A arte do convencimento: A vizinha mal comida.

Na minha rotina diária de home office, levantei da cadeira após algumas horas de trabalho para aliviar minha lombar, o sol da manhã batia de frente quando olhei pela janela  e observei o movimento na casa em frente. Havia meses aquele imóvel permanecia vazio e o rugido do motor do caminhão de mudança chamou minha atenção. Atrás do imenso caminhão baú azul, um SUV preto, importado, reluzente, que entrou diretamente na garagem do imóvel.

A porta do carro abriu-se e, primeiro, desceu uma mulher. Loira, cabelos presos num rabo de cavalo alto que balançava com o movimento, vestia um shorts jeans, que delineava as coxas torneadas, e uma regata branca justa. A altura era similar à de Alice, minha esposa, talvez um pouco mais baixa, mas a juventude era inegável. Ela devia ter uns dez anos menos que minha esposa, o movimento do seu corpo indicava um frescor de final dos vinte ou trinta e poucos. Em seguida, o marido surgiu do lado do motorista, o homem era baixo, ombros curvos, óculos de armação grossa encravados no rosto, os cabelos, ainda pretos, indicavam que não chegara aos quarenta, mas seu físico denunciava que há muito não se exercitava. 

Alice não perdeu tempo. No mesmo dia, já estava lá com um prato de bolo de cenoura para dar as boas vindas aos novos vizinhos. Em poucas semanas, as duas mulheres tornaram-se inseparáveis. Helena, que descobri ser o nome da deusa que agora morava em frente a minha casa, era uma fonte inesgotável de fofocas e confidências. Alice, minha linda esposa, repetia os comentários no quarto à noite, enquanto tirava a maquiagem ou escolhia a roupa para o dia seguinte.

— Coitada da Helena — dizia Alice, passando o creme hidratante nas pernas.

— Acredita que há semanas o Marcos não comparece!? Ela disse que desconfia que ele é viciado em pornografia. Como se um ginecologista precisasse ver videos para ver bucetas. Acho que de tanto ver buceta parou de gostar.

Houve uma pausa, Alice olhou-se no espelho do armário embutido e suspirou.

— Sabe o que ela me disse ontem? Que já pensou até em separar, mas suas amigas dizem que ela é louca de pensar em largar um médico, bem sucedido e que lhe dá um cartão sem limites.

Naquele momento fiz uma auto-reflexão, pois eu mesmo já tivera problemas com a pornografia que me levaram, inclusive, a procurar um terapeuta. Fiquei pensando nas vezes que evitei minha linda esposa e como o Marcos poderia estar se sentindo. Entretanto, aquele meu 1% vagabundo logo tomou as rédeas dos meus pensamentos e relembrou a imagem da loira descendo do SUV preto, com calçãozinho justo, delineando aquelas coxas douradas e bem torneadas. Mulher mal comida pensei. O pensamento ficou pairando no ar quente do quarto, semente plantada em terreno fértil.

A oportunidade que, diga-se, não procurei, embora não tenha evitado, surgiu numa quinta-feira comum. Alice tinha levado nossa filha para uma consulta de ortodontista e depois iria comprar material escolar, uma tarde inteira fora. Como sempre, eu estava no escritório em casa, finalizando uma defesa referente a ação de danos ambientais contra uma das empresas clientes do escritório, quando a campainha tocou. Como moramos em um condomínio horizontal, apenas os vizinhos ou os vigilantes tocam a campainha, e sem avisar, não lembro a última vez que isso aconteceu.

Levantei apressado, a fim de logo atender e poder voltar para a peça de defesa complexa. Caminhei pelo corredor até a entrada, imaginando que seria o vigilante ou as crianças do condomínio brincando de apertar campainhas, como antigamente minha geração fazia. Mas, ao abrir a porta, vi Helena ali parada. Ela vestia um vestido de verão leve, que deixava os ombros à mostra,  com comprimento na altura dos joelhos e tecido estampado floral. Seu cabelo estava, como todas as vezes que a vi, com um rabo de cavalo alto. Entretanto, percebi seus olhos levemente vermelhos, como se tivesse chorado ou estivesse cansada.

