Depois de onze anos de casamento, vivendo uma vida que já não fazia mais sentido para mim, eu e minha ex-esposa decidimos nos divorciar.
Era meados de 2019. As coisas já não estavam bem entre nós. O relacionamento estava desgastado e, para complicar ainda mais uma situação que já era difícil, veio a pandemia, trazendo consigo ainda mais incertezas, isolamento e conflitos.
Eu tinha 41 anos. Estava no auge dos meus quarenta anos e, de repente, me vi divorciado, sem saber exatamente qual seria o rumo da minha vida.
E o mais difícil de admitir era que não se tratava simplesmente de uma mulher que eu havia deixado de amar. A questão era muito mais profunda.
Eu havia sido um marido exemplar. Um empresário exemplar. Cumpria minhas responsabilidades, fazia o que esperavam de mim e, por fora, talvez parecesse que minha vida estava exatamente onde deveria estar.
Mas, por dentro, havia um vazio.
Eu não conseguia satisfazer o meu próprio ego. Não conseguia preencher aquilo que existia dentro de mim. E, naquele momento, comecei a perceber que talvez eu tivesse passado anos tentando ser tudo para todos, enquanto esquecia de descobrir quem eu realmente era.
Logo que me separei, fui morar em um dos nossos apartamentos, na região da Pampulha. O imóvel estava vazio e, naquele momento, aquilo acabou se tornando uma espécie de ponto de partida para a minha nova vida.
Comprei móveis, fiz uma decoração mais masculina e comecei a montar aquele espaço do meu jeito.
Era mais do que simplesmente mudar de endereço. De certa forma, eu estava tentando reconstruir a minha própria identidade.
Eu estava começando uma vida nova.
Mas reconstruir a vida depois de onze anos de casamento não era tão simples quanto organizar um apartamento.
Eu precisava de alguma coisa que me distraísse. Precisava voltar a me relacionar com outras pessoas, conversar, sair, sentir novamente aquela conexão que, de alguma maneira, eu havia perdido ao longo dos anos.
Foi então que comecei a procurar antigas namoradas e pessoas com quem havia me relacionado antes do casamento. Talvez eu estivesse tentando resgatar alguma parte de quem eu era antes de me tornar marido, empresário e responsável por tantas coisas.
Cheguei até a pensar em procurar um antigo namoro da adolescência. Talvez, inconscientemente, eu estivesse procurando naquele passado uma versão de mim mesmo que ainda pudesse me mostrar quem eu havia sido.
Mas minhas buscas e tentativas foram frustradas.
A pandemia havia chegado e mudado completamente a dinâmica das relações. O isolamento estava muito forte naquele momento. As pessoas estavam dentro de casa, com medo, inseguras e tentando entender o que estava acontecendo no mundo.
E eu, justamente quando mais precisava me conectar com alguém, me encontrava ainda mais isolado.
Foi um período estranho.
Eu tinha liberdade, mas não sabia exatamente o que fazer com ela.
Tinha um apartamento novo, uma vida aparentemente recomeçando, mas ainda carregava dentro de mim muitas perguntas que não sabia responder.
Foi então que resolvi tomar uma atitude que, até pouco tempo antes, eu jamais imaginaria tomar: baixei um aplicativo de relacionamento.
Pronto.
Naquele momento, eu sentia que estava entrando por um caminho praticamente sem volta.
Criei meu perfil. Escolhi fotos que considerava interessantes e aproveitei uma fase em que eu estava bem fisicamente. Sempre fui um homem vaidoso, cuidadoso com a minha aparência e com a minha saúde. E, naquele momento, percebi que isso poderia jogar a meu favor.
Eu tinha 1,85 metro de altura, era moreno, cabelos grisalhos, barba fechada. Sabia que aquele conjunto chamava atenção.
E, de fato, chamava.
Mas, por trás das fotografias e da aparência, existia outra coisa.
