Um feliz dia dos pais

[Conto fictício]

Como todo ano, minha filha vem no dia dos pais pra ficar aqui em casa e almoçar comigo, o marido vai visitar a família dele e ela vem pra cá.

Esse ano notei que ela estava estranha, estava animada mas parecia uma coisa forçada, como se tentasse disfarçar uma tristeza, tentei fazer ela falar mas não tive sucesso ela só disse que estava bem e que não queria falar sobre problemas, respeitei o espaço dela e saímos pra almoçar, no almoço bebemos um vizinho e aos poucos ela foi se abrindo.

Disse que as coisas não estavam bem em casa, que tinha brigado com o marido, que suspeitava que ele estivesse traindo dela, foi uma conversa longa que se estendeu até em casa, sentados no sofá abri mais uma garrafa de vinho e continuamos conversando, sempre fomos muito próximos e ela só tinha a min pra desabafa.

Minha filha puxou a mãe, sempre foi uma mulher linda, toda magrinha e aos seus 30 anos facilmente se passava por 20, ficou com uma barriguinha depois da gravidez, mas em compensação os peitos cresceram bastante, eu já estava bêbado e volta e meia me pegava olhando pro decote dela, ela também bêbada nem percebia, conversa vai conversa vem, ela me confessou que não se sentia mais desejada pelo marido, que eles não transavam a mais de 3 meses, achei aquilo um absurdo e deixei claro isso pra ela.

- Filha você me lembra muito a sua mãe quando era nova, linda, delicada, jovial e ao mesmo tempo muito sexy, se o seu marido não te olha, tem algo errado com ele, o problema não é você.
- Você é suspeito pra falar pai, sou sua filha, claro que vai me achar bonita, comecei a malhar recentemente, mas ainda não vi resultado.
- Não precisa acreditar em min, é só olhar a sua volta quando estiver na academia, aposto que os bombados ficam te olhando.
- Ha olham sim. Ela falou ficando meio pensativa como se lembrasse de alguma situação especifica.
- Mas homem olha pra qualquer uma. Como se tentasse fugir dos próprios pensamentos.
- Filha, fala serio comigo, você tá infeliz no seu casamento?
- Não sei pai, toda relação tem seus altos e baixos.
- Isso é verdade, mas a gente sabe quando é uma coisa passageira, você nunca pensou em divorcio?
- Não pai, não trabalho, não tenho como me sustentar.
- Você sabe que isso não é problema, se você quiser tenho um quarto pra você e outro pra minha neta aqui, pode chutar esse cara que eu cuido de vocês duas.

Ouvindo isso os olhos dela encheram de lagrimas e ela me abraçou.

- Obrigada papai, é muito bom saber que sempre posso contar com você. Ela disse me abraçando forte.
- Sempre meu amor, vocês são uma parte da sua mãe que ela deixou pra min, iria adorar ter vocês aqui.

Ficamos abraçados por um tempo e sentir o cheiro do cabelo dela, com o calor do corpo e aqueles peitos enormes pressionados contra o meu corpo estava me deixando excitado, ela se debruçou na mesa de centro pra pegar mais vinho e instintivamente olhei pros seios dela e ela percebeu, deu um sorriso e arrumou o decote, encheu minha tarsa e a dela e seguimos conversando.

- E o senhor pai, como vão as namoradas?
- Que namoradas? Não tenho mais idade pra isso.
- Que isso pai, o senhor ainda da um caldo.
- Que nada minha filha, meu tempo já passou, agora to só esperando a morte.
- Aff pai, nem fala uma coisa dessas, o senhor ainda tem muito pra viver.
- Eu amava a sua mãe e não tenho coragem de botar ninguém no lugar dela.
- Mas pai, já fazem 15 anos, o senhor tem que seguir em frente.
- Hoje em dia a minha vida só tem espaço pra você e pra minha netinha.
- As vezes acho que o senhor tá em depressão
- To nada memina, tá me achando com cara de fresco.
- E só tem depressão quem é fresco?
- E não é? Homem de verdade não tem essas coisas.
- O senhor é uma comedia pai. Ela disse sorrindo, primeiro sorriso sincero que ela deu naquela noite.
- Adoro esse seu jeito bruto. Ela disse me abraçando novamente.
- Me sinto segura nos seus braços. Ela disse disse jogando as pernas sobre as minhas e sentando no meu colo como uma menina indefesa.