— Oi, Maurício... — ela começou, olhando para os lados, evitando o contato direto. — A Alice tá em casa? Ela ficou de me emprestar um livro e como pretendo pegar uma piscina à tarde, pensei em começar a leitura.

Ainda segurando a lateral da porta, após uma rápida olhada, para ela e para a garagem vazia da sua casa em frente, respondi.

— Não, ela saiu com a pequena. Mas não deve demorar muito - menti.

— Quer entrar para esperar? 

Helena hesitou. 

— Ah, não quero incomodar... posso voltar depois.

— Não tem incômodo algum, Helena. Entra, posso procurar o livro, caso saiba o nome.

Dei um passo para o lado, abrindo caminho. A resistência dela durou apenas mais um segundo antes que ela, quase envergonhada, como se estivesse fazendo algo errado, atravessasse a porta. O perfume inebriou o ar quando ela passou. cheiro suave, com um fundo amadeirado e doce, quase erótico, eu diria. Fechei a porta e a conduzi até a sala de estar.

Ofereci uma bebida, mas ela aceitou apenas um copo d'água. Então fui até a cozinha, enchi dois copos de água com gelo. Ao voltar, Helena estava sentada na ponta do sofá, pernas cruzadas, o corpo tenso, quase como se quisesse correr dali. Entreguei o copo e ainda em pé, mantendo uma distância respeitosa, mas suficiente para observá-la, perguntei:

— Lembra o nome do livro? — falei um tanto ansioso, tentando evitar que ela fugisse.

— Verity. - respondeu rapidamente após molhar os lábios com a água gelada.

— Me dá um minuto que já pego para você. 

Sai em direção ao quarto tentando pensar em uma forma de evitar que ela fosse embora assim que eu entregasse o livro, mas não me vinha nenhuma ideia que não tivesse uma grande probabilidade de assustá-la. Então decidi arriscar. Entreguei-lhe o livro, recuei, sentei na poltrona a sua frente e disse:

— Helena, não quero que me entenda mal, mas como acredito que é uma assunto em que posso ajudá-la, gostaria de falar com vc sobre algo um tanto íntimo.

Ela pareceu estranhar minha fala, mas se mostrou interessada.

— Maurício, você é marido da minha amiga, então desde que não seja nada que possa afetar nossa amizade, acredito que pode falar sem problema — respondeu ela de maneira defensiva e séria demais.

— Não acho que vá afetar ninguém, apenas quero ajudar. Mas certamente não é algo que você vai poder contar para a Alice, pois ela pode interpretar mal.

— Embora eu esteja curiosa, não sei se devemos ter essa conversa então - respondeu ela já se levantando do sofá.

— Espera, me escute um segundo e você vai entender - falei rápido tentando não apenas evitar que ela saísse, mas principalmente que viesse a comentar sobre o ocorrido com Alice.

— A Alice comentou comigo sobre o seu problema, ou melhor, sobre o problema do Marcos com a pornografia e a ereção - ela me olhou incredula, mas logo continuei para evitar que se movesse.

— Calma, tá tudo bem, você está entre amigos. Eu nunca nem comentaria isso com você, mas como já passei por problema parecido, senti que deveria conversar com você para tentar ajudar. Olha, eu apenas não falo diretamente com o Marcos por que não temos intimidade. Não que eu e você tenhamos, mas como você tem com a Alice, as coisas ficam mais fáceis - ela ainda parecia estar sem entender direito o que eu queria dizer, então fui mais direto.

— Eu já enfrentei o vício em pornografia, mas nunca contei isso pra Alice, pq ela não iria entender, assim como você parece não etender o que acontece com o Marcos. Então penso ser mais fácil eu falar com você, para que você entenda como isso funciona e possa ajudá-lo —Não menti.

Neste momento ela me interrompeu.

