A Chibata do Meu Primo na Estrada de Terra: O Reencontro



Oi, safados!
Tudo bem com vocês?


Continuando as minhas experiências com o meu primo pauzudo e safado, este conto vem trazer um dos momentos que mais marcaram a minha vida sexual e, obviamente, como putinho, rsrs!

Pra quem leu o meu primeiro conto, sabe que ele foi o meu primeiro macho, o sortudo que tirou a minha virgindade.

Anos depois da minha iniciação, nós nunca mais nos falamos, sequer ele puxava assunto na escola comigo e, claro, eu, um gordinho nerd e tímido, já ele, um pegador nato, comedor de buceta e famoso por farrar.
Quando terminei o ensino médio, tempos de pandemia, ele havia ido pra SC, trabalhar na Trebeschi, acho que é assim como se fala, passando alguns anos lá.

Eu, fui pra universidade, cursei Letras, e estava seguindo a minha vida. Em 2024, eu já estava no meio do curso e era muito puxado! Eu dava aulas de reforço durante o dia todo, e estudava das 18h às 22h em Cajazeiras, PB. Sempre lutei pelo que eu queria, e isso sempre foi meu combustivo, claro, eu não era lá esses caras bonitos, então me encaixei nos estudos, kkk.

Eu moro no Ceará, e aqui tem vaquejada pra todo lado, sabe? E certa vez, eu vinha de moto da facul, e por tentação a moto faltou gasosa perto do parque onde estava acontecendo o muído de vaquejada.

Balancei a peste da moto e nada, fui embora empurrando ela, morto de vergonha e raiva mas fui. Então vejo aquela lapa de homem vindo em minha direção, e chamando pelo meu nome:

- José, é você? Ele disse.

- Quem é que tá me chamando?

- Eu, macho, Francisco!

Gelei de nervoso, não sabia onde enfiar minha cara de tanta vergonha, meu Deus.

- Eae, primo, quanto tempo!

- Opa, Francisco, saiu da empresa, foi? Quanto tempo!

- Sim, rolou uns problemas lá, e eu saí de lá…, mas e aí? Tá diferente, hein? Caraca!

- Que nada, homi! Você que está.


Minha gente, que homem lindo! Um moreno, com o braço tatuado, de bota, calça preta, camisa branca e um chapéu daqueles de derrubar boi, um sonho! O braço dele estava estourado a camisa, de tão grosso.

- O que foi com a moto, primo?

- Eu vinha da facul e faltou gasosa.

- Bora, te levo pra casa, macho!

- Não, primo, não quero incomodar! Vá aproveitar, vá derrubar boy, pera, boi, kkk.

- Hehe, bora tomar uma? Eu pago, pra relaxar o juízo.

Aceitei, né? fazer o que. O muído estava bom, peguei uma Skol, e ele outra, e nessa brincadeira bebemos 10. Eu estava cansado, ia aproveitar que amanhã era sábado pra descansar, e falei:

- Primo, tô indo, valeu! Tô só o pó!

- Que isso, nam! Eu vou te deixar, tu não vai arrastando essa moto não.

Tive que aceitar, pois não estava com vontade de ir sozinho empurrando a moto.

- Bora, sobe.

- Em que? No cavalo?

- Sim, tô sem transporte, cara. Hoje é cavalal, KKK!

- Tá doido, macho? Vou não!

- Quer ir empurrando? Se quiser ir…

Eu senti que havia algo ali. Não tem como ele me oferecer pra ir na garupa com ele do nada, cadê a intimidade? A nossa não era grande, aquilo só foi uma coisa de moleque e tal, pensei eu. Subi, e quando íamos no meio do caminho, eu fiquei observando a lua clara como um dia, admirado.

- O que foi, José? Tá calado…

- A lua tá bonita, né?

- É. Olha, preciso te contar uma coisa, e não sei como falar.

Eu gelei quando ele disse isso. Será que ele se lembra? Será que aquilo significou algo pra ele?

- Fala, Francisco.

- Olha, quando eu estava em SC, fiquei só, fiquei imaginando o que eu vivi aqui no Ceará, primo. Fiquei pensando na gente.

- Como?

- É, eu fiquei pensando como seria a gente foder depois de garotos. Sentir que eu poderia te fazer de mulher, minha mulher.

Eu pedi pra ele parar, pedi pra descer do cavalo. Eu estava confuso, não sabia que aquilo era recíproco, que aquilo estava acontecendo no meio de uma estrada, em noite de lua clara…

Ele me segurou pela camisa, antes de que eu pudesse descer do cavalo.

- Fica, por favor. Vamos, José. Eu te quero e sei que você me quer! Me dá o cuzin novamente, quero te comer.

Ele me pediu pra descer, e depois fez o mesmo. Pediu pra ficar calado, pois o cavalo se espantaria. E fomos pro lado da estrada que estava perto de um pé de Juá. Parecia que nós estávamos nos comunicando por telepatia, eu me ajoelhei e fiquei esperando minha mamadeira como um bezerrinho.

Ele tirou o cinto da calça, segurou minhas mãos, e laçou com o cinto. Eu não estava acreditando naquela putaria, mas não recusei. Depois, desabotoou a calça e revelou uma chibata enorme, que brigava com a cueca pra sair.

Quando tirou, apareceu uma pica grossa, que eu pude perceber o tamanho na luz da lua, quando ele mostrou:

- Olha, o que te espera, sua puta sem vergonha!

Chegou perto de mim, e começou a socar na minha boca aquela pica enorme. Eu engolia com gosto até engasgar. Ele tirava, fazia eu engasgar e voltar a brincar.

Após um tempo fazendo isso, ele me levantou, baixou meu short e minha cueca, revelando meu rabão empinado, lisinho e implorando por pica.

- Caralho, eu vou gozar dentro, eu vou!

Ele cuspiu no pau, e passou na mão, depois no meu cu, depois começou a penetrar, pouco a pouco, senti os ovos dele batendo no meu rego, e só aceitei que estava sendo fecundando por um homem de verdade.

Começou o vai e vem, ele me xingava, batia no meu rabo, puxava minha cabeça com força…

- Agora tu é meu, seu porra, tu é meu!

De repente, ele sou mais lentamente, e pude sentir os jatos de porra me enchendo por dentro.

Ele tirou a pica, e senti um vazio por dentro, senti que eu havia sido arrombado de verdade.
Ele se vestiu, me desamarrou, e disse:

- Desculpa, passei dos limites, kkkk!

Eu não sabia onde enfiar minha cara naquele escuro, mas me vesti, todo gozado e com os joelhos doendo.

Ele se ofereceu pra me deixar até em casa, mas como estava já perto, recusei.
Vi aquele macho sumindo na poeira da estrada, e com a lua iluminando o meu homem.

Cheguei em casa só o pó, cheirando a pica, mas feliz, kkk. Fui buscar a moto no outro dia, e ele estava lá, piscou o olho e fingi.

Gostaram, safados? Perdão pelo tamanho do conto!

Curtam, viu? O próximo conto é pra fazer vocês gozarem.


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267319 - O meu primo pauzudo se tornou o meu homem - Relato real - Categoria: Gays - Votos: 12

Ficha do conto

Foto Perfil jamanta-rabudo
jamanta-rabudo

Nome do conto:
A Chibata do Meu Primo na Estrada de Terra: O Reencontro

Codigo do conto:
269941

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
15/08/2026

Quant.de Votos:
2

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