A mais de uma década eu não sentia o calor de um corpo feminino daquele jeito, não pude controlar minha ereção, ela percebeu e levantou, disse que o marido viria buscar ela cedo e precisava ir dormir, me deu um beijo no rosto e foi pro quarto, eu tomei um banho frio pra baixar a excitação e fui deitar também.

No meio da noite acordo com o barulho da porta.

- Pai tá acordado? Ela sussurrou na escuridão do quarto.
- To minha filha, o que foi?
- Posso deitar com você?
- Claro filha.

Ela deitou no meu peito, usando apenas um short e uma blusa fininha, ficamos ali calados, os dois tentando relaxar e dormir mas claramente havia uma tensão sexual entre nós, eu deitado de barriga pra cima, sem camisa apenas com uma calça de moleton, tentava tirar os pensamentos safados da minha mente torcendo pra que o quarto estivesse escuro suficiente pra ela não vê o meu pau duro como pedra.

Estava pensando nas contas que tinha pra pagar, no carro que precisava de concerto, nos reparos que tinha que fazer na casa, tudo pra afastar aqueles pensamentos pervertidos que vinham a minha mente, quando sinto a mão dela deslizar pelo meu peito, descendo pela minha barriga, entrando delicadamente na minha calça e segurando com firmeza o meu pau.

Não dissemos uma palavra, ela simplesmente começou a me masturbar, por um tempo por baixo da calça mas foi ficando cada vez mais ousada, puxou meu pau pra fora e começou a chupar, eu não falei nada, não sabia o que falar, não queria dizer nada que pudesse estragar aquele momento, só deixei acontecer.

Ela subiu no meu pau, colocou o short pro lado, exibindo completamente aquela bucetinha peluda, quando meu pau começou a deslizar pra dentro percebi o quanto ela estava excitada, ali eu já não vi mais ela como filha, ali era uma mulher maravilhosa e muito excitada quicando no meu pau, agarrei os peitos dela, ela gemeu e arrancou a blusa e aqueles peitos balançando me deixaram com tanto tesão que a a primeira coisa que saiu da minha boca foi:

- Eu vou gozar…
- Goza pra min papai. Ela disse com a voz manhosa a coisa mais sensual que já ouvi.

Agarrei ela firme girei o corpo no cama ficando por cima, soguei meu pau fundo e deixei lá dentro, a cada jato de porra ela soltava um suspiro sentindo meu pau bombear o sêmen, sem tirar o pau eu continuei metendo, aqueles peitos balançando me deram um gás que nunca tive na vida, foi a primeira vez que dei duas sem tirar. Botei ela de quatro e continuei bombando na buceta, ela gozou e caiu exausta na cama, eu cai deitei do lado com o pau ainda cuspindo porra em cima da bunda dela e ali ficamos, dormimos exaustos, suados e sujos de porra.

No dia seguinte quando acordei ela estava tomando banho, me vesti e fui pra cozinha passar um café, estava apreensivo pra saber como seria nossa primeira interação depois daquela loucura, depois de um tempo ouvi som de buzina e ela desceu correndo.

- Pai tenho que ir, o carro já tá esperando. Ela disse passando direto pela cozinha como se estivesse fugindo de min.
- Boa viagem de volta minha filha. Falei meio sem reação.

Ela parou na porta, meio pensativa, voltou, veio até min e me deu um beijo maravilhoso de língua, agarrei ela com paixão e desejei que aquele beijo nunca acabasse. O carro buzinou mais uma vez, ela teve que ir mas me prometeu voltar pra mais...


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Comentários


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lampiao69 Comentou em 09/08/2026

Quero uma filha assim.. Adoro contos de incesto. Votado.

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luiscomedor Comentou em 09/08/2026

Nossa que delícia de Conto, acabando de ler com meu pau todo babado !!!




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Ficha do conto

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casadodepravado

Nome do conto:
Um feliz dia dos pais

Codigo do conto:
269488

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
09/08/2026

Quant.de Votos:
5

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