— Não entendo por que você pode falar comigo sobre isso e não conversou com a Alice!?

— Na época tive medo que ela achasse que eu não a desejava, não a amava, enfim. A Alice teve uma educação católica rigida, adotou os princípios morais dos pais e até hoje é assim, não aceita pornografia, entende como traição.

— Então ela pensa como eu. — respondeu ela me repreendendo.

— Mas o que vocês não entendem, é que o desejo é diferente entre homens e mulheres. Nós somos visuais, carnais, eróticos por natureza. E vocês, sem querer generalizar, são sensitivas, romanticas, apaixonadas — tentei argumentar, mas conseguir ser muito convincente neste momento. Então ela me questionou:

— Tá, mas você chegou a parar de desejá-la, como está acontecendo com o Marcos em relação a mim?

— Não, nunca, assim como tenho certeza que o Marcos não deixou de desejá-la. É impossível um homem não desejar uma mulher como você.— agora ela parecia ter esquecido que estava prestes a ir embora e demonstrava interesse no que eu tinha a dizer. Então, confiante, continuei.

— Durante a pandemia e nos anos seguintes, passei muito tempo assistindo pornografia. Talvez pela facilidade de acesso, pelo tédio do home office, não sei bem o motivo, mas embora eu assistisse desde que me lembro de ter acesso a um computador, nesse período passei a perder muitas horas assistindo videos, até chegar em um ponto que estava me prejudicando no trabalho. Sem falar na minha relação com a Alice, já que não conseguia ter o mesmo desempenho de antes no sexo, ainda que usasse Tadalafila e outros produtos que busquei para tentar contornar a dificuldade sexual.

— Engraçado que a Alice não me contou nada sobre isso - ela comentou, como que duvidando e perguntando ao mesmo tempo.

— Mas talvez ela tenha te contado que tive depressão e ansiedade, por conta do home office integral?

— Sim, isso ela comentou. Disse também que você fez terapia e melhorou em alguns meses.

— Na verdade, a depressão e a ansiedade foram desculpas que usei para justificar o que estava acontecendo. Não sei exatamente se também não estava com essas doenças e a pornografia não foi uma saída que encontrei, mas o importante, que você precisa saber, é que só me curei quando aceitei que estava com problemas. Eu achava que era impossível conseguir sozinho parar de assistir videos pornos. Então, depois de muito pesquisar o assunto, procurei a terapia para me ajudar.

— E como exatamente a terapia ajudou?

— Minha terapeuta me disse que o estimulo visual dos videos são muito fortes e após assistir muitos videos minha mente passava a exigir aquele grande estimulo para que o corpo respondesse. Então o sexo com a esposa passava a não ser tão estimulante quanto aquelas imagens que inundavam minha mente do dia todo. Ou seja, a recompensa, a liberação de dopamina era muito maior com os vídeos, pela fantasia, do que na realidade. Então ela sugeriu, de início, que eu substituísse os vídeos por contos eróticos, o que estimularia minha mente a imaginar, a sentir, sem necessariamente ver. — ela ouvia atenta, pensativa.

— Por incrível que pareça, deu certo, peguei gosto pela leitura e quando voltei a procurar a Alice na cama, a imaginação ganhava vida e as sensações voltaram a ser como antes. Não que eu nunca mais tenha assistido vídeos, pois nós homens somos visuais, mas vejo com moderação e prefiro os contos. Inclusive até me aventurei a escrever alguns. 

Helena suspirou, o peito erguendo-se sob o tecido do vestido, o decote avantajado chamou minha atenção. Me dei conta de que sempre olhava para as suas pernas e bunda, mas nunca tinha me dado conta da perfeição dos seus seios. Ela era linda, mas estava visivelmente triste. Enfim ela se desarmou e se abriu.

— O Marcos nunca aceitaria se tratar. Ele é médico, acha que sabe tudo. Às vezes acho que estou enlouquecendo. Morar com alguém que te ignora, mas que você sabe que está vendo outras mulheres o dia todo, é uma tortura.

