O Despertar de Bethe

O Despertar de Bethe
Na quietude de uma rua arborizada, em um sobrado de fachada discreta,
vivia Bethe. Aos 50 anos, ela carregava consigo uma beleza madura que,
mesmo sob as roupas sóbrias, não passava despercebida, tinha uma bunda
bem definhada e embora não fosse enorme era grande o bastante para ser
um destaque da sua anatomia, que também contava com lindos peitos. Seus
olhos, ora brilhantes, ora melancólicos, contavam uma história silenciosa
de desejos reprimidos e sonhos adormecidos.
Bethe era a esposa do Pastor Rubens, um homem de 60 anos, cuja devoção
à igreja ocupava cada minuto de seus dias. Para Rubens, a vida era uma
constante busca pela retidão espiritual, deixando pouco espaço para as
necessidades terrenas - especialmente as de sua esposa.
As tardes de Bethe eram preenchidas com o som monótono do relógio da
sala, marcando o tempo que parecia não passar. Ela se pegava olhando pela
janela, observando o mundo lá fora, tão cheio de vida e possibilidades.
Suas mãos inquietas alisavam o tecido da saia justa, como se pudessem
alisar também as rugas de sua alma insatisfeita. Há muitos dias estava
nervosa, agitada e até sensível sem saber o porquê.
Foi em uma destas tarde que Luiz chegou. Um homem de meia-idade, com
olhos gentis e mãos calejadas pelo trabalho. Ele veio para consertar a
internet da casa do pastor, que a dias estava instável.
- Boa tarde, senhora Bethe.
Disse Luiz, com um sorriso que iluminou o hall de entrada. Bethe sentiu
algo despertar dentro dela, uma sensação há muito esquecida. Ela não sabia
o que estava ocorrendo, olhou para Luiz com desejos, sentiu um tremor
interno do seu corpo.
Para Luiz aquele olhar pareceu um convite, embora frequentasse a igreja e
já conhecesse Bethe de vista, nunca havia chegado perto dela, e nem a
desejado, pois sabia que era mulher do pastor, mas ainda assim naquela
troca de olhares pode perceber que Bethe ficara mexida e ele também.
Entrou na casa acompanhando Bethe até o escritório e pela primeira vez
observando o corpo dela que ia a frente, ele estava com olhar fixo na sua
bunda que balançava com leveza e graça, e ela sabia que estava sendo
olhada e sentiu-se desejada... aquilo mexeu com a libido dela, uma alma
torturada pelo desejo, pela ideia do pecado que sempre lhe foi ensinada

desde sua infância por seus pais e nos dias de hoje pela rigidez do seu
marido.
Luiz após fazer uma boa análise da situação da internet e do que viu em
Bethe disse que seria preciso trocar os cabos e reconfigurar tudo, por tanto,
acreditava que o serviço duraria mais de um dia. Combinou retornar no dia
seguinte para iniciar o serviço, assim que chegou a porta de saída
cumprimentou Bethe com um aperto de mão. O contato, embora breve,
enviou ondas de eletricidade pelo corpo de Bethe. Ela recuou, assustada
com a intensidade de seus próprios sentimentos. Foi um frisson ele pensou
que talvez pudesse quem sabe confortar o coração de Bethe. E ela pensou
que seria uma tentação dentro de casa.
Nos dias que se seguiram, enquanto Luiz trabalhava na casa, Bethe se
pegava buscando sua companhia. As conversas, inicialmente tímidas, logo
se tornaram o ponto alto do dia. Luiz a fazia rir, a fazia sentir-se vista,
ouvida. Até que a conversa mudou de direção e ele perguntou como era a
vida de casada com um Pastor.
- Sabe Bethe eu tb frequento a igreja, mas não sou muito seguidor dos
costumes, acho tudo muito rígido, e imagino como é com você casada com
o pastor...
- Eu fui criada por pais severos quanto aos costumes religioso, sempre
segui tudo com muita rigidez.
-Mas você parece uma mulher triste, desculpe a franqueza, mas parece que
lhe falta algo... talvez sair um pouco conhecer algo diferente. Sei lá.
- Talvez..., mas o que? Quando? Eu sou muito caseira, não temos filhos por
um problema genético meu e acho que isto deixou meu marido distante de
mim, e com a congregação sempre em primeiro plano, pouco tenho a fazer.
- Olha o trabalho aqui na sua casa está no fim, já era para ter terminado,
mas diminui o ritmo por que queria esticar um pouco o tempo a seu lado,
gostei da sua companhia, mas gostaria de vê-la mais feliz...
A conversa ficou por aí, mas o pensamento foi longe...
Será que aquele homem estava me desejando como mulher? Gostou da
minha companhia? Me quer mais feliz...Naquela noite, deitada ao lado do
marido que dormia profundamente, Bethe lutou contra uma tempestade
interior. Anos de ensinamentos rígidos e expectativas sufocantes pesavam
sobre ela. Mas o despertar de seus sentimentos não podia ser negado.

