Clara ficou por um tempo no quarto sozinha, não imaginava estar em um lugar igual aquele, não sabia o que mais aquele lugar e aquele homem sem identidade poderia oferecer a ela. O homem retorna ao quarto e entrega um envelope com um convite como Clara nunca havia visto. Clara não se conteve, naquele momento a mistura do tesão que ela sentiu, todos os orgasmos e lembrança daquela rola preenchendo todo seu corpo a deixou ainda mais curiosa com o que aconteceria se ela ficasse naquele lugar. Clara rapidamente tomou um banho, relaxou e vestiu uma roupa sexy que já estava preparada para ela, um vestido preto, curto e um pouco transparente. Clara novamente colocou sua máscara para não revelar sua identidade, isso trazia segurança a ela.
Clara saiu do quarto, com o coração acelerado, se perguntando onde estaria aquele primeiro homem que te deu tanto prazer. Clara percorre o local onde encontrou outras mulheres indo na mesma direção que ela. Ao chegar em um ambiente grande e escuro Clara fica anestesiada com aquela visão. Clara vai para um canto e começa a assistir uma cena, várias mulheres mascaradas sendo devoradas por homens também mascarados, Clara ficou sem reação, sentindo sua bucetinha pulsar e começar a escorrer de tanto tesão com aquela cena. Clara percebeu que era uma anônima naquele lugar, um pouco distante e ainda com receio ela se senta de frente para uma mulher sendo penetrada por um homem e ao mesmo tempo que era penetrada a mulher masturbava outros dois homens que estava ao seu lado, aquela cena bem em frente de Clara fez com que seu tesão se elevasse a um grau nunca sentido, sem perceber Clara começa a se tocar bem discretamente sem que alguém percebesse, sua bucetinha já estava quente e molhada. Aquela cena fez Clara imaginar o que aquela ela mulher, submissa, sendo devorada, estava sentido. Clara é tímida, se fantasiava e ao mesmo tempo dizia para si mesma que não teria coragem. Ela se sentia segura por estar um pouco distante, tesão e timidez a deixava louca, ela queria um pau para chupar naquela hora vendo aquilo tudo acontecer tão perto, lembrou do homem negro que a escolheu, mas ela não o via por perto, talvez não o veria mais.
Clara sem perceber massageava lentamente sua bucetinha, o orgasmo era cada vez mais latente, ela nunca tinha gozado perto de tantas pessoas, mas naquele momento Clara já não resistia a cena, Clara massageou sua bucetinha até gozar tendo um orgasmo intenso, mas ela precisava de mais.
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