Meu macho me mandou ajoelhar ali nas duchas mesmo e mamar o outro cara que tava ali. Não pensei duas vezes e já fui pro chão com a boca aberta na direção do Gustavo (fiquei sabendo o nome dele depois). Gustavo se deliciava com a minha boca enquanto meu macho assistia tudo e ia comandando também. Colocou uma mão na minha cabeça e me empurrava na piroca grossa pra me forçar a engolir tudo logo. Eu tava ficando maluco, engasgava, mas estava adorando aquilo.
- Vamos pra minha cabine (nessa sauna tinha cabines privadas, um pouco mais confortáveis que as cabines gratuitas), to afim de dar um trato no cu do seu putinho.
- Vem, puto. Hora de ver se você dá conta de dois machos no tesão.
Demorei um pouco pra reagir e só ouço um grito:
- VEM, PORRA! ACHA QUE VOU CHAMAR DE NOVO? E já senti a mão no meu cabelo me puxando e me fazendo engatinhar atrás dele. Aquele cara realmente gostava de me humilhar e o pior é que eu também estava adorando aquilo.
Entramos na cabine e Gustavo, o coroa, já foi sentando e me mandando ficar de quatro pra mamar ele. Foi me forçando a engolir aquele pau grosso enquanto os dedos dele já foram direto pro meu rabo.
- Porra! Você já fez um estrago aqui no cu do putinho, né? Tá todo laceado, vai ser uma delícia de brincar sem machucar muito.
- Mas pode machucar. A puta aguenta e até pede mais, você vai ver (nessa hora tomei um tapa forte na bunda que nem sei de qual deles veio).
Gustavo pegou um pouco de lubrificante e enfiou dois dedos, depois três. Enfiava e tirava eles do meu rabo pra me alargar mais ainda. Me mandou continuar do jeito que eu estava, levantou e foi pra atrás de mim enquanto meu macho sentou no lugar dele e me fez trabalhar na rola dele.
- Caralho, que cuzão lindo. Vou adorar sentir ele mastigando a minha rola.
Gustavo colocou a cabeçona grossa na minha portinha e foi forçando. Como meu macho já tinha feito um bom estrago antes e eu tava cheio de lubrificante, ele entrou sem muita dor, mas eu sentia aquela rola me alargando gostoso. Ele foi metendo devagar e firme até estar com os pentelhos colados na minha bunda.
- Mete com vontade, mermão. A putinha vai aguentar e não vai nem gritar com minha rola na boca, hehehe.
- Eu gosto de sentir o cuzinho abrindo pra mim primeiro. Mas pode deixar que agora a brincadeira vai começar de verdade.
Daí pra frente eu vi que ele tinha muito fôlego pra meter. Foi muito tempo num entra e sai forte e sem pausa. Eu não aguentava mais e gemia pedindo pra ele gozar de uma vez.
- Cala a boca, puta! Deixa o meu amigo te usar do jeito que ele quiser. Engole a minha piroca pra você ficar quieto e se prepara que tá vindo leitinho pra engasgar você. Vai ser direto na garganta dessa vez, você não vai nem sentir o gosto.
Nessa hora Gustavo anunciou que também já ia gozar.
- Caralho, não vou aguentar segurar mais. Toma meu leite todo no seu cu, viado filho da puta. AAAA CARALHOOOO!!!
Os dois gozaram quase ao mesmo tempo me enchendo por cima e por baixo. Eu consegui bater uma punheta rápida e gozei ainda com a rola do Gustavo no meu cu. Caí exausto e todo dolorido no meio dos dois. Meu macho já foi se levantando, agradeceu pela foda e saiu da cabine me deixando lá com o coroa. Ficamos um tempo deitados conversando amenidades, eu com minha cabeça no peito do Gustavo. E ali combinamos de tentar nos encontrar naquela sauna outras vezes, sempre indo no mesmo dia da semana pra ver se a gente se via de novo (ele não quis me dar o telefone dele, uma pena).
Saí dali, tomei meu banho e fui embora muito mais leve do que cheguei, mesmo com todo o leite que eu tomei.
Depois venho contar mais histórias que aconteceram comigo nesses anos de putaria. Se quiserem conversar mais com essa puta aqui, podem me seguir que eu sempre fico vendo umas putarias.