Venho praticando exibicionismo há pouco tempo (descobri esse fetiche apenas de 2 anos pra cá – agosto de 2026), mas já tenho POUCAS e BOAS ??
Na minha casa, moramos só minha mãe e eu. Minha mãe já tem mais de 70 anos e, de vez em quando, chama algumas “empregadas” pra dar uma “geral” na casa, por um dia. Normalmente, são mulheres maduras (não lembro de receber uma empregada diarista com menos de 35 anos aqui em casa). Sempre são mulheres já feitas, pois são essas que realmente sabem cuidar de uma casa.
Nesse dia não foi diferente. Sexta feira de manhã, eu sempre acordo por volta das 9, NUNCA depois das 10h. Nesse dia, foi só eu acordar e sentar na cama que já deu pra ouvir minha mãe passando instruções pra moça, sobre o pano leve nos móveis e quais são as louças mais frágeis e tal…
Meu cérebro pervertido já ligou, imediatamente, antes do café da manhã kkkkkkkkkkkk sem marcar bobeira, sai do quarto, fui no banheiro ajeitar um pouco o cabelo, mas ainda transparecendo que “acabei de acordar”.
Dei um bom dia genérico, às duas (minha mãe e a mulher), pedi a benção de minha mãe e beijei a mão dela, e a moça apenas olhando. Isso durou menos de 40 segundos, desde a saída do quarto, espelho do banheiro e o “bom dia”.
Eu tava sem camisa e sem cueca (eu só durmo pelado – alguém mais só dorme assim também? ??). Eu sem camisa com o tronco peludo. Tenho 29 anos e sou um pouco magro, com 1.78 de altura (meus tamanhos são acima da média ??)… eu diria que sou “atlético” o ano inteiro, sem pisar na academia!
Sem exagero, tem novas fotos no final desse conto – você pode descer a página agora, ver as fotos e voltar ao próximo parágrafo… talvez faça TODO O SENTIDO para imaginar a cena principal. Não tenho uma foto da moça porque, na hora, o cara só pensa com a cabeça do pau. É tudo muito rápido e discreto – quando é assim, até as casadas olham e guardam na memória ??
CENA PRINCIPAL: após o beijo na mão de minha mãe, ultrapassei a bancada e fui na geladeira, de costas pra elas, bebi um copo de água com toda paciência do mundo, porque eu sabia que minha mãe ia sair em pouco tempo e a moça ficaria dentro de casa, comigo, sozinha. Em 10 segundos, voltei pro quarto, encostei a porta e esperei minha mãe terminar.
CENA PRINCIPAL: do meu quarto, ouvi minha mãe passar pelo portão da frente e passar a chave (é um portão de alumínio, faz um belo som quando é mexido, tornando possível saber quando alguém passa). Contei uns 5 minutos, em pé, com a orelha na porta, tentando decifrar os passos da diarista.
A MULHER: era uma morena, alta, corpulenta, cabelo meio bombril, e o melhor… casada ?? tinha uma aliança na mão esquerda, parecia já casada há uns 15 anos, desde jovem, com saia de crente evangélica – saia jeans, passando muito pouco do joelho. Não tem uma foto original dela, na hora, mas a foto dela no fim do conto é muito próxima à ela naquele dia.
CENA FINAL: eu, atrás da porta do quarto, desvendando onde a empregada está… lógico, ela começou pela cozinha. Consigo andar minha casa inteira, no escuro, de olhos fechados… é fácil de saber ONDE tem alguém ?? dei uma amolecida no pau, pra marcar no short mas que não parecesse que eu tava de propósito, e ao mesmo tempo, deixar nítido pra ela olhar, mesmo que rapidamente.
CENA FINAL 2: ela estava sentada no chão, com as pernas juntas, pro lado direito, abrindo a parte de baixo do armário e colocando a louça no chão, do lado dela, pra limpar e devolver pro armário. Eu entro na cozinha com o pau molenga, no short de dormir, com cada passo balançando a rola no short, vou na frente dela, em pé, ela me olha levantando a visão e os olhos até me olhar no rosto. Essa secada dela durou uns 4 segundos.
Eu disse que ia fazer minha xícara de café com leite da manhã, e voltava pro quarto, e que ela podia ficar a vontade na casa. Nessa hora, virei a cabeça pro lado e vi nitidamente ela olhando pro meu short, com o pau marcando, tipo uns 70% ereto, enquanto passava o pano em uma taça, sentada na minha frente. Dei uma balançada no pau e foi pra mais de 90% de ereção. A mulher olhava pro armário e dava uma olhada de volta pra mim. Já passados uns 30 segundos, ela deve ter olhado por uns 8 ou 10 segundos, claramente, com olhar direto, e eu fiquei nervoso na hora. Meu pau já tava explodindo e eu nervoso, coração muito forte, mandando sangue pro pau. Eu colocando colheres pequenas de açúcar na xícara, com o pau gigante no short fininho, e a mulher dando uma secada infinita.
CONCLUSÃO PESSOAL: essa cena do quarto – saída da minha mãe – desvendar a mulher na cozinha e o exibicionismo principal *deve ter durado uns 7 minutos*
Não durou muito, mas eu voltei pro quarto com o pau 100% duro e bati umas 5 punhetas, uma atrás da outra, gemendo alto pra ela ouvir, e a moça não falou nada. Pra não dizer “NADA”, ela disse “obrigada” quando falei pra ela ficar a vontade e que qualquer coisa eu tava no meu quarto, se ela precisasse de algo. É lógico que era só papo furado.
OBS: todo exibicionismo é arriscado, muito arriscado! Se a pessoa escolhida se sentir ofendida ou pressionada, assediada anormalmente ou coagida, pode dar um B.O. grande… eu já vou sabendo disso, mas vou – quando percebo que a pessoa escolhida me olhou de volta, é bandeira verde pra aproximação.
