Parecia uma tarde como outra qualquer. Eu voltava pra casa e encontrava sempre o apartamento vazio. A empregada saía sempre antes que eu chegasse e meu pai, com quem eu morava desde que se separou de minha mãe, só vinha a noite, quando terminasse o plantão na clínica onde é sócio e atende seus pacientes. Parece meio solitário? Talvez. Mas foi uma escolha minha morar com ele. Nos damos muito bem. Mesmo depois que ele arrumou uma namorada que de vez em quando dorme aqui em casa com ele mas tudo bem faz parte e ela também é legal. Me assumi pra minha família quando tinha 16 e isso fez muita diferença.
Decidi sair para comer um hambúrguer na lanchonete do shopping que fica aqui perto de casa, faço isso às vezes. Estava andando pelo corredor quando encontrei o Ricardo. Meu colega de sala. Ele estava com a namorada que eu não conhecia.
-Oi! Legal? Essa é a Laura!
-E aí? Tudo certo? Eu ia tomar um café. Me acompanham?
Fomos os três para o café e Laura recebeu um telefonema da mãe que estava em uma loja a espera dela. Pediu desculpas e foi embora. Ricardo ficou comigo e pedimos outro café. Ela nem sequer tentou ser simpática.
-Cara, a mãe dela é muito chata. Não gosta de mim, nem eu dela. Mas tudo bem, nosso namoro não anda bem da pernas mesmo.
Eu tinha notado uma distância esquisita entre eles mas achei que não era mesmo da minha conta. Seguimos caminhando pelo shopping, eu tinha que comprar um terno para o casamento da minha mãe. Tempos modernos. Pedi ao Ricardo pra ir junto e me dar uma opinião porque eu não entendo muito dessa coisa de moda e ele pare sempre adequado e moderno.
Entramos na loja e escolhi dois ternos que vi na cara dele que não eram bons. Ele escolheu outro que era realmente melhor. Fui experimentar no provador no fundo da loja. Chamei Ricardo pra olhar e ele disse que estava muito bom, tinha apenas que escolher a camisa e a gravata certa função que deleguei a ele. Compras feitas o convidei pra tomar uma cerveja em casa pra me fazer companhia. Ele aceito na hora.
Nos acomodamos no sofá da sala e ficamos jogando conversa fora. Laura fez uma chamada de vídeo, e a coisa azedou pra valer. Ela soltou os cachorros nele sem nem perguntar se tinha alguém ouvindo. Ele desligou na cara dela. Era um tipo de “acabou, fica na sua” disfarçado de bronca. Eu fiquei meio sem graça e ele bastante incomodado com a situação. Disse que ia embora mas eu disse que ficasse mais um pouco. Desfiou um monte de reclamações da garota e falou que aquilo era o fim mesmo.
Eu até então não tinha me interessado por ele, mas de repente passou um bichinho no meu ouvido e disse: ele é gostoso pra caramba!
-Olha Ricardo, eu nem tenho muita intimidade contigo, mas não parece que você estava assim tão interessado nela.
-É… não estava. Minha cabeça não anda muito legal. Ando com umas ideias esquisitas.
-Tipo o que?
-Sei la, cara. Eu outro dia fui numa festa e via uma coisa que mexeu comigo de um jeito que eu não imaginava.
Ricardo me contou ter visto dois caras se beijando e ficou com aquilo na ideia por dias. Não entendia que a cena tinha disparado a curiosidade dele sobre como seria tocar o corpo de outro homem. A boca de outro cara trocando saliva com a dele.
-Entendi, mas acho que é normal você ficar pensando naquilo porque é uma coisa que você não costuma ver.
-Eu já vi na faculdade. O Marcelo tem namorado. O cara vai buscar ele de vez em quando e se beijam quando se encontram e tudo bem.
Achei que o interesse dele estava migrando para mim. Enquanto ele falava percebia os gestos dele e os olhares. Tinha a certeza que se eu tentasse ia rolar alguma coisa mas achei melhor deixar pra outro dia. O convidei pra vir aqui em casa no sábado à noite. Tinha chamado uns amigos pra comer pizza porque meu pai ia dormir na casa da namorada. Ele aceitou.
Na hora combinada ele chegou. Estava calor então ele vestia uma bermuda jeans e uma camiseta preta. Eu tinha decidido ficar de bermuda também porque sabia que os meus outros convidados também preferiam assim tudo bem informal. Eram dois casais um hétero e duas garotas. Tudo correu muito bem, Ricardo ficou muito a vontade com eles e tivemos uma noite divertida. Depois que os dois casais saíram Ricardo quiz ficar pra lavar a louça. Eu aceitei porque detesto lavar pratos.
-Posso tirar a camiseta? - perguntou!
-É claro. Até melhor porque vai acabar se molhando.
Tiramos a camiseta os dois. Ele lavava e eu guardava a louça.
-Vou abrir um vinho. A fim?
-Eu curto!
Coloquei duas taças no balcão ao lado da pia e servi.
