Ou minha mulher dando no cômodo ao lado

Hoje vou contar minha primeira experiência sendo corno.
Este é o meu primeiro conto. Pretendo postar outros em breve.
Me chamo João. Sou negro, 1,80 m, corpo firme, nem magro nem gordo. Na época eu tinha 29 anos. Maria, minha namorada, 27, pele branca, cabelos castanhos claros, 1,65 m, quadril largo e seios médios que cabiam perfeitamente nas minhas mãos. Namorávamos há pouco mais de um ano. Ainda morávamos com os pais, então periodicamente alugávamos um Airbnb só para ter um final de semana inteiro de privacidade. Nessas noites o sexo sempre vinha carregado de fantasias. A gente se imaginava outras pessoas, outras situações. Eu nunca tinha falado abertamente sobre o desejo de ser corno, mas ela, esperta, tinha entendido. E parecia gostar.
Naquela sexta-feira, já deitados na cama do apartamento, ela soltou quase casual:
— Um conhecido mandou mensagem no Instagram. Paquerando.
Eu não liguei muito na hora. Continuei beijando o pescoço dela, descendo a mão pela curva quente do quadril. Mas a conversa voltou enquanto eu estava dentro da boca dela. Maria chupava devagar, olhando para cima, o cabelo claro espalhado sobre a minha coxa. Eu perguntei, a voz já rouca:
— Você toparia chamar o cara?
Ela não tirou a boca. Só sorriu de canto, os olhos brilhando de safadeza, e murmurou com o pau ainda entre os lábios:
— Sim.
Pegou o celular sem parar de me punhetar e chupar. Digitando com uma mão, a outra apertando a base do meu pau, a língua subindo e descendo molhada. Marcou para o dia seguinte, bem cedo. Eu senti o estômago revirar. Nervoso. Quase pedi para desmarcar. Mas o tesão falou mais alto. A imagem dela com outro homem já estava queimando atrás dos meus olhos.
O sábado amanheceu. O cara avisou que estava a caminho. Eu, de bermuda, caminhei até o quarto e fechei a porta. O coração batia forte demais. Fiquei sentado na beira da cama, só ouvindo.
A voz masculina na sala. A dela recebendo. Menos de dez minutos de conversa. Depois o som úmido de beijos. Gemidos baixos dela. O barulho molhado de língua entre as pernas. Eu apertei o próprio pau por cima da bermuda, já duro e latejando. Ouvi a voz dela, rouca, de puta:
— Quero sentar.
O som que veio a seguir foi o de carne batendo em carne. O rabão largo dela descendo e subindo. Úmido. Rítmico. Eu fechei os olhos e quase gemí alto. Parecia um sonho — ouvir minha mulher dando no cômodo ao lado, sem nenhum pudor, a voz se perdendo em gemidos enquanto o outro a fodia.
Ela pediu mais.
— Come meu cuzinho.
Eu conhecia aquele tom. Maria gostava. O som mudou: mais apertado, mais fundo, os gemidos dela mais agudos. Passaram-se minutos assim. Depois a voz dela de novo, quase ofegante:
— Grava pra mim.
Meu celular vibrou no bolso minutos depois. O vídeo. Eu abri.
Era o ponto de vista dele. Só o corpo dela de quatro: o cabelo castanho claro caindo pelas costas, o quadril largo erguido, a pele branca contrastando com as mãos dele segurando firme. O pau entrando e saindo fundo do cu dela. Não dava para ver o rosto, só aquele movimento constante, o rabão balançando a cada estocada. O som do celular era o mesmo que eu ouvia pela porta: o estalo molhado, os gemidos dela, a voz pedindo mais. Eu gozei ali mesmo, a mão apertando o pau, o gozo escorrendo quente pelos dedos. Não consegui parar. Assisti de novo. E de novo. Perdi a conta de quantas vezes gozei escutando e vendo.
Quase uma hora depois, ouvi a voz dela mandando o cara embora. O barulho da porta. A água do chuveiro. Quando ela entrou no quarto, ainda de toalha, o cabelo molhado, o cheiro de sabonete não conseguia esconder completamente o de sexo. Ela se aproximou da cama, tirou a toalha e se virou de costas. O cuzinho ainda levemente aberto, brilhando, melado.
Eu a puxei para cima de mim. Beijei a nuca, o ombro, desci a mão e passei o dedo ali, sentindo o calor e a umidade que não eram meus. Maria gemeu baixinho, se esfregando contra a minha mão.
Foi uma das noites mais intensas que já tivemos.
Depois veio a crise de ciúmes. Leve, mas suficiente para travar tudo por um tempo. Ela sentiu. Se fechou. Agora, meses depois, eu venho tentando de novo. Incentivando. E ela parece estar perto — dessa vez com um colega de trabalho. O nervoso ainda existe. Mas o tesão também. E eu já sei qual dos dois costuma ganhar.

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Comentários


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pretoblack Comentou em 10/08/2026

Que delícia como queria ser amigo da sua esposa e fuder ela todinha te fazendo de corno




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico srraposo

Nome do conto:
Ou minha mulher dando no cômodo ao lado

Codigo do conto:
269524

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
09/08/2026

Quant.de Votos:
4

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