Com voz baixa e calma assenti.

— É difícil, Helena. Você é uma mulher atraente, jovem. Não é culpa sua, mas talvez você possa ajudar. Conte para ele o que eu te contei mas, claro, dizendo que foi a Alice que te contou. Vindo da sua amiga e sendo um caso verdadeiro, quem sabe ele abra os olhos e busque ajuda. E, imagino, ele nunca vai verificar a história com a Alice, não é mesmo? - perguntei afirmando.

Ela levantou os olhos, havia uma necessidade ali, uma fome represada.

— É que... — ela engoliu em seco — eu sinto falta... sabe? De ser desejada. De sentir que alguém realmente quer me tocar.

— Te entendo perfeitamente, mas tenho certeza que ele vai voltar a ser como no início. — continuei, agora começando a etapa final daquele paciente e recompensador jogo de convencimento. Despindo-a com os olhos, felei:

- Sejamos sinceros Helena, você não é uma mulher que esteja na posição de sentir falta de alguém te desejando. Você é linda, tem um corpo que mexe com a imaginação de qualquer homem. Não consigo imaginar um homem sequer que olhe para você e não sinta desejo.

O silêncio cresceu entre nós, apenas o zumbido suave do ar condicionado preenchendo a sala. Eu a olhava com desejo, mas sabia que estava à beira de um caminho sem volta, mas precisava arriscar. Lentamente, me recostei na poltrona, espalhando as pernas. O short que usava era largo e não escondia o volume que começava a crescer. Não fiz nada para disfarçar. Pelo contrário, deixei o corpo reagir, o sangue fluindo para a virilha, endurecendo a carne até que a forma ficasse evidente, uma tenda proeminente sob o tecido cinza.

Helena viu. O pescoço dela corou, um vermelho que subiu até as orelhas, mas ela não desviou o olhar. A respiração dela mudou, tornando-se mais rápida, superficial.

— Impossível não desejá-la, Helena — eu disse, cortando o silêncio carregado.

Ela estremeceu, como se tivesse levado um choque. As mãos foram em direção ao rosto, como se estivesse diante de uma decisão difícil.

— Maurício, a Alice... — ela sussurrou, mas a voz falhou. Era uma tentativa fraca, uma formalidade.

— A Alice não está aqui — interrompi, calmamente. — Nós estamos. E eu estou duro aqui, só de olhar para você. Não é disso que sente falta?

Levei a mão e ajustei meu pau através do calção, empurrando-o para cima, deixando o tamanho e a rigidez absolutamente claros. A cabeça estava visível, marcando o tecido fino.

— Sente ele — ordenei enquanto ficava em pé na frente dela. Não foi um pedido, foi uma ordem clara.

Helena levantou-se, as pernas pareciam fracas. Ficou de frente para mim, próxima o suficiente para que eu sentisse a sua respiração. Mas não tomei qualquer atitude, não me mexi, apenas ordenei mais uma vez. 

— Toca — disse com voz firme.

Ela hesitou, as mãos balançando ao lado do corpo, os dedos se abrindo e fechando. O conflito estava estampado em seu rosto: a culpa, o medo, o casamento, a amizade com Alice. Mas acima de tudo, o desejo animal, a curiosidade ávida por aquilo que lhe fora negado por tanto tempo. Ela deu um passo mais perto.

Me olhando nos olhos e com um movimento trêmulo, a mão direita de Helena desceu. O ar parecia ter saído da sala. Ela pousou a palma sobre o tecido do short, diretamente sobre a protuberância. 

Helena apertou. Os dedos dela afundaram por cima do tecido na carne dura, sentindo a solidez, a espessura. Não era um floco, não era algo que murcharia ao primeiro toque. Era uma pedra, quente e viva. Ela começou a mover a mão, lenta, deslizando a palma da base até a ponta, sentindo a textura, o volume.

