Neste conto vou narrar um fato que aconteceu comigo.
Logo após terminar meu curso na capital, eu fui trabalhar em uma cidade pequena do interior, lá conheci várias pessoas e colegas de trabalho, entre eles a pessoa que vou narrar aqui, como não posso usar nomes, vou chamá-lo pelo nome fictício de Cristiano.
Bom na época trabalhávamos no mesmo turno, ele, como era mais antigo, coordenava os trabalhos.
Nós vivíamos pegando a estrada juntos. Eu dirigindo e ele do lado dando as ordens. Como em toda profissão, havia divergências de opinião entre nós, e acabamos discutindo várias vezes. Fui tomando raiva dele; eu achava ele esquisito, nem do cheiro dele eu gostava. Então pedi pra mudar de plantão, trabalhei mais algum tempo nessa cidade e me transferiram para outra, não tendo mais contato com o Cristiano.
Passaram alguns anos e ele veio para a mesma cidade que eu. Apesar de trabalhar na mesma profissão, a gente quase não se via, isso é bom que evitava de eu olhar na cara dele.
Com o tempo, as equipes de serviço de campo mudam, eu fui escalada para trabalhar, quando chego no trabalho era ele meu colega que iria para campo comigo no carro, Na hora pensei, vai ser ruim esse trabalho.
Mas quando entrei na van ele falou sorrindo oi! quanto tempo a gente não trabalha juntos, não é? Já estava com saudades, e sorriu. Eu fui educada e sorri também.
Seguimos para outra cidade e durante o percurso ele sempre puxando assunto. Conversamos bastante sobre os trabalhos, percebi que ele estava tranquilo, bem diferente do cara da época em que trabalhamos juntos.
O dia foi tranquilo, realizamos nossas atividades e seguimos de volta. Ele pediu para dirigir, coisa que nunca tinha feito quando trabalhava comigo, eu concordei, e seguimos pela BR, o papo estava bom, então quando chegamos num entroncamento ele disse vamos entrar por aqui que diminui o caminho, e o trânsito é pouco por ser estrada de fazenda. Eu disse tudo bem, entramos pela estrada, e realmente não vimos ninguém passando por nós, não havia movimento.
Ao entrar numa área de mata, Cristiano falou vou parar o carro tá, eu quero conversar com você. Ele parou na sombra de uma árvore bem grande.A van era de cor escura, mas mesmo assim se alguém passasse por alí dificilmente não iria ver.
Falei o que você quer dizer? Ele se aproximou de mim, e disse eu mudei, agora quero aproveitar minha vida. Deixei de ser aquele cara babaca que eu era. Vamos esquecer tudo que ficou para trás. Eu agora sou uma nova pessoa, gosto de outras coisas, eu perdi muito tempo e não vou mais perder e eu sempre tive vontade de ficar com você.
Eu estava ouvindo, mas não estava acreditando, eu olhei pra ele. Ele é um cara branco, cerca de 1,70 m., de altura, corpo normal, nem forte e nem magro, ele nunca me chamou atenção. Mas
ele se aproximou e colocou a mão na minha perna, e veio me beijar, eu senti um tesão imenso, e deixei ele me beijar.
O beijo foi gostoso, ele foi apertando minha buceta por cima da calça, e eu fui sentindo ela molhar.
Como estávamos de uniforme, ele disse sai da van. Eu sai, e ele veio para o lado que eu estava, me encostando na van ele me beijou novamente, meu tesão estava a mil, ele abriu o zíper da calça e colocou o pau pra fora, eu nunca tinha visto, e nem curiosidade em ver, mas quando olhei, era um lindo pau, branco, cabeça vermelha do tamanho de um morango médio, mais ou menos uns 18 cm, e com o pé bem mais grosso que a ponta. Eu não resisti e abaixei, e comecei a chupar ele (eu adoro sentir um pau na boca), tentava engolir como sempre tento, mas apenas a cabeça cabia na boca, não dava pra ir no fundo da garganta.
Fiquei um tempo lambendo e passando a língua na cabeça, e às vezes tentando engolir o máximo que dava.
Ele me levantou, me beijou e foi abrindo minha calça, viu que a calcinha fio dental de cor preta que vestia estava encharcada, me virou, puxou a calcinha de lado e eu encostei no banco da van com a porta aberta e empinei a bunda.
Ele veio por trás, colocou a cabeça na entrada da minha bucetinha molhada e foi empurrando devagarinho, eu estava super molhada devido a situação, mas por ter cabeça do pau mais fina foi entrando gostoso, ao empurrar mais senti minha buceta abrindo e esticando a pele para engolir o restante do pau dele que tinha um pé bem grosso. Quando entrou tudo eu senti ele começar o movimento de vai e vem.
Ele segurava na minha cintura e bombava forte, eu gozei gemendo alto e quase rasgando o banco com as unhas.
O Cristiano disse que delícia, você está me apertando com sua buceta. Eu realmente estava porque estava sentindo outro orgasmo vindo e logo gozei novamente.
Ele disse vou gozar, posso gozar aqui dentro? eu disse claro que pode, enche minha bucetinha de leitinho, quero sentir ele escorrendo de dentro de mim. Nisso ele gozou gemendo, e eu senti a contração do seu pau enquanto jogava seu leitinho dentro da minha bucetinha quente. Ele escorou em mim e ficamos respirando forte, retomando o fôlego.
Quando tirou o pau eu senti sua porra escorrendo, peguei um papel higiênico no porta luvas, me limpei, nós vestimos e entramos na van, logo que iniciamos o deslocamento passou por nós uma caminhonete com dos homens, tipo peão de fazenda.
O Cristiano disse saímos na hora certa né, eu falei sim. Ele disse e se esse povo chegasse na hora que a gente estava transando, o que você iria fazer?
Eu disse nem sei, estava tão gostoso que eu não iria pedir pra parar. Ele falou que eles iam ficar olhando, eu falei iria me dar mais tesão ainda.
Ele falou e se eles quisessem também?
Eu disse, bom, nesse caso vocês iriam ter que revezar minha bucetinha, porque eu iria gozar muito.
Ele sorriu e falou, é você é tudo o que me falaram mesmo. Eu perguntei o que te falaram, ele disse você é uma putinha muito gostosa e sem frescuras no sexo. Eu disse que sim, rimos e seguimos viagem até a cidade conversando sobre o trabalho e do passado.
Após esse dia eu não trabalhei mais com o Cristiano, apenas o via de longe, mas a lembranças sempre estão na minha cabeça, e quando lembro minha calcinha molha.