Eu tinha 14 anos e ainda era virgem. Porém batia muita punheta nessa época. Meus pais trabalhavam e havia uma mulher que trabalhava em casa, a Sandra. Ela era jovem, cerca de 30 anos, morena, magra mas com um corpo bem desenhado. Eu reparava muito nela e já havia me masturbado pensando nela pelada, que estava comendo ela... enfim, uma fantasia de adolescente.
Certa vez, estava usando o computador para fazer um trabalho da escola e, como de costume, apenas eu e Sandra em casa. Terminei meu dever e resolvi bater uma punheta. Acessei um site porno e comecei a acariciar o meu pau, por cima da calça por enquanto. O vídeo foi esquentando, eu abaixei a calça e fiquei pelado, com o pau duro nas minhas mãos e comecei a punhetar levemente, bem devagarinho já com muito tesão.
Eu estava de costas para a porta. Como eu tava fazendo meu dever de casa antes e logo parti pra uma masturbacão, nem reparei que havia deixado a porta aberta. Após alguns minutos, eu já completamente entregue para a punheta, tocando num ritmo acelerado, reparo que, além da porta aberta, a Sandra estava ali, me observando. Quando eu vi, fiquei em choque. Fechei o vídeo, subi a calça e virei pra ela, me desculpando pela situação. Ela tambem ficou sem graça, por mim e por ela, que estava me olhando enquanto eu tocava uma punheta deliciosa. Ela disse:
- Fe, fica tranquilo, é normal garotos na sua idade fazerem isso.
- Me desculpa Sandra, não queria que você tivesse visto, achei que a porta estava fechada. Não conta para os meus pais, por favor.
Eu e a Sandra tínhamos uma ótima relação, jogávamos jogos juntos de vez em quando e ela sempre foi uma ótima companhia.
Ela respondeu:
- Claro, fica tranquilo. Esse vai ser o nosso segredinho.
Ela deu um sorriso após essa frase. E eu percebi que ela havia gostado da situação. Isso me fez ficar muito excitado, meu pau já começou a subir novamente dentro da calça de moletom, e como estava sem cueca, o volume apareceu.
- Fe, não quero te atrapalhar, vi que você ainda não terminou o que estava fazendo. Vou te deixar à vontade aí.
Nesse momento caiu a minha ficha. Ela não tinha apenas me pegado batendo punheta, ela estava ali me olhando, observando minha masturbação e gostando daquilo.
Ela complementou:
- Pode continuar o que você estava fazendo, eu não vou contar pra ninguém.
Ela disse isso, mas continuou na porta, me olhando. Eu entendi o recado e tava gostando daquilo.
Abri o site novamente, dei play no vídeo e tirei meu pau pra fora da calça, que já estava muito duro novamente. Olhei para tras, como se tivesse pedindo permissão para a Sandra para me masturbar. Ela acenou com a cabeça e esboçou um sorriso malicioso no rosto. Eu adorei aquilo.
Voltei a bater punheta e não demorou muito pra eu gozar. Voou porra pra tudo quanto é lado, boa parte em mim mesmo, no meu peito e barriga. Mas tambem sujou bem o chão.
Virei para trás e lá estava ela, ainda me olhando e com uma cara indescritível de satisfação, como se o aluno dela tivesse tirado 10 na prova. Nesse momento ela disse:
- Vai lá tomar banho Fe, você precisa se limpar.
- Já vou, só vou limpar o chão primeiro.
- Deixa que eu limpo, vai lá pro banho.
Até hoje eu não sei se ela só limpou o chão normalmente ou se tinha algum tesão por porra.
Consigo lembrar de todos os detalhes dessa situação e isso ainda me excita muito. Inclusive, estou nesse momento acariciando meu pau, imaginando a Sandra me olhando pela fresta da porta.