Sou Micaela, morena natural, pele bem moreninha, tenho 1,76 m, 69 kg, olhos verdes, 63 cm de busto e uma bunda bem malhada, redonda e grande. Sou considerada uma mulher muito bonita para a minha idade e já fui rainha de bateria. Na minha adolescência, eu era muito safadinha; gostava de ficar namorando no escurinho, ficava toda molhadinha, foi quando engravidei com apenas 17 anos. Tive o primeiro filho Carlos, o segundo Magno já estava com 20. Já fui evangélica. Após ganhar os meus dois filhos, eu e meu marido entramos para a igreja evangélica, mas ele, infelizmente, faleceu. Após 3 anos da morte do meu marido, eu ainda era evangélica e, desde o seu falecimento, não transava nem pensava no assunto, pois sempre fui fiel. Já tinha perdido todo o meu pudor da adolescência, usava aquelas roupas longas e tinha pelos no meu corpo, algo comum entre nós, evangélicas. Mas depois do que aconteceu naquele dia, tudo mudou na minha vida. Acordei e me arrumei apressada, pois precisava ir ao centro da cidade do Rio de Janeiro. Era mês de dezembro e eu iria comprar uns presentes de Natal. Chamei meu filho Carlos, que tinha 19 anos na época. Saímos e fomos para a estação. Como eu conhecia os horários, vi que o trem atrasou. Só quem anda de trem sabe como é ruim ficar 1h25 dentro de um vagão, de Campo Grande até a Central. Sempre quebra ou está cheio. Demorou muito a chegar, e quando entrei, estava lotado, com muitas pessoas. Meu filho se encostou no cantinho da porta e ficamos conversando de frente. O trem foi enchendo mais e, quando percebi, um homem desconhecido começou a me encoxar. Eu me virei e me encostei no Carlos, com andar do trem ele foi ficando excitado foi crescendo uma coisa enorme na minha traseira, como já estava muitos anos sem sexo, aquilo estava mexendo comigo, sentindo a encoxada, dei uma mexida encachou bem na direção da minha bunda dei umas mexidas ele segurou em minha cintura resolvi dá mas mexidas ficando sentindo aquela rola grande pressionando minha bunda, fiquei muito excita como não sentia a muito tempo, minha buceta começou a formiga, seguimos para o Centro do Rio de Janeiro. Chegando lá, passei a procurar uns presentes para os meus filhos, minhas irmãs e minha mãe, mulher sempre demora nas compras. Quando terminei, estava muito calor e fomos tomar um sorvete. O tempo passou, me descuidei das horas e, quando percebi, já eram umas 18h30. Fomos para a estação embarcar no trem. Era horário de pico, por isso esperamos por uns 30 minutos. Quando o trem chegou, já estava cheio. Subi, olhei em volta e não havia nenhum lugar vazio; tinha até luz queimada. Fiquei em pé, o vagão meio escuro e meu filho se encostou no cantinho da porta. Fiquei de costa na frente dele, pois não havia outro jeito. O pior é que, a cada estação em que o trem parava, ele ia enchendo mais, e eu ia sendo empurrada para trás. Em certo momento, vi que estava espremida contra o meu filho, e nem podia mais me mexer. Eu segurava no bagageiro. Naquele aperto, senti meu filho atrás de mim; ele estava de calça jeans justa, e logo senti aquele mastro encostar, foi crescendo em mim, sutilmente foi se esfregando e me encoxando, não tinha como sair daquela situação, fiquei ali parada, sentindo aquele mastro que parecia ser enorme, sentindo-o se aproveitar de mim, logo comecei a sentir aquela coisa grande fazendo pressão na minha bunda, fiquei com uma mistura de raiva, excitação ao mesmo tempo, nunca tinha sentido aquilo, minha buceta formigava e o safado ali, se esfregando em mim, mesmo por cima do jeans, podia sentir, aquele membro, grande me cutucando se aproveitando da minha bundona, às vezes eu me mexia na tentativa de sair daquela situação, mas era impossível; Ele segurava a minha cintura. Em um movimento que fiz, aquela coisa enorme se encaixou no meio da minha bunda, quando senti aquilo pressionar meu anelzinho estremeci, me arrepiei toda e gelei. Fiquei surpresa com a minha reação, estava toda molhadinha, toda mole, aquela sensação, estava me deixando louca de tesão, com meu filho agindo como um tarado, aquele safado continuava a me subjugar e se aproveitar de mim, em certo momento senti uma pressão maior contra minha bunda, em seguida, um ar quente tocou minha orelha; me arrepiei toda e, instintivamente, empinei a bunda e empurrei de encontro aquele mastro, estava totalmente duro fiquei toda mole à mercê daquele tarado que sem pedir licença violava minha bundona, sem perceber me vi sutilmente dando umas reboladinhas deixando bem claro que gostava e sentindo prazer em ser encoxada, quando recobrei a razão, parei, até senti um pouco de vergonha, quando olhei pude ver um leve sorriso nos lábios. Me molestando e pressionando aquele mastro no meu rabão, foi quando ele passou a mão por baixo da minha saia, começou alisar minha virilha, fiquei mais excitada ainda, desceu seus dedos passou por dentro da minha calcinha, passando o dedo encima da minha xota, no meu grelinho, fiquei doida, foi quando, com uma das mãos abriu o zíper, chegou à calcinha, pro lado, tirou o mastro tocando na entrada da minha xota, não aquentei empurrei minha bunda em seu encontro seu pau na entrada da minha buceta, ficou roçando, foi quando pressionou, catucando, entrou tudo estava muito molhada, o pau daquele safado que sabendo ser dono da situação continuou empurrando, devagar, sentindo a quele mastro duro grande entrando por uns 30min quando tive orgasmos múltiplos. Ele também, me deixando cheia do seu líquido do amor. Peguei um lenço na bolsa nos limpamos e nos recompomos, logo chegamos ao nosso destino, descemos com a sensação de todos tinham visto e ao invés de sentir vergonha, percebi que estava com a xaninha toda molhada dando sinais visíveis que tinha ficado muito excitada, sem poder negar a mim mesma, admiti, que tinha gostado de ser encoxada pelo meu filho, quando chegamos em casa fui ao banheiro e constatei o fato, sem me controlar, me masturbei pensando em meu filho, se aproveitando de mim. A partir desse dia, fiz muitas loucuras com meus filhos, espero pode contar o máximo delas, caso vocês tenham interesse em mais histórias minhas deixem msg aqui mesmo que mais para frente escrevo minhas aventuras com meus filhos.