperada e deliciosa felação aos dois, era como se o último limite havia sido cruzado, sem ter mais como voltar atrás agora. Eu estava meio de quatro sobre a cama de palha, chupando os dois meninos, e agora eu já não era mais nem mãe, nem me restara qualquer decência, apenas o desejo que me tomava.

Então, quando menos esperava, me senti desnudar da cintura para baixo. Era o Ângelo, meu filho mais velho, que ainda não parecia saciado, e não queria ficar apenas assistindo.

Sem se importar com os outros dois que nos olhavam, ele me segurava pela cintura com força. E o que pretendia fazer, pro meu espanto, não tinha a menor importância, àquela altura, ser testemunhado pelos dois menores.

Então, lembrando da minha criada nas Astúrias e suas histórias, me contando de mulheres sendo possuídas por dois homens ao mesmo tempo, lá estava eu com meus filhos. Enquanto o mais velho me penetrava por trás, o caçula e seu amigo se revezavam, me oferecendo o sexo em riste. Jamais poderia imaginar isso, quando o destino nos trouxe àquela ilha deserta. Mas tudo o que eu ouvi sobre orgias em nada se comparava à devassidão a que eu me entregava, com três ao mesmo tempo... e dois deles os meus filhos.

É claro que, para os dois menores, experimentando pela primeira vez o contato com uma mulher, e o prazer de uma felação, não demorou muito e começaram a gozar, me dando o prazer de sorver cada gota. O pequealno grumete ainda mal tinha o que oferecer, em sua pouca idade, mas meu filho caçula me deu uma boa dose do seu gozo, me enchendo a boca da abundância do seu prazer... um prazer incestuoso, que lhe custava e que o fazia segurar a minha cabeça e continuar a me penetrar, do mesmo jeito que o tinha visto fazer com seu amigo.

Então, tendo os dois despejado tudo s que tinham a oferecer, foi a vez do meu filho mais velho. Sob o olhar de admiração dos menores, ele não parava de me penetrar, segurando a minha cintura e tirando da minha carne aquele som do seu corpo contra as minhas ancas. Até que ele finalmente começou a gozar, tendo copulado comigo do jeito que eu imaginava ser possuída pelo meu andaluza negro. Era a soma de todos os pecados mais abomináveis, incesto, bestialidade, em meio a uma orgia que jamais eu ousei sonhar, mas que me dera tanto prazer que mal continha em meu corpo, meio exausto e cheirando gozo dos meus filhos.

Ficamos ali deitados na cama de folhas de palmeira seca, ainda agarrados uns nos outros. Não sabia o que viria a seguir, o que seria de nós, mas o que me importava era estar ali, sentindo o corpo nu dos garotos contra os meus seios. E dormimos assim, como os trouxe ao mundo... agora um novo mundo para todos nós, que o dia seguinte tratia pela manhã. Mal podia esperar.

Continua...

Foto 1 do Conto erotico: Uma orgia incestuosa numa ilha deserta


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Uma orgia incestuosa numa ilha deserta

Codigo do conto:
269225

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/08/2026

Quant.de Votos:
5

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1