— Sente isso? — sussurrei, fechando os olhos por um segundo, desfrutando da sensação proibida. — Isso é pra você.

Ela apertou mais forte, o polegar roçando a cabeça do pau através do tecido. Ela sentiu a pulsação. O ritmo cardíaco batendo ali, na palma da mão dela, forte e constante, um lembrete visceral da masculinidade que ela tanto cobiçava. Helena respirou fundo, um suspiro trêmulo que escapou dos lábios, e seus dedos se fecharam com mais vontade, abandonando a timidez, abraçando a ereção que a esperava.

— O pano está no caminho, Helena — falei, calmo e controlado, um contraste gritante com a respiração ofegante dela. 

Ela ergueu o olhar, encontrando o meu. Não havia julgamento, apenas uma expectativa paciente, uma certeza de que ela cederia. Sua mão desceu lentamente até o elástico do short. Os dedos se enroscaram no tecido, e ela puxou.

Meu pau saltou para fora, livre e ereto. Helena prendeu a respiração. As veias salientes e a cabeça rosada e brilhante, já úmida de prelúdio. Com outro suspiro, desta vez de pura submissão ao desejo, ela envolveu a base com a mão. Sentiu o pulso mais forte agora, batendo diretamente contra sua palma.

Com uma das mãos segurei-a pelo rabo de cavalo, em um gesto controlado, mas de possessão, e a guiei, gentilmente, na direção certa. 

— É desejo suficiente para você? Agora prove! 

A luta interna de Helena foi visível em seu rosto. Os olhos se arregalaram, a boca se entreabriu num protesto mudo. A culpa era evidente, então puxei seu cabelo com um pouco mais de firmeza, um convite inegável. E ela cedeu, se abaixou, inclinou a cabeça, os lábios se entreabrindo enquanto se aproximava lentamente, como se estivesse hipnotizada.

A ponta de sua língua, rosada e hesitante, tocou a glande. Com os olhos fechados, ela passou a língua lentamente pela cabeça do meu pau, sentindo a textura, a pequena fenda na ponta. Por um instante fugaz, não havia culpa, não havia Alice, não havia Marcos. Havia apenas ela e aquela fonte de poder e prazer que ela finalmente ousava tocar. Um pau duro e todo o seu desejo a ser saciado.

De joelhos na sala do marido de sua melhor amiga, com o pau dele na boca, nem em seus sonhos ela havia imaginado isso. E, é claro, nem nos meus melhores sonhos eu havia cogitado de conseguir tão fácil subjugar aquela linda mulher.

Ela passou a chupar com constância e eu a foder sua boca, movendo o quadril com vontade e com as duas mãos guiando sua cabeça.

Em poucos minutos explodi em um gozo farto que preencheu toda a sua boca. Segurei sua cabeça e soquei fundo em sua garganta. Ela forçou a cabeça para trás, como procurando se soltar.

Então soltei sua cabeça, ela se afastou até meu pau escapar da boca. Em um gesto de subserviência, me olhou nos olhos novamente e engoliu de uma só vez todo meu esperma. Em seguida, segurou minhas bolas e colocou todo o pau na boca novamente, dando uma última chupada, da base até a ponta, limpando o restante do líquido que ainda escorria.

Sem dizer nada, Helena se virou e correu para a porta. Mas antes de abrir, parou e, ainda de costas, perguntou:

— Qual é o nome do site de contos e do conto que escreveu?

— contoseroticos.com, procure por "Amor de Pica Fica". 

Ela então saiu deixando porta entreaberta para trás. Olhei aquela linda mulher se afastando da minha casa, depois para baixo, para meu pau ainda ereto e, com a certeza de conhecer as fraquezas humanas, tive a certeza que ela voltaria. E da próxima vez, não fugiria. 

Foto 1 do Conto erotico: A arte do convencimento: A vizinha mal comida.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico negorgatopg

Nome do conto:
A arte do convencimento: A vizinha mal comida.

Codigo do conto:
269275

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
06/08/2026

Quant.de Votos:
3

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