Na véspera de sua partida, ele encontrou Bethe no jardim, contemplando as
flores que ela cuidava com tanto carinho. Ela estava ajoelhada enquanto
mexia na terra, a visão que Luiz tinha era da linda e chamativa bunda de
Bethe, ele caminhou lentamente em sua direção (quase sem fazer barulho)
para não a assustas.
- Senhora Bethe.
Ele disse suavemente,
- Espero que tenha encontrado paz e alegria nesses dias. O trabalho
terminou e eu já vou indo.
Ela se levantou tentando limpar as mãos no avental e sem jeito ficou sem
saber o que fazer. Luiz se aproximou e pela primeira vez abraçou-a.
Ela não esperava, mas seu inconsciente desejava e ainda que timidamente e
desajeitadamente (suas mãos estavam sujas) ela correspondeu ao abraço
colando o corpo ao corpo dele... Naquele momento, algo mudou em Bethe.
Não houve beijos apaixonados, mas ela pode sentir o corpo junto ao seu e
sentiu uma forte umidade no meio das pernas, parecia que tinha se mijado
era algo novo, durou segundos, mas foi como um despertar...
- Eu deixei meu cartão na mesinha da sala, se precisar de algo me ligue,
mesmo que for só para uma conversa.
- Pode deixar qualquer coisa eu te ligo.
Não houve promessas de encontros secretos. Mas houve uma revolução
silenciosa no coração de Bethe. Ela não conseguia dormir estava agitada
sem entender o que tinha ocorrido, porque tinha ficado molhada ao abraçar
aquele homem, porque não conseguia dormir...
Na semana que se seguiu, Bethe começou a mudar. Pequenos gestos de
autodescoberta e afirmação. Começou a expressar mais suas opiniões,
gentilmente, mas com firmeza. Mas o fato relevante foi algo que ela não
compreendia... aquele abraço naquele homem mudou algo internamente.
Ela não esquecia a sensação que sentiu, não esquecia a umidade em sua
vagina, não esquecia e não queria esquecer.... Toda noite após o banho ela
se tocava intimamente e tinha orgasmos deliciosos, intensos, pratica que
nunca aceito por seus princípios religiosos, mas que agora aceita como uma
necessidade.
Ela passou o final de semana como sempre, foi ao culto, participou das
atividades da sua congregação como uma boa esposa, mas na segunda
–feira assim que levantou tomou seu café com o marido que foi para o