-Porra que vinho gostoso! Dá pra tomar a garrafa inteira.
Sugeri que tomasse cuidado porque já tínhamos bebido bastante antes. Respondeu que o máximo que podia acontecer era ter que dormir no sofá.
-Não te deixaria dormir no sofá. Tem um quarto de hóspede.
-Pensei que ia ofereceu a sua cama!
-Oi!!!?
-Ai, Pedro, desculpa. Saiu sem querer. Acho que é melhor para de beber estou ficando sincericida.
-Ao contrário. Acho melhor bebermos a garrafa toda. A esta hora da madrugada a sinceridade é um prêmio pela resistência.
-Resistir a que? Não quero resistir.
Dizendo isso Ricardo passou a mão pelo meu rosto e depois meu peito e foi descendo até abaixo do umbigo colocando o dedo indicador por dentro da minha bermuda e da minha cueca.
-Posso?
-Pode o que quiser. Já fez isso antes?
-Com outro cara não. Mas eu quero com você. Quero sentir teu corpo, teus pelos…
Abri o botão da bermuda e baixei o zíper deixando ver minha cueca preta. Tenho poucos pelos no corpo e os aparo sempre. Ele passou os dedos pela cintura da cueca e depois pelas minhas costas.
-Tira a roupa, Ricardo. É isso que você quer desde a outra tarde aqui. Vem pro meu quarto.
Entramos no quarto que tinha um abajur aceso. Eu comecei a me despir e ele imitando meus gestos até ficarmos os dois só de cueca. Ele me abraçou com força e encostou o rosto no meu. Temos mais ou menos a mesma altura e peso. Somos magros e de corpos definidos. Ele tem uma bunda que meu atrai pra cacete. Redondinha e dura. Seu pau marcando na cueca branca já mostrava uma mancha molhada de baba. Ele estava no ponto de ser comido ou me comer quem sabe. Gosto das duas coisas. Ofereci que se deitasse na minha cama e ele deitou e me puxou por cima dele. Nos beijamos. Ele ficou calado depois do beijo.
-O que foi? Arrependido. Está tudo bem. Você não tem que fazer nada que não queira.
-Quero te ver pelado. Deixa?
Tirei minha cueca e fiquei na cama apoiado nas minhas pernas dobradas acariciando meu pau já muito duro e molhado.
-Quer chupar?
-Não sei! Cara eu tô com muito tesão mas não sei.
-Então eu te chupo.
Tirei a cueca dele. Seu pau é reto branquinho e com a cabeça avermelhada. Estava muito duro parecendo que ia arrebentar. Passei meu lábios pelo corpo daquela rola e depois mamei a cabeça úmida e de sabor delicado. Ricardo suspirava e soltava uns gemidos de vez em quando. Depois de tomar o último gole da taça de vinho…
-Pedro, quero chupar teu pau, é minha vez.
Levantei as penas dele e lambi seu cu. O cara ficou doido. Estremeceu o corpo todo e gozou. E como gozou!!! Não parava mais de esguichar porra quentinha. Acho que a tal namorada não cuidava de dele como devia. Passei a porra dele no meu caralho e mandei ele lamber!
-Vem Ricardo, é tua porra no meu pau. Vai lamber tudinho e depois eu vou lamber teu rabo de novo e vou encostar meu caralho no teu cu só pra você sentir o calor dele e a pressão desse cacete querendo te comer.
-Quer me comer? Vai doer muito?
Ele queria com certeza. Parei um creme no rabo do moleque misturado com a porra que já estava no meu pau e fui enfiando bem devagar. Ele não se mexia deitado de bruços na cama. Pedi que levantasse o quadril um pouco e pus um travesseiro debaixo. Quando ele se erguei o pau entrou de uma vez. Meu cacete não é muito grosso o que é uma vantagem. Ele deu uma gemida e começou a rebolar devagarzinho.
-Caralho, Pedro, o que é isso? É gostoso sentir você dentro de mim.
-Espera até eu socar rola em você. Vai adorar meu amigo!
Me entreguei aquela foda com toda força. Meti sem dó nem piedade meus 17 cm até minhas bolas baterem nas dele. O moleque gemia e pedia pra meter mais e mais. Vi pelo espelho que ele tinha um sorriso no rosto. Quando eu estava quase pra gozar, tirei e o virei pra mim. Juntei o meu pau ao dele e avisei:
-Cara eu vou gozar…
-Eu também Pedrão, eu vou gozar junto… seu filho da puta tesão do caralho!!! Me fode!!!
Nosso esperma voou pra todo lado. Eu costumo esguichar uma grande quantidade e voa longe. Ele sorria e agitava a cabeça enquanto seus corpo tremia todo debaixo de mim. Ficamos calados por uns instantes.
-Pedro, acho que preciso de um banho.
-Eu vou te dar um banho bem gostoso meu puto safado e vou dar outra coisa também. Vai me foder no chuveiro e meter essa rola dentro do meu cu enquanto você bate punheta pra mim. Tua vez, garoto!!!