Eu tinha marcado com um cara chamado Diego — 35 anos, pedreiro, moreno, tatuado, 1,85m, corpo forte de obra, pau grosso que ele mostrava nas fotos. Ele disse que queria vir “foder um viadinho” e gozar dentro sem nada. Eu respondi: “vem, pode meter cru, quero sentir tudo escorrendo”. Mas ele não veio sozinho. Chegou umas 22h, tocou a campainha, abri a porta só de short tactel e regata. Diego entrou sorrindo, mas atrás dele veio outro cara que eu não conhecia — chamou de Bruno, uns 40 anos, mais baixo mas mais largo, barba cheia, olhar de quem não aceita não. Os dois entraram sem pedir, fecharam a porta com chave e Diego já me empurrou contra a parede da sala. “Calma aí, puta. Hoje não é só eu.
Meu amigo aqui tava doido pra conhecer um cu frouxo como o seu”. Bruno riu grosso: “É, viado. A gente vai te usar hoje até você implorar pra parar… mas não vai parar”. Eu tentei falar “pera, combinamos só um”, mas Diego me deu um tapa na cara que ardeu forte e me fez calar na hora. “Cala a boca, sua cadela. Você já abriu a porta, já é tarde pra voltar atrás”. Bruno trancou a porta por dentro e apagou a luz da sala, deixando só a claridade da rua entrando pela janela. Me arrastaram pro sofá, me jogaram de bruços e Diego sentou nas minhas costas, me imobilizando. Bruno rasgou minha regata com as mãos e arrancou o short junto com a cueca. Fiquei pelado, pau duro apesar do medo, cuzinho piscando exposto.
Diego abriu a calça primeiro: pau uns 18cm, grosso, veias saltadas, cheiro forte de macho suado do dia inteiro. Enfiou na minha boca sem aviso, segurando minha nuca e fodendo a garganta até eu engasgar e lacrimejar. “Engole tudo, viado. Se morder eu quebro sua cara”. Enquanto isso Bruno cuspiu na mão, abriu minha bunda e meteu dois dedos sem lubrificante, girando forte.
Doeu pra caralho, eu gemi abafado no pau do Diego. “Olha como ele reclama… mas o cu tá piscando pedindo mais”. Eles me viraram de quatro no chão da sala, carpete áspero raspando os joelhos. Bruno foi o primeiro a meter: cuspiu no cu, posicionou a cabeça grossa (uns 17cm, mas muito volumoso) e empurrou tudo de uma vez. Eu gritei alto mas Diego tapou minha boca com a mão e meteu o pau de novo na garganta pra me calar. Bruno socava forte, batendo a barriga na minha bunda, sem dó nenhuma. Ardia e chegou a sangrar um pouco. Ele dizia “Toma, sua puta! Aguenta essa rola de macho de verdade”. Cada estocada abria mais, ardia, mas o tesão subia junto com a dor.
Diego saiu da boca, foi pra trás e trocou: agora era ele metendo no cu enquanto Bruno me enforcava com o braço e fodia minha boca. Eles se revezavam sem parar: um no cu, outro na garganta. Eu babava, tossia, lágrimas escorrendo, mas eles não davam trégua. Em certo momento me jogaram no sofá de bruços, pernas abertas. Diego meteu de cima, socando fundo, batendo no fundo do cu. Bruno ficou embaixo, me fazendo sentar na rola dele enquanto Diego arrombava por trás — as duas picas tentando entrar ao mesmo tempo, abrindo meu anel ao limite. Doeu pra cacete, senti como se fosse rasgar, mas eles forçavam mais. “Abre mais, viado! Vai levar as duas hoje”.
Não entraram as duas juntas (meu cu não aguentava), mas alternavam rápido, um saindo e o outro entrando no mesmo buraco, mantendo ele aberto e escorrendo cuspe. Diego gozou primeiro: segurou minha cintura, meteu até o talo e jorrou forte dentro. Senti os espasmos, o calor da porra enchendo tudo, escorrendo pelas coxas. “Toma leite quente, sua cadela”. Bruno acelerou logo depois, me deu uns tapas fortes na cara e gozou também: jatos grossos, quentes, misturando com a porra do Diego. Meu cu tava destruído, inchado, pingando leitinho branco dos dois lados. Eles me viraram de costas, Bruno meteu de novo só pra empurrar a porra mais pra dentro, enquanto Diego mijava no meu peito e na cara. Mijo quente escorrendo pela boca, eu engoli o que caiu dentro, tossindo.
Não pararam aí. Depois de uns minutos fumando um cigarro na sala, Bruno ficou duro de novo. Me colocou de quatro no tapete, meteu cru de novo e socou por uns 20 minutos seguidos, me arrombando sem piedade. Diego filmava com o celular algumas coisas. No final Bruno gozou mais uma vez dentro, me deixou transbordando, e os dois mijaram juntos na minha cara e no cabelo. Fiquei todo encharcado, cheiro forte de porra, mijo e suor. Eles se vestiram, abriram a porta e saíram sem falar mais nada. Só Diego deu um tapa na minha bunda inchada e disse: “da próxima vez a gente traz mais um”.
Fiquei ali no chão da sala, cu ardendo pra caralho, escorrendo porra pelos dois lados da perna, corpo sujo, roupa rasgada jogada. Demorei uns 40 minutos pra me levantar, tomar banho e limpar a bagunça. Mas enquanto limpava, bati uma olhando as fotos que tirei depois. Foi assustador pra cacete — sensação real de não ter controle, de ser invadido e usado como buraco de despejo —, mas era exatamente a perversão que eu procurava. Doeu muito, arriscou tudo (sem camisinha, desconhecidos, porta trancada), mas se eu pudesse voltar no tempo faria igual… eu queria ser forçado mesmo. Vídeos no link no meu perfil.