trabalho e em seguida foi para o banho onde ficou muito tempo se alisando
e desejando ser possuída após um breve descanso ela pensou que tinha que
fazer algo e foi aí que tudo mudou para Bethe.
Ela pegou o telefone e decidiu ligar para aquele homem que não saia do seu
pensamento, pensou em uma desculpa e ligou...
- Bom dia aqui é a Bethe, esposa do pastor Rubens.
- Olá Bethe tudo bem por aí, precisa de algo...
- Sim gostaria que você viesse aqui em casa, pois acho que algo na fiação
não está bem, preciso que você desse uma olhada.
- Claro vou sim. Estou terminando um trabalho agora e passo aí depois do
almoço pode ser?
-Sim pode ser estarei aguardando.
Bethe ficou o restante da manhã aflita e ansiosa, uma mistura de sensações
passava por sua mente trazendo um pouco de medo pois não sábia o que
iria acontecer. Mas queria há como ela queria....
Luiz ao chegar com sua mala de ferramentas não imaginava qual seria o
problema, mas estava se sentindo feliz pois iria ver Bethe novamente.
Quando ela abriu o portão e Luiz entrou, de súbito deixando se levar pelo
que sentia, Bethe abraçou forte o homem que nos últimos dias não saia de
seu pensamento.
Luiz um pouco confuso e sem jeito (estava com a mala de ferramentas na
mão) tentou retribuir ao abraço e percebeu algo diferente...
- Pensei muito em você estes dias preciso muito de sua ajuda.
- O que você desejar...
-Uma vez dentro de casa, ela olhou nos olhos de Luiz e sem dizer nada
novamente o abraçou e o beijou... um beijo lento molhado com um ar de
saudades e muita paixão...
- Que saudades... vem preciso de você lá no quarto.
- hummm serie seu para o que quiser...
- Em um movimento rápido ela baixou as alças do vestido que caiu no chão
revelando uma linda mulher com um lingerie de rendas sensual, Luiz não
perdeu tempo e foi tirando a roupa e novamente abraçando aquela mulher
que estava sedenta... e com muito carinho foi deitando ela na cama e

beijando seu corpo até chegar em sua gruta. Aquilo era novo, era diferente
de tudo o que ela ja havia sentido em sua vida, estava com o corpo retesado
por medo do que estava fazendo e sentindo, pela primeira vez na vida
alguém a beijava daquela forma, e quando a língua dele tocou seu clitóris
ela teve um orgasmo gigantesco... seu corpo tremia ela quase desfaleceu
tamanho prazer... Luiz a beijava e chupava aquela boceta com muito
cuidado, apreciando cada detalhe ela se contorcia pegou em sua cabeça e
disse... – Chega!
- Vem quero você dentro de mim...
Luiz pincelou o pau naquela buceta de forma enérgica e até um pouco
afoita, mas quando ele colocou seu pau deslizou fundo fazendo Bethe arfar
de prazer... ele olhou seu rosto e a viu de olhos fechados boca aberta e uma
expressão de puro prazer... começou a bombar com suavidade e aos poucos
foi aumentando o ritmo fazendo Bethe chegar ao seu segundo orgasmo,
menos intenso que o primeiro, mas tão prazeroso como.
Depois ela trocou de posição. Ela queria experimentar estar no domínio e
fez com que Luiz se deitasse e por cima conduziu com a mão o pau de Luiz
para entrada da sua buceta e sentou de uma vez... sentindo se preenchida
ela começou a pular como se estivesse possuída... até que Luiz anuncio que
iria gozar e ela então saio de cima para ver jorrar aquele lindo pau...
- Que delícia!!!!
- Que buceta gostosa!!!
Deitados lado a lado descansaram um pouco e foram se limpar...
Tudo foi rápido, tudo aconteceu sem muitas palavras ditas, a coisa
aconteceu de maneira instintiva, mas após se despedirem Bethe foi tomas
seu banho e pode perceber que seu corpo estava vibrando, sua mente esta
leve embora para a sociedade aquilo era errado, ela sabia que não seria
mais a inocente mulher do pastor, mas sim uma mulher em busca de
descobertas...
O Pastor Rubens, inicialmente confuso com as mudanças de sua esposa,
aos poucos começou a ver Bethe sob uma nova luz. Ele notou como ela
sorria mais, como seus olhos brilhavam ao falar sobre ser uma mulher
realizada (sem disser o porquê claro).
E assim, naquela rua tranquila, atrás da fachada discreta do sobrado, uma
nova história começava a ser escrita. Uma história de amor

Bethe o olhou, seus olhos marejados. "Luiz, você me fez perceber que há
mais na vida do que eu me permitia ver. Obrigada por isso."


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico rei-midas

Nome do conto:
O Despertar de Bethe

Codigo do conto:
269724

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
12/08/2026

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