Dois meses incompletos bastaram para que Erik e eu pegassemos fogo naquela tarde. Meu período de experiência no escritório de advocacia de Eric serviu pra confiar nele meus segredos mais secretos. O maior deles: ser bissexual de armário.
Eric interrompia os beijos para me humilhar. Outro segredo a ele confiado. Usava de provocações baratas e chulas porque assim eu pedi. A fantasia sempre foi ser dominado como uma puta barata e fútil. Eric jamais me aceitou como bissexual. As duas mulheres com quem me relacionei também me rejeitaram. Viram em mim um gay enrustido.
"Você quer enganar quem olhando disfarçado pra bunda da Aline? Ela só tem rabo. Eu poderia bem usar o mesmo número de sutiã que ela."
"Você é mais peituda que ela. Real". Aproveitei do cansaço, encontrei espaço pra apertar firme o bico oriçado de seu peito do lado direito. "Cachorra ciumenta."
Suas provocações recreativas eram tudo que eu precisava. Não me importava com o desrespeito e o ceticismo. Eu só queria namorar um homem pela primeira vez. Sem desembolsar um centavo com um boy do job. Sem inventar um ménage pra ter oportunidade de mamar um macho alfa.
Eric se cansou dos beijos. Afastou seu corpo de cima de mim para encontrar meu pau e iniciar uma punheta muito mais cadenciada e lenta que seus beijos. Foi seu revide. Meu momento de boy passivo chegou com tudo. De costas pra cama, abri as pernas e dobrei os joelhos o suficiente pra ele me dominar.
"Sou tua amor". Proclamei. "Me coma". Implorei.
"Estamos só começando, gato. Não fique afobado". Ele deixa aquela punheta de lado e afunda seu rosto. Meu pau rapidamente tomado por sua saliva...
unknownpleasures