Eu precisava encontrar uma distração no meio daquele caos.
O aplicativo acabou se tornando o meu refúgio. Ali eu conseguia conhecer e me conectar com pessoas completamente diferentes daquelas que faziam parte do meu cotidiano. Mulheres com histórias diferentes, personalidades diferentes, experiências diferentes.
E havia outra coisa que eu precisava reaprender: paquerar.
Eu estava havia muito tempo dentro de um relacionamento, dentro de um casamento. A dinâmica da conquista tinha ficado para trás. Era como se alguma coisa tivesse morrido dentro de mim e eu precisasse descobrir se ainda era capaz de despertar aquilo novamente.
Aos poucos, fui percebendo que talvez fosse apenas uma questão de tempo para eu me transformar novamente em um homem romântico, em um conquistador, alguém disposto a conhecer pessoas e, quem sabe, encontrar a pessoa certa.
Vieram os primeiros matches.
Depois, as primeiras conversas.
Algumas conexões duravam pouco. Outras despertavam curiosidade. Algumas pessoas conseguiam se conectar comigo logo nas primeiras conversas, enquanto outras simplesmente desapareciam.
E havia um detalhe que tornava tudo ainda mais complicado: a pandemia.
O lockdown estava no auge. Bares fechados, restaurantes limitados, encontros praticamente impossíveis. Mesmo quando existia interesse dos dois lados, encontrar alguém pessoalmente era uma decisão que envolvia medo, insegurança e muitas restrições.
Então, conversávamos.
E conversávamos muito.
De certa forma, aquele período acabou sendo importante para mim. O excesso de conversa me obrigou a aperfeiçoar meu jeito de me comunicar, de conquistar e, principalmente, de ouvir.
Eu comecei a falar menos e ouvir mais.
E descobri algo interessante: quando você realmente escuta uma pessoa, ela começa a revelar muito mais do que imagina.
Quantas mulheres se abriram comigo.
Quantas falaram sobre suas frustrações em relacionamentos anteriores. Quantas contaram histórias que nunca haviam contado para alguém que acabaram de conhecer. Falavam sobre decepções, medos, expectativas, traumas, desejos e experiências que haviam marcado suas vidas.
E eu fui absorvendo tudo aquilo.
Comecei a perceber padrões.
Com pouco tempo de conversa, muitas vezes conseguia identificar o perfil da pessoa que estava do outro lado da tela. Se era alguém carente, extrovertida, insegura, mais fechada, se carregava alguma experiência mal resolvida ou se havia passado por situações difíceis na infância.
Eu fui desenvolvendo uma espécie de leitura das pessoas.
E aquilo começou a fazer parte do meu processo de conquista.
Não porque eu estivesse procurando simplesmente uma mulher mais jovem ou alguém que correspondesse a um determinado padrão de beleza. Na verdade, nunca tive muito interesse por meninas muito novas.
Eu preferia mulheres próximas da minha idade.
Mulheres que já tivessem vivido.
Mulheres que tivessem histórias para contar.
Para mim, isso fazia toda a diferença.
Porque eu não estava apenas procurando alguém para preencher um vazio.
Eu estava procurando alguém que tivesse alguma coisa para acrescentar à minha história.
E, sem perceber, aquilo que começou como uma simples tentativa de distração estava se transformando em algo muito maior.
Eu estava descobrindo novamente quem eu era.
Estava reaprendendo a conversar, a ouvir, a conquistar e, principalmente, a me relacionar com o mundo depois de tantos anos vivendo dentro de uma única história.
Eu ainda não sabia, mas aquela decisão de baixar um aplicativo de relacionamento seria apenas o começo de uma sequência de encontros, histórias, descobertas e situações que mudariam completamente a maneira como eu enxergava as mulheres, os relacionamentos e, acima de tudo, a mim mesmo.
Então véi o primeiro encontro.
Fabiana, 38 anos, 1,63 de altura, divorciada com 3 filhos.
