Certa noite de inverno, o movimento estava bem fraco e a gente estava flertando intensamente. No meio do turno, decidi que queria algo além de apenas paquera naquela noite. Então, quando o último cliente foi embora, ele trancou a porta, como de costume. Vi ali a minha oportunidade.
Quando ele se virou, deu de cara comigo. Me virei de costas pra ele usando leggings normais que usava para trabalhar, mas comecei a baixar ela e a calcinha devagarzinho até os tornozelos.
Me virei de frente pra ele novamente e simplesmente fiz um sinal com o dedo para ele vir até mim e, assim que ele chegou perto o suficiente, empurrei para que ficasse de joelhos e enfiei minha buceta molhada na cara dele. Ele nem tentou reclamar, simplesmente mergulhou e começou a lamber minha buceta, lambendo meu clitóris e meu cu até eu gozar na cara dele, enquanto eu ficava ali, encostada no balcão.
Depois de terminar de me contorcer sobre a boca dele, ele me pegou e me levou até a mesa onde o cliente estava sentado apenas 10 minutos antes, subi nela e me deitei com as pernas bem abertas. Ele tirou seu pau grosso e cheio de veias, enfiou fundo na minha buceta encharcada e começou a fazer movimentos longos e profundos, fazendo meus peitinhos balançarem a cada estocada. Eu estava no paraíso e a gente gemia quase em sintonia.
Pouco antes de eu gozar de novo, ele me virou, fiquei debruçada sobre a mesa, com o rosto a poucos centímetros de um copo de cerveja vazio, e ele me penetrou novamente, desta vez com mais ritmo. Eu sentia que ele estava perto do clímax, assim como eu, então contraí minha buceta ao redor dele, apertando aquele pau grande e grosso de homem casado. Gozei com muita intensidade enquanto ele estava dentro de mim.
Depois, pedi que ele saísse de dentro de mim, desci da mesa e fiquei de joelhos, comecei a chupar ele intensamente, com muita vontade e mantendo contato visual o tempo todo, enquanto o pau dele batia no fundo da minha garganta e seus testículos batiam no meu queixo, me fazendo engasgar.
Ele tirou o pau da minha boca e começou a jorrar jatos grossos e pesados por todo o meu rosto. Tentei pegar o máximo que pude com a boca, mas meu rosto acabou completamente lambuzado, com porra espalhada pelos meus olhos, nariz, bochechas e lábios.
Nem nos demos ao trabalho de arrumar o bar naquela noite, apenas fomos embora. Nem trocamos uma palavra rsrsrs. Acho que a consciencia dele pesou (pelo menos por um tempo, até repetirmos a dose)
Ele, de volta para a esposa que não desconfiava de nada, e eu fiz o curto trajeto a pé pelo centro da cidade, com a porra dele escorrendo pelo meu corpo, até o meu apartamento, onde minha colega que dividia casa comigo ainda estava acordada vendo TV.
Tive que passar de fininho por ela para chegar à cama sem que ela me visse toda suja de porra.
Oi que deliica esse conto e votado que teso ler ele