Nas nossas conversas ela sempre se mostrou segura nas palavras, decidida e extrovertida, mas eu consegui encontrar uma certa carência nas suas palavras ex marido que não dava atenção pra ela, a reprimia muitas vezes por tomar iniciativas dentro do relacionamento, tudo tinha que ser do jeito dele da forma dele e isso foi um dos motivos da separação dos dois, fora as traições que ela tinha descobrido dele.
Esse foi meu foco de ataque ela precisava de alguém que lhe desse atenção, ouvisse ela e que deixava ela ser mulher.
O primeiro encontro foi enfrente a casa dos pais dela, ela estava fazendo companhia pro seu pai que estava doente, como tudo estava fechado por conta da pandemia, optamos em ficar dentro do carro mesmo.
Foi muito estranho rsrs... Primeiro encontro dentro do carro, mas era que tinha para aquele momento.
Conversamos, rimos, nos beijamos tudo bem leve e seguro, eu não podia mostrar insegurança nem tão pouco pressa de transar, ela não era pessoa de dar no primeiro encontro.
Marcamos então no meu apartamento uns dias depois.
Preparei tudo, fiz eu mesmo um jantar a luz de vela, um bom vinho, uma lista de música romântica ao fundo.tudo perfeito pra nossa primeira noite.
Fabiana chegou com um vestido longo e Salto alto, cabelos soltos escovados, uma maquiagem que imprecionava, nos detalhes, umas vermelhas bem feitas e um perfume leve meio adocicado...gata rsrs
Ao entrar no apartamento ela sentiu o clima romântico e naquele instante ela sabia que aquela noite seria nossa só de nós dois.
Jantamos e logo após começamos a nos pegar, ela estava nervosa, me pediu um pouco de paciência com ela pois já tinha uns 8 meses que ela não sabia o que era sexo.
Confesso que aquilo me deixou ainda mais excitado, sabia que não podia decepcionar ela, eu precisava ser o home dos sonhos dela naquela noite.
Fui com calma , depois de um longo período de preliminares, foi quando senti que ela já estava totalmente relaxada e dominada, comecei a tirar seu vestido e pra meu encanto ela estava usando um belo conjunto de lingerie, branco com rendas vermelhas, bem socadinha na bunda que era redondinha e grande... Um tesão.
Não tirei, só arrendei de lado a calcinha e comecei a chupar sua xoxota, carnuda e depiladinha. Seu grelo pulsava na minha língua, enquanto ela suspirava fundo e ofegante de prazer, chupei até ela gozar.
Quando ela gozou deu um grito de prazer, eu senti o meu escorrer na minha boca, eram meses de gozo guardado, que delícia.
Então ela vei e começou a me chupar, ali ela se soltou realmente, ela chupa sem dó, parecia uma bezerra mandando, colocava meu cacete todo dentro da boca até engasgar e sair lágrimas nos olhos, babava minhas bolas, batia meu cacete no meu rosto sem dó.... Ela era a Fabiana naquele momento sem restrições sem pudor...
-Mete na minha buceta agora e faz gozar seu safado...
Não pediu duas vezes já fui colocando ela de 4 e metendo sem dó. Cavalgada puxando seu longos cabelos, estocados fortes, gritos e gemidos ela sentava encima e metia sem dó, o baralho dos corpos batendo um no outro meio ao suar foi tomando conta do apartamento, nessa hora eu já nem importava com os vizinhos ao lado, afinal tudo que eu precisava e a Fabiana era meter sem preocupação.
Ela me pediu pra gozar na boca dela, ela queria leite na boca, engoliu tudo sem desperdiça nem uma gota...
Foi incrível minha primeira transa via Tinder, ela passou a noite no meu apartamento e só foi embora no domingo as 15:00, foram várias transas nesse período.
Essa foi a primeira das minhas histórias que tive no Tinder, tiveram outras que vou contando ao logo do tempo.
Abraços